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MichaelAndrews

[FM2014] 4231: A Arte da Transmutação

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Pois é, o Barcelona passou de moda e o novo xerife na aldeia é o Bayern Munique. :biggrin:

 

As ideias de jogo neste modelo partem da base do futebol total dos anos 70 introduzido por Rinus Michels, ao qual Guardiola foi beber através da sua experiência enquanto jogador quando treinado Johann Cruyjff. Considerando essa base, em termos de FM, a opção terá que ser Muito Fluido, de modo a que todos os jogadores contribuam para todas as fases de jogo da equipa. A estratégia terá de ser Atacar, pois é isso mesmo que se pretende: futebol de ataque. A estes dois pressupostos, juntam-se os que são visíveis em Guardiola: a) Manutenção da posse de bola; b) Povoamento do meio-campo com o máximo de jogadores possível, de modo a (1) impedir a circulação de bola pelo adversário e (2) Recuperar a bola o mais rapidamente possível e o mais à frente possível; c) Muita movimentação dos jogadores para (1) desequilibrar posicionalmente o adversário e (2) criar espaços de penetração para a nossa equipa.

 

Como isto se trata de Guardiola e do Bayern, o 433 foi abandonado em detrimento de um 4231, modelo que foi mantido da época transacta com Jupp Heynckes. Temporariamente também foi experimentado um 4141, pelos vistos abandonado ou ocasionalmente usado consoante o adversário e os jogadores disponíveis.

 

Outro aspecto fundamental com Guardiola, que já o era no Barcelona, é ter jogadores com capacidade para fazer mais do que uma posição, portanto desaconselha-se a utilização / contratação de, por exemplo, médios defensivos que apenas façam a posição 6. O ideal é utilizar / contratar DL/ Ala, MD/MC, MC/MA, MO/PL.

 

Formação Base

 

Formacao_Inicial.png

 

Esta é a nossa formação base, um 4231 assimétrico, com dois laterais muito ofensivos, um jogador que organize e pense o jogo numa zona mais recuada onde há mais espaço, acompanhado por Box-to-Box para dar bastante verticalidade ao nosso jogo, sendo um forte apoio tanto a defender como a atacar. Dois extremos com muita liberdade de movimentos, podendo esticar o campo em largura, como fazer diagonais interiores, um vagabundo na posição 10 a fazer dupla com o Ponta de Lança.

 

A partir daqui, o nosso processo ofensivo irá provocar:

 

Processo_Ofensivo.png

 

O nosso 4231 de base, transforma-se em algo completamente diferente: um 244 ou um 235: uma linha com dois jogadores sempre mais recuados, uma segunda linha de apoio ofensivo com 3 ou 4 jogadores e, mais à frente, 4 ou 5 jogadores a aparecerem na zona de finalização. De modo a causar ainda mais caos, o lateral esquerdo tem permissão para fazer diagonais interiores enquanto o lateral direito joga mais pelo lado de fora do extremo. Pretende-se que a equipa priorize a posse de bola com uma circulação rápida e sem passes de risco. Deve ser levado em linha de conta que a estratégia Atacar já implica o assumir de opções / decisões de maior risco por parte dos jogadores, por isso procura-se o equilíbrio com instruções que as atenuem e privilegiem a filosofia de posse do modelo de jogo.

 

Processo Defensivo

 

Bom, aqui é que "a porca torce o rabo". Como devem saber, para conseguirmos ter uma forte postura defensiva é preciso uma ginástica mental do caraças, um gajo joga isto supostamente para se divertir e depois tem que andar a ler tratados de futebol que só raramente nos ajudam e, muitas das vezes, ainda nos baralham mais os cérebros.

De qualquer modo, a ideia subjacente deste modelo tenta remeter para as actuais ideias do Bayern (já expostas lá em cima), portanto, queremos uma pressão muito forte e alta sobre o adversário, queremos compactar espaço e queremos condicionar a outra equipa a ter que fugir para a periferia do campo. Assim, a colocação em prática do 244 / 235 ofensivo inverte-se e a equipa defende em 442 / 532 da seguinte forma:

 

Processo_Defensivo.png

 

Logo que a equipa perde a bola, os extremos fecham o meio marcando os centrais adversários o que motiva logo o adversário a procurar a periferia, sem no entanto perderem de vista a pressão sobre os laterais (daí as setinhas nos extremos). Enquanto isso, tanto o PL como o Treq. caem sobre o meio-campo marcando os médios, os laterais fecham as alas encostando de imediato aos extremos adversários e o BtB completa o ramalhete dedicando-se ao médio ofensivo. Restam os dois centrais e o regista para lidarem com o ponta de lança. Perante este cenário, os dois jogadores livres são os laterais, jogadores bastante recuados, encostados às linhas laterais e que, por este mesmo motivo, representam uma ameaça muito menor.

 

Contra equipas que jogam em 433, aplicam-se os mesmo princípios:

 

Processo_Defensivo_2.png

 

Forte povoamento de toda a zona interior do meio-campo, deixando apenas os laterais libertos.

 

Depois desta lenga-lenga toda, já deve estar alguém a pedinchar "então e o link para download da táctica????" Isto é uma espécie de "façam vocês mesmos" :biggrin: O modelo está explicado, o sistema de marcações também, assim como as funções e tarefas dos jogadores. Mais logo faço upload da táctica e respectivas instruções. Gosto bastante do que tenho visto, a equipa (FC Porto) remata, cria bastantes oportunidades de golo e puxando pela memória que agora não tenho o FM ligado despachei o Guimarães na Supertaça com 4-0, Gil Vicente (fora) 3-0, Paços de Ferreira em casa por 4-1 e novamente Guimarães fora por 4-0.

 

EDIT

 

Faltou mencionar um aspecto que considero essencial, independentemente do modelo adoptado: os movimentos preferidos.

 

Laterais: sobe sempre que possível, marcação apertada, corre bom a bola pelo corredor (correspondente esquerdo / direito), passe curto e simples; no caso específico aqui apresentado, o lateral esquerdo deve também Cortar para Dentro, enquanto o lateral direito deve jogar mais encostado à linha;

 

Centrais: passe curto e simples, marcação apertada, não faz passes a rasgar (caso tenham algum jogador no plantel com o movimento Fica Sempre Atrás, este deve tutorar o vosso central para apreender também este movimento).

 

Regista: Gere o ritmo de jogo, marcação apertada, baixa para vir buscar jogo

 

BtB: marcação apertada, baixa para vir buscar jogo, sobe sempre que possível, explora espaços

 

Extremos: marcação apertada, baixa para vir buscar jogo, sobe sempre que possível, tenta tabelas, explora espaços. Ainda não experimentei, mas pode ser interessante o extremo esquerdo ter o movimento para jogar mais encostado à linha (enquanto o lateral esquerdo corta para dentro) e ter o extremo direito com o movimento de cortar para dentro (enquanto o lateral direito joga encostado à linha)

 

Treq.: marcação apertada, baixa p/ vir buscar jogo, faz tabelas, explora espaços

 

PL: marcação apertada, explora espaços, remata colocado (ou qq outro movimento de finalização)

 

P.S. - o movimento explora espaços refere-se a atacar corredores, espaço entre o lateral e o central

P.S. 2 - se possível, tal como no caso dos centrais, convém ter um jogador com o movimento Entra na Grande Área para tutorar extremos e Treq.

 

EDIT 2

Claro que na realidade o Bayern não usa nenhum sistema de marcação específica, aliás marcação h*h já nenhuma equipa usa e mesmo nos lances de bola parada parece ter sido abandonado. Mas uma coisa é a realidade e o futebol e outra coisa é o FM... e outra coisa ainda é o FM com bugs palermas. A questão das marcações específicas atenua alguns destes problemas (do FM com bugs palermas).

Editado por MichaelAndrews

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Depois desta lenga-lenga toda, já deve estar alguém a pedinchar "então e o link para download da táctica????" Isto é uma espécie de "façam vocês mesmos" :biggrin: O modelo está explicado, o sistema de marcações também, assim como as funções e tarefas dos jogadores. Mais logo faço upload da táctica e respectivas instruções. Gosto bastante do que tenho visto, a equipa (FC Porto) remata, cria bastantes oportunidades de golo e puxando pela memória que agora não tenho o FM ligado despachei o Guimarães na Supertaça com 4-0, Gil Vicente (fora) 3-0, Paços de Ferreira em casa por 4-1 e novamente Guimarães fora por 4-0.

 

:funny: Acho que te enganaste no site :mrgreen:

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Muito boa explicação. Curioso para ver como consegues que os extremos fechem no meio a defender

 

 

Então, anda um gajo a escrever e a fazer bonecos e o pessoal não lê ? :lolada:

 

Logo que a equipa perde a bola, os extremos fecham o meio marcando os centrais adversários o que motiva logo o adversário a procurar a periferia

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Então, anda um gajo a escrever e a fazer bonecos e o pessoal não lê ? :lolada:

 

Logo que a equipa perde a bola, os extremos fecham o meio marcando os centrais adversários o que motiva logo o adversário a procurar a periferia

Então fazem marcação individual aos centrais?

Eu li. Só não percebi é como fazes isso

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Então fazem marcação individual aos centrais?

Eu li. Só não percebi é como fazes isso

 

Penso que é marcação especifica ao jogador :biggrin:

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Então fazem marcação individual aos centrais?

Eu li. Só não percebi é como fazes isso

 

Ora bem, é o que está escrito :biggrin: fecham o meio, marcando os centrais. O PL e o Treq. caem no meio-campo marcando os médios juntamente com o BtB e os laterais nos extremos, ficando o regista e os dois centrais disponíveis para o PL adversário. Aliás, o regista no processo defensivo acaba por funcionar como elemento de pressão e marcação à zona.

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Claro que sim. Mas como pretendes recuperar rapidamente a bola sem o fazer ? Sentadinho e confortável à espera que o adversário chegue é que não se consegue :wink:

 

O desposicionamento verifica-se tanto no processo ofensivo como defensivo, o primeiro para desequilibrar o adversário de modo a criar espaços; o segundo para recuperar a bola rapidamente.

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Ataque construído e não contra ataque é isso?

 

A estes dois pressupostos, juntam-se os que são visíveis em Guardiola: a) Manutenção da posse de bola;

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Alguns elementos estatísticos até agora:

 

Supertaça

 

V.Guimarães 0 FC Porto 4

remates: 2 / 22; posse de bola: 36 / 64; oportunidades de golo: 0 + 2 / 3 + 5 + 1 bola ao poste

 

Liga

 

Gil Vicente 0 FC Porto 3

remates: 2 / 25; posse de bola: 31 / 69; oportunidades de golo: 0 + 1 / 5 + 11 + 1 bola ao poste

 

Liga

 

FC Porto 4 P. Ferreira 1

remates: 26 / 2; posse de bola: 64-36; oportunidades de golo: 6 + 7 + 2 bolas ao poste / 1 +0

 

Liga

 

V. Guimarães 0 FC Porto 4

remates: 0 / 24; posse de bola: 39-61; oportunidades de golo: 0 + 0 / 6 + 7 + 3 bolas ao poste

 

Liga

FC Porto 5 V. Setúbal 0

remates: 17 / 0; posse de bola: 63-37; oportunidades de golo: 5 + 4 / 0 + 0

 

Nas oportunidades de golo, o 1º algarismo é referente às oportunidades flagrantes e o 2º às meias oportunidades . Em 5 jogos, 20 golos marcados e 1 sofrido (acho que foi de livre), criação de muitas oportunidades e o habitual pagode das bolas aos postes. Também a destacar que em 5 jogos, tivemos um total de 6 remates contra !

 

Desenho táctico e instruções

 

FC_Porto_T_cticas_Equipa_3.png

 

O mapa térmico ilustra a mutação da equipa transformando o 4231 de base num 244

 

FC_Porto_Vit_Set_bal_An_lise_Desempenho_2.png

 

No que respeita a treinos, para além dos já referidos movimentos preferidos:

 

Treino Geral: Coesão da Equipa (até às barras de familiaridade táctica ficarem cheias), com intensidade máxima

Treino de Preparação de Jogo: 50% - Tácticas (idem idem, aspas aspas)

 

Após as barras ficarem cheias, o que deverá ocorrer logo no início da época se começarem o save em meados de Junho e fizerem jogos de pré-época suficientes (uns 12):

 

Treino Geral: Controlo de Bola, intensidade média

Treino de Prep. Jogo: consoante o indicado pelo observador (convém ter um com bom atributo de Conhecimento Táctico), 30%, mas numa equipa forte andará sempre pelo treino atacante ou bolas ofensivas.

 

Ah... faltou dizer que gostaria de ter a posse mais a rondar os 70%, talvez não esteja por estar a utilizar uma intensidade de jogo muito alta mas prefiro uma rápida circulação de bola, do que ter os jogadores a mastigarem o jogo por causa da instrução Manter a Posse. É algo a rever.

Editado por MichaelAndrews

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Não concordo com algumas opções que tomate:

 

1) Jogar com muito mais ou mais intensidade, isso tem a ver com as transições rápidas, ou seja, é a antitese de jogo do futebol do Bayer Munique em que as transições são geralmente lentas, e a velocidade é apenas imprimida pelos jogadores mais atacantes como Ribery, Robben por exemplo ...

2) Largura de jogo, aqui é que mais duvidoso falar sobre o assunto, porque alguns entendam como sendo comprimento de jogoem (a forma como a equipa se estende no terreno), outros podem entender como efectivamente a largura de jogo entendido não apenas na verticalidade do jogo, mas também na largura do mesmo, ou seja, com uma maior largura de jogo existe maior espaço entre sectores, o que não condiz com um futebol do estilo do Bayern Munique em que os jogadores sempre muito proximos uns dos outros, em que os extremos cortam para dentro e fecham ao meio como tu indicas no processo defensivo, e são os alas que dão a largura á equipa ....

3) Os extremos não os entendo como extremos, mas como construtores de jogo avançados pois muitas vezes fecham ao meio, vêem buscar jogo, cortam para dentro par abrir espaço para os alas ...

4) A mentalidade do Bayer Munique é de controlo e não atacante, pois elas tentam fazer o controlo do jogo, ou seja, fazer a circulação da bola pelo campo todo, como os jogadores sempre muito proximos uns dos outros;

5) Uma mentalidade atacante teoricamente faz com que os medios ofensivos e avançados tenham menos "vontade" de ajudar os processos defensivos;

6) Maior liberdade, faz com que o jogador se borrife para ti e joguem á sua maneira, embora possa ser entendido também como a liberdade que um jogador tem para ir para o espaço livre em vez de se manter na posição em que está. Eu acho que no Bayern existe pouca liberdade criativa, mas sim grande mobilidade e muitas trocas de posicionamento sobretudo no meio campo;

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Não concordo com algumas opções que tomate:

 

1) Jogar com muito mais ou mais intensidade, isso tem a ver com as transições rápidas, ou seja, é a antitese de jogo do futebol do Bayer Munique em que as transições são geralmente lentas, e a velocidade é apenas imprimida pelos jogadores mais atacantes como Ribery, Robben por exemplo ...

2) Largura de jogo, aqui é que mais duvidoso falar sobre o assunto, porque alguns entendam como sendo comprimento de jogoem (a forma como a equipa se estende no terreno), outros podem entender como efectivamente a largura de jogo entendido não apenas na verticalidade do jogo, mas também na largura do mesmo, ou seja, com uma maior largura de jogo existe maior espaço entre sectores, o que não condiz com um futebol do estilo do Bayern Munique em que os jogadores sempre muito proximos uns dos outros, em que os extremos cortam para dentro e fecham ao meio como tu indicas no processo defensivo, e são os alas que dão a largura á equipa ....

3) Os extremos não os entendo como extremos, mas como construtores de jogo avançados pois muitas vezes fecham ao meio, vêem buscar jogo, cortam para dentro par abrir espaço para os alas ...

4) A mentalidade do Bayer Munique é de controlo e não atacante, pois elas tentam fazer o controlo do jogo, ou seja, fazer a circulação da bola pelo campo todo, como os jogadores sempre muito proximos uns dos outros;

5) Uma mentalidade atacante teoricamente faz com que os medios ofensivos e avançados tenham menos "vontade" de ajudar os processos defensivos;

6) Maior liberdade, faz com que o jogador se borrife para ti e joguem á sua maneira, embora possa ser entendido também como a liberdade que um jogador tem para ir para o espaço livre em vez de se manter na posição em que está. Eu acho que no Bayern existe pouca liberdade criativa, mas sim grande mobilidade e muitas trocas de posicionamento sobretudo no meio campo;

 

1) Por isso é que mencionei que uma coisa é a realidade e outra bem diferente é o FM. Isto é bem notório quando se utiliza a instrução Manter a Posse: em termos de FM, os jogadores perdem a urgência em chegar o golo, seguram bastante a bola no pé correndo riscos de serem desarmados e as equipas adversárias ficam mais confortáveis que o autocarro estacionado. Ora, a realidade é que no futebol manter a posse não tem nada a ver com isto, portanto, é preciso compensar a instrução à equipa com uma circulação de bola mais rápida;

 

2) Largura é largura, comprimento é comprimento, não me parecem conceitos que permitam dúvidas :biggrin: Depois parece-me sim que há um erro de interpretação das pessoas (é o mal das interpretações, todas elas :lolada: ), pois o que geralmente se entende como jogadores muito próximos, não quer dizer que a equipa (em termos de FM) jogue mais afunilado. Pelo contrário, os jogadores estão muito próximos porque há muito movimento sem bola.

 

3) É bem possível, mas aí não faz sentido usar muita fluidez e depois ter a equipa carregada de especialistas, portanto, recorre-se a funções universalistas para condizer com a filosofia muito fluida e trabalha-se os movimentos preferidos dos jogadores para que se comportem dessa forma.

 

4) Mais um problema que o FM nos coloca face ao futebol e mais uma vez no âmbito da perda de tempo inerente ao Controlar

 

5) Errado. A fluidez determina a participação dos elementos mais avançados no processo defensivo e dos elementos mais defensivos no processo ofensivo. Não é a estratégia.

 

6) Novamente um problema inerente ao FM: não é possível usar em simultâneo as instruções Mais Disciplinado e Deambular das Posições. No entanto, a isto acresce que a filosofia do Guardiola deriva, como disse lá em cima, do futebol total holandês o que desde logo remete no FM para uma filosofia muito fluida. Depois, a equipa (no futebol) é efectivamente disciplinada na prática do estilo de jogo definido, o que não quer dizer que os jogadores tenham mesmo poder de decisão. Em termos de FM, o treino de movimentos preferidos tem importância precisamente neste contexto: o jogador ao ter mais poder de decisão, decide (passo a redundância) pelos movimentos que foram treinados que, obviamente, são os adequados ao estilo de jogo que se pretende e o que se pretende do jogador.

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1) Por isso é que mencionei que uma coisa é a realidade e outra bem diferente é o FM. Isto é bem notório quando se utiliza a instrução Manter a Posse: em termos de FM, os jogadores perdem a urgência em chegar o golo, seguram bastante a bola no pé correndo riscos de serem desarmados e as equipas adversárias ficam mais confortáveis que o autocarro estacionado. Ora, a realidade é que no futebol manter a posse não tem nada a ver com isto, portanto, é preciso compensar a instrução à equipa com uma circulação de bola mais rápida;

Mas o manter posse de bola, era o que antigamente era designado no jogador por "Segurar Bola". Eu não acho que o Pep Guardiola faça isso, acho é que os jogadores estão sempre em movimento para dar linhas de passe. Se fosse eu tirava o Segurar Bola e mudava a temporização para mais lenta. Claro para ser de acordo com a realidade pelo menos na teoria;

 

 

2) Largura é largura, comprimento é comprimento, não me parecem conceitos que permitam dúvidas :biggrin: Depois parece-me sim que há um erro de interpretação das pessoas (é o mal das interpretações, todas elas :lolada: ), pois o que geralmente se entende como jogadores muito próximos, não quer dizer que a equipa (em termos de FM) jogue mais afunilado. Pelo contrário, os jogadores estão muito próximos porque há muito movimento sem bola.

 

Neste caso do FM 2014, é mais claro diz "Jogar mais aberto o que em termos táticos, traduz em extremos colados á linha na sua posição inicial, ou posição Standard e além disso teoricamente os sectores ficam mais afastados embora possa sempre compensado tal com movimentos preferidos tais como "Cortar para dentro" e "Vem buscar Jogo".

 

3) É bem possível, mas aí não faz sentido usar muita fluidez e depois ter a equipa carregada de especialistas, portanto, recorre-se a funções universalistas para condizer com a filosofia muito fluida e trabalha-se os movimentos preferidos dos jogadores para que se comportem dessa forma.

Já li essa história dos especialistas o que para mim não faz sentido nenhum, mas uma coisa é futebol real e outra é o FM 2014 :facepalm:

 

4) Mais um problema que o FM nos coloca face ao futebol e mais uma vez no âmbito da perda de tempo inerente ao Controlar

Aqui também surgiu o meu problema, usar os supostos especialistas e convençê-los a chegar perto da área, ou melhor aliar o vir buscar jogo com aparecer dentro da área, como faz o Barcelona e como faz o Bayern Munique por isso é que muitos usam a mentalidade de atacar ao invés de controlar.

 

5) Errado. A fluidez determina a participação dos elementos mais avançados no processo defensivo e dos elementos mais defensivos no processo ofensivo. Não é a estratégia.

Eu sei disso ...

 

6) Novamente um problema inerente ao FM: não é possível usar em simultâneo as instruções Mais Disciplinado e Deambular das Posições. No entanto, a isto acresce que a filosofia do Guardiola deriva, como disse lá em cima, do futebol total holandês o que desde logo remete no FM para uma filosofia muito fluida. Depois, a equipa (no futebol) é efectivamente disciplinada na prática do estilo de jogo definido, o que não quer dizer que os jogadores tenham mesmo poder de decisão. Em termos de FM, o treino de movimentos preferidos tem importância precisamente neste contexto: o jogador ao ter mais poder de decisão, decide (passo a redundância) pelos movimentos que foram treinados que, obviamente, são os adequados ao estilo de jogo que se pretende e o que se pretende do jogador.

 

Concordo a 100 %

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A instrução no FM está mal feita porque manter a posse no futebol não tem nada a ver com levar a bola para as linhas laterais à espera que o tempo passe. Nesta edição, já comecei dezenas e dezenas de saves, experimentando tudo o possível e imaginário, com mais posse, com menos posse, diferentes estilos, mas a não utilização da instrução Manter a Posse produz sempre menos percentagens, com os problemas já referidos relacionados com a perda de tempo. No entanto, uma boa alternativa passa por uma estratégia menos agressiva, ou seja, de menor risco, de maneira a que os jogadores tomem decisões de menor risco e com um ritmo de jogo menos intenso. Mas aqui surge o mesmo problema: quanto menos agressiva a estratégia, menor a urgência de chegar ao golo o que desde logo significa mais perda de tempo... o que desde logo significa, os jogadores segurarem mais a bola.

 

O FM limitou-se a adaptar do futebol a questão do especialista vs. universalista, é um tema muito presente e sobre o qual já muito tem sido escrito. Consoante a época, um ao outro tem tido maior evidência; consoante a cultura de futebol de determinado país, um ou outro tem tido maior evidência. Possivelmente, como dois opostos tens o futebol italiano (especialista) e o futebol holandês (universalista),

 

Mais uma vez, esse teu problema ao utilizares especialistas é resolvido com o treino de movimentos preferidos.

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A instrução no FM está mal feita porque manter a posse no futebol não tem nada a ver com levar a bola para as linhas laterais à espera que o tempo passe. Nesta edição, já comecei dezenas e dezenas de saves, experimentando tudo o possível e imaginário, com mais posse, com menos posse, diferentes estilos, mas a não utilização da instrução Manter a Posse produz sempre menos percentagens, com os problemas já referidos relacionados com a perda de tempo. No entanto, uma boa alternativa passa por uma estratégia menos agressiva, ou seja, de menor risco, de maneira a que os jogadores tomem decisões de menor risco e com um ritmo de jogo menos intenso. Mas aqui surge o mesmo problema: quanto menos agressiva a estratégia, menor a urgência de chegar ao golo o que desde logo significa mais perda de tempo... o que desde logo significa, os jogadores segurarem mais a bola.

 

O FM limitou-se a adaptar do futebol a questão do especialista vs. universalista, é um tema muito presente e sobre o qual já muito tem sido escrito. Consoante a época, um ao outro tem tido maior evidência; consoante a cultura de futebol de determinado país, um ou outro tem tido maior evidência. Possivelmente, como dois opostos tens o futebol italiano (especialista) e o futebol holandês (universalista),

 

Mais uma vez, esse teu problema ao utilizares especialistas é resolvido com o treino de movimentos preferidos.

 

Pois eu não concordo nada com essa visão do FM ...

 

Para mim o que existe é as caracteristicas especificas de um jogador e a capacidade que ele tem de desempenhar certas tarefas, mas dentro de campo o que temos é jogadores polivalentes capazes de jogar em várias posições e jogadores mais especificos que apenas podem jogar numa posição, ou seja jogadores mais rigidos tacticamente e outros mais versateis do ponto de vista tatico ...

Isso de colocar construtor de jogo e afins com âncora lançada é do meu ponto de vista para não ser bruto .... de mau gosto e falta de visão, ou melhor visão distorcida.

Mas pronto adiante ...

 

Como vão esses jogos ??? :carinhoso:

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Pois eu não concordo nada com essa visão do FM ...

 

Para mim o que existe é as caracteristicas especificas de um jogador e a capacidade que ele tem de desempenhar certas tarefas, mas dentro de campo o que temos é jogadores polivalentes capazes de jogar em várias posições e jogadores mais especificos que apenas podem jogar numa posição, ou seja jogadores mais rigidos tacticamente e outros mais versateis do ponto de vista tatico ...

Isso de colocar construtor de jogo e afins com âncora lançada é do meu ponto de vista para não ser bruto .... de mau gosto e falta de visão, ou melhor visão distorcida.

Mas pronto adiante ...

 

Como vão esses jogos ??? :carinhoso:

 

Era o que estava a dizer, a visão não é do FM, é mesmo do futebol por isso é que dei os exemplos da escola italiana e holandesa, A SI apenas adaptou o conceito ao FM.... claro que nisto das adaptações, temos uns quanto maus exemplos por parte da SI :biggrin:

 

Vão bem, ganhei fora 2-0 ao Apoel na estreia da LC e agora de seguida, ganhei 2-1 em casa ao Nacional. Foi o primeiro golo sofrido, não por nenhum aspecto táctico a rever mas por puro erro individual do Fernando que fez praticamente uma assistência ao avançado do Nacional. Contra erros individuais não há nada a fazer tacticamente. O resultado foi curto, é certo, mas caramba 14 oportunidades de golo e mais 2 bolas ao poste merecia mais alguma coisa.

Aspectos aqui a rever é a posse manter-se ali pelos 60-65%, o que é suposto melhorar. Outro aspecto é que o meu PL deixou de ter rendimento: sempre que fiz tácticas com extremos e um 10, o PL marcava à fardazana. Possivelmente é apenas uma maré de azar.

Editado por MichaelAndrews

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Para o pessoal que fica desanimado por se ganhar apenas 2-1 ao Nacional da Madeira... :biggrin:

 

Sporting_CP_FC_Porto_Geral_Vista_Geral.png

 

Fui muito injusto com o meu PL no comentário anterior, motivado apenas por um jogo menos conseguido. 8 golos em 8 jogos é só mesmo para elogiar.

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