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A pergunta a Zeinal que se tornou viral nas redes sociais

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ele ficou todo incomodado porque a boca foi de encontro ao que Pires de Lima falou, há uns tempos atrás, por causa desses prémios.

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Não foi só este senhor a ser evasivo nesta comissão de inquérito. O que mais tem havido por lá são bonecos destes. Eu no lugar da deputada teria dito exatamente a mesma coisa. Um senhor que foi noticia primeiro pelos seus maravilhosos prémios de gestão e que agora se recusa a dar explicações tão simples a quem representa os portugueses só merece uma coisa, ser varrido daqui a pontapé. Que vá gozar com a cara de outros.

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As empresas não faliram nem nada! :lol:

 

Grandes provas essas.

Entendam uma coisa, aos olhos da lei toda a gente é inocente até prova em contrário.

Eu sei que em Portugal o pessoal gosta de fazer o inverso mas tentem ser apenas um pouquinho diferentes.

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Grandes provas essas.

Entendam uma coisa, aos olhos da lei toda a gente é inocente até prova em contrário.

Eu sei que em Portugal o pessoal gosta de fazer o inverso mas tentem ser apenas um pouquinho diferentes.

 

E mesmo que ele tivesse contornado a lei... não temos o direito para o julgar num trono de moral. Claro que podemos dizer "se errou, seja feita a justiça"... mas o homem mesmo que tenha feito erros não tem que estar ali a mostrar quais foram... não tem que fazer o trabalho dos investigadores. E no lugar dele creio que qualquer um faria o mesmo... porque há situações que sendo inocente ou culpado o melhor é a resposta curta e não dar muita matéria.

 

São cargos muito altos... nenhum de nós sabe a 100% como é a realidade das pessoas que vivem nesses cargos e as negociatas que por vezes podem ser precisas ser feitas e que fazem parte da estratégia. Se calhar no lugar dele teríamos feito mais crimes (sem saber que ele tenha feito algum).

Editado por Harvey Specter

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Grandes provas essas.

Entendam uma coisa, aos olhos da lei toda a gente é inocente até prova em contrário.

Eu sei que em Portugal o pessoal gosta de fazer o inverso mas tentem ser apenas um pouquinho diferentes.

Prova, no mínimo, alguma falta de competência, tal como as respostas que de na CI. Daí a dica da deputada.

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Há mais momentos destes? Isto é, ela volta a ser mal educada e grosseira pq sabe que do outro lado está alguém que, teoricamente, não entraria no bate-boca? É que estas comissões deviam servir para esclarecimentos, não para mandar umas postas de bacalhau. Ela que beba um bocadinho de chá que só lhe ia fazer bem (independentemente do que está em discussão, é uma boca de baixo nível).

:lol:

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Estou a ver que grande parte do tópico está a ser ocupado com questões morais que nada têm a ver com o conteudo do video. Uns acusam dizendo que são todos uma cambada de gatunos e outros contestam que as pessoas que criticam devem olhar-se ao espelho. Mas bem, cingindo-me ao video, a boca da Mariana Mortágua foi bastante pretinente. O Zeinal estava claramente a ocultar informações. Mas alguem acredita que um gestor daquele calibre não tem conhecimento das informações questionadas? Uma das principais funções e responsabilidades de um gestor é estar informado, desde pormenores insignificantes até aos assuntos de maior natureza como os questionados. A Mariana sabe-o, e vendo tal teatro decidiu colocar aquela questão, que é perfeitamente legitima. Não consigo ver qualquer tipo de má-educação da parte dela.

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Prova, no mínimo, alguma falta de competência, tal como as respostas que de na CI. Daí a dica da deputada.

 

Falta de competência ou não, não era para isso que ele aí estava.

Estava lá para responder às perguntas daquilo que supostamente sabia.

Não estava lá para ver o seu trabalho ser chamado de incompetente, estrondoso ou de um tremendo lixo, o que torna a dica da deputada ainda mais desnecessária.

Eu sei que o pessoal curte ver a malta rica e poderosa toda encavada e a levar dicas porque afinal de contas, os pobres são pobres por causa dos ricos (na cabeça da esmagadora maioria dos Portugueses), mas tendo aquilo que as comissões de inquérito deviam representar a boca só acrescenta um tom de tasca a um sítio que devia ser a base da investigação feita pelo Poder Legislativo.

Neste momento as comissões de inquérito valem 0.

Noutro ponto, provavelmente para não se entalar a ele próprio, respondeu da forma mais simples que podia.

Devem estar à espera que se o homem fosse culpado de alguma coisa que o fosse dizer para ali.

É para isso que existe o trabalho de investigação e os tribunais. Para julgar se alguém é culpado ou não em local próprio.

Editado por HugoMLMartins

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O homem estava num cargo público. Tem mais é de dar explicações sobre as péssimas decisões que tomou e o porque da gestão ter tido determinada orientação. Eu gostava muito de saber o porque de certas coisas, tal como os deputados que lá estavam e ele simplesmente foi fugindo às perguntas de uma forma que nem disfarçou. Chega a ser humilhante, mas por culpa própria. Ninguém o está a acusar de nada, mas qual o objetivo dele ao fugir de questões que seriam inteiramente do seu dominio? Está a esconder alguma coisa? Ou precisa de memofante? A deputada fez muito bem o seu trabalho, qual má educação qual que.

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Falta de competência ou não, não era para isso que ele aí estava.

Estava lá para responder às perguntas daquilo que supostamente sabia.

Não estava lá para ver o seu trabalho ser chamado de incompetente, estrondoso ou de um tremendo lixo, o que torna a dica da deputada ainda mais desnecessária.

Eu sei que o pessoal curte ver a malta rica e poderosa toda encavada e a levar dicas porque afinal de contas, os pobres são pobres por causa dos ricos (na cabeça da esmagadora maioria dos Portugueses), mas tendo aquilo que as comissões de inquérito deviam representar a boca só acrescenta um tom de tasca a um sítio que devia ser a base da investigação feita pelo Poder Legislativo.

Neste momento as comissões de inquérito valem 0.

Noutro ponto, provavelmente para não se entalar a ele próprio, respondeu da forma mais simples que podia.

Devem estar à espera que se o homem fosse culpado de alguma coisa que o fosse dizer para ali.

É para isso que existe o trabalho de investigação e os tribunais. Para julgar se alguém é culpado ou não em local próprio.

Mas ele é rico e poderoso em que? Eu curtia muito mais vê-lo a responder às perguntas que são da sua competência. Se me vierem perguntar o que se passa na casa do vizinho eu não sei, mas da minha saberei não achas? A pergunta da deputada que depois leva aquela insinuação era bem simples. Eu se tenho o meu dinheiro num ou noutro banco certamente terei as minhas razões, nem que seja por confiar mais em quem lá trabalha. Seria assim uma explicação tão dificil de dar para ele se esquivar daquela forma? As comissões de inquérito se valem 0 muito se deve também a quem lá vai prestar obrigações.

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E mesmo que ele tivesse contornado a lei... não temos o direito para o julgar num trono de moral. Claro que podemos dizer "se errou, seja feita a justiça"... mas o homem mesmo que tenha feito erros não tem que estar ali a mostrar quais foram... não tem que fazer o trabalho dos investigadores. E no lugar dele creio que qualquer um faria o mesmo... porque há situações que sendo inocente ou culpado o melhor é a resposta curta e não dar muita matéria.

 

São cargos muito altos... nenhum de nós sabe a 100% como é a realidade das pessoas que vivem nesses cargos e as negociatas que por vezes podem ser precisas ser feitas e que fazem parte da estratégia. Se calhar no lugar dele teríamos feito mais crimes (sem saber que ele tenha feito algum).

Eu queria responder mas nem sei como começar. É que a falta de noção deixa-me perplexo.

 

Uma comissão de inquérito na casa mãe da democracia Portuguesa que tem como objectivo chegar a um consenso sobre as causas de acontecimentos com efeitos catastróficos (vá) para o país que por si só não está numa situação confortável (inúmeros factores que se poderiam mencionar) e o homem, principal responsável por essas causa (tipo ilegalidades puníveis por lei) tem o direito (ter tem, mas... compactuar com isto avaliando o contexto?) de mentir e ocultar informações porque não tem que fazer o trabalho dos investigadores.

 

Realmente quem é que que comete crimes e quer ir preso? O melhor é não dar matéria que ainda me f*dem.

 

No lugar dele teríamos feito mais crimes. Hã, e que tal uma resposta do alto do meu trono moral: não!

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Falta de competência ou não, não era para isso que ele aí estava.

Estava lá para responder às perguntas daquilo que supostamente sabia.

E não respondeu ocultando informação preciosa.

Neste momento as comissões de inquérito valem 0.

A justiça vale zero. As comissões de Inquérito valem zero. Mas quando é para aclamar por justiça e democracia em casos pessoais apela-se a estes porque devem valer tudo para que não nos fodamos.

Vale zero porque nós aqui deste lado aceitamos levianamente que se minta e oculte informação à descarada.[

Noutro ponto, provavelmente para não se entalar a ele próprio, respondeu da forma mais simples que podia.

Devem estar à espera que se o homem fosse culpado de alguma coisa que o fosse dizer para ali.

Ali? Não. E quando for a tribunal também não. Vamos então esperar por um post no facebook. Entretanto crimes de lesa-pátria e favorecimento pessoal vão acontecendo.

É para isso que existe o trabalho de investigação e os tribunais. Para julgar se alguém é culpado ou não em local próprio.

Olá, o meu nome é Portugal.

A resposta dela foi um brinde.

 

Agora imagina-te no lugar daquelas que pessoas que têm como função achar a verdade dos factos e são confrontadas com mentiras e ocultação de informação.

Editado por Mayday

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O homem estava num cargo público. Tem mais é de dar explicações sobre as péssimas decisões que tomou e o porque da gestão ter tido determinada orientação. Eu gostava muito de saber o porque de certas coisas, tal como os deputados que lá estavam e ele simplesmente foi fugindo às perguntas de uma forma que nem disfarçou. Chega a ser humilhante, mas por culpa própria. Ninguém o está a acusar de nada, mas qual o objetivo dele ao fugir de questões que seriam inteiramente do seu dominio? Está a esconder alguma coisa? Ou precisa de memofante? A deputada fez muito bem o seu trabalho, qual má educação qual que.

 

Qual era o cargo público que ele ocupava ?

É que assim sendo eu até posso mudar de opinião.

Eu não estou muito por dentro do assunto mas o Zeinal não era CEO da PT? Que é uma empresa privada?

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Mas ele é rico e poderoso em que? Eu curtia muito mais vê-lo a responder às perguntas que são da sua competência. Se me vierem perguntar o que se passa na casa do vizinho eu não sei, mas da minha saberei não achas? A pergunta da deputada que depois leva aquela insinuação era bem simples. Eu se tenho o meu dinheiro num ou noutro banco certamente terei as minhas razões, nem que seja por confiar mais em quem lá trabalha. Seria assim uma explicação tão dificil de dar para ele se esquivar daquela forma? As comissões de inquérito se valem 0 muito se deve também a quem lá vai prestar obrigações.

 

A quem vai prestar obrigações e a quem decide transformar aquilo num local de não serve o seu principal propósito que é conduzir uma investigação do Poder Legislativo na sua casa-mãe.

 

A resposta dela foi um brinde.

 

Agora imagina-te no lugar daquelas que pessoas que têm como função achar a verdade dos factos e são confrontadas com mentiras e ocultação de informação.

 

Um brinde que não era necessário. A comissão de inquérito não serve para brindes.

Eu imagino-me e sei que teria os tomates no sítio para não ceder a tal tentação secalhar por ser uma pessoa que não tem uma ideologia politica definida e por me meter a parte desses assuntos acentuando ainda essa minha forma de estar com o facto de estudar direito e olhar para este tipo de problemas de outra forma.

A função de quem pergunta é achar a verdade dos factos, e a função de quem responde é ser honesto e cumprir as suas obrigações.

Mas nada nem ninguém me diz que ele está a mentir ou a ocultar informação, tal como quando estás sob juramento em tribunal ninguém te impede de mentires.

Eu como estudante de direito tenho de partir do pressuposto que do outro lado quem está a falar está a responder de forma honesta e idônea.

Se eu fizer parte da acusação e não acreditar naquilo que ele diz, aí sim tratarei de arranjar provas e provar em tribunal que o mesmo mentiu.

E eu não estou a defender que os criminosos, canalhas ou corruptos devem andar soltos.

Eu apenas defendo o princípio da presunção da inocência que é um direito do Homem, e eu sei que é difícil perceber mas um arguido tem sempre direito ao silêncio e ao privilégio contra a auto-incriminação.

Eu sou a favor da lei, apenas e só isso.

Editado por HugoMLMartins

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A quem vai prestar obrigações e a quem decide transformar aquilo num local de não serve o seu principal propósito que é conduzir uma investigação do Poder Legislativo na sua casa-mãe.

 

 

 

Um brinde que não era necessário. A comissão de inquérito não serve para brindes.

Eu imagino-me e sei que teria os tomates no sítio para não ceder a tal tentação secalhar por ser uma pessoa que não tem uma ideologia politica definida e por me meter a parte desses assuntos acentuando ainda essa minha forma de estar com o facto de estudar direito e olhar para este tipo de problemas de outra forma.

A função de quem pergunta é achar a verdade dos factos, e a função de quem responde é ser honesto e cumprir as suas obrigações.

Mas nada nem ninguém me diz que ele está a mentir ou a ocultar informação, tal como quando estás sob juramento em tribunal ninguém te impede de mentires.

Eu como estudante de direito tenho de partir do pressuposto que do outro lado quem está a falar está a responder de forma honesta e idônea.

Se eu fizer parte da acusação e não acreditar naquilo que ele diz, aí sim tratarei de arranjar provas e provar em tribunal que o mesmo mentiu.

E eu não estou a defender que os criminosos, canalhas ou corruptos devem andar soltos.

Eu apenas defendo o princípio da presunção da inocência que é um direito do Homem, e eu sei que é difícil perceber mas um arguido tem sempre direito ao silêncio e ao privilégio contra a auto-incriminação.

Eu sou a favor da lei, apenas e só isso.

A reacção de cada um em determinadas situações não vêm escritas em manuais. Acontece. É como quando te dá vontade de cagar numa reunião depois de teres comido um queque de chocolate antes de entrares.

 

E eu com base no registo audiovisual daquela comissão reconheço-lhe a legitimidade daquele comentário. É frustrante e desgastante. E num momento tão efémero o melhor mesmo é deixar ali e não engolir para parecermos politicamente correctos.

 

Uma coisa que me transtorna bastante é trazer o teor académico para avaliar todos os casos em todas as situações quando ás vezes é só preciso bom senso e senso comum para os avaliar.

 

Não é nada contigo, é geral.

 

Nós, não académicos, pessoas do geral sabemos que ele oculta porque as consequências do que ele oculta já aconteceram e é por isso que ele faz parte de uma comissão parlamentar de inquérito.

 

Eu sou a favor da justiça cabal.

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A reacção de cada um em determinadas situações não vêm escritas em manuais. Acontece. É como quando te dá vontade de cagar numa reunião depois de teres comido um queque de chocolate antes de entrares.

 

E eu com base no registo audiovisual daquela comissão reconheço-lhe a legitimidade daquele comentário. É frustrante e desgastante. E num momento tão efémero o melhor mesmo é deixar ali e não engolir para parecermos politicamente correctos.

 

Uma coisa que me transtorna bastante é trazer o teor académico para avaliar todos os casos em todas as situações quando ás vezes é só preciso bom senso e senso comum para os avaliar.

 

Não é nada contigo, é geral.

 

Nós, não académicos, pessoas do geral sabemos que ele oculta porque as consequências do que ele oculta já aconteceram e é por isso que ele faz parte de uma comissão parlamentar de inquérito.

 

Eu sou a favor da justiça cabal.

 

Não é uma questão de teor académico, é uma questão de ter confiança no paradigma da justiça (difícil, digo desde já).

E como é óbvio eu falo dum ponto de vista em que não me cabe na cabeça considerar alguém culpado sem ter provas do mesmo.

Seja académico ou não, este devia ser o pensamento de toda a gente porque nunca se sabe quando será a nossa vez e aí vamos querer fazer valer todos os nossos direitos.

Por isso mesmo é que hoje em dia vivemos num mundo civilizado onde as coisas são julgadas no seu devido espaço. E eu sei que custa acreditar no sistema jurídico em Portugal mas temos de o fazer. Temos de acreditar que existem pessoas a serem formadas todos os anos com o objectivo máximo de fazer cumprir o que está previsto na lei sem quaisquer outras influências. Acreditar que as coisas possuem um seguimento e uma forma e que não nos devemos afastar da mesma para não criar precedentes.

E respeito a tua opinião mas continuo a achar que uma questão desta envergadura não pode ser apenas avaliada pelo bom senso.

Claro que toda a gente tem direito à sua opinião mas não me parece correcto.

 

Eu sou a favor da justiça apenas, pura e simplesmente porque no final do dia só existe um tipo de justiça que é aquela que tenta gerir o mundo e as suas leis da melhor maneira possível.

Editado por HugoMLMartins

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A partir do momento em que temos pessoas inquiridas nas Comissões de Inquérito (e isto no geral) que respondem às perguntas com um "não sei", "não me lembro", etc, querem que as pessoas pensem o quê? Que eles estão a falar a verdade? Mas somos todos anjinhos ou quê? Mas quem é que pode acreditar por exemplo que o Bava não fez m*rda na PT ou que o Salgado não roubou milhares de Portugueses? Agora vão-me perguntar por provas é? E que são todos inocentes até prova o contrário? Em Portugal vive-se um clima de impunidade, a Justiça não funciona, 70% ou mais da população Portuguesa nem consegue recorrer à Justiça quanto mais.

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