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Combustíveis "low cost" chegam a todos os postos na quinta-feira

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Para mim não faz qualquer sentido que o Estado se intrometa e dite regras num mercado supostamente liberalizado. Regulação sim, intromissão não. Isto é uma manobra trapaceira que no fim de conta não beneficia ninguém, nem sequer o consumidor.

Não tinha pensado nesse ponto do mercado regulado/liberalizado, nisso tens razão. Porque dizes que é uma manobra trapaceira?

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Porque nos querem fazer acreditar que este tipo de medidas contribui para o bom funcionamento do mercado e protege os consumidores.

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Uma pergunta de que não percebe mesmo nada disto.

 

Eu costumo meter gasolina 98 (preferencialmente Galp) no meu Corsa, porém tudo o que é Galp na minha zona deixou de ter 98. Esta gasolina vai desaparecer do mercado ou é uma escolha por parte das gasolineiras? É que para além da Galp, só metia mesmo no Intermarché.

Editado por Kluivert

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Só a Galp é que retirou a SC 98 do mercado, as outras irão manter.

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Então e como é que isto ficou agora? Pelo que ouvi nas notícias agora há gasolina com aditivos e sem aditivos e que esta última era apenas 3 cêntimos mais barata. Essa gasolina com aditivos de que falaram é a antiga 95 ou houve alguma alteração?

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Então e como é que isto ficou agora? Pelo que ouvi nas notícias agora há gasolina com aditivos e sem aditivos e que esta última era apenas 3 cêntimos mais barata. Essa gasolina com aditivos de que falaram é a antiga 95 ou houve alguma alteração?

 

Ora bem, na Galp os G-Force (o verdadeiro combustível aditivado) foi retirado do mercado, ficando com o gasóleo e gasolina sem chumbo 95 normal e low-cost.

 

Já a BP e a Repsol decidiram retirar do mercado o combustível normal, mantendo a venda do combustível aditivivado.

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Visitante

Eu meto gasóleo do mais caro, isto porque há uns meses atrás um amigo meu que é mecânico e trabalha na Midas disse-me que se eu pusesse do gasóleo mais caro, ao início não ia notar diferenças no desempenho, mas para eu dar 2 meses da experiência e comparar os consumos, e a verdade é que eu fiz o esforço, comecei a meter do gasóleo mais caro, inicialmente na Repsol, e agora na Prio, que se dá ao luxo de vender o Top Diesel mais barato do que o gasóleo regular, e faço muitos mais quilómetros com exactamente o mesmo €. Antes tinha de meter 30€ por semana, agora meto 25€ ou menos.

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Eu meto gasóleo do mais caro, isto porque há uns meses atrás um amigo meu que é mecânico e trabalha na Midas disse-me que se eu pusesse do gasóleo mais caro, ao início não ia notar diferenças no desempenho, mas para eu dar 2 meses da experiência e comparar os consumos, e a verdade é que eu fiz o esforço, comecei a meter do gasóleo mais caro, inicialmente na Repsol, e agora na Prio, que se dá ao luxo de vender o Top Diesel mais barato do que o gasóleo regular, e faço muitos mais quilómetros com exactamente o mesmo €. Antes tinha de meter 30€ por semana, agora meto 25€ ou menos.

 

Lá tinham que vir os mecânicos sabichões que tudo sabem sobre os combustíveis. :lol: Já uma vez um foi enterrado por um amigo meu, que teve problemas nos injectores e a primeira observação do mecânico foi logo: "Você deve abastecer isto com low-cost, não?". Não mesmo, o meu amigo só abastece na BP. Ups, até engoliu em seco.

 

E o percurso é o mesmo? E o ritmo de condução? É que mesmo com os combustíveis premium, desculpa que te diga, mas as diferenças de consumo são irrisórias, não consigo acreditar minimamente que consigas notar uma poupança efectiva desse calibre no consumo de combustível.

 

Pelo que me disseram o combustivel low cost não é tão limpo como o normal, e por isso mesmo a longo prazo poderá causar problemas nos filtros e por onde passa..

 

Sim, uma das principais características dos combustíveis low-cost é f*derem o motor todo.

Editado por Peplin

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toda a gente sabe que o melhor combustível é super bock e que sagres é mijo

 

o resto são conversas de m*rda sobre carros e consumos e m*rda. ide de metro, ó.

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Eles normais não são...

 

Pois não, são misturados com água.

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Desde que tenho carta, já lá vão uns 4 anos, sempre que pude pus gasolina do Jumbo e da Prio e nunca tive nenhum problema relacionado com isso.

 

Mas também qual era o sentido de legalizar a venda de Jumbos e afins se não fossem normais? É que os combustiveis e os postos inerentes têm sempre de obedecer à lei e não é como bem lhes apetece.

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A conversa da malta que mete low-cost, parece-se um bocado com aquele malta que fuma há vários anos e afirma que o tabaco não provoca cancro... Porque? Porque pá, "olhem para mim, fumo há tanto tempo e 0 cancros..."

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A conversa da malta que mete low-cost, parece-se um bocado com aquele malta que fuma há vários anos e afirma que o tabaco não provoca cancro... Porque? Porque pá, "olhem para mim, fumo há tanto tempo e 0 cancros..."

E tens alguma prova concreta que o low cost tem menos qualidade do que o "normal"?

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E tens alguma prova concreta que o low cost tem menos qualidade do que o "normal"?

 

Não vou estar a procurar, mas tenho opiniões dadas por gente qualificada na área, tanto na área da marca do automóvel que conduzo (Toyota) como pela parte de uma senhora que á dona de uma cadeia de postos de combustível, amiga de família. Não vou estar a colocar aqui coisas da internet, porque na internet cada um encontra aquilo que quer.

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Há opiniões de gente qualificada que diz o contrário também. Ė para o lado que convém a cada um.

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A notícia é de 2013 mas aqui fica:

 

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Os combustíveis "low cost" fazem mal aos veículos?

 

A tese de que os combustíveis de baixo custo prejudicam as viaturas no médio e longo prazo é tudo menos consensual. A Renascença foi ouvir quem produz combustíveis e quem trata dos veículos.

 

Ao fim de um ano, um condutor pode poupar entre 156 e 208 euros se abastecer sempre numa bomba "low cost", segundo simulações desenvolvidas pela Associação para a Defesa do Consumidor (DECO) a pedido da Renascença. Por que motivo há esta diferença de preços? E que consequências tem nos veículos, se é que tem? Estes combustíveis prejudicam as viaturas no médio e longo prazo?

 

Joaquim Cabeleira é mecânico em Lisboa e conta que já arranjou alguns carros com problemas alegadamente causados por combustíveis "low cost". "Num carro a gasolina, não tenho apanhado avarias causadas pelos combustíveis. Agora no gasóleo, sim. Na duração dos motores, das bombas, dos injectores..." Joaquim Cabeleira argumenta que estes problemas não são evidentes nas primeiras viagens, mas surgem "quando menos se espera" - e podem custar "mais de uma centena de euros".

 

Nuno Castela dirige um "pequeno império" de venda de combustíveis "low cost". A qualidade mínima, garante este empresário, está assegurada. Ainda assim, diz que há diferenças relativamente aos combustíveis tradicionais. "A diferença está na qualidade, que se vai sentir a nível dos consumos e da manutenção do automóvel."

 

A GALP, que fornece grande parte das bombas "low cost" do país, garante que estes combustíveis "cumprem todos os requisitos legais", mas admite que "há diferenças". "As marcas ditas tradicionais desenvolvem pacotes de aditivos que permitem uma lubrificação melhor do motor, facto que, a longo prazo, protege mais os motores do que os combustíveis sem aditivos", refere o porta-voz Galp Energia, Pedro Marques Pereira.

 

O "mito" dos "famosos aditivos"

Para a Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), que tem como competência garantir a qualidade dos combustíveis, "todos os combustíveis comercializados em território nacional têm que cumprir as especificações técnicas estabelecidas na legislação em vigor". Nesse sentido, a DGEG garante que essas especificações técnicas "aplicam-se a todos os combustíveis, independentemente de quem os comercializa", garantindo-se assim "a qualidade dos produtos e a salvaguarda das viaturas". A DGEG respondeu por escrito às questões colocadas pela Renascença.

 

Tito Rodrigues, jurista da DECO/Proteste, relembra um estudo elaborado pela associação de defesa do consumidor, designado "Igual ao litro", no qual é referido que as diferenças entre um combustível "premium", um regular e duas bombas "low cost" analisadas são "residuais, mínimas". "Em termos de eficiência e em termos de rendimento, são, se não absolutamente iguais, muito comparáveis naquilo que é a performance automóvel", afirma.

"Os famosos aditivos não se traduzem numa maior eficiência, numa maior economia por parte do carro, num maior número de quilómetros percorridos. Isto é um mito e foi um mito que nós provámos", acrescenta Tito Rodrigues.

Neste sentido, a DECO aconselha "os consumidores a procurarem o mais barato - seja 'low cost' ou as marcas tradicionais através de programas de fidelização -, porque os produtos são homogéneos". "Não estamos a fazer uma campanha pró-'low cost' - o que queremos é dizer que os consumidores devem procurar o mais barato, porque os produtos são rigorosamente homogéneos."

 

Nuno Ribeiro da Silva, ex-secretário de Estado da Energia, alinha com a tese da DECO. "O produto que as 'low cost' recebem é idêntico ao dos postos convencionais". "É essencialmente a GALP que vai fazer o abastecimento desse produto. É um produto que é fiável - naturalmente, a GALP é uma empresa idónea", afirma. "Depois, a questão que se pode colocar é se há algum tipo de fraude que possa ser praticada [no postos 'low cost']. Francamente, não acredito que ocorra, nomeadamente nos postos de marca branca nas áreas comerciais, porque isso seria negativo para essas marcas. Já em postos que não estão ligados a complexos comerciais, é competência da DGEG controlar e fiscalizar a boa qualidade e as boas práticas dos revendedores."

 

A Autoridade da Concorrência apresentou recentemente um relatório sobre os preços de combustíveis em Portugal no segundo trimestre deste ano. Segundo o documento, os combustíveis "low cost" mais que duplicaram a quota de mercado entre o início da crise, em 2008, e 2013 - passou de 12% para 25%.

Mais baratas porquê?

Por falar em preços. A diferença média entre uma bomba tradicional e uma bomba "low cost" ronda os 13 cêntimos, tanto no gasóleo como na gasolina, de acordo com os números do segundo trimestre divulgados pela Autoridade da Concorrência. A pedido da Renascença, a DECO desenvolveu um conjunto de simulações partindo deste diferencial.

 

No caso de um automóvel com um consumo de seis litros aos 100 e que faz 20.000 quilómetos por ano, o cenário de poupança com os combustíveis "low cost" é de 156 euros ano. Caso se trate de um consumo médio de oito litros aos 100, a poupança é de 208 euros por ano. Para combater esta diferença, as marcas tradicionais têm campanhas de fidelização, normalmente ligadas a hipermercados, fazem descontos, especialmente aos fins-de-semana, e juntam-lhe outros serviços - lavagem do automóvel, cafetaria, entre outros.

 

Mas, afinal, o que justifica estas diferenças? O ex-secretário de Estado da Energia Nuno Ribeiro da Silva diz que são várias as razões. Para começar, lembra o facto de as bombas "low cost" serem normalmente instaladas em "sítios menos valorizados", terem menos gastos com pessoal e estarem "confinadas apenas à venda do combustível, ou seja, sem serviços complementares". Já no caso das bombas ligadas a hipermercados, "a lógica do negócio não é fazer dinheiro na margem dos combustíveis - é o abastecimento do combustível ser uma maneira de atrair mais clientes, nomeadamente no fim-de-semana, para irem fazer outras compras".

 

Já o jurista da DECO/Proteste Tito Rodrigues refere que é no esmagamento das margens que correspondem ao próprio retalhista/vendedor [que ronda os 7%] que se vê o diferencial nos preços de uma bomba para outra. "As 'low cost' fazem um esmagamento desta margem [na gasolina] porque também beneficiam da venda de produtos acessórios nas lojas."

 

O porta-voz da Galp Energia, Pedro Marques Pereira, sustenta que "a diferença de preços entre as marcas tradicionais e as chamadas marcas brancas resulta de serem dois modelos de negócio diferentes". "As marcas brancas olham para a margem de uma forma global, incluindo os combustíveis e todos os outros produtos que estão no interior das lojas. É a combinação destas margens que resulta no preço e que leva a que provavelmente possam abdicar da margem na parte dos combustíveis para atrair clientes para as lojas, onde lhes vendem depois outros produtos que terão outras margens diferentes."

Pedro Marques Pereira acrescenta que, "no caso das marcas tradicionais, o negócio é diferente, os produtos são diferentes, são mais sofisticados, têm aditivos que melhoram a performance, permitem poupar os veículos e ajudam a prolongar a vida do motor". "Além disso, têm um nível de serviço que é bastante diferente do que se verifica nos postos ditos 'low cost', têm outros serviços associados, estão abertos 24 horas por dia em muitos casos e têm uma rede que chega a todos os pontos do país."

 

A Renascença contactou o Automóvel Clube de Portugal e os grupos Auchan e Mosqueteiros, que têm bombas "low cost", mas não obteve respostas em tempo útil.

 

Na sequência deste trabalho recebemos da Rede Energia a seguinte clarificação, que passamos a publicar:

 

- A Rede Energia aditiva 100% da gasolina e do gasóleo que é vendido nos seus postos e, por isso, estes combustíveis são comparados à qualidade dos produtos premium das marcas de referência – a Rede Energia garante a qualidade Máxima e não a Qualidade Mínima dos combustíveis;

- Os aditivos melhoram a performance e o consumo e promovem a limpeza dos componentes mecânicos dos automóveis, resultando em menores custos de manutenção do veículo;

- O aditivo utilizado pela REDE ENERGIA tem uma mistura de polímetros e nitrato de alquilo em álcool solvente hidrocarboneto e primário - é um aditivo sem cinzas que é formulado para dar aos combustíveis uma série de propriedades adicionais, tais como: Promover a limpeza dos bicos dos injetores, reduzir a corrosão nos tanques que contém o combustível, reduzir a formação de espuma durante o processo de enchimento do tanque, o que origina operações mais rápidas e mais limpas. Este aditivo contém também um componente que é concebido para aumentar o número de cetano do combustível, o que melhora as características de combustão e a capacidade de arranque, ao mesmo tempo que reduz o ruído do motor;

- A designação low cost surge porque os preços da Rede Energia atingem descontos que rondam os 17 cêntimos/litro, em comparação com os produtos premium das marcas de referencia: Esta comparação de preços com as marcas de referência é feita de acordo com os produtos base das companhias. Por norma as companhias comercializam os seus produtos premiumcom um acréscimo de cerca de 8 Cêntimos do produto base e, em comparação, a Rede Energia - porque só comercializa gasóleo e gasolina 100% aditivados – tem uma diferença que ascende aos 17 Cêntimos/litro.

 

Nuno José Castela

Rede Energia

 

 

Uma mais recente:

 

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Combustíveis "low cost" em todos os postos. Um barato que sai caro?

 

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Todas as estações de serviço têm de ter, a partir desta sexta-feira, pelo menos, uma ilha de abastecimento de combustível sem aditivos. Numa ronda pelas principais petrolíferas, verifica-se que a diferença de preço entre aditivados e não aditivados não é significativa.

 

Chamam-lhes "low cost", o termo mais apelativo à carteira do consumidor. Na verdade, são combustíveis simples, sem os aditivos que, segundo as grandes marcas, melhoram os desempenhos e prolongam a longevidade dos motores modernos. Mas será este argumento apenas um mito? As opiniões dividem-se.

 

Prejudica o motor?

"Ao longo dos últimos 30 anos, as várias companhias petrolíferas vêm desenvolvendo aditivos que realmente melhoraram os combustíveis", refere à Renascença o investigador Jorge Martins, do departamento de mecânica da Universidade do Minho.

 

Para o especialista, o uso de combustíveis aditivados pode ser decisivo na redução da factura da oficina. "Poderá haver problemas de injectores entupidos ou problemas nas bombas. Sempre que se fala a este nível, está-se a falar de muitas centenas de euros", explica.

 

Opinião semelhante tem o presidente da Associação das Empresas de Comércio Automóvel (Anecra), representante dos construtores automóveis. António Chicharo diz que, quando há problemas causados pela utilização de combustíveis não aditivados, "tudo o que se refere com a injecção do carro, com a circulação do gasóleo e com os filtros tem de ser tudo renovado".

 

"O gasóleo dentro dos depósitos tem de ser todo retirado e tem de haver uma limpeza completa de todo o circuito da parte do gasóleo, das bombas injectoras. Depois, se o carro tiver dentro do período de garantia, as pessoas querem accionar a garantia e os fabricantes não lhe dão cobertura, porque a avaria dos motores é provocada pelo combustível que está a ser utilizado", alerta.

 

"Se tivesse conhecimento de problemas, não utilizava no meu carro"

Os representantes da reparação automóvel contrariam a tese de que há problemas associados a estes combustíveis. Dizem não ser habitual as oficinas receberem viaturas avariadas por causa da utilização dos combustíveis de baixo custo.

 

"Houve no passado reconhecimento de alguns problemas, mas foram pontuais. Não me foram reportadas até ao momento, quaisquer questões relacionadas com a utilização de combustíveis 'low cost'", garante à Renascença António Teixeira Lopes, presidente da Associação Nacional do Ramo Automóvel.

 

"Se me tivessem reportado esses problemas, eu não iria utilizar esses combustíveis no meu automóvel pessoal. Nem entendo que gasolineiras reputadas pudessem vender combustíveis não aditivados que pudessem prejudicar os motores. Era um contra-senso. O que se deve é esclarecer se os combustíveis podem trazer melhorias e se a diferença de preço justifica essas melhorias. Eu não acredito", sustenta ainda.

 

A associação de defesa do consumidor Deco também contraria a versão do presidente da Anecra.

 

"Nunca vi nenhum fabricante de automóvel recomendar o uso de combustíveis aditivados ou desaconselhar qualquer combustível simples na utilização do seu produto, o carro", afirma Vítor Machado, responsável da associação pelos estudos sobre o mercado dos combustíveis, cujas conclusões são de que não há diferença alguma entre combustíveis mais ou menos caros.

 

"Low cost" obrigatório, mas nem sempre "low"

A partir de sexta-feira, todos os postos de abastecimento têm de disponibilizar, pelo menos, uma ilha com combustível de baixo custo. A aditivação do produto terá de estar visível num dístico colocado na própria bomba: gasolina simples 95 sob fundo verde, gasóleo simples sob fundo negro.

 

A Renascença saiu à rua logo de madrugada para verificar as mudanças e a conclusão é de os preços praticados nas principais petrolíferas estão longe dos executados nos postos dos hipermercados.

 

Sejamos concretos. A Galp retirou a gama "Premium" e aposta nos combustíveis de gama normal, com preços mais baixos. As restantes petrolíferas optaram por manter a oferta de topo e retirar parte da oferta de combustíveis intermédios, substituindo-a por combustíveis sem os aditivos tradicionais. Mesmo assim, não se prevê uma diferença significativa de preços.

 

As petrolíferas justificam-se, dizendo que o "low cost" está mais relacionado com o modelo de negócio dos postos de abastecimento, com estruturas de espaço reduzidas e rendas de espaço mais baixas do que propriamente com o tipo de produtos não aditivados que possam vender.

 

Quem chega esta sexta-feira a um posto de abastecimento quase não nota diferenças. A alteração são os pequenos autocolantes nos locais onde estão os combustíveis não aditivados.

 

 

Podem ver através deste site quais os preços praticados por todas as gasolineiras da vossa zona. Mas ainda não está actualizado com as recentes alterações.

Editado por Enzo Dios Perez

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No meio disto fico sem perceber porque é que a Galp está a vender 2 produtos praticamente iguais (se não iguais) com 2 cent de diferença.

 

O que fazia mais sentido é ter a gasolina 95 normal, e depois meter a g-force ultimate premium top de gama gasolina 95. Desta forma o consumidor conseguia ter a gasolina simples 2 cent mais barata e quem quisesse ter um produto com mais aditivos tinha essa opção de escolha.

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A conversa da malta que mete low-cost, parece-se um bocado com aquele malta que fuma há vários anos e afirma que o tabaco não provoca cancro... Porque? Porque pá, "olhem para mim, fumo há tanto tempo e 0 cancros..."

Fdc, cheguei a casa as 6 da manhã, apanhei meia dúzia de posts teus em tópicos diferentes e espremido não cai sumo nenhum. Que comparação de m*rda. E então a malta qualificada que diz que a diferença é uma treta?

Editado por Bashir

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Lá tinham que vir os mecânicos sabichões que tudo sabem sobre os combustíveis. :lol: Já uma vez um foi enterrado por um amigo meu, que teve problemas nos injectores e a primeira observação do mecânico foi logo: "Você deve abastecer isto com low-cost, não?". Não mesmo, o meu amigo só abastece na BP. Ups, até engoliu em seco.

 

E o percurso é o mesmo? E o ritmo de condução? É que mesmo com os combustíveis premium, desculpa que te diga, mas as diferenças de consumo são irrisórias, não consigo acreditar minimamente que consigas notar uma poupança efectiva desse calibre no consumo de combustível.

 

Sim, o percurso é o mesmo, trabalho nos mesmos sítios há mais de um ano, tenho a mesma namorada que mora na mesma casa há mais de um ano, os horários de condução pouco ou nada variam, que queres que te diga? Passei a gastar menos gasóleo e não tirei o pé do acelerador, conduzo igual há um ano atrás, mas deixei de ter que meter 30€ todos os domingos, para passar a meter 25€ ou menos.

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Como é que alguém no seu perfeito juízo acredita que as gasolineiras vendem um produto que pode prejudicar o motor é que eu ainda não percebi. Que haja uma bomba ou outra que martela o combustível não tenho dúvidas, toda a vida houve e vai continuar a haver, agora que vendem produtos sem aditivos mágicos e cheios de impurezas que desgraçam os injectores? Santa paciência.

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Então uma gasolineira vende a mesma gasolina, com nomes diferentes e numa ganha X e na outra ganha y? Que vantagem é que estão a ter ao fazer isso? Se aquilo é tudo igual mais valia criar um meio termo...

Eu não disse que era a mesma, eu só disse que não cabe na cabeça de ninguém que uma prejudique o motor.

Além disso os postos só vendem este combustível sem os aditivos mínimos porque são obrigados por lei e também ainda ninguém me mostrou ou provou que outros aditivos é que o combustível 'normal' tem e de que forma é que não prejudicam o motor e ainda promovem a poupança de combustível.

 

http://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalheIniciativa.aspx?BID=38464

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