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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de Longineu, Agora:

O Blazing Saddles do Mel Brooks vai a caminho de ser apagado da história da humanidade.

Há que saber diferenciar a glorificação da sátira

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Citação de SAS_Robben, há 1 minuto:

O Blazing Saddles do Mel Brooks vai a caminho de ser apagado da história da humanidade.

Há que saber diferenciar a glorificação da sátira

Não há de tardar muito a ver o RDJ a ser cancelado por causa do Tropic Thunder. Isto vai ser uma bola de neve do crl e não vai ser bonito.

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Citação de Mayday, há 39 minutos:

A decisão de uma empresa empresa privada que só afecta os seus subscritores é censura?

Eu chamo-lhe marketing, por exemplo.

Censura é censura por muito mais que te contorciones.

Citação de Longineu, há 18 minutos:

A BCC é privada ou pública? 🤔

 

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Citação de Mayday, há 2 horas:

Ainda hoje existe, no interior de África, uma escravatura tribal. Podes até recuar ao tempo em que os Judeus foram escravizados pelos egípcios para dizer que sempre aconteceu. Uma coisa não desculpa a outra. Se assassinares um assassino ficas desculpado? 

Usei três exemplos, Africanos, Indianos, e Ameríndios, que, não só ficaram sem ela, como hoje, a sua história é a história que o ocidente europeu conta, com uma perspectiva apenas. 

Podemos mudar a cor dos intervenientes, se te der jeito, podemos usar esses exemplos, a questão é a mesma, que valores e perspectivas servem na forma como o esclavagista e o escravizado olham para o passado? Deve-se olhar para o passado com os "óculos" de quem?

A escravatura era má porque era escravatura. Em dimensão, não se compara o que o Europeu fez ao Africano ou ao Índio, com aquilo que os povos faziam entre si, que não era também mais do que aquilo que nós, na Europa, fazíamos quando queríamos conquistar ou defender território. O Europeu exterminou os índios e substituíram-nos por Africanos porque se recusaram a participar como servos na colonização de territórios que lhes pertenciam. Isso hoje é fracturante, por exemplo, nos EUA. Mais fracturante ainda porque não se permite que também os negros e os Índios tenham a sua perspectiva presente na história.

Chegares a esse argumento, Burkina, é desviares por completo o foco da discussão. 

Eu não estou a desviar o foco da discussão, apenas estou a dizer que é um completo non-sense que se queira deitar abaixo uma estatua (por exemplo um D. Henrique) porque pode ferir o sentimento de uma minoria dos hoje portugueses descendentes de africanos escravizados ha varios seculos atras. Simplesmente não faz qualquer sentido.

Da mesma forma que não faz sentido colocar na balanca as coisas positivas e negativas do Churchill (consequentemente hipoteticamente deixando ficar ou mandando abaixo uma estatua dele), porque o que para mim pode ser uma visão mais positiva do homem, para ti seria negativa.

Para mim (e vou continuar com o exemplo do D. Henrique), é mais importante alguem que financiou ou iniciou a nossa época dos descobrimento que teve um efeito inequivoco sobre a nossa historia (mesmo que não tenha sido ele, a pessoa simboliza isso), do que o homem ter ganho rios de dinheiro com isso ha custa de vidas humanas.

Quem sabe se não tivessemos um imperio e controlo de algum comercio maritimo/ouro do brasil/etc, não estariamos todos hoje a falar castelhano por exemplo.

Isto basicamente é a mesma historia agora de na Africa do Sul os gajos do EFF dizerem que devem mandar abaixo as estatuas e a casa do Mandela, porque ele basicamente vendeu o pais para que o ANC ficasse no poder mas que se mantivesse um status quo entre brancos e negros...

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Citação de Rōnin, há 1 hora:

Censura é censura por muito mais que te contorciones.

Tu queres que seja censura. Eu vejo, como se diz, o mercado a funcionar ao sabor do acontecimentos. 

É uma opção de cada um ver esses filmes e séries na Netflix. Pode-se continuar a vê-los noutro sitio, da forma que se quiser. Ninguém fica definitivamente impedido de o fazer, nem é punido se o fizer.

Censura é o que o Sousa Laura fez ao Saramago. Para dar um exemplo de censura em democracia.

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Citação de Burkina2008, há 39 minutos:

 

Para mim (e vou continuar com o exemplo do D. Henrique), é mais importante alguem que financiou ou iniciou a nossa época dos descobrimento que teve um efeito inequivoco sobre a nossa historia (mesmo que não tenha sido ele, a pessoa simboliza isso), do que o homem ter ganho rios de dinheiro com isso ha custa de vidas humanas.

Quem sabe se não tivessemos um imperio e controlo de algum comercio maritimo/ouro do brasil/etc, não estariamos todos hoje a falar castelhano por exemplo.

 

Isto é importante. Nós não erguemos estátuas pelas pessoas serem boazinhas, puras ou moralmente virgens. Erguemos estátuas em homenagem a alguém que pela sua bravura, coragem ou inteligência deram um contributo à nossa cultura ou ao nosso País para que ficasse mais pacífico, rico, próspero, forte ou influente no Mundo. A escravatura é algo moralmente abjecto, hoje, ontem, há 500 ou há 1000 anos, mas não é a isso que uma pessoa normal associa quando vê uma estátua do Infante D. Henrique - a maior parte desconhecerá até essa facto. 

O Estaline por exemplo, foi um psicopata assassino que matou milhões, e ainda assim, merece várias estátuas. Não porque seja uma boa pessoa, não porque seja um modelo de virtudes, não porque menorizamos ou desvalorizamos toda a dor que ele provocou; estamos apenas a reconhecer que liderou a defesa do País contra um invasor totalitário. O Ghandi também era racista, e ainda assim, merece estátuas, porque liderou um processo pacífico de independência. 

De resto, acho que estas ações são bastante contraproducentes. A maioria das pessoas não se identifica com isto. Se fossem inteligentes e construtivos poderiam fazer um monumento de homenagem a negros/mestiços importantes na cultura portuguesa ou então um monumento de homenagem a negros escravizados, como fizeram com os judeus em Lisboa. 

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Citação de Burkina2008, há 1 hora:

Eu não estou a desviar o foco da discussão, apenas estou a dizer que é um completo non-sense que se queira deitar abaixo uma estatua (por exemplo um D. Henrique) porque pode ferir o sentimento de uma minoria dos hoje portugueses descendentes de africanos escravizados ha varios seculos atras. Simplesmente não faz qualquer sentido.

Da mesma forma que não faz sentido colocar na balanca as coisas positivas e negativas do Churchill (consequentemente hipoteticamente deixando ficar ou mandando abaixo uma estatua dele), porque o que para mim pode ser uma visão mais positiva do homem, para ti seria negativa.

Para mim (e vou continuar com o exemplo do D. Henrique), é mais importante alguem que financiou ou iniciou a nossa época dos descobrimento que teve um efeito inequivoco sobre a nossa historia (mesmo que não tenha sido ele, a pessoa simboliza isso), do que o homem ter ganho rios de dinheiro com isso ha custa de vidas humanas.

Quem sabe se não tivessemos um imperio e controlo de algum comercio maritimo/ouro do brasil/etc, não estariamos todos hoje a falar castelhano por exemplo.

Isto basicamente é a mesma historia agora de na Africa do Sul os gajos do EFF dizerem que devem mandar abaixo as estatuas e a casa do Mandela, porque ele basicamente vendeu o pais para que o ANC ficasse no poder mas que se mantivesse um status quo entre brancos e negros...

No fundo tu respondes à minha questão. Há um lado "certo" para se ver a história. Mas não respondes directamente às minhas questões sobre se há ou não outras perspectivas e se elas são válidas na forma como se faz história e de que forma. É isso que me interessa. 

Eu não sou a favor da destruição de estátuas. São obras de arte, feitas por um artista e isso tem valor. Embora, não lhes atribuía o valor simbólico que elas supostamente deveriam ter quando estão no meio de uma praça ou de uma rotunda. São arquitectura paisagística. Acho que estariam melhor num museu, contextualizadas.  

A bold, sinceramente, é-me irrelevante. Acho que é uma completa causalidade que não me traz particular orgulho. Não tenho esse sentimento nacionalista.

Citação de ascom, há 15 minutos:

De resto, acho que estas ações são bastante contraproducentes. A maioria das pessoas não se identifica com isto. Se fossem inteligentes e construtivos poderiam fazer um monumento de homenagem a negros/mestiços importantes na cultura portuguesa ou então um monumento de homenagem a negros escravizados, como fizeram com os judeus em Lisboa. 

Fazer uma estátua ou um monumento é passar por cima do mais importante: que é a educação (ensino) e a discussão da história. Erguer estátuas ou derrubá-las não resolve nada. 

Citação de ascom, há 17 minutos:

O Estaline por exemplo, foi um psicopata assassino que matou milhões, e ainda assim, merece várias estátuas. Não porque seja uma boa pessoa, não porque seja um modelo de virtudes, não porque menorizamos ou desvalorizamos toda a dor que ele provocou; estamos apenas a reconhecer que liderou a defesa do País contra um invasor totalitário. O Ghandi também era racista, e ainda assim, merece estátuas, porque liderou um processo pacífico de independência. 

Vai perguntar aos países anexados pelo caminho se Stalin merece uma estátua.

Editado por Mayday
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Citação de Mayday, há 51 minutos:

Tu queres que seja censura. Eu vejo, como se diz, o mercado a funcionar ao sabor do acontecimentos. 

É uma opção de cada um ver esses filmes e séries na Netflix. Pode-se continuar a vê-los noutro sitio, da forma que se quiser. Ninguém fica definitivamente impedido de o fazer, nem é punido se o fizer.

Censura é o que o Sousa Laura fez ao Saramago. Para dar um exemplo de censura em democracia.

Tens a Patrulha Pata a ir ao twitter dar apoio ao Black Lives Matter e malta a ir lá pedir para que eles retirem o Chase , o cão polícia que é mais preferido dos miúdos, só porque é "polícia". 

Vais dizer que é "mercado" também? Ou é apenas estupidez humana? 

Tens um ator do Flash que por um tweet "satírico" de 2012 que foi despedido. 

Claro. É tudo um negócio...........

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Citação de Genzo, há 17 minutos:

Tens a Patrulha Pata a ir ao twitter dar apoio ao Black Lives Matter e malta a ir lá pedir para que eles retirem o Chase , o cão polícia que é mais preferido dos miúdos, só porque é "polícia". 

Vais dizer que é "mercado" também? Ou é apenas estupidez humana? 

Tens um ator do Flash que por um tweet "satírico" de 2012 que foi despedido. 

Claro. É tudo um negócio...........

O Chase foi retirado? Se não foi, é apenas uma manifestação da estupidez. 

Há, infelizmente, centenas desses casos, e eu estou convencido que essas decisões estão mais relacionadas com o pânico do capitalismo que é muito vulnerável face ao poder das massas (e hoje da maré das redes sociais) do que com o poder de uma nova moralidade. O ator do flash não foi despedido pelo tweet, isto é, foi despedido porque a produtora teve medo das repercussões financeiras e de credibilidade que a estupidez dessa maré podia causar. Tomou a decisão mais fácil para não se prejudicar. Preocupa-me mais a decisão da produtora do que a justiça popular das redes. 

É por isso que eu acho que a decisão mais importante deste século (que já vai em atraso) é regular as redes sociais. Deixar que se regulem a si próprias, como tem acontecido até aqui, vai perpetuar o caos. As redes sociais (e equiparáveis) não podem ser um espaço neutro onde é possível fazer o que no espaço público e social é passível de condenação. Não pode existir um vácuo entre a constituição e as leis e o regulamente de cada rede social, que ainda por cima é decidido por bots. 

Muito menos as pessoas podem estar tão vulneráveis a uma justiça popular onde só elas saem prejudicadas, onde são abandonadas pelas empresas que não querem correr o risco de estragar a imagem  porque a opinião de um "colaborador" lhes é associada. Isto também tem a ver com a precariedade do trabalho. Ninguém pode ser despedido pela sua opinião, mas acontece.

 Claro que é tudo um negócio.

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Por isso, sobre as netflixes e a censura: cancelem a subscrição, e escolham outra plataforma legal ou ilegal. O capitalismo não é nenhum estado de direito com o poder de censurar. E estar associado a essas decisões é uma opção vossa.

A censura impossibilita-nos de ter acesso a determinado filme, neste caso, e castiga-nos se o fizermos. Se no tempo da ditadura fossemos apanhados, sequer, na posse de um livro proibido éramos presos. Se hoje formos apanhados a ver (por quem?) um filme que a netflix tirou do seu catálogo não nos acontece nada. 

E depois isto: leu mal uma noticia, não se informou, caiu na desinformação das redes sociais e diz que o filme foi abolido. Como se a HBO, ou lá quem foi, tivesse esse poder ou conseguisse fazê-lo só por retirar um filme do seu catálogo (o que não é verdade).

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Citação de Mayday, há 2 horas:

Tu queres que seja censura. Eu vejo, como se diz, o mercado a funcionar ao sabor do acontecimentos. 

É uma opção de cada um ver esses filmes e séries na Netflix. Pode-se continuar a vê-los noutro sitio, da forma que se quiser. Ninguém fica definitivamente impedido de o fazer, nem é punido se o fizer.

Censura é o que o Sousa Laura fez ao Saramago. Para dar um exemplo de censura em democracia.

Não me interessa discutir o porquê da Netflix, a BBC, o estado Chinês ou quem quer que seja de limitar o conteúdo disponível ao público, seja ele de domínio público ou privado. 

Citação de andriy pereplyotkin, há 10 minutos:

Censura.lol

Racismo.lol

Também dá para os dois lados.

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Citação de Rōnin, há 1 minuto:

Não me interessa discutir o porquê da Netflix, a BBC, o estado Chinês ou quem quer que seja de limitar o conteúdo disponível ao público, seja ele de domínio público ou privado. 

Sim, não te interessa discutir porque já decidiste que dizeres que é censura é-te mais conveniente para a tua posição em relação ao assunto. Mesmo que alguém te mostre que estás enganado, não estás interessado em discutir. Parabéns.

E não é ao público, é aos subscritores. Faz toda a diferença. É tudo dinheiro privado e decisões particulares. Mas não te interesa.

É censura é censura. 

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Citação de Rōnin, há 9 minutos:

Racismo.lol

Também dá para os dois lados.

Dá, querer forçar como censura operações estéticas de empresas que em nada te impedem de aceder aqueles conteúdos é que não dá com nada. Até tens melhor, com o sinal dado em casos como o da HBO com o Gone With the Wind que chegaram a um compromisso fantástico que só adiciona valor ao filme. Se calhar até é evolução.

 

Que comparação nojenta.

Editado por andriy pereplyotkin

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Citação de Rōnin, há 11 minutos:

Racismo.lol

Também dá para os dois lados.

f*dasse.

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Citação de Plagio o Original, há 24 minutos:

ZzWRuTE.png

Que Police?

Estes? 

Ou estes? 

( :mrgreen:) 

______________

@Mayday o cão ainda continua. A estupidez humana é que exigia que ele fosse retirado. A mesma que podia implicar com o tal tweet do outro. Ou implicar com os vários filmes que citei por terem aquela "carga histórica" e tocar em aspectos sensíveis.

A grande maioria dos filmes que citei ganharam Oscar's, e se a "estupidez humana" também começar a implicar com a Academia por darem prémios ou nomear quem no filme foi racista/xenófobo? 

A "estupidez humana" do vandalizar estátuas também surgiu nas redes sociais. Muitas foram vandalizadas, outras retiradas para evitar tais atos. A mesma coisa se passa com as Netflix da vida. 

É a "estupidez humana" que quer censurar tais obras, porque a grande maioria não consegue entender.

Editado por Genzo

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A Netflix, HBO e afins são privados. Apresentam os conteudos que quiserem.

Isso não me preocupa. Preocupa-me é a incapacidade que começo a notar em algumas pessoas em não compreender que em determinados contextos, nomeadamente em sátira ou drama, faz sentido que existam personagens que dizem coisas racistas, xenofobas, etc...

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Citação de Genzo, há 2 horas:

Tens a Patrulha Pata a ir ao twitter dar apoio ao Black Lives Matter e malta a ir lá pedir para que eles retirem o Chase , o cão polícia que é mais preferido dos miúdos, só porque é "polícia". 

Vais dizer que é "mercado" também? Ou é apenas estupidez humana? 

Tens um ator do Flash que por um tweet "satírico" de 2012 que foi despedido. 

Claro. É tudo um negócio...........

O mercado não é isento de estupidez.

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Citação de andriy pereplyotkin, há 1 hora:

Dá, querer forçar como censura operações estéticas de empresas que em nada te impedem de aceder aqueles conteúdos é que não dá com nada. Até tens melhor, com o sinal dado em casos como o da HBO com o Gone With the Wind que chegaram a um compromisso fantástico que só adiciona valor ao filme. Se calhar até é evolução.

Que comparação nojenta.

Pois, a questão é que nunca me opus a isso, por isso não sei donde tiraste essa conclusão.

Citação de Mayday, há 1 hora:

Sim, não te interessa discutir porque já decidiste que dizeres que é censura é-te mais conveniente para a tua posição em relação ao assunto. Mesmo que alguém te mostre que estás enganado, não estás interessado em discutir. Parabéns.

E não é ao público, é aos subscritores. Faz toda a diferença. É tudo dinheiro privado e decisões particulares. Mas não te interesa.

É censura é censura. 

Não estou certo, nem tu estás enganado, porque não estou interessado em discussões legais e técnicas, porque é óbvio que uma empresa privada pode fazer o que lhe apetece. 

Se amanhã o Silvares decidir que só os benfiquistas é que têm direito a postar neste tópico, deixaria de ser censura porque este fórum não é público? O CMPT é dele.

Editado por Rōnin

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Citação de Rōnin, há 5 minutos:

Pois, a questão é que nunca me opus a isso, por isso não sei donde tiraste essa conclusão.

Tu não sugeriste que a Netflix tirar filmes do catálogo pelo conteúdo dos ditos era censura? Peço desculpa, li mal a página anterior.

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Citação de andriy pereplyotkin, há 2 minutos:

Tu não sugeriste que a Netflix tirar filmes do catálogo pelo conteúdo dos ditos era censura? Peço desculpa, li mal a página anterior.

Existe diferenças entre o exemplo que deste e aquele que eu dei.

Não prevejo forma de recontextualizar o League of Gentlemen. Não há contexto histórico.

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Citação de Rōnin, há 1 minuto:

Existe diferenças entre o exemplo que deste e aquele que eu dei.

Não prevejo forma de recontextualizar o League of Gentlemen. Não há contexto histórico.

O exemplo que dei foi uma adição. Além de retirar conteúdos, podemos ter casos em que se contextualizem. E acho perfeito quando possível. O caso do Gone With the Wind é perfeito para isso, o filme é criticado basicamente desde que saiu, não foi hoje que se tornou problemático.

O que não acho (com bastante força) é que, e cito-me, "operações estéticas de empresas" como esta é possam ser consideradas censura. Eles decidiram tirar os filmes/séries do catálogo. Podes continuar a adquiri-los, vê-los e ninguém te vai fazer nada.

Provavelmente até vais poder voltar a ver boa parte nas mesmas plataformas, quando os ânimos acalmarem.

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