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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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A página anterior a nivel de videos está muito forte.

Editado por Bashir

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Citação de Hammerfall, há 12 horas:

Tenho pena desse senhor não saber o que é cagar em horário laboral.

"Boss makes a dollar, I make a dime, that's why I poop on company time"

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Citação de Mayday, há 11 horas:
Spoiler
 
 
publico.pt
 

Theodor Kallifatides: “Há uma guerra contra os pobres e não contra a pobreza”

Bárbara Wong, Rui Gaudêncio
18-24 minutes

Nunca estivera em Lisboa e ficou dois dias. Caminhou tanto no primeiro que, naquela manhã do primeiro de Junho, Theodor Kallifatides, o autor de origem grega mas que construiu uma bem-sucedida carreira literária na Suécia confessa-se cansado. São os 84 anos, mas, tal como aconteceu ao seu sogro que ultrapassou os 100 anos, prevê viver ainda muitos e bons anos. Já não escreve como outrora, lamenta, faz pequenos ensaios. Um dos seus últimos títulos é o que o fez vir a Portugal. Chama-se Outra Vida para Viver e é uma reflexão sobre a Europa, a emigração, os refugiados e a pobreza.

Os hotéis e a forma como os patrões tratam os trabalhadores são uma excelente metáfora para Theodor Kallifatides falar sobre a essência do que é ser humano, mas também para a falta de humanidade. Um dia, as coisas serão diferentes, um dia os mais pobres revoltar-se-ão, antevê, e nada de bom daí sairá. Por isso, como emigrante, defende que o que estes procuram é dignidade e que lhes devem ser proporcionadas oportunidades. Afinal, vivemos numa Europa envelhecida e serão eles os nossos cuidadores. Já o são, aponta.

Fala com calma e ponderação, à procura das melhores palavras, mas os seus olhos iluminam-se e o verbo solta-se quando o PÚBLICO elogia a filosofia e a cultura gregas. “Não há como imaginar o mundo sem a contribuição da Grécia. Está nos mares, nos céus... Não nos conseguimos livrar dos gregos!”, orgulha-se. Numa crise de inspiração, depois da morte da mãe, Kallifatides voltou à Grécia e assiste à representação de uma tragédia de Ésquilo por crianças. “Magnífico!” Uma revelação que o fez escrever este livro. Será dos últimos, reconhece com alguma tristeza. “Não se pode escrever toda a vida, é preciso um motivo, um poder, depois de 50 anos, deixa de funcionar. Pode acontecer [voltar a escrever um livro], tento viver com isso, sem estar infeliz.” Não se imagina a voltar à Grécia. Construiu a sua vida na Suécia, é ali que vivem os filhos e os netos, é lá que quer ser sepultado.

Aos 84 anos, a sua vida reflecte a história da Europa...
[risos] Receio que sim...

Porque nasceu e cresceu durante a II Guerra Mundial, passou por uma ditadura e teve de emigrar. Como é que olha para a Europa hoje, onde a história parece repetir-se?
Olho com grande preocupação e tristeza porque pensei que não voltaria a ver uma guerra na Europa. Mas já vimos outras, Sérvia, Croácia... Há conflitos à volta da Europa — curdos, turcos, sírios, egípcios. São conflitos que geram desigualdades. Não sei o que se passa, mas tudo isto gera um mundo cada vez mais desigual porque vemos que o dinheiro está nas mãos de cada vez menos pessoas. E isto não pode continuar assim. Temos de criar uma sociedade mais igual, não no sentido de todos ganharmos o mesmo, mas mais igual na forma como tratamos as pessoas — eu quero que não só os meus filhos, mas também os dos outros possam estudar; quero que as pessoas como eu tenham direito a uma reforma digna. As necessidades básicas das pessoas têm de ser atendidas. É a única maneira de criar um futuro melhor do que o presente.

Neste livro escreve que os pobres deixam de ser pessoas para se tornarem problemas, que culpamos os pobres pela pobreza e não vamos à génese da pobreza...
Sim, observamos uma guerra contra os pobres e não contra a pobreza. Esta continua a aumentar, não só na Europa como noutras partes do mundo. Os recursos e o capital estão cada vez mais concentrados em menos mãos e são mãos que não lutam contra a pobreza, mas contra os pobres. Observamos que os trabalhadores, por causa das crises económicas, perdem direitos que já tinham adquirido e não os recuperam. As pessoas não se vão sentar e ficar à espera de morrer. Um dia, as pessoas vão reagir.

Como?
De maneira violenta. Se não há outra alternativa, as pessoas vão agir de maneira violenta. Já vimos acontecer e voltaremos a vê-lo se esta inexistência de responsabilidade social permanecer. E, repito, não penso numa revolução em que decapitamos pessoas para ter segurança social. Não. São precisas reformas sociais que permitam que os pobres tenham meios para viver decentemente. Qualquer pessoa pode ter mais dinheiro do que eu, desde que os meus filhos tenham direito a estudar, os meus pais possam ter uma reforma, eu possa ter um emprego decente. E isto é possível porque não podemos ter uma sociedade onde há uma pequeníssima percentagem que tem o capital, a indústria, a terra, tal como está hoje a acontecer.

Culpa o neoliberalismo?
O liberalismo, no passado, foi uma boa ideia, mas hoje não implica ser responsável. A ideia é “eu faço o que quiser”. Não é esta a origem do liberalismo, que implica responsabilidade, justiça, os mesmos valores. Mas que valores têm aqueles que querem tudo para si? Tenho viajado muito e passo por hotéis onde observo que fazem de tudo para cortar postos de trabalho, automatizando tudo. Por exemplo, o check in pode ser feito numa máquina. Os trabalhadores vão desaparecer e vão para onde? Por isso, vão reagir. Muita gente está a ver que isso vai acontecer, mas o capital não quer admitir isso.

 

Mas o que assistimos é a uma Europa que caminha para a extrema-direita, porque as pessoas acreditam que é aí que está a solução...
É verdade. Tem a ver com o vocabulário. A extrema-direita faz propostas, tal como Hitler fez, de uma forma muito clara — [haverá] trabalho para todos, os comboios vão cumprir o horário, coisas deste género. E podemos perguntar-nos por que não faz a esquerda o mesmo. A verdade é que em alguns casos funciona, como no vosso país. Portanto, não é necessário que, face a uma crise, a resposta esteja na extrema-direita. Se o socialismo e a social-democracia forem enfraquecidas por escândalos políticos, corrupção, etc., então, claro que as pessoas vão votar à direita. Temos exemplos, e não quero falar de nomes porque não tenho nada contra essas pessoas, mas vemos primeiros-ministros de governos sociais-democratas que mal saíram do executivo entraram em grandes empresas.

Como o antigo chanceler alemão Gerhard Schröder, que foi nomeado para o conselho de administração da Gazprom?
Sim. O que querem estas pessoas para o povo?

O que fizeram pelo povo?
Por toda a Europa, a social-democracia tem um problema moral, pois não pode pedir ao povo o que a própria não faz. Se estamos a falar de reformas, então todos temos de viver de acordo com elas. Não pode ser: hoje, primeiro-ministro; amanhã, presidente de seja o que for. Há uma decepção generalizada que faz com que as pessoas virem à direita. Porque esta ainda não deu provas, excepto em alguns países onde vemos que não trouxe nada de bom. Para já, a extrema-direita é como uma virgem que faz promessas — “eu vou fazer isto, eu vou fazer aquilo” —, mas ainda não teve oportunidade de mostrar se as cumpre.

No livro, distingue entre a “pobreza digna” e a “pobreza repugnante”...
Por exemplo, na Grécia, as pessoas sempre foram pobres. O meu pai era professor, um salário, três filhos, só comprou casa no fim da vida. Seja qual for o parâmetro, éramos pobres, mas não era uma pobreza de incerteza como é hoje. Tínhamos um sítio para dormir, comida, ele tinha trabalho. Não era bem pago? Não, mas era pago. A minha mãe costumava dizer: “Nós temos a nossa dignidade.” Podíamos mostrar a nossa cara, éramos pessoas por inteiro. Hoje, uma pessoa pobre é um marginal. Está fora da sociedade. E esta situação um dia vai explodir.

 

O que nos aconteceu para perdermos a empatia? Deixamos de saber amar o próximo?
Sim, é falta de amor e de empatia, mas é sobretudo uma espécie de cegueira. Por exemplo, voltemos aos hotéis, eles tratam-nos como se todos fôssemos um jovem executivo de 25 anos. A mim e à minha mulher — 84 e 78 anos, respectivamente — dão-nos um quarto duplo; na parede, mesmo à frente da cama, um espelho enorme, eu acordo de manhã e entro em pânico: “Que raio? Mas quem é aquele?” [risos] Muito bem, temos um quarto duplo e só temos uma cadeira. Como podemos ler os dois? Tiraram o piaçaba da casa de banho. Porquê? Não compreendem que as pessoas não gostam de deixar a sanita suja? Não compreendem que isso é desumano para os seus trabalhadores [que terão de limpar]? Porque o tiraram? No frigorífico não há gelo para preparar uma bebida porque querem que desçamos ao bar e consumamos lá. Portanto, sistematicamente, tentam enganar-nos, fazer-nos gastar dinheiro e, ao mesmo tempo, ensinam-nos uma nova maneira de estar na vida.

Como?
Eu vou à casa de banho, sujo, não limpo, deixo as toalhas no chão [para serem trocadas] e venho-me embora. Se eu deixasse uma toalha no chão, a minha mãe matava-me! [risos] E eles querem que eu mude, que deite a toalha ao chão. É ridículo! É falta de empatia? Sim, mas acima de tudo é falta de compreensão sobre o que é ser um ser humano. Eu tenho necessidades e vontade própria, eu não preciso de atirar a toalha ao chão. Há esta espécie de fantasia americana de que teremos sempre 25 anos, de que somos jovens executivos, de que precisamos de um espelho para vermos o que fazemos na cama, de que não queremos saber quem vai limpar o quarto ou a casa de banho. Não queremos saber dos outros. Somos uns príncipes. Estamos a falar da vida humana!...

Estamos a ser “ensinados” a ser egoístas?
Não é apenas egoísmo, é desumano. Pagamos 200 euros por uma noite e não há um sítio para me sentar para ler, não há um sítio para pendurar a toalha, atira-se para o chão. Ensinam-nos a ser autómatos.

Quem ganha com isso?
O capital ganha. Por isso temos esta concentração de capital na mão de poucos. Com estas decisões, cortam no pessoal, as pessoas perdem os seus trabalhos. Estou cansado desta tendência.

No seu livro fala sobre os refugiados que estão em campos na Grécia. Hoje temos refugiados ucranianos. Por que razão os tratamos de maneira diferente que os sírios?
É óbvio: a Ucrânia está a ser atacada por um inimigo tradicional do Ocidente, seja ele Putin ou Estaline. Ao ajudarmos os ucranianos, sentimos que estamos a fazer algo contra a ditadura russa, enquanto a ditadura de Saddam ou de Assad não é um problema nosso, não sentimos que sejam nossos inimigos. Também faz diferença que a Ucrânia seja parte da Europa. No fundo, sentimos que “matamos dois coelhos de uma cajadada só”: ajudamos os refugiados e reagimos contra Putin.

 

Escreve sobre a falta de condições nos campos de refugiados gregos...
O que acontece de bom em alguns campos de refugiados tem a ver com as organizações que lá trabalham, mas também com os refugiados que, passado um tempo, organizam as suas vidas. Não sou emigrante da mesma maneira que estas pessoas são, mas o meu pai foi — chegou do mar Negro sem nada, apenas com a mulher e um filho e, pouco a pouco, começou a reconstruir a sua vida. Eram gregos, por isso, sabiam a língua. Um emigrante que chegue sozinho vai reagir, aprender a língua, procurar trabalho. O principal é não tornar a sua vida ainda mais difícil porque se pomos dez mil pessoas num campo de concentração, sem água, alimentação, higiene, não haverá progresso, será sempre uma vergonha. Para os gregos, a emigração não é nada de novo.

Como não é para os portugueses...
Sim, vocês têm a palavra “saudade”. Estou a escrever, precisava de uma palavra que tenha esse significado e não encontrava nenhuma em castelhano. Por isso, adoptei a palavra galega, morriña. É um sentimento que os emigrantes conhecem muito bem.

Não é o mesmo que melancolia?
Não. É mais duro. É uma dor física que sentimos. Em grego existe a palavra, mas perdeu o seu poder, tornou-se numa palavra que traduz um sentimento romântico e não é isso que sentimos. É dor! É “saudade”.

Ser estrangeiro na Suécia, hoje, é diferente de quando chegou?
Sim, porque quando cheguei nada estava preparado para receber emigrantes. Foi fácil encontrar trabalho, mas tudo o resto era pior. Não havia possibilidade de aprender a língua, de estudar, de fazer uma carreira. Chegava-se como emigrante, davam-nos um trabalho e ali ficávamos. Hoje, há mais ajuda, por um lado, mas há falta de trabalho. É difícil estar muito tempo sem trabalho e, no desemprego, tudo pode acontecer, a pessoa começa a beber...

Por isso escreve que os emigrantes caminham junto aos prédios, de cabeça baixa?
Sim, sim. As pessoas não estão apenas deprimidas, sentem-se envergonhadas, não se sentem úteis à sociedade.

Saíram do seu país, estão sós e não conseguem ter sucesso. Estamos sempre à procura do sucesso, do sonho americano?
Não necessariamente do sucesso, mas de uma existência humana. [Pausa] Quando saí do meu país, tinha 25 anos e fui para a Suécia. Não pensava em sucesso, mas em tentar estudar, ser útil como professor, como marido, como pai. Acho que a maior parte das pessoas pensa assim. Está preocupada com o seu sucesso?

Não.
Mas está preocupada em ser uma mulher decente, uma boa mãe, ser boa profissional. Isso é sucesso. E a maior parte das pessoas querem isto mesmo. É bom sabermos que conseguimos fazer algo com a nossa vida e estes emigrantes não sentem isso. Sentem-se incapazes de sair da situação em que se encontram.

Refugiados sírios na Dinamarca que tentavam chegar à Suécia, em 2015 Jens Norgaard Larsen/Scanpix/Reuters

Qual é a solução?
É dar-lhes oportunidades e não deixá-los fechados em campos de concentração. É preciso tempo. Não se resolve o problema da emigração em semanas ou meses, são precisos anos, décadas. É como uma criança: é preciso cuidar dela durante anos até esta conseguir tomar conta de si própria. É preciso dar aos emigrantes meios para criarem uma vida. Vivemos numa Europa envelhecida, vão faltar cuidadores, enfermeiros, professores, motoristas... Precisamos de pessoas! E estes emigrantes podem ser os que...

Vão tomar conta de nós?
Sim! Por exemplo, em Estocolmo, seis em cada dez cuidadores são de origem emigrante, talvez mais. O meu sogro viveu até aos 102 anos e só conheci uma sueca da assistência social, todas as outras eram emigrantes. Ao longo de 30 anos.

Escreve repetidamente “e se...” Para um emigrante há sempre o dilema da vida que se poderia ter vivido se não tivesse saído do seu país?
A maior parte dos emigrantes pensa nisso, mas, ao mesmo tempo, penso que não são assim tão patetas porque sabem o que deixaram para trás. Ninguém sai do seu país sem uma razão. Ou porque fomos maltratados, como acontece em muitas ditaduras; ou porque se é extremamente pobre. As razões são sempre muito fortes. Não acredito que ninguém vá por turismo. Jamais sairia da Grécia se conseguisse construir lá a minha vida. Mas por ser de uma família socialista, a extrema-direita no poder não nos dava a possibilidade de estudar. Eu sei o que deixei para trás. Imagine o desespero que se sente para pegar no dinheiro de uma vida e entrar num pequeno barco para atravessar o Mediterrâneo. As pessoas têm de estar desesperadas.

[Pausa]

Uma coisa é certa, as pessoas não se sentam à espera de morrer e os capitalistas têm de compreender isso. E se continuarmos a percorrer este caminho, mais tarde ou mais cedo, haverá um conflito e ninguém vai ganhar com isso. Vai ser uma guerra e estas não resolvem qualquer problema. Peguemos no exemplo da II Guerra: lutou-se em nome da democracia. Ganharam. Hitler caiu e o que aconteceu? Metade da Europa fica sob ditaduras de esquerda; a outra metade mantém ditaduras de direita. Na Grécia, o verdadeiro Governo era a embaixada americana. Pobreza? Sim. Perseguições? Sim e exílio. O que aconteceu em Itália? Há 30 anos que não há um Governo que chegue ao fim da legislatura! Portugal e Espanha? Ditaduras. Portanto, o que aconteceu à democracia pela qual mais de 50 milhões de pessoas morreram? As guerras não resolvem problemas, só criam mais. E esta guerra na Ucrânia vai criar novos problemas.

 

Tais como, por exemplo?
Pobreza nesses dois países e no resto da Europa. Cada vez mais dinheiro para financiar armamento. Quem será o vencedor? A indústria do armamento. Mas até eles não conseguem comer dinheiro. Um estado de guerra permanente na Europa será desastroso para toda a gente. Mas, aparentemente, todos os governos se estão a preparar para a guerra, todos compram mais armas.

Quais são as suas preocupações com o futuro dos seus netos?
Além desta guerra? O ambiente. [Pausa] Não quero espalhar o pânico, mas é óbvio que é preciso fazer alguma coisa. É preciso acabar com a indústria do armamento. Sabe quanto gasta por segundo um avião de combate? Cinco litros de combustível. E os países estão a destruir a sua economia [para comprar estes aviões] e destroem o planeta ao mesmo tempo.

E que outras preocupações tem?
O desejo de uma sociedade mais justa. Alguém que trabalhe tem de conseguir viver do seu trabalho. Não sobreviver, mas viver. É preciso ter uma discussão séria sobre o que significa ser um ser humano, porque estamos a perder humanidade.

Sente que as novas gerações estão atentas a estas questões?
Eles estão cada vez mais atentos aos problemas. Há razões para ter esperança. Em breve chegarão ao poder, pode ser que algo mude. Não sei, mas vejo-os mais conscienciosos. Pelo menos mais do que eu na idade deles. Com a idade deles, não pensávamos no ambiente. Por isso, ainda nada está perdido!

Mas, neste livro, não se revela uma pessoa optimista...
Não é fácil ser optimista... Mas não ser também é errado. Temos de fazer alguma coisa em que acreditemos. Acho que temos a possibilidade de mudar a situação e, se não formos nós, será a nova geração, que está mais bem preparada para o fazer. Hoje vemos as consequências das mudanças climáticas — estão 25ºC na Suécia e neva na Grécia, é impossível não ver que algo está errado!

Quer acrescentar algum tema sobre o qual não tenhamos falado?
Bem... a existência de Deus! [risos]

Acredita em Deus?
Não.

 
 

 

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Já contactei a TAP e pedi esclarecimentos. O PNS vai ter que responder. 

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falaram aí atrás da tal publicidade da FOX (?)

 

https://expresso.pt/sociedade/2022-07-04-Um-professor-da-Universidade-de-Aveiro-assumiu-ser-homofobico-e-pediu-uma-inquisicao-para-limpar-o-lixo-humano.-Foi-suspenso-117f71d3

 

“Acho que estamos a precisar urgentemente duma ‘inquisição’ que limpe este lixo humano (?) todo!”, escreveu o docente, considerando que este ato publicitário “é uma agressão e merecia umas valentes pedradas nas vitrinas só para aprenderem”.

Paulo Lopes insistiu ainda que a publicação que fez foi a título pessoal e espelha a sua opinião pessoal, que “é soberana num estado que é considerado livre e consagrada na Constituição”.

“Naturalmente, haverá quem não goste da minha posição, mas isso faz parte da vida. Eu também não gosto de muitas posições e não faço alarido nem persigo ninguém, limito-me a comentar, como aliás o fiz na minha publicação”, concluiu.

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Liguei a PNS, que é o culpado disto tudo, mas não atendeu. Vou agora ligar para a TAP a pedir explicações.

 

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E que tal não levarem malas e comprarem uns trapos na Primark assim que cheguem? 

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Somos todos uma nação de pecadores e de vendidos, né? Somos todos, ou anti-wokistas ou anti-cancelistas. Estas coisas até já nem querem dizer nada, ismos para aqui, ismos para acolá

Editado por Plagio o Original

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a IL que teve na marcha lgbt esta agora a defender o homofobico da universidade de aveiro.

e tambem a familia que nao quer aulas de cidadania. nao enganam ninguem.

Editado por Sumudica by Night
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Citação de Sumudica by Night, há 2 minutos:

abolir o transporte aereo para ontem. querem ir a uma reuniao aos eua? zoom. querem ver o grande canyon? google maps.

Estás a brincar mas a quebra na produtividade que existe com estas feriazinhas e a poluição consequente são um problema das sociedades ocidentais. 

É preciso trabalhar mais, ser mais produtivo, competir com os mercados emergentes e ser acima de tudo patriota. 

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Citação de Rain Dog, há 1 hora:

falaram aí atrás da tal publicidade da FOX (?)

 

https://expresso.pt/sociedade/2022-07-04-Um-professor-da-Universidade-de-Aveiro-assumiu-ser-homofobico-e-pediu-uma-inquisicao-para-limpar-o-lixo-humano.-Foi-suspenso-117f71d3

 

“Acho que estamos a precisar urgentemente duma ‘inquisição’ que limpe este lixo humano (?) todo!”, escreveu o docente, considerando que este ato publicitário “é uma agressão e merecia umas valentes pedradas nas vitrinas só para aprenderem”.

Paulo Lopes insistiu ainda que a publicação que fez foi a título pessoal e espelha a sua opinião pessoal, que “é soberana num estado que é considerado livre e consagrada na Constituição”.

“Naturalmente, haverá quem não goste da minha posição, mas isso faz parte da vida. Eu também não gosto de muitas posições e não faço alarido nem persigo ninguém, limito-me a comentar, como aliás o fiz na minha publicação”, concluiu.

Fui um dos que falaram nessa publicidade e não me revejo de todo no que esse atrasado mental diz.

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Citação de Rain Dog, há 1 hora:

falaram aí atrás da tal publicidade da FOX (?)

 

https://expresso.pt/sociedade/2022-07-04-Um-professor-da-Universidade-de-Aveiro-assumiu-ser-homofobico-e-pediu-uma-inquisicao-para-limpar-o-lixo-humano.-Foi-suspenso-117f71d3

 

“Acho que estamos a precisar urgentemente duma ‘inquisição’ que limpe este lixo humano (?) todo!”, escreveu o docente, considerando que este ato publicitário “é uma agressão e merecia umas valentes pedradas nas vitrinas só para aprenderem”.

Paulo Lopes insistiu ainda que a publicação que fez foi a título pessoal e espelha a sua opinião pessoal, que “é soberana num estado que é considerado livre e consagrada na Constituição”.

“Naturalmente, haverá quem não goste da minha posição, mas isso faz parte da vida. Eu também não gosto de muitas posições e não faço alarido nem persigo ninguém, limito-me a comentar, como aliás o fiz na minha publicação”, concluiu.

Ele tem que entender que não é livre para declamar ódio.

Aliás, a homofobia, e outras atitudes de ódio, deviam ser criminalizadas.

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Citação de Rain Dog, há 3 horas:

falaram aí atrás da tal publicidade da FOX (?)

 

https://expresso.pt/sociedade/2022-07-04-Um-professor-da-Universidade-de-Aveiro-assumiu-ser-homofobico-e-pediu-uma-inquisicao-para-limpar-o-lixo-humano.-Foi-suspenso-117f71d3

 

“Acho que estamos a precisar urgentemente duma ‘inquisição’ que limpe este lixo humano (?) todo!”, escreveu o docente, considerando que este ato publicitário “é uma agressão e merecia umas valentes pedradas nas vitrinas só para aprenderem”.

Paulo Lopes insistiu ainda que a publicação que fez foi a título pessoal e espelha a sua opinião pessoal, que “é soberana num estado que é considerado livre e consagrada na Constituição”.

“Naturalmente, haverá quem não goste da minha posição, mas isso faz parte da vida. Eu também não gosto de muitas posições e não faço alarido nem persigo ninguém, limito-me a comentar, como aliás o fiz na minha publicação”, concluiu.

esse gajo parece o Bettencourt que foi presidente do Sporting

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O advogado dos pais das crianças que não vão às aulas de cidadania é irmão do Diog* Pach*co Amo*im 😭

Editado por Plagio o Original

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Citação de Mayday, há 19 horas:

Já contactei a TAP e pedi esclarecimentos. O PNS vai ter que responder. 

 

Citação de Mayday, há 3 horas:

Liguei a PNS, que é o culpado disto tudo, mas não atendeu. Vou agora ligar para a TAP a pedir explicações.

 

Percebo a intenção, mas o problema em Heathrow e em Amsterdão é mesmo dos aeroportos e não das companhias aéreas. btw, a SAS, maior companhia escandinava pediu a insolvência. Entretanto, a partir de terça o pessoal da Ryanair em Espanha vai fazer greve quase todos os dias até ao final do mês. Prevê-se mais um caos daqueles.

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Citação de Plagio o Original, há 2 minutos:

O advogado dos pais das crianças que não vão às aulas de cidadania é irmão do Diog* Pach*co Amo*im 😭

Não sei se foi isto que viste mas fica aqui uma thread sobre isso e sobre as associações onde os mesmos estão. 

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Citação de HappyKing, Agora:

Não sei se foi isto que viste mas fica aqui uma thread sobre isso e sobre as associações onde os mesmos estão. 

N foi, vi agr na rtp3 o gajo a falar. Uma pesquisa no google e encontras um site com a familia mouta pacheco amorim

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Citação de Plagio o Original, há 10 minutos:

O advogado dos pais das crianças que não vão às aulas de cidadania é irmão do Diog* Pach*co Amo*im 😭

e o Miguel era irmão do Paulo.

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Citação de Plagio o Original, há 5 minutos:

N foi, vi agr na rtp3 o gajo a falar. Uma pesquisa no google e encontras um site com a familia mouta pacheco amorim

É mais uma polémica que só é polémica porque alguém tem dinheiro para instrumentalizar os filhos em lutas políticas.

Uma m*rda de uma disciplina que tem este programa dá origem a este celeuma todo: 

20220705-154735.jpg

 

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