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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de HappyKing, há 55 minutos:

Por outro lado, discordo completamente desta parte. Os deputados são eleitos num círculo eleitoral e portanto devem sim aos seus eleitores. De resto, acho que essa é uma preocupação que as pessoas tem pouco. Procurar saber, no sentido direto de quem é a pessoa, quem estão de facto a eleger. Eu posso querer votar num partido mas a pessoa que é cabeça de lista no meu círculo eleitoral ser uma besta quadrada. Devo continuar a votar no partido naquela eleição? Cenário imaginário para concretizar a ideia: Estás em 2017, és eleitor do PSD e o Ventura na altura no PSD é cabeça de lista no teu círculo eleitoral. Mudavas ou não o teu sentido de voto? Talvez seja uma boa discussão.

Ou seja, o que interessa é ter um bom cabeça de lista, a partir daí podem ser os maiores escroques do universo que "nem tu, nem ninguém" faz ideia de quem lá está... Isto é particularmente preocupante em círculos grandes porque, lá está, não há qualquer "accountability".

Em Chaves, sempre temos "a deputada de Chaves" (nesta legislatura, do PSD e do PS), porque Vila Real elege sempre 3-2 e as listas acabam por ser sempre definidas pelo cabeça-de-lista da zona sul (normalmente, Vila Real) e o segundo da zona norte (normalmente, Chaves) (nem sempre é assim). Mas num distrito onde um partido elege 10+, sabes lá quem é o quarto ou quinto... 

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Citação de Tio Hans, há 2 horas:

Eu tenho dúvidas que toda a oposição vote a favor da moção de censura, quanto mais haver deputados do PS a votar contra a orientação do partido...

Iria ficar muito surpreendido se os partidos da esquerda e o PAN votassem a favor.

Isto é  jogada táctica da IL para aparecer e sobretudo para queimar o PSD colocando-lhes o ónus de terem de dizer se sim ou não querem eleições. 

Editado por antifa

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Citação de HappyKing, há 1 hora:

Por outro lado, discordo completamente desta parte. Os deputados são eleitos num círculo eleitoral e portanto devem sim aos seus eleitores.

desculpa, mas isso são só palavras meio vazias. Sim, devem, mas ao mesmo tempo isso quer dizer o quê, em específico? Fica ao critério de cada deputado, não estão dependentes de agradar aos seus constituintes lá de Trancoso e Mêda para que estes o reelejam daqui a 4 anos, como é na Inglaterra. O John Smith é eleitos directamente pelos eleitores de Norwich  - e ele e só ele - e se eles não estiverem contentes, puxam-lhe o tapete. E isto pode significar, se os eleitores não estiverem contentes com o trabalho não do John Smith em si, mas do Primeiro Ministro Joe Dudley (que é do mesmo partido), e não o quiserem continuar a ver no poleiro votam noutro partido só para tirar o Joe Dudley de Downing Street, e o John Smith acaba a ser uma casualidade desse ódio. Cá nao existe nada disso. Cá o cabeça de lista de cada partido grande é sempre eleito em todos os circulos eleitorais (vá, Portalegre como só elege 2, em tese é possivel irem os dois para um único partido, mas é quase impossivel) por isso dependem pouco ou nada dos resultados governativos, de o povo estar a gostar ou não da governação.

Na prática há só uma fracção pequena dos deputados  - do dois partidos grandes - que têm o lugar em risco. Por exemplo, Braganç, é 3 deputados, 2 para o PS, 1 para o PSD. Se o povo estiver muiiito descontente, o segundo gajo do PS de Bragança salta fora, e entra o segundo do PSD. é a unico mudança. Esta lógica é replicávelm, à escala nos outros circulos quase todos, e em Lx e no Porto, que levam muitos deputados pode haver mais deputados em risco. Mas se são 30 ou 40 em 230, é muito. Tudo o resto, tem o lugar mais ou menos garantido (continua)

Citação de HappyKing, há 1 hora:

Procurar saber, no sentido direto de quem é a pessoa, quem estão de facto a eleger. Eu posso querer votar num partido mas a pessoa que é cabeça de lista no meu círculo eleitoral ser uma besta quadrada.

e os demais que estão em risco, tipicamente são gente mais ou menos desconhecida, como expectativas limitadas, pelo que, uma vez mais, também não "devem" grande coisa ao eleitorado, vão na onda. 

Ou seja, ng vai votar muito no PS para eleger o Zé Custódio que está no lugar 15 do PS em Lisboa. Se o Zé Custódio acabar eleito é por sorte, por ir na onda, por ir na leva, nada que ver com a relação que ele tem com o eleitorado que nunca ouviu falar dele.

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Citação de Carlos Gouveia, há 41 minutos:

Ou seja, o que interessa é ter um bom cabeça de lista, a partir daí podem ser os maiores escroques do universo que "nem tu, nem ninguém" faz ideia de quem lá está... Isto é particularmente preocupante em círculos grandes porque, lá está, não há qualquer "accountability".

Não. O cabeça de lista é só o caso mais evidente. E isso de não fazer ideia é no sentido de não ser pública a informação ou as pessoas não quererem saber? Porque a informação é pública. 

__

Com este segundo post já percebi o teu ponto @IlidioMA, obrigado. Tinha interpretado mal a ideia inicial, my bad. 

Editado por HappyKing

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Citação de IlidioMA, há 6 minutos:

desculpa, mas isso são só palavras meio vazias. Sim, devem, mas ao mesmo tempo isso quer dizer o quê, em específico? Fica ao critério de cada deputado, não estão dependentes de agradar aos seus constituintes lá de Trancoso e Mêda para que estes o reelejam daqui a 4 anos, como é na Inglaterra. O John Smith é eleitos directamente pelos eleitores de Norwich  - e ele e só ele - e se eles não estiverem contentes, puxam-lhe o tapete. E isto pode significar, se os eleitores não estiverem contentes com o trabalho não do John Smith em si, mas do Primeiro Ministro Joe Dudley (que é do mesmo partido), e não o quiserem continuar a ver no poleiro votam noutro partido só para tirar o Joe Dudley de Downing Street, e o John Smith acaba a ser uma casualidade desse ódio. Cá nao existe nada disso. Cá o cabeça de lista de cada partido grande é sempre eleito em todos os circulos eleitorais (vá, Portalegre como só elege 2, em tese é possivel irem os dois para um único partido, mas é quase impossivel) por isso dependem pouco ou nada dos resultados governativos, de o povo estar a gostar ou não da governação.

Na prática há só uma fracção pequena dos deputados  - do dois partidos grandes - que têm o lugar em risco. Por exemplo, Braganç, é 3 deputados, 2 para o PS, 1 para o PSD. Se o povo estiver muiiito descontente, o segundo gajo do PS de Bragança salta fora, e entra o segundo do PSD. é a unico mudança. Esta lógica é replicávelm, à escala nos outros circulos quase todos, e em Lx e no Porto, que levam muitos deputados pode haver mais deputados em risco. Mas se são 30 ou 40 em 230, é muito. Tudo o resto, tem o lugar mais ou menos garantido (continua)

e os demais que estão em risco, tipicamente são gente mais ou menos desconhecida, como expectativas limitadas, pelo que, uma vez mais, também não "devem" grande coisa ao eleitorado, vão na onda. 

Ou seja, ng vai votar muito no PS para eleger o Zé Custódio que está no lugar 15 do PS em Lisboa. Se o Zé Custódio acabar eleito é por sorte, por ir na onda, por ir na leva, nada que ver com a relação que ele tem com o eleitorado que nunca ouviu falar dele.

Acabaste de resumir o porquê do interior do país estar ao abandono 

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Citação de HappyKing, há 1 minuto:

E isso de não fazer ideia é no sentido de não ser pública a informação ou as pessoas não quererem saber? Porque a informação é pública. 

estás-te a fazer de ingénuo à força toda.

Nem o Ticampos ou um comentador profissional da CNN Portugal sabe quem são todos e cada um dos 230 que acabam eleitos, quanto mais saber quem são os milhares que se candidatam?

Um parlamento de figuras, aconteceu ali no início da Terceira República, quando o país ainda vivia no êxtase do pós-Ditadura. Há várias legislaturas que isso já não é verdade. E com o carreirismo partidário galopante, aliado a termos uma política de casos e casinhos, de polémicazinhas e virgens ofendidas com as pessoas terem tido, um dia, um passado, um cargo aqui ou ali terem recebido dinheiro, quem agora, que figuras de destaque se sentem tentados a irem para a política, quanto mais para o Parlamento? Para quê? para daí a dois meses o CM rebentar um escândalo de que "mulher do Deputado Silva, recebeu pilim do Estado", se tipo ela for professora universitária ou assim. Esquece, nunca mais vamos ter um parlamento de figuras, cada vez mais vais ter um parlamento de artolas e arrivistas, que nunca ninguém ouviu falar, nem no seu prédio, quanto mais.

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Citação de IlidioMA, há 8 minutos:

estás-te a fazer de ingénuo à força toda.

Nem o Ticampos ou um comentador profissional da CNN Portugal sabe quem são todos e cada um dos 230 que acabam eleitos, quanto mais saber quem são os milhares que se candidatam?

Só estava a perceber o contexto da frase.

Não estou a dizer que é razoável saberes as listas de todos os lados. O meu ponto é que parece razoável procurares saber as listas na tua zona dos partidos que estás indeciso em termos de voto. Secalhar não é. É só a minha percepção da coisa e do que procuro fazer nessas eleições. 

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Citação de HappyKing, Agora:

Só estava a perceber o contexto da frase.

Não estou a dizer que é razoável saberes as listas de todos os lados. O meu ponto é que parece razoável procurares saber as listas na tua zona dos partidos que estás indeciso em termos de voto. Secalhar não é. É só a minha percepção da coisa e do que procuro fazer nessas eleições. 

não sei qual é o teu círculo, mas se fores de um círculo muito grande (Lisboa ou Porto) epá é quase impossivel saberes quem são os candidatos todos, mesmo do partido em que vais votar. 

Até porque, reitiero, a partir de um certo limiar, eles de facto NÃO SÃO NINGUÉM. São um nome no papel.  Conheces o cabeça de lista, uns 5 ou 6 primeiros que quase de certeza são eleitos (até estarão aí ministros e tudo) mas depois do décimo lugar, começa a ser pokemons. Candidato número 18 - Vitor Fonseca ou Margarida Pacheco, pode ter um CV anexo, mas isso diz-te o quê?

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Citação de IlidioMA, há 28 minutos:

 

Aveiro. Eu percebo o teu ponto mas vou-te dar o exemplo prático das últimas legislativas: estava indeciso entre BE e Livre. A escolha pesou em dois fatores: 1) a questão do voto útil no sentido de o Livre ter menos probabilidade efetiva de eleger em Aveiro do que o BE (que chegou a eleger há relativamente pouco tempo cá). 2) Ambos os partidos (que acabaram por não eleger nem um nem outro) a elegerem seria 1 deputado no máximo. Do lado do Livre estava a Joana Filipe que é uma jovem economista e que tinha ideias interessantes das entrevistas que vi. Do lado do BE estava o Moisés Ferreira que pertence à comissão política e que já tinha sido deputado em dois mandatos anteriores tendo a sua prestação sido positiva na assembleia do meu ponto de vista. Neste fator também pesou para o lado do BE. Ou seja, a pessoa associada ao partido na região ajudou a tomar a decisão no final do dia. É mais neste sentido.

Mas percebo o teu ponto de não haver ao dia de hoje uma "fulanização" do voto. Nas últimas eleições houve uma clara excepção à regra que foi os votos no Rui Tavares em Lisboa. Muita gente votou nele por ser ele e por o quererem a ele na assembleia. Ou seja, se o cabeça de lista do Livre lá fosse outra pessoa provavelmente não elegeriam. Mas foi uma excepção.

Editado por HappyKing

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Citação de HappyKing, há 17 minutos:

Aveiro. Eu percebo o teu ponto mas vou-te dar o exemplo prático das últimas legislativas: estava indeciso entre BE e Livre. A escolha pesou em dois fatores: 1) a questão do voto útil no sentido de o Livre ter menos probabilidade efetiva de eleger em Aveiro do que o BE (que chegou a eleger há relativamente pouco tempo cá). 2) Ambos os partidos (que acabaram por não eleger nem um nem outro) a elegerem seria 1 deputado no máximo. Do lado do Livre estava a Joana Filipe que é uma jovem economista e que tinha ideias interessantes das entrevistas que vi. Do lado do BE estava o Moisés Ferreira que pertence à comissão política e que já tinha sido deputado em dois mandatos anteriores tendo a sua prestação sido positiva na assembleia do meu ponto de vista. Neste fator também pesou para o lado do BE. Ou seja, a pessoa associada ao partido na região ajudou a tomar a decisão no final do dia. É mais neste sentido.

A não ser que votes em partidos de escala pequena ou num distrito com poucos eleitos, isso de nada serve. Imagina que estás em Lisboa e estás na dúvida entre votar PS ou PSD. Vais andar a ver os dados até ao 20º candidato desses 2 partidos? 

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Citação de JohnyM, há 14 minutos:

A não ser que votes em partidos de escala pequena ou num distrito com poucos eleitos, isso de nada serve. Imagina que estás em Lisboa e estás na dúvida entre votar PS ou PSD. Vais andar a ver os dados até ao 20º candidato desses 2 partidos? 

Certo, é verdade.

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Citação de HappyKing, há 37 minutos:

Mas percebo o teu ponto de não haver ao dia de hoje uma "fulanização" do voto. Nas últimas eleições houve uma clara excepção à regra que foi os votos no Rui Tavares em Lisboa. Muita gente votou nele por ser ele e por o quererem a ele na assembleia. Ou seja, se o cabeça de lista do Livre lá fosse outra pessoa provavelmente não elegeriam. Mas foi uma excepção.

o @JohnyM já deu a resposta. 

Em círculos pequenos ou em Partidos que só vão eleger um gajo ou dois (ou um gajo ou dois em alguns círculos) sim, pode contar quem é o candidato efectivo. Eu votei em Lx e por isso votei Livre para levar o Tavares à AR (nem sei bem para fazer o quê, honestamente XDXD). Se fosse votar no PS ou PSD, a questão da lista dilui-se muito. São partidos que elegem ou esperam eleger mais de 10 deputados cada um e quer dizer, a partir do lugar X, tu estás a dar o voto à mesma ao Chico Malcata, mas não fazes ideia de quem seja tal fulano.

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Citação de IlidioMA, há 18 minutos:

 (nem sei bem para fazer o quê, honestamente XDXD).

Tem desiludido? 

Relativamente ao resto percebo a ideia.

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E muitas vezes, a malta das listas desiste do mandato e passa ao próximo

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Citação de HappyKing, há 52 minutos:

Tem desiludido? 

Relativamente ao resto percebo a ideia.

não. Só não sei - por culpa minha - o que anda lá a fazer. No sentido em que, em contexto de maioria absoluta, o Parlamento perde imensa relevância e acaba a ser quase igual estar lá o Rui Tavares, o Miguel Sousa Tavares, o João Miguel Tavares, o Tavares que foi do Boavista para o Benfica (com o Nelo) nos anos 90, outro Tavares qualquer, um urso pardo ou uma vespa asiática, já que o Parlamento e os deputados passam a contar mais ou menos nada. 

Editado por IlidioMA
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Citação de IlidioMA, há 3 minutos:

 

Eu percebo o ponto mas o Livre até tem sido dos que tem contrariado mais essa tendência. Tiveram salvo erro 25 propostas aprovadas na discussão do orçamento. Mas percebo a ideia.

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Citação de HappyKing, Agora:

Eu percebo o ponto mas o Livre até tem sido dos que tem contrariado mais essa tendência. Tiveram salvo erro 25 propostas aprovadas na discussão do orçamento. Mas percebo a ideia.

ó, coisas de cortesia que o nosso amigo Costinha, o magnânimo, aceita pôr no OE só para que ninguém diga que ele com a maioria absoluta virou ditador (bem, a turma que inventou o xuxalismo, há-de dizê-lo na mesma, de manhã à noite, com a ou sem maioria absoluta.)

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Citação de antifa, há 2 horas:

Btw tudo onde o Medina toca se transforma em m*rda. Que dom.

Toque de m*rda?

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Citação de BrunoCardoso, há 1 hora:

Pronto para ser liderado por uma coligação de direita PSD IL e Chega

Eu já posso partir e inventar o nome para essa coligação (tipo "geringonça"):

PSILGA, ou mais rápido, pocilga

Citação de BrunoCardoso, há 1 hora:

Pronto para ser liderado por uma coligação de direita PSD IL e Chega

Eu já posso partir e inventar o nome para essa coligação (tipo "geringonça"):

PSILGA, ou mais rápido, pocilga

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Citação de IlidioMA, há 12 horas:

ó, coisas de cortesia que o nosso amigo Costinha, o magnânimo, aceita pôr no OE só para que ninguém diga que ele com a maioria absoluta virou ditador (bem, a turma que inventou o xuxalismo, há-de dizê-lo na mesma, de manhã à noite, com a ou sem maioria absoluta.)

também ajuda o Livre ter feito coligação com o PS em Lisboa, por acaso os cabeças de lista até eram o Rui Tavares e o o Medina.

Citação de Sandes., há 10 horas:

Eu já posso partir e inventar o nome para essa coligação (tipo "geringonça"):

PSILGA, ou mais rápido, pocilga

Eu já posso partir e inventar o nome para essa coligação (tipo "geringonça"):

PSILGA, ou mais rápido, pocilga

mas quem vai fazer coligação é o PS ou o PSD?

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Citação de Puto Perdiz, há 4 minutos:

também ajuda o Livre ter feito coligação com o PS em Lisboa, por acaso os cabeças de lista até eram o Rui Tavares e o o Medina.

mas quem vai fazer coligação é o PS ou o PSD?

Não me estragues o trocadilho

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