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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de HappyKing, há 2 horas:

Queres explicar este ponto Jimpo?

Estamos a falar ainda do governo que, por exemplo, aumentou a dívida pública de 107% do PIB em 2011 para 131% do PIB em 2015 certo?

TAP? Familygate? Galamba, tudo relacionado com o Cabrita, etc etc. 

 

Muita coisa foi mal feita com o Passos de Coelho. Já não me lembro, se calhar estou aqui a invocar mentiras, mas tenho na cabeça que o lema de muita gente à esquerda, certos políticos à cabeça, era de "não pagamos". E o que quero dizer é que foi esse governo com as medidas que foram impostas que devolveu a Portugal a credibilidade de ser um país que paga as suas dividas e como tal mais atractivo para o investimento estrangeiro que tem sido o único motor deste governo. 

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Citação de Jimpo, há 10 minutos:

TAP? Familygate? Galamba, tudo relacionado com o Cabrita, etc etc. 

Se formos por aí, pelos casos e casinhos, o que não faltaram foram casos no governo de Passos. De resto, eu estou muito curioso se o futuro inevitável governo de direita terá o mesmo grau de escrutínio e o mesmo tipo de escrutínio que existe ao dia de hoje pelos órgãos de comunicação social. É, de resto, um ponto que o Pacheco Pereira tem falado recentemente, porque parece-me óbvio que o nível de escrutínio e o tipo que é feito é muito maior do que em governos anteriores. 

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Citação de HappyKing, há 2 minutos:

Se formos por aí, pelos casos e casinhos, o que não faltaram foram casos no governo de Passos. De resto, eu estou muito curioso se o futuro inevitável governo de direita terá o mesmo grau de escrutínio e o mesmo tipo de escrutínio que existe ao dia de hoje pelos órgãos de comunicação social. É, de resto, um ponto que o Pacheco Pereira tem falado recentemente, porque parece-me óbvio que o nível de escrutínio e o tipo que é feito é muito maior do que em governos anteriores. 

e eu só espero é que continue igual ou muito maior. 

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Citação de HappyKing, há 10 minutos:

Se formos por aí, pelos casos e casinhos, o que não faltaram foram casos no governo de Passos. De resto, eu estou muito curioso se o futuro inevitável governo de direita terá o mesmo grau de escrutínio e o mesmo tipo de escrutínio que existe ao dia de hoje pelos órgãos de comunicação social. É, de resto, um ponto que o Pacheco Pereira tem falado recentemente, porque parece-me óbvio que o nível de escrutínio e o tipo que é feito é muito maior do que em governos anteriores. 

Manda ai os casos e casinhos com o nivel de podridão dos deste governo. Ah...ainda tou á espera da tua analise sobre a divida publica, e a comparação do seu aumento no governo do Passos e dos outros governos.

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Citação de Jimpo, há 1 hora:

É capaz. O que sei é que comecei a trabalhar em 2011, juntei-me em 2014 e tive de emigrar em 2017. 

Quem te ouve pensa que emigraste em 57 ou 67.

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Citação de HappyKing, há 3 horas:

Queres explicar este ponto Jimpo?

Estamos a falar ainda do governo que, por exemplo, aumentou a dívida pública de 107% do PIB em 2011 para 131% do PIB em 2015 certo?

Não deixando de ser verdade, é uma tendência que vinha de trás e que até desacelerou no governo Passos, se se mantivesse no ritmo do tempo Sócrates ficaria nos 150% ou algo do género. Não muito longe do que foi o cenário grego.

Editado por Ticampos

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Citação de Liberblue, há 29 minutos:

 

O governo PSD-CDS agravou o peso da dívida, em média, em mais nove pontos percentuais do PIB por trimestre face a igual período homólogo. Encontra-me quantos governos o fizeram a esse nível. 

___

Sobre os casos e casinhos podíamos visitar a trapalhada da Tecnoforma, Relvas,  as suspeitas de corrupção em financiamento da sua campanha, etc. A importância dada vai de cada um. (E isto como referi antes, com um nível de escrutínio incomparavelmente inferior ao que existe ao dia de hoje).

Citação de Ticampos, há 5 minutos:

e que até desacelerou no governo Passos, se se mantivesse no ritmo do tempo Sócrates ficaria nos 150% ou algo do género.

Não é verdade.

O que Passos não disse: dívida cresceu mais rápido no seu governo (dinheirovivo.pt)

Em todo o caso, é útil ver como progrediu, em média, o rácio oficial, o indicador que serve para avaliar o país e que serve de bitola no Pacto Orçamental europeu. Uma vez mais, PSD-CDS agravaram muito mais rapidamente o peso da dívida. Em média, mais nove pontos percentuais do PIB por trimestre face a igual período homólogo. O agravamento no tempo do PS foi de seis pontos percentuais.

Editado por HappyKing

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Citação de HappyKing, há 1 minuto:

O governo PSD-CDS agravou o peso da dívida, em média, em mais nove pontos percentuais do PIB por trimestre face a igual período homólogo. Encontra-me quantos governos o fizeram a esse nível. 

___

Sobre os casos e casinhos podíamos visitar a trapalhada da Tecnoforma, Relvas,  as suspeitas de corrupção em financiamento da sua campanha, etc. A importância dada vai de cada um.

Não é verdade.

O que Passos não disse: dívida cresceu mais rápido no seu governo (dinheirovivo.pt)

Em todo o caso, é útil ver como progrediu, em média, o rácio oficial, o indicador que serve para avaliar o país e que serve de bitola no Pacto Orçamental europeu. Uma vez mais, PSD-CDS agravaram muito mais rapidamente o peso da dívida. Em média, mais nove pontos percentuais do PIB por trimestre face a igual período homólogo. O agravamento no tempo do PS foi de seis pontos percentuais.

Como é que não é verdade?

Os altos e baixos da dívida pública portuguesa – ECO

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Citação de Ticampos, há 1 minuto:

Como é que não é verdade?

Tu falaste em ritmo de subida e não em quantidade.

Há dois dados factuais:

1) Sócrates agravou o rácio oficial em 46,7 pontos percentuais do PIB (quase 100 mil milhões de euros); Passos "apenas" 20 pontos (30,3 mil milhões de euros).

2) PSD-CDS agravaram muito mais rapidamente o peso da dívida. Em média, mais nove pontos percentuais do PIB por trimestre face a igual período homólogo. O agravamento no tempo do PS foi de seis pontos percentuais.

É só ler o que está no link (estes dados são de lá).

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Citação de whatever, há 9 minutos:

Quem te ouve pensa que emigraste em 57 ou 67.

Ainda tu não me ouviste a falar mal destes malditos franceses! 

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Citação de HappyKing, há 4 minutos:

Tu falaste em ritmo de subida e não em quantidade.

Há dois dados factuais:

1) Sócrates agravou o rácio oficial em 46,7 pontos percentuais do PIB (quase 100 mil milhões de euros); Passos "apenas" 20 pontos (30,3 mil milhões de euros).

2) PSD-CDS agravaram muito mais rapidamente o peso da dívida. Em média, mais nove pontos percentuais do PIB por trimestre face a igual período homólogo. O agravamento no tempo do PS foi de seis pontos percentuais.

Se estiveres a descontar os primeiros 2/3 anos do mandato Sócrates em que as coisas no país ainda estavam a andar bem ya. E se contares com os 2 primeiros anos do mandato Passos em que tinhas um país em modo bancarrota, então ya, tens razão.
Acho que não olhar para esse contexto é desvirtuar totalmente a discussão.
Acreditas sinceramente que o PS teria controlado melhor a dívida pública no período 2011-15? Isto contando já com a inevitável queda do PIB que afeta o rácio?

Editado por Ticampos
  • Concordo! 1

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Citação de Ticampos, Agora:

Se estiveres a descontar os primeiros 2/3 anos do mandato Sócrates em que as coisas no país ainda estavam a andar bem ya. E se contares com os 2 primeiros anos do mandato Passos em que tinhas um país em modo bancarrota, então ya, tens razão.

 

 

Os dados que apresentei são do link que coloquei e são factos. Sócrates aumentou mais em termos percentuais, Passos aumentou mais depressa.

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Citação de HappyKing, há 2 minutos:

 

 

Os dados que apresentei são do link que coloquei e são factos. Sócrates aumentou mais em termos percentuais, Passos aumentou mais depressa.

O que pouco nos diz se não for analisado o contexto... Faz lembrar quem elogiou na América os 3 primeiros anos do mandato Trump na economia, apenas porque os EUA tiveram a continuação das tendências positivas que vinham do Obama. Quando quem teve o mérito de colocar a economia a andar foi o Obama. E o outro não fez um raio de um cu.

Editado por Ticampos

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Citação de Ticampos, há 10 minutos:

Acreditas sinceramente

O @IlidioMA resumiu muito bem aquilo que acredito e de uma forma que não o conseguiria fazer neste post:

Citação de IlidioMA, há 2 horas:

estás a focar-te apenas num dos pontos, mas esse razão tem dois vectores, embora coloquialmente a gente fale sempre de dívida pública. É a dívida pública, por confrontação com o PIB.

Toda a gente fala sempre de reduzir a dívida, aumentar a dívida, e nunca se fala do assunto pelo outro vector, o PIB. O governo PAF podia ter feito de tudo para reduzir a dívida, mas ela é medida - no que interessa - por confronto com o PIB e as suas medidas/medias da troika causaram uma estagnação, vero retrocesso!, de actividade económica que estávamos perante um Sísifo Coelho, a carregar o calhau para ficarmos igual, porque a dívida podia descer, mas o PIB também, porque havia muito menos actividade económica, muito mais desemprego, muito mais gente sem produzir, economia sem bulir, voltávamos ao mesmo lugar, senão sempre a piorar.

 

O Costa não é que tenha feito grande coisa pela dívida, não muito diferente da receita PAF - aliás, é condão do Costa não fazer grande coisa XD - mas fez (ou presidiu a um período em que) algo pelo PIB, com o boom do turismo, redução drástica do desemprego. Aumenta a actividade económica, milagre, diminui a dívida. Claro que sim, aumenta o PIB e a dívida é sempre medida pelo PIB, visto a esta distância, não é compreensível que aquelas cabeças pensantes da Troika, FMI, essa malta toda com os modelos e os gráficos na cabeça e quê, não tenha percebido que impor austeridade tão agressiva a uma economia ia sufocar o PIB que essa economia produz, e, sine quae non, frustrar qualquer esforço de reduzir a dívida. Custa-me imaginar que eles tenham pensado no problema desta maneira tão simplista que a gente tipicamente faz "como é que está a dívida?" sempre olvidando da segunda parte "como é que está o PIB"?

 

Mas não, não acredito que o PS de Sócrates tenha gerido melhor a dívida pública. O que digo é que um governo que tinha esse, as contas certas, como objetivo máximo e único falhou de forma considerável. 

Editado por HappyKing
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Citação de HappyKing, há 2 minutos:

O @IlidioMA resumiu muito bem aquilo que acredito e de uma forma que não o conseguiria fazer neste post:

 

Mas não, não acredito que o PS de Sócrates tenha gerido melhor a dívida pública. O que digo, é que um governo que tinha esse, as contas certas, como objetivo máximo e único falhou de forma considerável. 

Para mim - isto é o meu modo de ver - o governo PAF foi um governo com resultados mistos. Que não conseguiu de todo colocar Portugal nos eixos. Mas que conseguiu inverter na parte final do mandato alguns problemas que vinham de trás e que continuaram a agravar-se no início do seu mandato na altura 2011-13, como o défice, crescimento do PIB e desemprego. Lembrar que em 2012 o crescimento do PIB foi -4.1% e saíram com 1.8% de crescimento do PIB. Lembrar que em 2013 o desemprego era 17.1% e acabou em 2015 com 12.9%, lembrar que em 2012 o défice era 7.4% e em 2015 era 4.4%.  Na Balança comercial as importações aumentaram de 68,2 para 71,3 enquanto as exportações aumentaram de 61.6 para 73.8
Se agiu com as políticas certas e tendo um governo exemplar? Claro que não. Só viam um caminho de austeridade, que era o correto e não podia ser questionado na forma e conteúdo e ritmo de modo algum.

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Citação de Jimpo, há 2 horas:

É capaz. O que sei é que comecei a trabalhar em 2011, juntei-me em 2014 e tive de emigrar em 2017. 

Só pode ter sido culpa do maldito governo socialista das esquerdas. 

Este argumento é irrefutável.

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Citação de Mayday, há 9 minutos:

Só pode ter sido culpa do maldito governo socialista das esquerdas. 

Este argumento é irrefutável.

Esqueci-me que esse argumento só era válido para o governo do Paços. Sabendo o que sei hoje devia ter ido mais cedo isso é certo, logo ali em 2011

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Citação de Jimpo, há 4 minutos:

Esqueci-me que esse argumento só era válido para o governo do Paços. Sabendo o que sei hoje devia ter ido mais cedo isso é certo, logo ali em 2011

w0UPUxb.jpeg

UvrNFzJ.jpeg

I3udLay.jpeg

Lanço-te o desafio de tentares adivinhar quais os cinco anos em que o salvador da esquerda foi primeiro-ministro.

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A austeridade é das maiores falácias da era moderna. Alguns "sábios" que vivem nas suas mansões, com os seus ordenados com alguns zeros à direita (ou muitos), que não percebem nada do "mundo real" acreditam piamente que a melhor forma de atingir equilíbrio económico é dar cabo da economia com mais e mais impostos e privatizando tudo o que é setor estratégico porque como toda a gente sabe o privado é que é bom e o público é o inferno na terra. Se a nossa dívida era e é elevada? Sim, claro. Mas o grande problema da nossa dívida não foi e não é a sua dimensão, mas a forma como é tratada no plano geral. A União Europeia (vulgo Alemanha) deixou cair Portugal e a Grécia por serem países pequenos e que não valiam a pena o esforço de debater seriamente a necessidade de emissão conjunta de dívida. Uma espécie de castigo porque somos uns bebedolas que gostam de sol e praia e que não sabem parar de se endividar, sendo que a Alemanha se esqueceu da forma como conseguiu crescer economicamente (alguém falou em perdão de dívida?). A narrativa da altura da Troika era: não há alternativa ou é assim ou é assim. E Passos Coelho abraçou isso com toda a força e quis até ir mais além. A questão é que havia alternativa, uma alternativa federalista que a Alemanha mandou sempre para as urtigas. Se Portugal tem problemas estruturais? Tem sim senhor! A começar nos salários miseráveis que não vêm de agora, ao desperdício do dinheiro público (é óbvio que existe), a uma elite pequena, e que controla todo o aparelho de Estado. Agora, a União Europeia não deveria servir apenas para ditar percentagens de défice e dívida. Mas como a Alemanha precisa da União para ter mercado e vender os seus produtos, mantém-se nela e toda a gente a deixa mandar a seu belo prazer. Estive em Bruxelas em fevereiro, nas instituições europeias e não é à toa que a frase que se mais ouve é: "se a Alemanha deixar..." 

Editado por Lifehouse
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Citação de Lifehouse, há 10 minutos:

A austeridade é das maiores falácias da era moderna. Alguns "sábios" que vivem nas suas mansões, com os seus ordenados com alguns zeros à direita (ou muitos), que não percebem nada do "mundo real" acreditam piamente que a melhor forma de atingir equilíbrio económico é dar cabo da economia com mais e mais impostos e privatizando tudo o que é setor estratégico porque como toda a gente sabe o privado é que é bom e o público é o inferno na terra. Se a nossa dívida era e é elevada? Sim, claro. Mas o grande problema da nossa dívida não foi e não é a sua dimensão, mas a forma como é tratada no plano geral. A União Europeia (vulgo Alemanha) deixou cair Portugal e a Grécia por serem países pequenos e que não valiam a pena o esforço de debater seriamente a necessidade de emissão conjunta de dívida. Uma espécie de castigo porque somos uns bebedolas que gostam de sol e praia e que não sabem parar de se endividar, sendo que a Alemanha se esqueceu da forma como conseguiu crescer economicamente (alguém falou em perdão de dívida?). A narrativa da altura da Troika era: não há alternativa ou é assim ou é assim. E Passos Coelho abraçou isso com toda a força e quis até ir mais além. A questão é que havia alternativa, uma alternativa federalista que a Alemanha mandou sempre para as urtigas. Se Portugal tem problemas estruturais? Tem sim senhor! A começar nos salários miseráveis que não vêm de agora, ao desperdício do dinheiro público (é óbvio que existe), a uma elite pequena, e que controla todo o aparelho de Estado. Agora, a União Europeia não deveria servir apenas para ditar percentagens de défice e dívida. Mas como a Alemanha precisa da União para ter mercado e vender os seus produtos, mantém-se nela e toda a gente a deixa mandar a seu belo prazer. Estive em Bruxelas em fevereiro, nas instituições europeias e não é à toa que a frase que se mais ouve é: "se a Alemanha deixar..." 

dá-lhe camarada!

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Citação de IlidioMA, há 1 minuto:

dá-lhe camarada!

Isso! Só quem é de "esquerda" é que pensa assim 😂

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Citação de Jimpo, há 20 minutos:

Esqueci-me que esse argumento só era válido para o governo do Paços. Sabendo o que sei hoje devia ter ido mais cedo isso é certo, logo ali em 2011

Bastaram dois anos de geringonça para te destruir a vida. 

Porque quatro de PAF não o fizeram. 

Estamos quase a saber que foi o Antonio Costa que te lesionou e acabou com a tua carreira futebolistica. 

  • Haha 2

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Citação de Black Hawk, há 14 minutos:

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Lanço-te o desafio de tentares adivinhar quais os cinco anos em que o salvador da esquerda foi primeiro-ministro.

E calhou na altura em que muitas pessoas perderam a casa devido ao backlash do subprime dos Estados Unidos e curiosamente em Portugal entre 2017 até agora continuam pessoas com ordenados de 2500 euros a endividar-se com apartamentos de 300 mil para cima a 40 anos. Quase que aposto com que governos é que essas pessoas vão perder a casa e ter de ir para fora endireitar a vida. 

Mas antes, entre 2017 e 2020 é que se estava bem, porque é essa a narrativa. 
Um fisioterapeuta ganha o mesmo, ou muito pouco a mais do que ganhava em 2011. Um curso com 4 anos de estudo na universidade mais todas as formações que tiram à parte que não são dadas por ninguém para poderem ser contratados para ganhar entre 1000 euros a 1200 por mês isto se não estiverem a recibos verdes que na minha altura eram 6 euros à hora sem descontos.

Enquanto isso o ordenado mínimo passou de 485 euros por mês para 700 euros por mês. Ou seja, um fisioterapeuta que ganhava o dobro do salário mínimo passa a ganhar só mais 300 euros por mês que o salário mínimo. Os enfermeiros também não é muito diferente tal como noutras profissões da saúde. O que tem acontecido é que o salário mínimo tem subido, ótimo, mas em vez de se manter este gap entre classe média e infelizmente, quem ganha menos porque são trabalhos menos especializados, esse gap está a deixar de existir criando... mais "pobres". 

Não esquecer que tem sido criado muito emprego na área de informática, hoje em dia tudo se tem virado para web developper. Eu próprio se tivesse continuado em Portugal já teria feito uma academia de código ou algo parecido. Tenho gente na família que o fez depois de ter passado 6 anos como eletricista de carros e quando acabou o curso nem precisou de enviar CVS, há muita procura nessa área o que faz com que não precisem de ir para fora. Mas isto não é trabalho do governo no sentido de guiar os estudantes para o que é preciso no mercado de trabalho. Continuamos a formar 50 mil enfermeiros para 2 mil vagas (números ao ar, só para criar um ponto de profissões em que se forma demasiado sem necessidade)

Citação de Mayday, há 18 minutos:

Bastaram dois anos de geringonça para te destruir a vida. 

Porque quatro de PAF não o fizeram. 

Estamos quase a saber que foi o Antonio Costa que te lesionou e acabou com a tua carreira futebolistica. 

Por exemplo a renda de um T2 onde estava que era de 350 euros na zona de Carcavelos em 2011 ter passado para 600 euros em 2017 foi uma das causas tal como não haver aumento no meu salário. 

A carreira de futebolista foi acabada porque era fraco, tal como a de comediante. 

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Aparentemente a culpa dos salários não subirem ao ritmo do salário mínimo é do governo que aumenta o salário mínimo.

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Citação de Cannonball, há 2 minutos:

Aparentemente a culpa dos salários não subirem ao ritmo do salário mínimo é do governo que aumenta o salário mínimo.

Que medidas, leis, esforços é que o governo toma para que isso não aconteça?

Ou o governo só existe, gere e cria condições para quem tem salário mínimo?

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