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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de andriy pereplyotkin, há 2 minutos:

O maior erro da Mariana - talvez por inexperiência nesta posição - foi ter contado uma história que daria azo a interpretações sem se aperceber que toda a sua campanha poderia ser engolida por um fenómeno destes. Já pouco importa o que disse realmente, as prestações nos restantes debates ou o programa do partido. O sucesso/insucesso do Bloco parece cada vez mais dependente do controlo da narrativa de uma história que ela poderia ter preparado de forma diferente.

Que aprenda, que faz falta.

Foi com demasiada sede ao pote para gerar empatia com esse grupo fundamental do eleitorado.

Admito que no Bloco haja consciência que a sua presença pública normalmente agressiva não conquiste admiradores junto da população mais idosa que aprecia mais as figuras fofinhas, sorridentes e simpáticas e há que fazer algo.

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Citação de Jimpo, há 49 minutos:

E no entanto tenho as minhas dúvidas de que vivem com menos dificuldades agora. 

Estamos mesmo a comparar um período em que tem ocorrido diversos apoios excepcionais a essas pessoas para além de aumentos extraordinários com períodos em que essas pensões foram efetivamente cortadas?

 

Editado por HappyKing
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Citação de Jimpo, há 42 minutos:

E no entanto tenho as minhas dúvidas de que vivem com menos dificuldades agora. 

Uma coisa é viver com dificuldades, outra é viver com o medo de mais e mais cortes, entrar em pânico de cada vez que o Passos Coelho falava ao país. Nunca mais tinha pensado nisto mas na altura lidei com imensos idosos que estavam a ficar com problemas psicológicos devido a essa situação.

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Citação de Plagio o Original, há 1 minuto:

Que absoluta parvoíce de história sem importância nenhuma. Parece a história do neto do sapateiro

Vou pegar neste post para falar de um assunto que tem dominado a agenda política desta pré-campanha já no terreno.

É, exatamente, um assunto sem importância nenhuma: o campeonato da preparação.

Eu quero lá saber se os candidatos a PM estão preparados ou não para assumir funções. Quero é que eles sejam competentes para o cargo. E isso só se avalia na prática. Mas eles andam entretidos a acusar o outro de não estar preparado. E até aparece pelo meio o Ventura (aparece sempre nos assuntos da moda) a discutir a preparação dos outros quando ele é, notoriamente, o menos preparado de todos.

Em 2022 tivemos eleições em que se perfilavam dois políticos indiscutivelmente preparados para o cargo. O povo deu a um deles, o mais preparado, uma maioria absoluta.

Sendo a primeira prova de preparação ou impreparação de um PM a capacidade que ele tem em constituir uma equipa governativa, o que é que se viu? O Governo mais fraco que há memória. Que resultou numa imensidão de substituições em ano e meio. "Contratando" sempre num grupo exclusivo de pessoas da sua confiança. Sendo mais de metade dos Ministros completas nulidades.

Não sei se já notaram mas nós estamos, neste momento, sem Governo. Não é um Governo de Gestão, é mesmo ausência de Governo. Há ministros como o da Economia, da Ciência, da Cultura, do Trabalho, da Coesão, da Justiça, da Defesa, da Habitação, da Educação, da Presidência que pura e simplesmente não existem ou estão em plena campanha. Lá vai aparecendo regularmente o da Saúde a tentar remendar o que não foi feito, o da Administração Interna quando os polícias gritam mais alto ou a pobre rapariga da Agricultura a distribuir trocos quando os tratores invadem as auto-estradas com o das Finanças a gabar-se das contas certas. E, claro, o Costa no papel de ministro das Infraestruturas a lançar primeiras pedras. Se é para isto então prefiro que venha um PM sem preparação.

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Citação de Descartes, há 11 minutos:

Não sei se já notaram mas nós estamos, neste momento, sem Governo

Eu percebo o teu ponto mas tenho a convicção que se esses ministros viessem a terreno mostrar que, mesmo em gestão, se tem feito coisas seriam acusados de estar a fazer campanha através do seu cargo e a comprar votos com aqueles anúncios.

Exemplo concreto do que me refiro para mostrar que seria assim:

https://sicnoticias.pt/especiais/eleicoes-legislativas/2024-02-16-AD-acusa-ministro-da-Economia-de-fazer-campanha-com-meios-do-Estado-a167d2d5

AD acusa ministro da Economia de fazer campanha com meios do Estado

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Citação de HappyKing, há 11 minutos:

Eu percebo o teu ponto mas tenho a convicção que se esses ministros viessem a terreno mostrar que, mesmo em gestão, se tem feito coisas seriam acusados de estar a fazer campanha através do seu cargo e a comprar votos com aqueles anúncios.

E depois? É isso que é suposto que eles façam se tiverem mesmo interesse em ganhar as eleições. Claro que serão acusados de eleitoralismo mas não há registos de algum partido ter perdido eleições por ter tomado medidas eleitoralistas, muito pelo contrário.

Mas eu nem pedia isso. Peço apenas comentários sobre os assuntos na ordem do dia. Quero saber o que pensam os governantes sobre as matérias que tutelam. Gostava saber o que tem a dizer a ministra da Justiça sobre o seu funcionamento e necessidade de reformas, o que tem a dizer o ministro do Ambiente sobre o lítio e o hidrogénio, o que o ministro da Cultura tem programado para as comemorações dos 50 anos do 25 de Abril e como justifica a ausência de qualquer evento relacionado com os 500 anos do nascimento do Camões, o que o ministro da Educação tem a dizer sobre os resultados preocupantes do PISA e os números do abandono escolar, como a ministra do Trabalho comenta o crescimento nos últimos meses do número de desempregados, que a ministra da Presidência atualize a informação sobre a execução do PRR e por aí fora. Em suma, gostava de saber que temos Governo. Mas não temos.

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No seguimento do campeonato da preparação quero colocar "em cima da mesa" outro assunto que tem igualmente dominado a agenda nos últimos dias. Este sim de grande importância: a governabilidade.

Tem estado na ordem do dia a exigência de cada um dos 2 principais candidatos para que o outro diga o que vai fazer após as eleições no sentido da governabilidade ou ingovernabilidade do país, face aos vários cenários pós-eleitorais. Sempre com a ameaça do Chega presente. É claro que a discussão e o comentário a esse propósito anda à volta das táticas políticas de cada um. Tentando apanhar contradições ou deslizes que possam suscitar a dúvida sobre se há ou não intenções de abrir a porta do poder aos extremistas.

Toda a discussão me parece muito confusa até agora e não vejo grande necessidade disso. Para mim há 4 cenários que são os mais prováveis. Já sabemos, pelas declarações entretanto proferidas, o que fará o PS em todos eles. E sabemos o que fará a AD em 3 deles. Resta um cenário em que o Luís Montenegro não se compromete. E nem vai fazê-lo até 10 de março. Os cenários são os seguintes:

1 - PS ganha as eleições com maioria de esquerda no Parlamento

Não há qualquer dúvida. Seja com maioria absoluta (cenário de 2022), seja com acordo com os partidos de esquerda (cenário de 2019), o PS forma governo e a AD não desempenha qualquer papel no que respeita à governabilidade do país.

2 - AD ganha as eleições com maioria de esquerda no Parlamento

Também não existe qualquer dúvida. É o cenário de 2015 e o PNS já foi claro. A AD forma governo. O PS apresenta ou acompanha uma moção de rejeição. A esquerda vota em bloco. O Governo AD cai e o PS apresenta uma alternativa de governo. É a geringonça 2.0.

3 - AD ganha as eleições com maioria de direita do Parlamento

É um cenário mais complicado porque existem duas possibilidades.

3.1 - A AD tem maioria parlamentar sem necessitar do Chega. Não há dúvidas. É o cenário 1 mas ao contrário. A AD forma governo e a posição do PS é irrelevante.

3.2 - A maioria de direita tem que incluir o Chega. Neste caso, como Montenegro afirmou convictamente que "Não é Não!", a AD forma Governo minoritário sem o Chega. PNS afirmou que não apresentará nem acompanhará qualquer moção de rejeição. A AD governa. Pelo menos até à discussão do Orçamento para 2025.

4 - PS ganha as eleições com maioria de direita

O PS forma governo mas depende da AD. E é este o cenário que Luís Montenegro se recusa a dizer o que fará. Tem três alternativas. Ou não inviabiliza o governo minoritário PS. Idêntico ao 3.2 mas ao contrário; ou junta-se ao Chega numa moção de rejeição e apresenta uma alternativa governativa viável. Faltando ao compromisso do "Não é não!"; ou junta-se ao Chega para fazer cair o governo PS mas não apresenta alternativa governativa porque "Não é não!". Neste caso teremos novamente eleições daqui a uns meses.

 

Eu afirmei que Luís Montenegro não vai esclarecer esta questão até 10 de março. E o motivo é simples e tem a ver com outro compromisso que ele já assumiu: se a AD não ganhar as eleições ele deixa a presidência do PSD. Por isso, quem terá que decidir qual das 3 alternativas vai a AD escolher é o seu sucessor. E esse é o perigo para o país. Porque essa pessoa é uma incógnita. E tanto pode ser alguém que viabilize um Governo PS, alguém que não tenha pruridos em avançar para um Governo com o Chega ou alguém que escolha o caos de novas eleições com a perspetiva de um resultado mais favorável.

 

Sim, bem sei que isto ficaria muito bem na campanha do PS mas o problema é deles que não conseguem ser suficientemente claros e escolhem a bagunça do ruído.

Editado por Descartes
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Citação de Genzo, há 8 minutos:

Sim, o Montenegro disse isso mas depois nunca mais o reafirmou. O Nuno Melo também disse que viabilizava um governo minoritário PS numa entrevista mas no dia seguinte foi logo dizer o contrário. O Pedro Duarte também disse o mesmo e corrigiu no dia seguinte.

Ou seja, não há clarificação.

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É ir inviabilizando tudo até chegar ao PAN, depois teremos um governo com um deputado apenas. Acabou a mamata. 

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Citação de Descartes, há 3 minutos:

4 - PS ganha as eleições com maioria de direita

Eu afirmei que Luís Montenegro não vai esclarecer esta questão até 10 de março. E o motivo é simples e tem a ver com outro compromisso que ele já assumiu: se a AD não ganhar as eleições ele deixa a presidência do PSD. Por isso, quem terá que decidir qual das 3 alternativas vai a AD escolher é o seu sucessor. E esse é o perigo para o país. Porque essa pessoa é uma incógnita. E tanto pode ser alguém que viabilize um Governo PS, alguém que não tenha pruridos em avançar para um Governo com o Chega ou alguém que escolha o caos de novas eleições com a perspetiva de um resultado mais favorável.

Teres um porco a andar de bicicleta naquele canal que é detido por um senhor que fundou o psd e aquele jornal que tu gostas é capaz de dar umas indicações do que acontece neste cenário.
Quando o porco diz que quem manda no psd(ou o que quer que tenha sido a expressão) lhe garantiu que com maioria de direita há um governo de direita acredita que essa é a única promessa que ele vai cumprir.

No cenário 3.2 também pões a possibilidade de a direita ganhar as eleições e não aprovar sequer um orçamento. Eu já vi um porco a andar de bicicleta mas se isso acontecer posso finalmente dizer que já vi de tudo.

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Citação de AntiZio, há 5 minutos:

Teres um porco a andar de bicicleta naquele canal que é detido por um senhor que fundou o psd e aquele jornal que tu gostas é capaz de dar umas indicações do que acontece neste cenário.
Quando o porco diz que quem manda no psd(ou o que quer que tenha sido a expressão) lhe garantiu que com maioria de direita há um governo de direita acredita que essa é a única promessa que ele vai cumprir.

No cenário 3.2 também pões a possibilidade de a direita ganhar as eleições e não aprovar sequer um orçamento. Eu já vi um porco a andar de bicicleta mas se isso acontecer posso finalmente dizer que já vi de tudo.

O canal para onde o neto do sapateiro foi chorar baba e ranho? Sei muito bem...

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Olha eu feito estúpido a pensar que era uma desgraça promover fascistas! Como pude esquecer que o neto do sapateiro teve direito a chorar baba e ranho? Realmente uma coisa equilibra a outra, eu é que não tinha pensado bem. Quantas lágrimas chorou?

Diria que por cada lágrima do neto podem entrevistar um "organizador de protesto" por uma hora. Gostas desta fórmula para branquear fascistas ou quais cálculos fazes? 
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Eu ate nem tenho grande simpatia pelo Bloco mas sinceramente que crl interessa essa historia da avo?

O problema das rendas dos pensionistas 'e um problema real, tendo a avo dela esse problema ou nao. Podia ter criado uma "melhor" narrativa? Podia, mas o tempo despendido em discutir estes temas quando o Ventura e outros disparam uma destas a nivel diario, 'e de um ridiculo impressionante.

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Citação de Descartes, há 1 hora:

No seguimento do campeonato da preparação quero colocar "em cima da mesa" outro assunto que tem igualmente dominado a agenda nos últimos dias. Este sim de grande importância: a governabilidade.

Tem estado na ordem do dia a exigência de cada um dos 2 principais candidatos para que o outro diga o que vai fazer após as eleições no sentido da governabilidade ou ingovernabilidade do país, face aos vários cenários pós-eleitorais. Sempre com a ameaça do Chega presente. É claro que a discussão e o comentário a esse propósito anda à volta das táticas políticas de cada um. Tentando apanhar contradições ou deslizes que possam suscitar a dúvida sobre se há ou não intenções de abrir a porta do poder aos extremistas.

Toda a discussão me parece muito confusa até agora e não vejo grande necessidade disso. Para mim há 4 cenários que são os mais prováveis. Já sabemos, pelas declarações entretanto proferidas, o que fará o PS em todos eles. E sabemos o que fará a AD em 3 deles. Resta um cenário em que o Luís Montenegro não se compromete. E nem vai fazê-lo até 10 de março. Os cenários são os seguintes:

1 - PS ganha as eleições com maioria de esquerda no Parlamento

Não há qualquer dúvida. Seja com maioria absoluta (cenário de 2022), seja com acordo com os partidos de esquerda (cenário de 2019), o PS forma governo e a AD não desempenha qualquer papel no que respeita à governabilidade do país.

2 - AD ganha as eleições com maioria de esquerda no Parlamento

Também não existe qualquer dúvida. É o cenário de 2015 e o PNS já foi claro. A AD forma governo. O PS apresenta ou acompanha uma moção de rejeição. A esquerda vota em bloco. O Governo AD cai e o PS apresenta uma alternativa de governo. É a geringonça 2.0.

3 - AD ganha as eleições com maioria de direita do Parlamento

É um cenário mais complicado porque existem duas possibilidades.

3.1 - A AD tem maioria parlamentar sem necessitar do Chega. Não há dúvidas. É o cenário 1 mas ao contrário. A AD forma governo e a posição do PS é irrelevante.

3.2 - A maioria de direita tem que incluir o Chega. Neste caso, como Montenegro afirmou convictamente que "Não é Não!", a AD forma Governo minoritário sem o Chega. PNS afirmou que não apresentará nem acompanhará qualquer moção de rejeição. A AD governa. Pelo menos até à discussão do Orçamento para 2025.

4 - PS ganha as eleições com maioria de direita

O PS forma governo mas depende da AD. E é este o cenário que Luís Montenegro se recusa a dizer o que fará. Tem três alternativas. Ou não inviabiliza o governo minoritário PS. Idêntico ao 3.2 mas ao contrário; ou junta-se ao Chega numa moção de rejeição e apresenta uma alternativa governativa viável. Faltando ao compromisso do "Não é não!"; ou junta-se ao Chega para fazer cair o governo PS mas não apresenta alternativa governativa porque "Não é não!". Neste caso teremos novamente eleições daqui a uns meses.

 

Eu afirmei que Luís Montenegro não vai esclarecer esta questão até 10 de março. E o motivo é simples e tem a ver com outro compromisso que ele já assumiu: se a AD não ganhar as eleições ele deixa a presidência do PSD. Por isso, quem terá que decidir qual das 3 alternativas vai a AD escolher é o seu sucessor. E esse é o perigo para o país. Porque essa pessoa é uma incógnita. E tanto pode ser alguém que viabilize um Governo PS, alguém que não tenha pruridos em avançar para um Governo com o Chega ou alguém que escolha o caos de novas eleições com a perspetiva de um resultado mais favorável.

 

Sim, bem sei que isto ficaria muito bem na campanha do PS mas o problema é deles que não conseguem ser suficientemente claros e escolhem a bagunça do ruído.

Faltou 5- Ganha o chega

Acho mais ou menos óbvio que vai acontecer o 3.2 ou o 4. Que são os cenários menos claros (tirando.. o cenário 5)

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Citação de noikeee, há 9 minutos:

Faltou 5- Ganha o chega

Acho mais ou menos óbvio que vai acontecer o 3.2 ou o 4. Que são os cenários menos claros (tirando.. o cenário 5)

Ou seja, achas mais ou menos óbvio que vai haver uma maioria de direita. Eu não estou tão certo disso.

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Citação de Axadrezado, há 8 horas:

A bem da verdade entre 2011 e 2015 qualquer pensionista vivia em pânico. 

pa, eu tenho um amigo meu que também ficava todo nervoso quando recebia cartas da senhoria e agora anda a partilhar estas m*rda. E é da minha idade lol.

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Um pequeno aparte da campanha destas últimas semanas:

Estudo da Bruegel classifica Portugal como o 2º pior país da UE em literacia financeira

Sem qualquer surpresa, os países nórdicos aparecem no topo da lista. No outro extremo, apenas a Roménia é pior classificada que Portugal. Não tive tempo para analisar a fundo a amostragem e distribuição demográfica do estudo, mas parece-me ser demasiado simpático/optimista dizerem que " 20% respondeu corretamente a pergunta sobre relação de taxas de juro e os preço de obrigações".

O grupo finaliza com o incentivo aos países da UE para criarem estratégias de literacia financeira, com a sua educação a começar cedo nas escolas. Tendo em conta os argumentos que levaram à rejeição parlamentar da última proposta que tivemos cá, não deixa de ser um pouco irónico.

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Citação de Descartes, há 7 horas:

Ou seja, achas mais ou menos óbvio que vai haver uma maioria de direita. Eu não estou tão certo disso.

Se contarmos com esta nova socialização do Chega... se calhar tens razão 😂

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Citação de kareca, há 1 hora:

Acho curioso que a única questão na qual não tivemos resultados vergonhosos tenha sido esta:

image.png.54c47ab8aac2c513de3d130d5b67c0c2.png

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E termos alguém competente para nos governar? Alguém que ponha o país e portugueses em 1º lugar? Há alguma opção para isso? 😁

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Citação de whatever, há 7 minutos:

Acho curioso que a única questão na qual não tivemos resultados vergonhosos tenha sido esta:

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Portugal é um país super conservador com o seu dinheiro, é tudo super cagado de investir é considerado "jogar na bolsa" (muitos por não terem dinheiro para absolutamente nada quanto mais para investir, mas também muitos por desconhecimento)

Nesta perspectiva é normal que uma pergunta que pergunte "uma coisa que dá dinheiro é o quê?" as pessoas respondam "claro que é mais arriscado", "cá não arrisco em nada só no Euromilhões isso é que vale a pena"

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