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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de Plagio o Original, há 5 minutos:

o @Su1 tinha razão, eu na verdade sou o luis gonçalves, já não me reconheço

eu? onde é que disse isso?

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Eu devo ter uma vida muito aborrecida porque puxando pela cabeça não há grandes esquemas em que pudesse ser implicado. Já o Montenegro e desfiando o novelo é só coisas maradas, a de hoje é que a casa de Espinho teve dois empreiteiros, o primeiro era presidente de uma junta psd, o que acabou a obra tinha a empresa falida. 

Este pessoal não é capaz de fazer nada normal?

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Citação de antifa, há 2 minutos:

Eu devo ter uma vida muito aborrecida porque puxando pela cabeça não há grandes esquemas em que pudesse ser implicado. Já o Montenegro e desfiando o novelo é só coisas maradas, a de hoje é que a casa de Espinho teve dois empreiteiros, o primeiro era presidente de uma junta psd, o que acabou a obra tinha a empresa falida. 

Este pessoal não é capaz de fazer nada normal?

E se li bem, com ligaçoes ao Salvador do Braga.

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Citação de antifa, há 6 minutos:

Eu devo ter uma vida muito aborrecida porque puxando pela cabeça não há grandes esquemas em que pudesse ser implicado. Já o Montenegro e desfiando o novelo é só coisas maradas, a de hoje é que a casa de Espinho teve dois empreiteiros, o primeiro era presidente de uma junta psd, o que acabou a obra tinha a empresa falida. 

Este pessoal não é capaz de fazer nada normal?

Já para não falar no valor que ele declarou que pagou por m2, que ficou abaixo do considerado pela AT.

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Se o nosso PM justificou o que se passou no Martim Moniz com a sensação de insegurança que os portugueses sentem não se poderá meter esse (censurado) nos calabouços da PJ com base na sensação que eu tenho que ele é um corrupto do crl?

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Citação de Jimpo, há 20 minutos:

E se li bem, com ligaçoes ao Salvador do Braga.

 

130338.png

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Citação de Crono, há 1 minuto:

 

130338.png

Estão todos na presença de D10S

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Citação de HappyKing, há 16 horas:

Esta questão claramente fabricada no Observador vai ao encontro disso: fabricar a tese de que a montanha pariu um rato (quando o problema de base e mais grave não era se os serviços foram ou não prestados, sequer).

Montenegro: a montanha de suspeitas pariu um rato? – Observador

Nem sequer tem piada de tão fácil que é prever estes meninos. 

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Cartéis na Saúde lesaram o Estado em 1.500 milhões de euros em 20 anos. Mas perdas reais podem ter sido 10 vezes superiores - CNN Portugal

Os cartéis na saúde lesaram o Estado português em quase 1.500 milhões de euros entre 2003 e 2023, mas o real impacto destes conluios pode ascender aos 15 mil milhões de euros nestas últimas duas décadas, uma vez que somente 10% das infrações é que são detetadas, segundo um estudo da Lisbon Economics, que é apresentado esta quinta-feira no Fórum Saúde XXI, no Estoril. 

Interessante numa altura em que se fala de forma mais ou menos declarada da privatização do sistema de saúde. 

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Tive para lançar este tema há umas semanas atrás mas acabei por não o fazer porque acho que é bastante sensível.

No entanto ao dar uma vista de olhos no site de um jornal tomei conhecimento que Portugal é um dos 3 países europeus que ainda permite a esterilização forçada de menores com deficiência. 

Disclaimer: tenho dificuldade em utilizar alguns termos porque estou mais habituado a utilizar noutra língua/já me esqueci dos termos corretos em português.

Estava a tratar uma sra que trabalha num centro para pessoas com deficiência, alguns vivem em casa dos pais mas durante o dia vêm ao centro e outros vivem nesse tal local sendo totalmente dependentes para gestão de dinheiro, gestão do apartamento, gestão da vida no geral. Essa sra faz parte da gestão de equipas de trabalho, grupos que fazem lavagem industrial e passar a ferro e outros grupos que fazem limpezas em fábricas/cafés/escritórios/etc. Até aqui tudo bem, bom projeto de integração na vida activa para quem tem essa capacidade motora e cognitiva. 

O que me deixa com um sentimento misto foi na questão dos que vivem no tal centro. Contou-me que mesmo os que são "funcionais" em termos físicos, muitos são abandonados pelos pais ficando a viver no centro, têm tutores que lhes controlam/dão dinheiro para poderem gastar, mas vivem com certa liberdade e essa liberdade leva a que haja promiscuidade no centro sem controlo (ninguém os pode (nem deve) impedir) e este sem controlo também acontece em termos da (não) utilização de contraceptivos. 

Sigo também um caso de uma miúda de 13 anos que tem trissomia 18 e que é o fruto de um caso destes, dois antigos alunos desta instituição, que hoje em dia até vivem num apartamento fora da instituição mas continuam com tutores para gerir tudo o que é administrativo e os apoios € do estado pelo handicap que têm, e a rapariga está institucionalizada noutro centro especializado para crianças e só vem a casa a partir de sexta à tarde para passar os fins de semana. 

A questão que tenho é se Portugal é que está errado ou são os outros países como França que estão? 

2 pessoas que não conseguem gerir a própria vida porque têm handicaps mental e físico, vivem de apoios sociais e de toda uma estrutura que os ajuda (sem ela não sei o que seria deles) e ainda têm uma criança que devido à genética nasce com uma condição ainda mais difícil que a dos pais e que tem de ser suportado pelo estado/agentes sociais. 

O lado frio/calculista está do lado da esterilização e que tenham depois disso os actos sexuais que quiserem, o lado "humano" à falta de melhor palavra, acha que cada um deve fazer o que quiser, o problema é que fazer o que quiser pode fazer com que nasçam crianças com mais problemas e mais um peso para estruturas e estado social. 

A sra em questão era claramente a favor da esterilização e eu a falar com ela sentia-me mal com o que estava a pensar e a verbalizar. Tenho pensado nisto e não consigo ter uma opinião sem uma parte de mim se sentir mal. 

 

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Citação de Jimpo, há 26 minutos:

Tive para lançar este tema há umas semanas atrás mas acabei por não o fazer porque acho que é bastante sensível.

No entanto ao dar uma vista de olhos no site de um jornal tomei conhecimento que Portugal é um dos 3 países europeus que ainda permite a esterilização forçada de menores com deficiência. 

Disclaimer: tenho dificuldade em utilizar alguns termos porque estou mais habituado a utilizar noutra língua/já me esqueci dos termos corretos em português.

Estava a tratar uma sra que trabalha num centro para pessoas com deficiência, alguns vivem em casa dos pais mas durante o dia vêm ao centro e outros vivem nesse tal local sendo totalmente dependentes para gestão de dinheiro, gestão do apartamento, gestão da vida no geral. Essa sra faz parte da gestão de equipas de trabalho, grupos que fazem lavagem industrial e passar a ferro e outros grupos que fazem limpezas em fábricas/cafés/escritórios/etc. Até aqui tudo bem, bom projeto de integração na vida activa para quem tem essa capacidade motora e cognitiva. 

O que me deixa com um sentimento misto foi na questão dos que vivem no tal centro. Contou-me que mesmo os que são "funcionais" em termos físicos, muitos são abandonados pelos pais ficando a viver no centro, têm tutores que lhes controlam/dão dinheiro para poderem gastar, mas vivem com certa liberdade e essa liberdade leva a que haja promiscuidade no centro sem controlo (ninguém os pode (nem deve) impedir) e este sem controlo também acontece em termos da (não) utilização de contraceptivos. 

Sigo também um caso de uma miúda de 13 anos que tem trissomia 18 e que é o fruto de um caso destes, dois antigos alunos desta instituição, que hoje em dia até vivem num apartamento fora da instituição mas continuam com tutores para gerir tudo o que é administrativo e os apoios € do estado pelo handicap que têm, e a rapariga está institucionalizada noutro centro especializado para crianças e só vem a casa a partir de sexta à tarde para passar os fins de semana. 

A questão que tenho é se Portugal é que está errado ou são os outros países como França que estão? 

2 pessoas que não conseguem gerir a própria vida porque têm handicaps mental e físico, vivem de apoios sociais e de toda uma estrutura que os ajuda (sem ela não sei o que seria deles) e ainda têm uma criança que devido à genética nasce com uma condição ainda mais difícil que a dos pais e que tem de ser suportado pelo estado/agentes sociais. 

O lado frio/calculista está do lado da esterilização e que tenham depois disso os actos sexuais que quiserem, o lado "humano" à falta de melhor palavra, acha que cada um deve fazer o que quiser, o problema é que fazer o que quiser pode fazer com que nasçam crianças com mais problemas e mais um peso para estruturas e estado social. 

A sra em questão era claramente a favor da esterilização e eu a falar com ela sentia-me mal com o que estava a pensar e a verbalizar. Tenho pensado nisto e não consigo ter uma opinião sem uma parte de mim se sentir mal. 

 

Falando com algum conhecimento de causa, uma vez que a minha mãe trabalha numa escola de ensino especial, partilho que os utentes, na sua maioria são autênticos bebés adultos.

Grande parte das vezes provenientes de famílias altamente desestruturadas e a escola acaba por ser, infelizmente, um depósito. Tanto os que estão a tempo inteiro no lar/internato, como os que são recolhidos e entregues diariamente pelos meios da instituição.

Regra geral são um fardo para os pais, que nem as condições básicas de higiene conseguem/se preocupam em assegurar.

Se por um lado faz sentido que não se permita colocar mais pessoas infelizes e com problemas neste mundo, por outro todos têm direito à vida e essa esterilização de que falas também me parece altamente invasiva da individualidade e privacidade de cada um.

A maioria não tem capacidade cognitiva para adoptar métodos contraceptivos. Como disse, são crianças em corpos de adultos.

Com isto tudo, acabei por não responder a nada, mas este tema acaba por casar um pouco com o aborto em casos de malformações. Se a pessoa vem para sofrer e ser totalmente dependente, talvez seja melhor tentar evitar-se isso.

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Tenho a tua opinião @Jimpo, ou seja, não consigo perceber se o melhor é esterilização ou não.

E nem penso no lado do suporte do Estado dessa criança. É mesmo nessa criança que crescerá sem uns pais funcionais 

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Citação de Jimpo, há 1 hora:

Tive para lançar este tema há umas semanas atrás mas acabei por não o fazer porque acho que é bastante sensível.

No entanto ao dar uma vista de olhos no site de um jornal tomei conhecimento que Portugal é um dos 3 países europeus que ainda permite a esterilização forçada de menores com deficiência. 

Disclaimer: tenho dificuldade em utilizar alguns termos porque estou mais habituado a utilizar noutra língua/já me esqueci dos termos corretos em português.

Estava a tratar uma sra que trabalha num centro para pessoas com deficiência, alguns vivem em casa dos pais mas durante o dia vêm ao centro e outros vivem nesse tal local sendo totalmente dependentes para gestão de dinheiro, gestão do apartamento, gestão da vida no geral. Essa sra faz parte da gestão de equipas de trabalho, grupos que fazem lavagem industrial e passar a ferro e outros grupos que fazem limpezas em fábricas/cafés/escritórios/etc. Até aqui tudo bem, bom projeto de integração na vida activa para quem tem essa capacidade motora e cognitiva. 

O que me deixa com um sentimento misto foi na questão dos que vivem no tal centro. Contou-me que mesmo os que são "funcionais" em termos físicos, muitos são abandonados pelos pais ficando a viver no centro, têm tutores que lhes controlam/dão dinheiro para poderem gastar, mas vivem com certa liberdade e essa liberdade leva a que haja promiscuidade no centro sem controlo (ninguém os pode (nem deve) impedir) e este sem controlo também acontece em termos da (não) utilização de contraceptivos. 

Sigo também um caso de uma miúda de 13 anos que tem trissomia 18 e que é o fruto de um caso destes, dois antigos alunos desta instituição, que hoje em dia até vivem num apartamento fora da instituição mas continuam com tutores para gerir tudo o que é administrativo e os apoios € do estado pelo handicap que têm, e a rapariga está institucionalizada noutro centro especializado para crianças e só vem a casa a partir de sexta à tarde para passar os fins de semana. 

A questão que tenho é se Portugal é que está errado ou são os outros países como França que estão? 

2 pessoas que não conseguem gerir a própria vida porque têm handicaps mental e físico, vivem de apoios sociais e de toda uma estrutura que os ajuda (sem ela não sei o que seria deles) e ainda têm uma criança que devido à genética nasce com uma condição ainda mais difícil que a dos pais e que tem de ser suportado pelo estado/agentes sociais. 

O lado frio/calculista está do lado da esterilização e que tenham depois disso os actos sexuais que quiserem, o lado "humano" à falta de melhor palavra, acha que cada um deve fazer o que quiser, o problema é que fazer o que quiser pode fazer com que nasçam crianças com mais problemas e mais um peso para estruturas e estado social. 

A sra em questão era claramente a favor da esterilização e eu a falar com ela sentia-me mal com o que estava a pensar e a verbalizar. Tenho pensado nisto e não consigo ter uma opinião sem uma parte de mim se sentir mal. 

 

Isto é daqueles temas em que só de pensar faz-me sentir desconfortável.

Talvez seja um pouco cobarde, mas prefiro não pensar e ficar neutro do que escolher um lado.

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eu cá não faço ideia em quem votar. Desde a adolescência que votava PCP. Mas de há uns anos a esta parte não consigo. Não só por ser europeísta e eles não, como por haver um cheiro a bafio que vem da Soeiro Pereira Gomes, e quer dizer, a gota de água é a situação da Ucrânia, não era preciso irem à fronteira da Polónia buscar refugiados ucranianos nem mandarem cartas-bomba endereçadas ao Kremlin, mas um simples reconhecer que foi a Rússia que invadiu e que invadir para conquistar território não é baril, era o mínimo!

Votei Livre (Joacina) mas arrependi-me. Ainda assim voltei para votar quando foi o Tavares. Nas últimas eleições votei PêNuno.

Sucede que o Livre é um bocado o Chega da Esquerda, apenas e só no facto de ser um projecto unipessoal. Há o Tavares, que é um sábio e faz falta ao parlamento, mas eu não quero ser um Chegano da Esquerda que, por gostar muito do líder, lhe dou mais 49 amigos (cada um menos merecedor de ser deputado que o outro) para o acompanharem. Ou seja, eu gosto do Tavares, gosto das ideias do Livre assim genericamente, mas não sei mais nada sobre o partido para querer que tenham uma bancadona parlamentar.

Quanto ao PêNuno, tem-me desiludido. Quer dizer, eu já desconfiava que ele seria pior líder da oposição que - imagino - PM. Ele é um gajo de fazer, de rasgar país, de bater punho estatalmente, não é de ficar a gerir timings e tácticas no Parlamento, num jogo de ténis com o PM. Não estou motivado para votar nele, se o fizer, vai ser sempre para ver se o Luís Montesolverde não fica lá, ainda por cima pseudo-legitimado pelas urnas, um PM em exercício que tem patrocínios na farda tipo piloto de F1.

Editado por IlidioMA
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Se as eleições fossem hoje, bastava o PAN meter no programa "SNS para Pets" que eu votava neles

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Citação de Petar Musa, há 2 minutos:

Se as eleições fossem hoje, bastava o PAN meter no programa "SNS para Pets" que eu votava neles

Por que não IL/PSD?

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Citação de Jamarcus, há 7 minutos:

Por que não IL/PSD?

Nunca votei IL desde que foi para lá o Rui Rocha. Não gosto do rumo que o partido tomou, sendo tomado por aqueles moços,  como o Blanco, sem grande noção de onde vivem.

E agora que o partido cresceu, aquilo está infestado de Musks com bigode à tuga.

Sobre o PSD, a última vez que votei neles deve ter sido numas autárquicas do Porto. Há muitos anos que o partido fugiu da sua matriz (mesmo aquela redesenhada pelo Cavaquismo).

Há o Volt, mas esses não elegem nem que a vaca tussa.

Resta-me o PAN que voto em nome dos meus 2 bichanos 

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O Observador anda forte. Depois do Montenegro ter enviado para lá documentos da empresa, agora arranjaram o número da advogada que lá prestava serviços (mulher do candidato do PSD a Braga e nora do homem das gasolineiras).

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Citação de Petar Musa, há 2 minutos:

Nunca votei IL desde que foi para lá o Rui Rocha. Não gosto do rumo que o partido tomou, sendo tomado por aqueles moços,  como o Blanco, sem grande noção de onde vivem.

E agora que o partido cresceu, aquilo está infestado de Musks com bigode à tuga.

Sobre o PSD, a última vez que votei neles deve ter sido numas autárquicas do Porto. Há muitos anos que o partido fugiu da sua matriz (mesmo aquela redesenhada pelo Cavaquismo).

Há o Volt, mas esses não elegem nem que a vaca tussa.

Resta-me o PAN que voto em nome dos meus 2 bichanos 

Se ainda houver POUS, voto POUS!

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Citação de Petar Musa, há 8 minutos:

Nunca votei IL desde que foi para lá o Rui Rocha. Não gosto do rumo que o partido tomou, sendo tomado por aqueles moços,  como o Blanco, sem grande noção de onde vivem.

E agora que o partido cresceu, aquilo está infestado de Musks com bigode à tuga.

Sobre o PSD, a última vez que votei neles deve ter sido numas autárquicas do Porto. Há muitos anos que o partido fugiu da sua matriz (mesmo aquela redesenhada pelo Cavaquismo).

Há o Volt, mas esses não elegem nem que a vaca tussa.

Resta-me o PAN que voto em nome dos meus 2 bichanos 

Percebo um bocado esse sentimento, do outro lado.

O partido natural onde voto é o BE. Mas ando com uma embirração nos últimos anos...

No L irrita-me o extremo europeísmo, e como o Ilídio disse, ser um partido de um homem só. Já têm mais de 10 anos e só têm uma figura de relevo, são ainda piores que o Chega neste aspeto.

O PCP irrita-me o extremo não europeísmo, e a posição sobre a Ucrânia, obviamente (embora a perceba em parte). Por outro lado, são o partido com quem mais me identifico na forma de fazer política, gostava que fossem todos assim.

No PAN e no PS não consigo equacionar votar, pelo menos no futuro próximo. E não tenho bichanos para influenciarem o meu voto.

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Citação de Jamarcus, há 2 minutos:

Por outro lado, são o partido com quem mais me identifico na forma de fazer política, gostava que fossem todos assim.

eu aqui subscrevo. são um partido cujo funcionamento eu compreendo, são um partido que só tem uma palavra, não são de manhas, no fundo, são das coisas mais honestas que temos em Portugal.

 

Pena acharem que ainda estamos em 1985, em vários aspectos.

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Citação de IlidioMA, há 2 minutos:

eu aqui subscrevo. são um partido cujo funcionamento eu compreendo, são um partido que só tem uma palavra, não são de manhas, no fundo, são das coisas mais honestas que temos em Portugal.

 

Pena acharem que ainda estamos em 1985, em vários aspectos.

Exatamente. Não pensam em estratégia política ™️, e isso joga contra eles às vezes, até.

Mas sim, às vezes parece que o muro ainda não caiu.

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