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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Naquelas convocatórias do regime, do IEFP, ensinaram-me que tenho que ter cuidado com aquilo que digo nas redes sociais, caso contrário não serei contratado. Claro que não são táticas soft de coação, nem nada que se pareça. É a realidade ideológica.

Felizmente vivemos numa sociedade onde não vives o dilema trabalhar ou morrer à fome. Rsi 4 life. 😎

Editado por Che

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Citação de Che, há 1 hora:

Naquelas convocatórias do regime, do IEFP, ensinaram-me que tenho que ter cuidado com aquilo que digo nas redes sociais, caso contrário não serei contratado. Claro que não são táticas soft de coação, nem nada que se pareça. É a realidade ideológica.

Felizmente vivemos numa sociedade onde não vives o dilema trabalhar ou morrer à fome. Rsi 4 life. 😎

Aprende com o Miguel Casanova.

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Existem pessoas que se queixam da ditadura do patronato mas não duravam uma semana em Cuba.

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Citação de Burkina2008, há 9 minutos:

Tenho uma coisa para perguntar neste topico...posso?

Podes.

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Citação de Seferogol, há 1 minuto:

Podes.

Porque não retiram o embargo?

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Citação de Burkina2008, há 1 minuto:

Porque não retiram o embargo?

Essa pergunta suscitou-me uma outra. Permites-me que a faça?

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Citação de HappyKing, há 1 minuto:

Essa pergunta suscitou-me uma outra. Permites-me que a faça?

If you insist...

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Citação de Che, há 3 horas:

Naquelas convocatórias do regime, do IEFP, ensinaram-me que tenho que ter cuidado com aquilo que digo nas redes sociais, caso contrário não serei contratado. Claro que não são táticas soft de coação, nem nada que se pareça. É a realidade ideológica.

Felizmente vivemos numa sociedade onde não vives o dilema trabalhar ou morrer à fome. Rsi 4 life. 😎

Finalmente esta explicada a razao da revolucao russa de 1917...

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Citação de F_Tex, há 23 minutos:

https://expresso.pt/sociedade/2021-07-18-Canabis-a-droga-que-deixou-de-ser-leve-d8a7f3df

alguém com assinatura consegue arranjar este artigo? obg desde já

Canábis: a droga que deixou de ser leve

Metade dos primeiros surtos de esquizofrenia atualmente diagnosticados em Portugal estão associados a esta droga

Depois de vários tratamentos e outras tantas recaídas, Sofia (nome fictício) conseguiu finalmente libertar-se do vício que a levara a viver na rua, a prostituir-se e a roubar. Há 20 anos deixou a heroína e a cocaína, arranjou trabalho, endireitou-se e mudou de vida. Mas nunca largou a canábis. À noite, ao chegar a casa depois do emprego, gostava de fumar uma “ganza” para relaxar. Acreditava que era uma droga diferente das outras, que não causava dependência nem fazia grande mal. “Estava iludida.” Com a pandemia, ficou em teletrabalho e o consumo de erva descambou. Passou a fumar 15, 20 charros por dia. E percebeu que, sozinha, não conseguia parar. Em abril, com 51 anos, voltou a pedir ajuda.

Está longe de ser a única. Só em 2019 (últimos dados disponíveis), o consumo de canábis levou 1038 portugueses a iniciar tratamento em ambulatório e outros 680 foram mesmo internados em comunidades terapêuticas. Atualmente, mais de metade dos novos pedidos de ajuda que chegam aos centros de atendimento a toxicodependentes estão relacionados com esta substância.

“Eu tinha a ideia que era uma droga leve, que se consegue controlar e que não faz mal nenhum, mas a dependência psicológica é muito forte. Passou a ser inconcebível para mim ir para qualquer lado sem levar erva. Se não fumar, sinto uma grande ansiedade. Fico depressiva, com alterações de humor e ataques de irritação. É um desnorteio”, conta Sofia.

Os sintomas são comuns à maior parte dos consumidores regulares. E há muitos em Portugal. Segundo dados do Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência, 3% dos portugueses fumam erva ou haxixe pelo menos 20 vezes por mês — quase o dobro da média europeia (1,8%) e a segunda maior prevalência de toda a UE, só atrás de Espanha.

Apesar de ainda ser vista muitas vezes como inofensiva, a canábis hoje vendida no mercado é muito mais forte e perigosa do que a que circulava há alguns anos. Segundo o Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências (SICAD), a potência desta droga disparou na última década devido ao aparecimento galopante de estirpes geneticamente modificadas e de produtos adulterados com canabinoides sintéticos para provocar efeitos mais intensos. No haxixe, o nível médio de THC (principal substância psicoativa da canábis) chega atualmente aos 28% quando tradicionalmente não passava dos 5%.

“A canábis destrói mais a saúde mental do que a heroína ou a cocaína”, alerta o psiquiatra Miguel Vasconcelos

“Já não faz sentido dizer que é uma droga leve. Com o aumento da potência, tornou-se uma substância muito agressiva para o sistema nervoso central. Pode desencadear uma psicose, sobretudo em pessoas que tenham alguma predisposição para a doença mental. Neste momento, cerca de metade dos primeiros surtos de esquizofrenia estão associados ao consumo de canábis”, alerta Miguel Vasconcelos, psiquiatra e coordenador do Centro das Taipas, em Lisboa, o mais antigo centro de tratamento de toxicodependentes do país.

Só no último ano, de acordo com o SICAD, foram registados em Portugal quase 600 casos de psicose e esquizofrenia associados à canábis. “Em termos de saúde mental, tornou-se uma droga muito mais destrutiva do que a heroína ou a cocaína”, assegura o especialista. “Quando o consumo é elevado e regular, a pessoa não consegue estruturar-se, ter motivação para ter uma carreira ou para estudar. Até pode manter um trabalho, mas não vai progredir muito. A médio, longo prazo provoca quadros depressivos e ansiosos e uma diminuição significativa da capacidade de memória e concentração.”

Sofia sabe-o bem. Há cerca de cinco anos começou a ter várias falhas de memória. Passwords e códigos que antes sabia de cor apagaram-se, esquece-se frequentemente do que vai a dizer e já lhe aconteceu mais do que uma vez sair de casa e deixar a chave na porta ou ir dormir sem se lembrar que tem a sopa ao lume. “Fiz TAC e ressonâncias magnéticas e foi-me diagnosticado um défice nas funções cognitivas. A neurologista diz que tenho de deixar rapidamente a canábis para bem da minha cabeça”, conta.

“A GANZA DOMINAVA A MINHA VIDA”

No Centro das Taipas, Sofia traçou com a psicóloga um plano gradual para reduzir o consumo. Neste momento fuma cerca de sete charros por dia e a ideia é ir reduzindo até conseguir parar, ainda este mês. A droga é intensa e em muitos casos é aconselhável fazer um desmame.

Maria, 21 anos, já deixou a canábis há três, mas sente que só há pouco tempo conseguiu recuperar inteiramente as funções cognitivas. Começou a fumar no final do 8º ano para se sentir integrada no grupo e quando deu por si fazia-o todos os dias. “Aos 15 anos já era catastrófico. A ganza dominava completamente a minha vida. Eu achava que controlava, mas era a droga que me controlava a mim. Perdi o meu brilho, tornei-me uma pessoa extremamente ansiosa e instável e com enorme dificuldade em concentrar-me. Aquilo destrói os neurónios. Sei de vários casos de pessoas que ‘fritaram a cabeça’”, conta.

No Parlamento, estão agora em discussão dois projetos-lei, do Bloco de Esquerda e da Iniciativa Liberal, que preveem a legalização da venda e consumo de canábis para uso recreativo. Os autores dos diplomas defendem que a venda autorizada permitiria regulamentar as quantidades e qualidade da planta, e dessa forma reduzir os riscos. Mas muitos médicos ligados ao tratamento da toxicodependência têm fortes reservas. “A imposição de um limite de THC para os produtos vendidos legalmente muito dificilmente teria impacto no mercado paralelo, onde se continuariam a vender produtos mais potentes. Porque são esses que o consumidor procura”, diz João Goulão, presidente do SICAD.

Por outro lado, adverte, a legalização poderia fazer cimentar ainda mais a noção de que se trata de uma droga ligeira — uma ideia que Maria demorou “muito tempo a desconstruir”. Estava a terminar o secundário quando os pais a forçaram a tratar-se. “Foi muito difícil parar. É falso que não causa dependência. Causa e muita. É uma droga que não tem nada de leve”, diz. Aos 18 anos conseguiu finalmente deixar a canábis. Hoje, passados três anos, está a terminar a licenciatura, sente-se feliz e “recuperou o brilho”. Mas continua a ser seguida nas Taipas. “O tratamento salvou-me, mas ainda preciso de apoio. Tenho medo de recair e voltar a pôr tudo a perder”, diz.

NÚMEROS

3% dos portugueses fumam canábis mais de 20 vezes por mês. É o segundo país da UE com maior consumo regular

53% dos novos pedidos de ajuda que chegam aos centros de tratamento estão relacionados com a canábis

588 casos de psicose e esquizofrenia associados à canábis diagnosticados em Portugal, em 2020

Editado por Seferogol
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Eu nunca dei no cavalo, mas desconfio que f*de bastante mais a cabeça que fumar erva.

Mas ya também rebenta um bocado a cabeça. Eu ao fim de 10 anos praticamente a fumar todos os dias sempre que nao estivesse a trabalhar/estudar, não achei dificil deixar de fumar, até porque isso dava trabalho a arranjar e eu tinha pouco vagar. Deixei de fumar erva para ai em outubro, voltei a conseguir dormir "normal" em julho, até lá era tipo 2-4h por noite, andava completamente raso da cabeça, mas tambem tinha outros problemas na altura.

Se for a algum concerto e alguem tenha, fumo na mesma, mas já não lhe toco ha ano e meio (covid e tal), e deixei de fumar sozinho já há quase 3 anos, no geral porque estava a ficar paranoico quando fumava, mas tambem estava sempre a viajar em trabalho e lá fora não fumava. O mundo é bastante diferente quando um gajo não está quase sempre pedrado.

 

Editado por lastdance

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Citação de lastdance, há 4 horas:

Eu nunca dei no cavalo, mas desconfio que f*de bastante mais a cabeça que fumar erva.

Mas ya também rebenta um bocado a cabeça. Eu ao fim de 10 anos praticamente a fumar todos os dias sempre que nao estivesse a trabalhar/estudar, não achei dificil deixar de fumar, até porque isso dava trabalho a arranjar e eu tinha pouco vagar. Deixei de fumar erva para ai em outubro, voltei a conseguir dormir "normal" em julho, até lá era tipo 2-4h por noite, andava completamente raso da cabeça, mas tambem tinha outros problemas na altura.

Se for a algum concerto e alguem tenha, fumo na mesma, mas já não lhe toco ha ano e meio (covid e tal), e deixei de fumar sozinho já há quase 3 anos, no geral porque estava a ficar paranoico quando fumava, mas tambem estava sempre a viajar em trabalho e lá fora não fumava. O mundo é bastante diferente quando um gajo não está quase sempre pedrado.

 

e a própria erva tem mudado bastante, ainda não sabemos bem os efeitos a longo prazo de andar a fumar regularmente erva com quase 30% de THC.. acaba por ser um mundo novo

para mim é mais um argumento para legalisar asap

Citação de Seferogol, há 14 horas:

“A imposição de um limite de THC para os produtos vendidos legalmente muito dificilmente teria impacto no mercado paralelo, onde se continuariam a vender produtos mais potentes. Porque são esses que o consumidor procura”, diz João Goulão, presidente do SICAD.

isto é falso, a quantidade de pessoas que eu conheço que praticamente deixou de fumar porque já só se encontra erva super potente... claro que é o meu círculo, não sei a realidade do país ao detalhe. mas do que eu vejo, cada vez mais pessoas torce o nariz a um charro

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O grande problema que noto é a crescente concentração de THC na erva. Felizmente a erva que fumo desde há um ano para cá é de confiança, é uma erva que não me dá aquela pedrada monumental, mas já comprei algumas vezes erva fortíssima, ao ponto de dar 3 ou 4 bafos e ficar logo meio perdido.

Depois, é importante que se comece a consciencializar seriamente a malta mais nova, porque a erva é claramente a droga da moda, que muitos putos acham que não faz mal nenhum, é cool e dá um certo estatuto. Muitos começaram com aquelas ganzinhas inócuas em festas e ocasiões especiais, hoje fumam todos os dias e não conseguem passar sem ela. Conheço vários casos de malta que não é sequer funcional sem bafar uma logo pela manhã.

Editado por Peplin

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Visitante
Citação de Burkina2008, Em 17/07/2021 at 21:38:

Tu deves ter um trauma grande com o teu patronato...envolve sodomia ou nao?

A ironia é ter essa opinião num sistema que lhe dá as condições para "ascender ao patronato" e, portanto, colher os frutos do seu capital, enquanto defende um regime que suprime a iniciativa privada e condena o povo à miséria do trabalho com salários de subsistência.

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Citação de Burkina2008, há 16 horas:

Porque não retiram o embargo?

Eu acho que é por medo de consequências políticas internas. Nos EUA, e com algum sentido, depois da Guerra Fria, um socialista é quase um criminoso e um comunista é o diabo na terra. Um presidente que acabe com o embargo arrisca-se a ser visto como alguém de esquerda e a comprometer a eleição futura. Entretanto, o embargo vai ajudando a segurar o regime cubano. 

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Citação de ElliotReid13, há 4 horas:

A ironia é ter essa opinião num sistema que lhe dá as condições para "ascender ao patronato" e, portanto, colher os frutos do seu capital, enquanto defende um regime que suprime a iniciativa privada e condena o povo à miséria do trabalho com salários de subsistência.

é irónico que o sistema corrupto e imoral que ele critica o obriga a rebolar na m*rda e entrar ele mesmo nesse jogo sujo para ter a oportunidade de ter uma vida digna? Como? 

 

Screenshot_20210719-182648_Samsung Internet.jpg

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Citação de Rain Dog, há 53 minutos:

é irónico que o sistema corrupto e imoral que ele critica o obriga a rebolar na m*rda e entrar ele mesmo nesse jogo sujo para ter a oportunidade de ter uma vida digna? Como? 

 

Screenshot_20210719-182648_Samsung Internet.jpg

Rebolar na m*rda no sistema capitalista = Nao chamar filha da p*ta ao patrao ou dizer que a empresa onde trabalha devia ser nacionalizada e que os patroes deviam comer m*rda do chao = consequencia mais grave possivel de nao rebolar nessa m*rda: despedimento

Comparacao

Rebolar na m*rda no sistema cubano = Nao criticar, apenas fazer o que o governo diz, comer m*rda, ir a manifestacoes de apoio as 4 da manha = consequencia, tortura, desparecimento, morte...

 

Sao cenarios completamente semelhantes ate porque aqui se nao gostas do teu patrao/emprego, vai procurar outro ou torna-te tu o patrao enquanto em Cuba a opcao é mesmo passar a tua vida inteira a levar no rego ou fugires para o states numa jangada

  • Concordo! 1

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