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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de HappyKing, há 32 minutos:

Só sugiro que não coloques demasiada expetativas nessa ideia porque quanto maior for essa expetativa maior será a desilusão quando perceberes que isso não aconteceu. 

É impossível não se saber o que o partido acha a respeito da imigração e o quanto são racistas e xenófobos. Foi o que disse ao Descartes: se isso não é razão suficiente para a alteração do voto isso para mim basta-me. 

E impossível Portugal ser competitivo quando taxa desta forma os salários, e já temos problemas com salários baixos devido o maior setor ser o turismo 

A riqueza não se vai criar se não se der liberdade financeira as pessoas e castrar logo por volta  50% de quem ganha mais que 2500 euros 

 

Deve se taxar o consumo e propriedade em vez de empresas e rendimentos, o PNS como economista devia saber disto…

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Citação de AndrePereiraReis, há 41 minutos:

E impossível Portugal ser competitivo quando taxa desta forma os salários

Ser ignorante é aceitável. Continuar a ser quando te explicam as coisas já não é tanto.

É só pesquisares no Google e facilmente percebes que há N países maiores e mais competitivos do que nós que têm impostos mais altos, muitos deles até cheios de emigrantes portugueses. Portanto não, os jovens não emigram à procura de impostos mais baixos.

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Citação de Ghelthon, há 3 minutos:

Ser ignorante é aceitável. Continuar a ser quando te explicam as coisas já não é tanto.

É só pesquisares no Google e facilmente percebes que há N países maiores e mais competitivos do que nós que têm impostos mais altos, muitos deles até cheios de emigrantes portugueses. Portanto não, os jovens não emigram à procura de impostos mais baixos.

Eu não sei porque é que a malta emigra mas, há uma coisa que é fácil perceber:

15% em 1000€ é diferente de 15% em 2000€. Acho que este é o argumento base de quem diz que os impostos em Portugal são castradores.

EDIT: ou deveria ser, mas não podes pedir àquela gente dos partidos que anda pelo X que sejam mais que uma caixa de ressonância.

Editado por Petar Musa

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Citação de Petar Musa, há 9 minutos:

Eu não sei porque é que a malta emigra mas, há uma coisa que é fácil perceber:

15% em 1000€ é diferente de 15% em 2000€. Acho que este é o argumento base de quem diz que os impostos em Portugal são castradores.

EDIT: ou deveria ser, mas não podes pedir àquela gente dos partidos que anda pelo X que sejam mais que uma caixa de ressonância.

Sem dúvida. E é por isso que o flat tax é uma m*rda.

Mas é evidente que em Portugal se ganha pouco e se paga demasiados impostos para o nível dos salários. É óbvio. Agora, dizer que o problema dos salários em Portugal é a carga de impostos, ou dizer que os jovens emigram para pagar menos impostos, é claramente falso e facilmente desmontável.

Editado por Ghelthon

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Citação de Petar Musa, há 12 minutos:

15% em 1000€ é diferente de 15% em 2000€

Pois é. Mas no país onde esse '15% em 2000' acontece, o ganhar 2000 é a norma a nivelar por baixo. 

Eu não nego que as taxas em determinados escalões sejam mais altas do que deveriam ser. O que eu digo é que Portugal tem um problema de salários baixos, salários baixos esses onde essa existência de taxas desproporcionais nem sequer se sente verdadeiramente. 

56 por cento das pessoas recebe menos de mil euros. Essa percentagem sobe para 65% no caso dos jovens com menos de 30 anos.

Editado por HappyKing

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Tendo em conta que o adjetivo 'racista' é tabu na nossa sociedade, especialmente quando aplicado a indivíduos (pois todos parecemos concordar que o partido CHEGA é racista; aí, no abstrato, o pudor dissipasse-se). Então coloquemos a questão de outra maneira, introduzindo um outro adjetivo: 'antirracista'.

O antirracismo requer, por definição, práxis; ou seja, requer que uma pessoa vá para além do pensamento: “Eu não sou racista, eu oponho-me ao racismo”. Necessita ação, uma ativa e constante oposição ao racismo.

Ora, o ato de votar num partido racista, irá sempre constituir uma traição ao pensamento, “Eu não sou racista, eu oponho-me ao racismo”, pois trata-se de uma ação em prol do racismo. Portanto, um eleitor do CHEGA, por muito que não se considere racista, e independentemente das "1001 motivações" que o levem àquele voto, nunca poderá ser considerado antirracista.

Assim sendo, no que concerne racismo, o eleitor do CHEGA, no seu pensamento oco de ação, ao disponibilizar-se a sacrificar minorias raciais em benefício de interesses pessoais, permanecerá parte desse problema.

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Citação de Ghelthon, Agora:

 

Mas é evidente que em Portugal se ganha mais e se paga demasiados impostos para o nível dos salários. É óbvio. Agora, dizer que o problema dos salários em Portugal é a carga de impostos, ou dizer que os jovens emigram para pagar menos impostos é claramente falso e facilmente desmontável.

Concordo na integra com este parágrafo Até porque quem emigra vai porque o salário liquido é bem maior. Se é muito, ou pouco taxado, pouco interessa desde que caia na conta.

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Citação de F_Tex, há 55 minutos:

Variando entre o tom de stand up comedy e de professor universitário, o presidente do Chega explicou a uma plateia de jovens da Universidade Católica de Lisboa, esta semana, um dos segredos para ter conseguido mudar a política portuguesa: "Canalizar para a Assembleia da República uma voz de confronto, irritação e raiva”. A reportagem sobre o evento dos alunos da Católica, de onde o jornalista do Expresso foi retirado à força

“Pessoal, tudo bem? Não me atrasei, pois não?”

André Ventura aproxima-se do edifício da Reitoria da Universidade Católica, em Lisboa. Ansiosos, os jovens que esperam há largos minutos pela entrada do líder do Chega vão-se movimentando ao seu ritmo. É o terceiro líder partidário a ser convidado a participar na iniciativa “Encontros Parlamentares”, organizada por alunos da Universidade Católica, e vai ouvindo palavras de incentivo:

“Não desista nunca!”, diz-lhe um jovem entre duas poses para fotografias. Ventura ouve, sorri e acena, dá os cumprimentos de praxe, entra na reitoria acompanhado por alguns dirigentes da Juventude Chega.

“Obrigadão, isto era um sonho que eu tinha há muito tempo”, agradece um jovem a outro, depois de ter sido um dos últimos felizardos a cumprimentar Ventura. O agradecimento é sentido, emocionado, dito a vários tempos: o jovem não é estudante da Católica, o amigo faz parte do núcleo de estudantes que tratou do evento e chamou-o só para que pudesse conhecer o líder do Chega.

Cumprimentam-se e o estudante entra no edifício em direção ao piso de baixo, onde Ventura já se preparava para falar aos jornalistas antes do início da sessão. Nessas declarações, o presidente do Chega haveria de pedir aos jovens para não desistirem do país e resistirem à emigração. “Voltem”, pediu ainda aos jovens que estão neste momento a ganhar “qualificações” no estrangeiro.

O ESPAÇO VAZIO À DIREITA

Dentro do auditório, o estudante que está a moderar o debate começa por felicitar Ventura pela reeleição como presidente do partido, e o candidato a primeiro-ministro retribui e saúda “iniciativas como esta” – seja com o Chega, seja com “líderes de outros partidos” como o Bloco de Esquerda ou a Iniciativa Liberal, sublinhou. “Estas conversas fortalecem as instituições e contribuem para o país”, garantiu.

“O Chega é uma história improvável”, conta, antes de atribuir mérito à instabilidade política nacional dos últimos anos: “Eu não sou uma pessoa muito humilde”, afirmou para arrancar risos da sala, “mas tenho de reconhecer que não foi só o meu trabalho que contribuiu para o aparecimento do partido”.

Lembrando que Rui Rio chegou a posicionar o PSD no centro-esquerda, o líder do Chega garante que aproveitou uma franja deserta do mercado político português. “As pessoas precisavam de um partido diferente de direita. A IL ocupou o espaço liberal, e o Chega ocupou o espaço anti-sistema”, explicou.

Ventura não precisou de conquistar a jovem plateia, rendida já muito antes da chegada do líder. Assim, limitou-se a retirar do baú o ritmo pedagógico de quem já foi professor universitário, acrescentou uma pitada do seu estilo de stand up comedy habitual, recolheu os risos da plateia como qualquer humorista talentoso – e usou-os para guiar a conversa como quis, ciente da inexperiência da plateia para um possível contraditório.

ESTRATÉGIA: "CONFRONTO, IRRITAÇÃO E RAIVA”

“O crescimento do Chega a partir de 2019, isso sim já é mérito nosso”, continuou Ventura, lembrando a votação expressiva que alcançou nas Presidenciais (500 mil votos) e as tentativas da sociedade civil de ilegalizar o partido junto do Tribunal Constitucional. “Graças a Deus que essas tentativas não prosperaram. No dia em que começarmos a ilegalizar partidos, será um dia muito mau para a democracia.”

E avançou cenários nesse sentido: “Se me perguntam se gostava de ver o PS ilegalizado, sem poderem concorrer contra mim… vou aproveitar que não estão cá câmaras de televisão”, apontou, entre risos da plateia. “Mas isso seria mau para a democracia? Claro”, retorquiu de imediato, brincando: “Penso que 80% das pessoas nesta sala não são socialistas…mas não quero fazer estereótipos”, brincou.

APOSTA EM PLATAFORMA INTERNA E REDES SOCIAIS

A aproximação do Chega ao meio universitário foi demonstrada durante este evento, mas faz parte de uma estratégia que começou há muito tempo: “Estamos a um ano das eleições europeias, temos de nos preparar e encontrar jovens talentos que possam ingressar nas fileiras e trazer ideias inovadoras”, dizia em setembro a deputada Rita Matias ao Expresso, a poucos dias da terceira edição da Academia de Verão do partido.

As legislativas passaram a ser a prioridade entretanto, coincidindo com o lançamento do “Portal Chega”, uma plataforma de comunicação interna para militantes e simpatizantes do partido. Acresce a isto o trabalho feito pela ala juvenil nas redes sociais, sobretudo o Instagram e o Tiktok – onde as páginas afetas ao Chega dominam em comparação com as dos outros partidos.

Esta via aberta de comunicação – com poucos filtros e nenhuma mediação – contribui para que os jovens entre os 18 e os 25 anos tenham uma maior probabilidade de votar no Chega, concluiu uma análise do investigador Pedro Magalhães, coordenador de sondagens no ICS-ICSTE, e publicada no Expresso. Em setembro, havia cerca de 5 mil militantes do Chega com menos de 30 anos, um crescimento de 40% em comparação com há um ano, segundo fonte oficial do partido.

A reação da sala à piada deu-lhe razão: os jovens riram-se, Ventura ganhou balanço e depois resumiu: “Nós somos diferentes. Tivemos momentos menos felizes, mas temos direito a ir a votos como os outros”.

Ora, os indicadores eleitorais são bons, a jovem plateia está entusiasmada, Ventura opta por colocar água na fervura. “Pela primeira há a expectativa de lutar para vencer, mas será difícil. Estamos perto, mas mesmo assim longe. Cinco pontos percentuais, em política, é muito”, lembrou aos estudantes, antes de se virar para um objetivo mais agregador: “uma maioria de direita para governar.”

Para chegar até aqui foi essencial a “política de confronto”, sublinha. “A vantagem do Chega foi canalizar para a Assembleia da República toda essa voz de confronto, irritação e raiva. E se perguntam, sou uma pessoa chateada? Pá, sim, sou uma pessoa chateada”, concluiu, entre risos da jovem plateia.

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Citação de HappyKing, há 6 minutos:

 

Eu não nego que as taxas em determinados escalões sejam mais altas do que deveriam ser. O que eu digo é que Portugal tem um problema de salários baixos, salários baixos esses onde essa existência de taxas desproporcionais nem sequer se sente verdadeiramente. 

Também concordo em absoluto.

O que acho que causa alguma indignação às pessoas, eu incluído, é quem está um pouco acima dos 1000€, ser fortemente taxado, em que cada subida de 10€ é um novo escalão.

Mas lá está, não é razão para emigrar porque, não é por mais 100€ a partir de certo valor, que alguém vai abandonar tudo o que tem para ir para outro país.

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Citação de Petar Musa, há 1 minuto:

Concordo na integra com este parágrafo Até porque quem emigra vai porque o salário liquido é bem maior. Se é muito, ou pouco taxado, pouco interessa desde que caia na conta.

Claro. Por exemplo, a Bósnia, a Bulgária, a Macedónia e a Roménia têm excelentes flat taxes de 10% e não consta que esses países estejam a ser invadidos por jovens portugueses.

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Citação de Ghelthon, há 24 minutos:

Ser ignorante é aceitável. Continuar a ser quando te explicam as coisas já não é tanto.

É só pesquisares no Google e facilmente percebes que há N países maiores e mais competitivos do que nós que têm impostos mais altos, muitos deles até cheios de emigrantes portugueses. Portanto não, os jovens não emigram à procura de impostos mais baixos.

Compara a taxação de alguém que ganhe entre 2000-3000 com os outros países europeus… 

 

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Citação de Ghelthon, Agora:

Claro. Por exemplo, a Bósnia, a Bulgária, a Macedónia e a Roménia têm excelentes flat taxes de 10% e não consta que esses países estejam a ser invadidos por jovens portugueses.

Olha, mas em IT parece que estão a crescer. Conheço 3 pessoas que foram para a Bulgária e a Hungria 😁

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Citação de AndrePereiraReis, Agora:

Compara a taxação de alguém que ganhe entre 2000-3000 com os outros países europeus… 

Compara lá então. Mas não te esqueças de colocar na comparação o salário mínimo e médio desses países. 

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Citação de Petar Musa, há 22 minutos:

Eu não sei porque é que a malta emigra mas, há uma coisa que é fácil perceber:

15% em 1000€ é diferente de 15% em 2000€. Acho que este é o argumento base de quem diz que os impostos em Portugal são castradores.

EDIT: ou deveria ser, mas não podes pedir àquela gente dos partidos que anda pelo X que sejam mais que uma caixa de ressonância.

Eu vou muito possivelmente votar PS, porque prefiro tudo até o PCP que o partido racista, mas gostava de ver um alívio fiscal na classe média e um agravamento em outros impostos sobre por exemplo acumulação de propriedade (AIMI) e produtos pouco elásticos (álcool, tabaco, ou se fosse legal cannabis) 

Quero um país que premeie quem poupa e investe e puna quem especula no imobiliário e faz mas decisões 

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Citação de AndrePereiraReis, há 4 minutos:

Compara a taxação de alguém que ganhe entre 2000-3000 com os outros países europeus… 

Na Roménia pagas 10% e não me parece que os jovens emigrem muito para lá. Porque será?

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Citação de HappyKing, há 3 minutos:

Compara lá então. Mas não te esqueças de colocar na comparação o salário mínimo e médio desses países. 

O foco não é tanto a comparação com outros países, mas por exemplo a Irlanda tem duas taxas uma de 20% e 40% e isso permite lhes ter maior salário líquido que Portugal e menos custos para as empresas tornando a mais competitiva 

A minha tese é se taxar menos o salário e mais outras coisas, das a possibilidade de parte da população reinvestir o dinheiro e criar riqueza, se taxas logo a cabeça não das essa liberdade 

Sou contra flat tax já agora 

Citação de Ghelthon, há 2 minutos:

Na Roménia pagas 10% e não me parece que os jovens emigrem muito para lá. Porque será?

Não me leves a mal mas esse argumento é fraquinho, foquemos só em perceber como podemos reter os portugueses e uma das melhores maneiras em curto prazo e alargar medidas como IRS jovem e baixar o IRS, compensado com outros impostos 

Portugal é um excelente país para quem tem dinheiro, mas um inferno para criar riqueza 

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Citação de Ghelthon, há 1 minuto:

Na Roménia pagas 10% e não me parece que os jovens emigrem muito para lá. Porque será?

E o pessoal de IT paga 0%.

Mas parece-me seguro dizer-se que a principal razão pela qual se emigra em Portugal é porque se ganhar pouco em termos absolutos e miseravelmente em termos relativos, agora se é devido à carga fiscal ou aos impostos praticados acho que depressa se chega à conclusão que é ambos. Os salários mais baixos permitem pouco mais do que evitar a fome e os salários médios são taxados ao ponto de não permitirem a ninguém sair da cepa torta.

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Citação de AndrePereiraReis, há 4 minutos:

mas por exemplo a Irlanda tem duas taxas uma de 20% e 40%

E a progressividade que se lixe.

Citação de AndrePereiraReis, há 4 minutos:

e uma das melhores maneiras em curto prazo e alargar medidas como IRS jovem e baixar o IRS, compensado com outros impostos

Impossível discordar disto. Só estou a provar-te que a taxa de impostos não é a razão que faz os jovens emigrar para o país X em vez do Y.

Citação de whatever, há 1 minuto:

agora se é devido à carga fiscal ou aos impostos praticados acho que depressa se chega à conclusão que é ambos.

Certo, até porque as duas coisas estão geralmente ligadas (impostos mais baixos -> salários mais altos). E cá paga-se imenso, é indiscutível. Temos impostos ao nível das potências da UE mas salários ao nível dos países periféricos.

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Citação de Ghelthon, há 9 minutos:

E a progressividade que se lixe.

Impossível discordar disto. Só estou a provar-te que a taxa de impostos não é a razão que faz os jovens emigrar para o país X em vez do Y.

Certo, até porque as duas coisas estão geralmente ligadas (impostos mais baixos -> salários mais altos). E cá paga-se imenso, é indiscutível. Temos impostos ao nível das potências da UE mas salários ao nível dos países periféricos.

La está se concordas comigo porque me criticaste? Portugal não pode continuar a perder talento, estamos a matar a economia e ainda por cima quem fica são acéfalos que votam no Chega

Portugal taxa demasiado a classe media e depois tem uma flat tax sobre rendimentos de capital de 28%, achas que faz sentido? Chegamos ao cúmulo de alguem que não trabalho mas vive de rendas pagar menos impostos de alguém que trabalha e ganha uns míseros 2000 líquidos 

Para mim tinha se de rever o IRS e acabar com a flat tax de capitais, fazia se englobamento obrigatório como o BE quer, pena depois o BE ser o mesmo que acha que taxar empresas é que vai fazer Portugal crescer mas pronto, preconceito ideológico marxista da nisto 

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Citação de AndrePereiraReis, há 20 minutos:

Sou contra flat tax já agora

És contra a flat tax e depois dás um exemplo como sendo positivo de um regime próximo dessa mesma flat tax, um regime de dois escalões. Está certíssimo. 

Citação de AndrePereiraReis, há 4 minutos:

preconceito ideológico marxista da nisto

Isso. Não te acanhes na adjetivação. Marxista é o mínimo dos mínimos.

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Citação de AndrePereiraReis, há 2 horas:

E impossível Portugal ser competitivo quando taxa desta forma os salários, e já temos problemas com salários baixos devido o maior setor ser o turismo 

A riqueza não se vai criar se não se der liberdade financeira as pessoas e castrar logo por volta  50% de quem ganha mais que 2500 euros 

 

Deve se taxar o consumo e propriedade em vez de empresas e rendimentos, o PNS como economista devia saber disto…

Se é para dizer disparates então pelo menos tenta que os factos estejam minimamente corretos.

Editado por Solero

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Citação de Solero, há 6 minutos:

Se é para dizer disparates então pelo menos tenta que os factos estejam minimamente corretos.

Realmente tens razão, basta ganhar 1900 liquidez para a empresa praticamente gastar metade em impostos….

IMG_1826.jpeg

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Citação de Aiden, há 16 horas:

As sondagens servem para acontecerem votações surreais e completamente out of nowhere, estilo maioria absoluta do PS. Por exemplo, já ouvi pessoas que nem iam votar (abstencionistas crónicos) e que vão votar devido à força do Chega nos sondagens. No fundo, a forma como são amplificadas as coisas, levam a que as pessoas vão votar em determinado sentido, é mais uma forma de encaminhar as pessoas, para não usar termos mais fortes. Eu, por exemplo, votei no PAN  nas Europeias 2019, por causa das sondagens, uma vez que era a primeira oportunidade em duas décadas de quebrar o status quo dos então 5 partidos crónicos.

As sondagens de 2022 portuguesas a 1 mês das eleições estiveram muito melhor que do que em cima do acontecimento, até tinham deixado imagem positiva se terminassem assim como estavam, mas em Janeiro o PS começou a cair quase todos os dias e o PSD a crescer.

Alguma coisa muito estranha aqui se passou. E logo após o debate Rio Costa o PSD do Rio passa para a frente em 2 sondagens.

Editado por Ticampos

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