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Thierry Henry

[Euro 2016, Grupo F] Portugal 0-0 Áustria (RF)

Publicações recomendadas

Claro que não são nada de especial. Mas estavas à espera de quê? Que tivessem futebol para ganhar o Euro? Aquilo é a Hungria, não têm jogadores para mais...A defesa, por exemplo, mete medo. Mas têm automatismos interessantes. Nada de transcendente, mas são coisas que deviam ser básicas a este nível, quer a defender, quer a atacar.

 

Mas é claro que temos obrigação de lhes ganhar, isso nem está em discussão sequer. Mas também tínhamos a obrigação de fazer 9 pontos neste grupo e, na melhor das hipóteses, vamos fazer 5.

Eu vou ser absolutamente sincero, eu nunca esperei que conquistássemos nove pontos. Tenho de procurar (e até posso colocar aqui) porque não sei se foi aqui ou foi numa conversa no fb mas eu disse a alguém que Portugal ia empatar com a Áustria. Porquê? Porque é a nossa mania de dificultarmos o acessível, quando somos favoritos temos passado por dificuldades quase sempre, a excepção foi 2008.

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O Manuel José aparece sempre nestas alturas com o mesmo discurso, já ninguém liga.

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alguém me arranja a imagem do meme do Ronaldo?

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alguém me arranja a imagem do meme do Ronaldo?

13423999_1283286958372696_6545071798314717409_n.jpg?oh=96bf2cbfc8a6f261f8ff1bc8f5b9c94d&oe=57CCCACF

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No geral, este Euro tem vindo a dar todo o ar de Portugal enquanto selecção em período de transição. Em particular, em plena crise identitária. Durante grande parte da nossa existência enquanto nação de futebol até à Geração de Ouro, inclusive, sempre tivemos uma matriz tradicional de bola no pé, futebol de ataque, relativamente anárquico, mas sempre estranhamente atractivo. Não necessariamente porque produzisse um ror de golos ou uma tremenda eficácia por comparação com os adversários, mas precisamente pelo contrário. O interesse e a parcialidade dos neutrais eram conquistados apenas através da moralidade. Pá, era fado, mas com um certo charme.

 

Entretanto, a crise de formação com que nos debatemos, um pouco a começar no Euro 2004, mas mais a sério a partir do Mundial de 2006 para a frente, em conjunção com o aparecimento do fenómeno Ronaldo, colocou-nos numa posição semelhante a tantas outras selecções que contam com um elemento muito acima dos restantes em qualidade, estatuto e atracção mediática. Daí a criação de um modelo de selecção, idealizado mais a sério por Queiroz, mas prosseguido por PB e agora FS, que pressupõe a entrega da iniciativa do jogo ao adversário e do foco ofensivo da equipa a um jogador. Quanto a mim, este modelo, não obstante produzir melhores resultados desportivos e financeiros para a Federação, estaria sempre condenado ao chocar de frente com a identidade do típico jogador português.

 

Entretanto, a nova realidade na formação em Portugal tem-se vindo a alterar. O que vemos hoje é um confronto entre dois estilos: o de uma equipa que sempre jogou em expectativa para um jogador, e o de uma outra emergente que procura ser capaz de assumir o jogo, pressionar alto e produzir jogo ofensivo através da criatividade e não apenas da mecanização. O futebol produzido é consequência disso mesmo.

 

Sinceramente, não vejo a grande exibição marcada pelo azar que, pelos vistos, grande parte viu. A grande maioria das situações partiram ou de remates de meia distância ou de situações pontuais (ressalto ganho pelo Nani, balão de insistência do Quaresma, canto curto rápido do André Gomes). Construímos zero jogo interior. Absolutamente nada. O que acaba por ser criminoso com os recursos que temos e se levarmos em conta que era a Áustria. O cruzamento a rodos e sem nexo é mais que muito.

 

Depois há os sinais do banco. Aparece com aquele riso falso e alarve a seguir à Islândia a dizer que está tudo tranquilo e não vai haver revoluções. Chega ao jogo, revolução. Junta-se Nani, Quaresma e Ronaldo porque claramente faltou coragem para seguir aquilo que são as próprias convicções, conforme indicadas em todo o trabalho de preparação, e porque todos o pediram. A própria filosofia de jogo é já completamente distinta e é apenas o segundo jogo. Substituições a 2 e 5 minutos do fim. E o cúmulo é no depois do jogo: a flash interview completamente fora de si (quem conseguir que reveja, o homem nem dá tempo para que o jornalista acabe de fazer as perguntas e põe-se a berrar por cima dele) e hoje as patetices de vitórias no Euro em que ninguém acredita, especialmente ele, mas que são desenhadas para pôr outros idiotas a elogiar "a frontalidade" e "a coragem" em programas de segunda à noite.

 

Tudo isto, leia-se o treinador Fernando Santos, o nacional-ronaldismo, a nossa participação no Euro, está tudo condenado a terminar mais cedo do que mais tarde, quanto mais não seja porque a passagem do tempo é inevitável e o tempo desta gente está a chegar ao fim. Resta saber se nós, enquanto selecção, teremos unhas para o que aí vier.

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Para mim a participação no Euro ficou bem clara quando o FS, após o golo com a Islândia, leva as mãs à cabeça daquela maneira. Se ele n acreditava que ia ganhar e ainda faltava muito tempo, pq raio é q mais alguém acreditaria? Para mim é o momento que marca a nossa ida ao Euro. Revejam esse momento e digam-me se aquilo não é agonia da mais pura. É como quem diz: "E agora o que faço à minha vidinha?" Pior do que isso só o Jesus a ajoelhar, mas esse ainda tem a desculpa que o jogo tava no fim. E o FS, qual a desculpa dele? A partir daí tá duto dito e feito. E duvido mt q s altere, msm que passemos a fase de grupos. Dps disto td ele vir dizer q vai ganhr o EURO...epá, mas alguém leva isto a sério? Nem a equipa...nem sequer ele.

 

Se há sempre euforia e depressão com a Selecção como disseram? Sim, há. Mas tmb as há com qualquer outra equipa de futebol. Não é por aí. Curiosamente essa euforia toda tem vindo a diminuir ao longo dos anos. O pico foi no EURO 2004 e dps foi sempre a descer. Em 2012, por exemplo, só chegou a existir por terem chegado à fase da competição a que chegaram. Este ano s a euforia existiu a culpa é do FS que a criou ao falar em ganhar Euros. Antes disso nem havia grandes euforias. Portanto se ele se quiser queixar da depressão que se seguiu, culpe-se a ele mesmo. Vendeu uma banha da cobra na qual neste momento ninguém acredita. Por mim até pode ganhar o Euro que provavelmente será "sem saber ler nem escrever." Se calhar nenhum de nós se importaria como ele o faria, mas nng acredita que o faça e o facto de continuar a bater na mesma tecla só lhe fica mal. Sinceramente já parece desespero e falta de noção da realidade. Neste momento nem acho que sejamos favoritos contra a Hungria, quanto mais ganhar. Espero estar errado, mas parece-me q isto vai a caminho de ser o nosso pior Euro de sempre.

 

Quando empatamos com a Islândia: "Ah e tal, vem aí o jogo com a Áustria. Não há crise. Siga." Depois empatamos com a Áustria e: "Nada de fatalismos, falta o jogo com a Hungria. É ganhar e siga." E se calhar de não ganhar a Hungria e/ou não passar? O pretexto vai ser que n há crise pq faltam os jogos de qualificação para o Mundial? Enfim... É este último parágrafo que me faz uma confusão do caraças. Esta mentalidade Portuguesa do deixa andar e do "apenas fomos infelizes." Ainda me hão-de dizer em que posição joga esse tal infelicidade. Se soubermos se calhar fica mais fácil removê-lo do 11. Não sei quem é, mas aparentemente vestiu a camisola das quinas em todo este Euro e a culpa de tudo o que de mal se passou foi desse gajo, esse tal de infelicidade. :mrgreen:

Editado por Shawn Michaels

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Não sei quem é, mas aparentemente vestiu a camisola das quinas em todo este Euro e a culpa de tudo o que de mal se passou foi desse gajo, esse tal de infelicidade. :mrgreen:

 

Não tens lido sobre o jogo na internet? O infelicidade é um tal de Cristiano Ronaldo. Acho que infelicidade é o último nome dele :mrgreen:

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No geral, este Euro tem vindo a dar todo o ar de Portugal enquanto selecção em período de transição. Em particular, em plena crise identitária. Durante grande parte da nossa existência enquanto nação de futebol até à Geração de Ouro, inclusive, sempre tivemos uma matriz tradicional de bola no pé, futebol de ataque, relativamente anárquico, mas sempre estranhamente atractivo. Não necessariamente porque produzisse um ror de golos ou uma tremenda eficácia por comparação com os adversários, mas precisamente pelo contrário. O interesse e a parcialidade dos neutrais eram conquistados apenas através da moralidade. Pá, era fado, mas com um certo charme.

 

Entretanto, a crise de formação com que nos debatemos, um pouco a começar no Euro 2004, mas mais a sério a partir do Mundial de 2006 para a frente, em conjunção com o aparecimento do fenómeno Ronaldo, colocou-nos numa posição semelhante a tantas outras selecções que contam com um elemento muito acima dos restantes em qualidade, estatuto e atracção mediática. Daí a criação de um modelo de selecção, idealizado mais a sério por Queiroz, mas prosseguido por PB e agora FS, que pressupõe a entrega da iniciativa do jogo ao adversário e do foco ofensivo da equipa a um jogador. Quanto a mim, este modelo, não obstante produzir melhores resultados desportivos e financeiros para a Federação, estaria sempre condenado ao chocar de frente com a identidade do típico jogador português.

 

Entretanto, a nova realidade na formação em Portugal tem-se vindo a alterar. O que vemos hoje é um confronto entre dois estilos: o de uma equipa que sempre jogou em expectativa para um jogador, e o de uma outra emergente que procura ser capaz de assumir o jogo, pressionar alto e produzir jogo ofensivo através da criatividade e não apenas da mecanização. O futebol produzido é consequência disso mesmo.

 

Sinceramente, não vejo a grande exibição marcada pelo azar que, pelos vistos, grande parte viu. A grande maioria das situações partiram ou de remates de meia distância ou de situações pontuais (ressalto ganho pelo Nani, balão de insistência do Quaresma, canto curto rápido do André Gomes). Construímos zero jogo interior. Absolutamente nada. O que acaba por ser criminoso com os recursos que temos e se levarmos em conta que era a Áustria. O cruzamento a rodos e sem nexo é mais que muito.

 

Depois há os sinais do banco. Aparece com aquele riso falso e alarve a seguir à Islândia a dizer que está tudo tranquilo e não vai haver revoluções. Chega ao jogo, revolução. Junta-se Nani, Quaresma e Ronaldo porque claramente faltou coragem para seguir aquilo que são as próprias convicções, conforme indicadas em todo o trabalho de preparação, e porque todos o pediram. A própria filosofia de jogo é já completamente distinta e é apenas o segundo jogo. Substituições a 2 e 5 minutos do fim. E o cúmulo é no depois do jogo: a flash interview completamente fora de si (quem conseguir que reveja, o homem nem dá tempo para que o jornalista acabe de fazer as perguntas e põe-se a berrar por cima dele) e hoje as patetices de vitórias no Euro em que ninguém acredita, especialmente ele, mas que são desenhadas para pôr outros idiotas a elogiar "a frontalidade" e "a coragem" em programas de segunda à noite.

 

Tudo isto, leia-se o treinador Fernando Santos, o nacional-ronaldismo, a nossa participação no Euro, está tudo condenado a terminar mais cedo do que mais tarde, quanto mais não seja porque a passagem do tempo é inevitável e o tempo desta gente está a chegar ao fim. Resta saber se nós, enquanto selecção, teremos unhas para o que aí vier.

Excelente.

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Também disse que não havia desculpas para este segundo empate e falou do circo em volta da seleção, dando como exemplo a reportagem que tinham acabado de fazer, o pessoal todo eufórico que parecia que estávamos em primeiro.

Não se enganem. O Manuel José disse simplesmente porque é o que a crítica mais profunda diz. Calhou de estar certo, ele é apenas e só circo.

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Não se enganem. O Manuel José disse simplesmente porque é o que a crítica mais profunda diz. Calhou de estar certo, ele é apenas e só circo.

 

Eu sei que sim. Mas é bom ver alguém ali a não enveredar pelo politicamente correcto e pelos paninhos quentes e a não se inibir de dizer as coisas como elas são. Também disse m*rda quando elogiou o discurso lunático "ambicioso" do Fernando Santos, valeu por aquele momento.

Editado por Enzo Dios Perez

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Não tens lido sobre o jogo na internet? O infelicidade é um tal de Cristiano Ronaldo. Acho que infelicidade é o último nome dele :mrgreen:

 

É verdade sim, senhor. Nada contra. :mrgreen: Isto do Ronaldo era tema para muitas linhas e devia ter um tópico prórpio. Assim de repente, tentando ser breve, posso dizer que o mal dele (para além das exibições que tem feito no Euro, claro. Mas isso nem se discute.) é ser azeiteiro. E isso não tem cura, é crónico e dura até ao fim da vida. Não há bolas de ouro que mudem esse facto, sejam lá quantas forem. A sua qualidade enquanto futebolista é inegável, nem se discute, mas é azeiteiro. E quando se é azeiteiro vai ser-se sempre mais enxovalhado do que em condições normais. Quer se jogue bem ou mal, mas especialmente quando se joga mal. E o resto é letra. Depois há os outros que são sonsos e não pagam impostos nem se dignam a ler o que assinam...também é engraçado, diga-se de passagem. Mas ser sonso nnc vai levar a que se seja tão gozado/enxovalhado como caso se seja azeiteiro. É assim a vida... :celebracao:

Editado por Shawn Michaels

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Guest fiasco

O que eu "espero" é que por trás do Ronaldo esteja o peso de uma marca (Nike) e do agente (Mendes).

Não acredito que o Ronaldo, com aquela maneira retardada que ele tem de falar, que não consegue dizer uma frase a direito consiga ganhar algum argumento técnico-táctico no balneário. Porque se assim for, diz muito (ainda mais) da peça que é este selecionador.

 

Também não me admira que ele chame (e mal) toda a responsabilidade de uma equipa para si. Inclusive a incompetência dos treinadores. Carlos Queiroz, Bento e Santos. (Que trio!!)

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Visitante

as opiniões neste tópico sobre o jogo do Moutinho são espectaculares :lol: quem diria no início da fase de preparação que ao segundo jogo do europeu, ia estar nesta forma. mas como é moda bater na maçã podre, siga lá cascar no gajo e pedir sabe-se lá quem para o lugar dele. se pode fazer melhor? como é natural, já todos o vimos fazer bem melhor nos últimos anos, mas não é por ele que a selecção está assim, ontem fez um jogo bastante aceitável e só tem de ser titular até ao fim.

 

Eu acho que o Moutinho devia sair do onze, mas só porque existem opções no banco que podem ser de maior utilidade contra o tipo de equipas com quem temos jogado. Nunca pensei vir a dizer isto, mas acho que no próximo jogo deveria entrar o Renato Sanches (e o Rafa) pelo Moutinho, a velocidade que imprime ao jogo é totalmente diferente, é o único médio que nós temos que consegue progredir no terreno de jogo com a bola no pé e a uma boa velocidade. O Rafa também é capaz de fazer isto, e não sei porque se continua a insistir no Nani.

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Guest fiasco

Para mim o que o Moutinho tinha de bom no passado, tem vindo a perder com a idade. E não melhorou outros aspectos para compensar. A lesão durante a época agravou esse processo.

 

Meter o Renato no lugar dele, é ganhar essa presença fisica, mas perder qualquer noção de posicionamento táctico. E se a fazer-lhe companhia estiver o Andre Gomes, essa "lacuna" no Renato ainda se tornará mais evidente. Prejudicando o MD também de caminho.

Um gajo que não defende (AG), com outro que não sabe defender. (RS)

 

Para mim a presença de Renato no meio campo, teria de ser na esquerda (onde anda o Andre Gomes).

 

O Renato a 8, só num 4-3-3. Com William atras de si, e JM á sua frente. E depois Rafa, Ronaldo e Nani/Quaresma.

 

Mas isto sou eu...

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No geral, este Euro tem vindo a dar todo o ar de Portugal enquanto selecção em período de transição. Em particular, em plena crise identitária. Durante grande parte da nossa existência enquanto nação de futebol até à Geração de Ouro, inclusive, sempre tivemos uma matriz tradicional de bola no pé, futebol de ataque, relativamente anárquico, mas sempre estranhamente atractivo. Não necessariamente porque produzisse um ror de golos ou uma tremenda eficácia por comparação com os adversários, mas precisamente pelo contrário. O interesse e a parcialidade dos neutrais eram conquistados apenas através da moralidade. Pá, era fado, mas com um certo charme.

 

Entretanto, a crise de formação com que nos debatemos, um pouco a começar no Euro 2004, mas mais a sério a partir do Mundial de 2006 para a frente, em conjunção com o aparecimento do fenómeno Ronaldo, colocou-nos numa posição semelhante a tantas outras selecções que contam com um elemento muito acima dos restantes em qualidade, estatuto e atracção mediática. Daí a criação de um modelo de selecção, idealizado mais a sério por Queiroz, mas prosseguido por PB e agora FS, que pressupõe a entrega da iniciativa do jogo ao adversário e do foco ofensivo da equipa a um jogador. Quanto a mim, este modelo, não obstante produzir melhores resultados desportivos e financeiros para a Federação, estaria sempre condenado ao chocar de frente com a identidade do típico jogador português.

 

Entretanto, a nova realidade na formação em Portugal tem-se vindo a alterar. O que vemos hoje é um confronto entre dois estilos: o de uma equipa que sempre jogou em expectativa para um jogador, e o de uma outra emergente que procura ser capaz de assumir o jogo, pressionar alto e produzir jogo ofensivo através da criatividade e não apenas da mecanização. O futebol produzido é consequência disso mesmo.

 

Sinceramente, não vejo a grande exibição marcada pelo azar que, pelos vistos, grande parte viu. A grande maioria das situações partiram ou de remates de meia distância ou de situações pontuais (ressalto ganho pelo Nani, balão de insistência do Quaresma, canto curto rápido do André Gomes). Construímos zero jogo interior. Absolutamente nada. O que acaba por ser criminoso com os recursos que temos e se levarmos em conta que era a Áustria. O cruzamento a rodos e sem nexo é mais que muito.

 

Depois há os sinais do banco. Aparece com aquele riso falso e alarve a seguir à Islândia a dizer que está tudo tranquilo e não vai haver revoluções. Chega ao jogo, revolução. Junta-se Nani, Quaresma e Ronaldo porque claramente faltou coragem para seguir aquilo que são as próprias convicções, conforme indicadas em todo o trabalho de preparação, e porque todos o pediram. A própria filosofia de jogo é já completamente distinta e é apenas o segundo jogo. Substituições a 2 e 5 minutos do fim. E o cúmulo é no depois do jogo: a flash interview completamente fora de si (quem conseguir que reveja, o homem nem dá tempo para que o jornalista acabe de fazer as perguntas e põe-se a berrar por cima dele) e hoje as patetices de vitórias no Euro em que ninguém acredita, especialmente ele, mas que são desenhadas para pôr outros idiotas a elogiar "a frontalidade" e "a coragem" em programas de segunda à noite.

 

Tudo isto, leia-se o treinador Fernando Santos, o nacional-ronaldismo, a nossa participação no Euro, está tudo condenado a terminar mais cedo do que mais tarde, quanto mais não seja porque a passagem do tempo é inevitável e o tempo desta gente está a chegar ao fim. Resta saber se nós, enquanto selecção, teremos unhas para o que aí vier.

:handclap:

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Grande post do

 

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De resto, lê-se e ouve-se muito que Portugal não ganhou à Áustria "por azar". A sorte e o azar são relativos. Se houver competência e eficácia, a sorte e o azar não se metem nisso. E, nesta selecção, não tem havido nenhuma das duas, tanto de quem joga como de quem treina.

 

É uma pena ver o Ronaldo nesta forma, e é uma pena que continuem a "prendê-lo" assim, quando toda a gente sabe que ele joga melhor se houver outra referência no ataque e ele jogar mais livre. Caramba, não é por acaso que no Real faz golos aos montes - lá existe um certo Benzema, que faz isso mesmo. Até podem pôr lá o Eduardo, é igual.

 

Depois, é também certo que a Áustria fez um jogo de equipa pequena, porque precisava de ganhar tanto quanto nós e limitou-se a defender. E não digam que "cada um joga com as armas que tem", porque a Áustria tem equipa de sobra para se prestar a outro papel. Contudo, é ainda mais triste ver um seleccionador que, a precisar desesperadamente de ganhar, faz a primeira substituição dentro dos últimos 20' e as outras duas dentro dos últimos 7'. Perceber-se-ia se Portugal estivesse a dominar absolutamente e cheio de oportunidades para marcar, mas não era, de todo, esse o caso.

 

Ou seja, isto passa também por falta de qualidade técnica de quem nos treina, não tenho dúvidas. O pior é que, com mais ou menos trambolhões, devemos conseguir passar aos oitavos, nem que seja por via do 3º lugar, onde vamos apanhar uma equipa a sério e vamos ser derrotados à grande - e depois é o chorado do costume, "demos tudo, mas não deu para mais", regressam como se nada tivesse acontecido e a miséria mantém-se.

 

O que vale é que as gerações vindouras, especialmente dos sub-20 (inclusive) para baixo, prometem muito e auguram coisas boas. Depois é esperar que tenham bons seleccionadores, que não os estraguem e/ou desaproveitem o que eles têm de melhor.

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Análise do jogo dum blog táctico alemão que costuma ser porreiro. Copiei as partes relacionadas com a nossa selecção:

 

(...)

 

Portugal’s Flexible Attack

 

In possession of the ball, Portugal adopted quite a flexible shape which took on numerous permutations throughout the duration of the game. The front six players took on a multitude of different positions throughout the game as Ronaldo in particular had a free role off of the ball.

 

The intentions seemed to give the attack an element of surprise and variability amongst the front three players. Through the frequent switching and rotations, all three forwards were given the opportunity to attack from different positions between each possession. By varying their approach, it’s likely that Portugal aimed to disorient the Austrian marking scheme in order to generate free players in dangerous positions; something which was somewhat effective at times.

 

They allowed Ronaldo in particular a free role off of the ball, though the forward’s nature and skill-set made this rarely effective. His individualistic and predatory nature is ill-suited to a role of supporting the team structurally and in ball circulation. His tendency to make purposeless tricks where simple passing would’ve been more appropriate broke down a few attacks in the first 20 minutes alone.

 

As the first half progressed, so did Portugal’s dominance as the side enjoyed large periods of possession. They clearly had the territorial advantage over their opponents and were able to generate a number of dangerous shot opportunities in the Austrian penalty area. Both Joao Moutinho and Andre Gomes began taking up more aggressive positions in the midfield whilst the full-backs supported high up their respective touchlines. Gomes in particular received the ball between Austrian lines and was able to threaten whilst the defence was more concerned by the movements of the front three.

 

Despite this, there was somewhat of an isolated nature surrounding Portugal’s attack. When you consider the nature of the forwards, this comes at little surprise as all three are highly individualistic attackers and not known for their team-tactical play. Combinations between the front line were few and far between and whilst they threatened individually on different occasions, their individuality was a limiting factor – especially in the latter 45. Although all three players moved actively within the midfield, situations in which they could act together were a rarity and Portugal were thus limited to individual attempts to break down Austria’s defence.

 

(...)

 

Portugal Stifle Austria’s Build-Up

 

One of the common themes during the first half was Austria’s inability to pass the ball out from areas deep within their own half. Whilst Almer looked competent when saving the shots of Portugal’s forwards, he failed to show a similar ability in distributing the ball from his penalty area. With Austria clearly struggling to build the possession effectively, Portugal were inclined to adopt an aggressive position into Austria’s third and did so to good effect. The forwards took somewhat of a loose man-to-man approach in order to restrict the passing options whilst maintaining a high position for any resulting turnovers.

 

Against Portugal’s high position, Austria were rarely able to establish sustained, developed periods of possession. They had clear difficulty in passing the ball through the lines of players and instead were contained to more direct and vertical build-ups. This was effective in progressing the ball in a few instances through the left half-space but they were unable to consistently break through the Portuguese press. Austria found difficulty in effectively integrating key attackers such as Alaba and Sabitzer who were regularly isolated whilst their teammates built possession deeper.

 

Although Portugal did their job well, they rarely had to exert themselves within Austria’s third. The majority of problems were conceived by Austria by themselves as their system made effective ball circulation a difficult task for what is an individually-talented side.

 

(...)

 

 

Second Half Developments

 

In contrast to the first 45, the game became more even after the teams re-emerged following the half-time break.

 

Frustrated by their lack of a breakthrough, Portugal began taking on more attacking positions, with Andre Gomes in particular acting closer to a 10 than his original position deeper within the midfield triangle. The battle for possession was a continuation of the first half, with the Iberian team enjoying more of the ball and consequently better territory too. Despite their efforts though, they were unable to create the same quality chances they had in the first half despite the late penalty miss and disallowed goal.

 

Their individuality remained an issue, with isolated wing attacks becoming a common theme whilst the other forwards waited in expectation from within the penalty area. The lack of offensive teamwork was on of the biggest limiting factors on Portugal’s performance on the attack, with the chance of combining with teammates rarely possible. Whilst the build-up to the final third was strong, with players such as Joao Moutinho, Raphael Guerreiro and especially Andre Gomes impressing, their final third play was rather linear. Because of this, the possibilities in attack were immediately restricted often to ineffective crosses from deep positions.

 

(...)

 

Conclusion

 

Whilst Portugal put in an impressive performance with a clear dominance for the second game in a row, they were left disappointed with another draw. Promising signs were a plenty in the performances of players such as Andre Gomes and Raphael Guerreiro yet despite the 23-4 shot dominance, there seems to a restricting factor on their attack. The forwards made few attempts to form attacks as a collective and when a team fails to properly work together in the final third, only so much can be achieved.

 

(...)

 

Concordo com... tudo. Parece-me uma visão muito mais equilibrada e justa da coisa do que "é tudo m*rda!! não se vê trabalho nenhum!! queimem a equipa técnica!!"

 

A única coisa que acho que faltou realçar mais claramente (se bem que eles chegam a falar nisso) é que as oportunidades que criamos na 1ª parte decorrentes da pressão dos nossos avançados, foi mais por azelhice da Áustria a sair a jogar que por nossa causa. Não fiquei assim tão convencido quanto isso com a nossa pressão.

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Algo que parece cada vez mais evidente é que os três seleccionadores portugueses mais cedo ou mais tarde acabam a fazer fretes a alguém, não sei se esse alguém é a FPF ou quem dá dinheiro à FPF a ganhar. O Queiroz e o PB ainda tiveram um período de graça, o Fernando Santos é que parece que entrou directamente na fase dos fretes sem passar pela casa da partida, naturalmente fruto do momento em que pegou na selecção.

 

Nunca fui fã do FS, mas nunca duvidei da sensatez dele, este discurso à Sá Pinto, seja lá porque motivo for, custa-me muito a acreditar que esteja a sair da cabeça dele.

Agora frases como "João Mário está a jogar como joga no Sporting" é que já tenho mais dificuldades em explicar...

Editado por whatever

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Análise do jogo dum blog táctico alemão que costuma ser porreiro. Copiei as partes relacionadas com a nossa selecção:

 

 

 

Concordo com... tudo. Parece-me uma visão muito mais equilibrada e justa da coisa do que "é tudo m*rda!! não se vê trabalho nenhum!! queimem a equipa técnica!!"

 

A única coisa que acho que faltou realçar mais claramente (se bem que eles chegam a falar nisso) é que as oportunidades que criamos na 1ª parte decorrentes da pressão dos nossos avançados, foi mais por azelhice da Áustria a sair a jogar que por nossa causa. Não fiquei assim tão convencido quanto isso com a nossa pressão.

 

x2

daí também me ter afastado um pouco do que se fala por aqui. Temos aspectos que estão no ponto, apesar de uma ou outra desconcetração, e temos outros que são insuficientes.

Enquanto que a organização defensiva me satisfaz com uma ou outra falha, enquanto que o momento de recuparação de bola é bom, a nossa finalização e última fase de construção são aberrantes e tem de ser melhoradas.

 

E honestamente, não meto as mãos no fogo pelos últimos anos da seleção, pelas convocatórias e onzes iniciais, mas são demasiadas coincidências para um determinado agente não ter alguma mão em certas coisas. E isso também tem que acabar.

 

Agora na quarta se vencermos e ficamos em primeiro volta o bandwagon e a tesão do mijo, se passamos com 3 é a vergonha é a vergonha, se perdemos o CMPT implode. Não há 8 nem 80. Mas isso por cá sempre foi assim.

 

Mas honestamente, não mudava nada do onze para o próximo jogo. Tirando talvez o JM/Adrien pelo Moutinho.

Editado por Jone Sampaoli

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Por mim sentava o pepe.

Que casa arder.

 

Por mim sentava o pepe.

Que casa arder.

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Guest fiasco

Por mim sentava o pepe.

Que casa arder.

 

Por mim sentava o pepe.

Que casa arder.

 

O Pepe é uma expulsão á beira de acontecer.

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No geral, este Euro tem vindo a dar todo o ar de Portugal enquanto selecção em período de transição. Em particular, em plena crise identitária. Durante grande parte da nossa existência enquanto nação de futebol até à Geração de Ouro, inclusive, sempre tivemos uma matriz tradicional de bola no pé, futebol de ataque, relativamente anárquico, mas sempre estranhamente atractivo. Não necessariamente porque produzisse um ror de golos ou uma tremenda eficácia por comparação com os adversários, mas precisamente pelo contrário. O interesse e a parcialidade dos neutrais eram conquistados apenas através da moralidade. Pá, era fado, mas com um certo charme.

 

Entretanto, a crise de formação com que nos debatemos, um pouco a começar no Euro 2004, mas mais a sério a partir do Mundial de 2006 para a frente, em conjunção com o aparecimento do fenómeno Ronaldo, colocou-nos numa posição semelhante a tantas outras selecções que contam com um elemento muito acima dos restantes em qualidade, estatuto e atracção mediática. Daí a criação de um modelo de selecção, idealizado mais a sério por Queiroz, mas prosseguido por PB e agora FS, que pressupõe a entrega da iniciativa do jogo ao adversário e do foco ofensivo da equipa a um jogador. Quanto a mim, este modelo, não obstante produzir melhores resultados desportivos e financeiros para a Federação, estaria sempre condenado ao chocar de frente com a identidade do típico jogador português.

 

Entretanto, a nova realidade na formação em Portugal tem-se vindo a alterar. O que vemos hoje é um confronto entre dois estilos: o de uma equipa que sempre jogou em expectativa para um jogador, e o de uma outra emergente que procura ser capaz de assumir o jogo, pressionar alto e produzir jogo ofensivo através da criatividade e não apenas da mecanização. O futebol produzido é consequência disso mesmo.

 

Sinceramente, não vejo a grande exibição marcada pelo azar que, pelos vistos, grande parte viu. A grande maioria das situações partiram ou de remates de meia distância ou de situações pontuais (ressalto ganho pelo Nani, balão de insistência do Quaresma, canto curto rápido do André Gomes). Construímos zero jogo interior. Absolutamente nada. O que acaba por ser criminoso com os recursos que temos e se levarmos em conta que era a Áustria. O cruzamento a rodos e sem nexo é mais que muito.

 

Depois há os sinais do banco. Aparece com aquele riso falso e alarve a seguir à Islândia a dizer que está tudo tranquilo e não vai haver revoluções. Chega ao jogo, revolução. Junta-se Nani, Quaresma e Ronaldo porque claramente faltou coragem para seguir aquilo que são as próprias convicções, conforme indicadas em todo o trabalho de preparação, e porque todos o pediram. A própria filosofia de jogo é já completamente distinta e é apenas o segundo jogo. Substituições a 2 e 5 minutos do fim. E o cúmulo é no depois do jogo: a flash interview completamente fora de si (quem conseguir que reveja, o homem nem dá tempo para que o jornalista acabe de fazer as perguntas e põe-se a berrar por cima dele) e hoje as patetices de vitórias no Euro em que ninguém acredita, especialmente ele, mas que são desenhadas para pôr outros idiotas a elogiar "a frontalidade" e "a coragem" em programas de segunda à noite.

 

Tudo isto, leia-se o treinador Fernando Santos, o nacional-ronaldismo, a nossa participação no Euro, está tudo condenado a terminar mais cedo do que mais tarde, quanto mais não seja porque a passagem do tempo é inevitável e o tempo desta gente está a chegar ao fim. Resta saber se nós, enquanto selecção, teremos unhas para o que aí vier.

 

Este é um bom post mas eu acho que tás a generalizar/simplificar bastante ao englobar o Queiroz, PB e FS tudo na mesma era. Acho que "dar a iniciativa ao adversário" como plano A foi coisa só mesmo do Queiroz. A equipa do Paulo Bento era muito mais ofensiva, com algumas relativas excepções, como a famosa meia-final contra a Espanha em que entramos a pressionar alto mas com um jogo algo agressivo e claramente focado em destruir (Pepe a trinco p.ex.), foi um jogo muito Real do Mourinho vs Barça do Guardiola. Agora com o Fernando Santos tens ainda outra coisa diferente, em alguns jogos sim vês bloco baixo e defender como prioridade, outros como o jogo de Sábado tens uma ideia de jogo extremamente móvel de posse, se bem que mal mecanizada e a entrar em conflito com as individualidades, personificadas pelo Ronaldo, como dizes.

 

Outra coisa que eu não concordo é a ideia que existe um "jogador tipo português" e que a nossa identidade tem de ser obrigatoriamente algo historicamente coerente com esse jogador tipo. Isso parece-me um chavão um bocado limitativo. Os estilos de jogo mudam - a Alemanha actual campeã do mundo tem alguma coisa a ver com a Alemanha clássica que também ganhou tanta coisa? Os alemães encolheram? Ainda há ali vestígios de DNA clássico, claro, porque é impossível fazer um corte brusco com o passado, a evolução faz-se progressivamente passo a passo. Mas está muito diferente.

 

O que quero dizer com isto, é que pode não fazer sentido nenhum dum dia para o outro tentar pôr Portugal a jogar como se fosse por exemplo a Itália, mas não significa que não se possa evoluir noutras direcções. Aliás, a nova geração já está a evoluir num sentido novo ligeiramente diferente da geração de ouro, e muito diferente desta que está a acabar. Não vês nenhum jogador individualista por excelência como um Ronaldo, Quaresma, Nani ou Futre. Nem sequer tens um Figo a por o drible e o um-para-um ao serviço do colectivo. Os extremos quase que desapareceram. Em vez disso, tens playmakers aos molhos, e os avançados ou são móveis ou até são #9s como não tem havido até agora (André Silva, Gonçalo).

Editado por noikeee

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Por mim tirava o Ronaldo, pela simples razão que o Ronaldo fica a espera que os outros façam o trabalho todo e ele tenha uma oportunidade para marcar e o resto da seleção fica a espera que o Ronaldo resolva, ora se o Ronaldo não estiver lá eles dão o litro, e para dar mais razão a minha teoria o Ronaldo em baixo de forma, notou-se no jogo da champions enotou-se nestes dois jogos, para não falar que ele acha-se o Rei e fazem dele o Rei daquilo tudo, podemos constatar que é o único jogador que anda sempre com um apêndice(Regufe) com ele, porque?

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