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pedropb13

[LE] Discussão Geral UEFA Europa League 16/17

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vendo bem as coisas, o plantel do united era mesmo um bocadinho para o horrível antes dessas contratações..

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Mourinho has now won more titles in his first season than Liverpool in the last 10 years.

 

Anti-futebol.

 

:goodman:

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vendo bem as coisas, o plantel do united era mesmo um bocadinho para o horrível antes dessas contratações..

Agradece ao Moyes. O tipo conseguiu desmantelar, por completo, uma equipa que havia sido campeã. :lol:

 

Eu nem sou o maior fã do Mourinho, mas se pensarmos que contratou 4 jogadores neste último verão e que 3 desses, o Pogba, o Zlatan e o Bailly foram os melhores elementos do United esta temporada... O Mkhitaryan desiludiu um pouco, mas foi fulcral na conquista da Liga Europa.

 

Ele sabe identificar os jogadores que precisa. Não me parece correcto dizer que terminou em sexto lugar no campeonato com um plantel de 700 milhões de euros, quando ele não comprou a maior parte dos jogadores... Os treinadores que lá estiveram primeiro, é que o fizeram e ele encontra-se apenas a trabalhar com aquilo que herdou. Não se consegue montar um plantel inteiro numa época apenas.

 

Isto para dizer que é demasiado fácil tirar crédito agora ao Mourinho, quando ele está apenas a delinear as bases para o futuro.

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Ter ficado em 6º é uma consequência de ter tido como objectivo a vitória na Liga Europa, cumpriu com as metas que se propôs a atingir. É natural que haja quem prefira o Guardiola com zero títulos do que o Mourinho com estes três títulos, a qualidade de futebol jogado é outra, naturalmente mas naquilo que o Mourinho é bom conseguiu este ano três vezes, ganhar títulos. E continua sem perder em finais de competições europeias que não estejam limitadas a um jogo, o que é fantástico.

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O plantel do United ainda tem muita gente ali que dispensava perfeitamente.

 

Dispensava Phil Jones, Smalling, Fellaini, Lingard, Martial, Young e, arranjando dois avançados decentes, até emprestava o Rashford. Precisa-se também de mais gente para o meio-campo e na defesa, naturalmente, ia buscar dois centrais e um lateral esquerdo, porque se é para contar com Shaw ou Rojo...

Editado por Taka

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Agradece ao Moyes. O tipo conseguiu desmantelar, por completo, uma equipa que havia sido campeã. :lol:

 

Para ser sincero, nem o próprio plantel que herdou do Ferguson era bom quanto mais :lol: , tanto mostrou o quão é evidente o que um treinador decente pode fazer num grupo de jogadores.

 

Digam o que disserem, não é qualquer treinador que, ao comando do único habitué da Champions em prova e que só num jogador estoira mais de 100 milhões de euros, consegue eliminar o 8º classificado da liga francesa, o 6º classificado da liga russa, o 1º classificado da liga belga, o 13º classificado da liga espanhola e o 2º classificado da liga holandesa...É obra :handclap:

 

Agora fora de brincadeiras, posso estar completamente enganado, mas acho que estes três títulos não querem dizer absolutamente nada e estou muito céptico em relação ao que vai ser o United do próximo ano. A dada altura, achei que estavam no bom caminho, mas agora já não sei...Sinceramente, não sei se vão passar disto.

 

Bem, para o ano cá estaremos para ver. Parabéns ao Zé por mais um título europeu.

 

Vai depender de forma como o United abordará o mercado para o ano e qual será o impacto das lesões.

No entanto, concordo contigo em que o United não vai mudar grande coisa no que toca ao seu jogo, mas é ai que entram os reforços, que espero que uniformizem o plantel, evitem adaptações desnecessárias e que cubram as lacunas do jogo do United.

Editado por Kimi Raikkonen

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O plantel do United ainda tem muita gente ali que dispensava perfeitamente.

 

Dispensava Phil Jones, Smalling, Fellaini, Lingard, Martial, Young e, arranjando dois avançados decentes, até emprestava o Rashford. Precisa-se também de mais gente para o meio-campo e na defesa, naturalmente, ia buscar dois centrais e um lateral esquerdo, porque se é para contar com Shaw ou Rojo...

Bem que podiam trocar o Martial pelo Bernardo

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A minha história com José Mourinho começa em 2001. Numa altura em que deixava o comando técnico do Benfica para assinar pelo Leiria, trazia o perfume refrescante que Portugal precisava para que uma revolução qualitativa fosse operada no futebol. Por tudo o que dizia, por tudo o que fazia, Mourinho sempre foi um treinador diferente para melhor. Em Portugal, o seu Leiria passeava qualidade de jogo ainda que não fosse a equipa com melhores individualidades. Mourinho treinava de forma diferente, era rigoroso como nenhum outro que o antecedeu, era diferente na forma de abordar o treino – desde o aquecimento até ao retorno à calma -, treinava um pequeno que jogava como um grande. Aqui começa a minha paixão por Mourinho, o verdadeiro. Aquele que começa a mostrar que é possível fazer diferente e ganhar. Que há um caminho que garante uma percentagem de vitórias esmagadora em relação à derrotas e empates. O caminho é o da organização de jogo, o da criação de competências em todos os momentos do jogo, tudo suportado por duas bases fundamentais: o golo, e a posse de bola.

 

Mourinho foi o treinador que me ensinou que o conceito de equipa era superior às relações que os jogadores tinham fora do campo, era superior ao esforço físico que todos faziam para conseguir compensar o colega, era superior ao esforço físico que se fazia para recuperar a bola. Ele mostrou-me que mais equipa era aquela em que os jogadores em cada momento pensavam e agiam de forma semelhante, ligados por uma forma colectiva de resolver os problemas do jogo. Veio o Porto e concretizou para o mundo, de forma estrondosa, o que vinha prometendo desde que se tornou treinador principal. O futebol era bem superior relativamente ao que se praticava pela Europa. Percebia-se, ainda que não tivesse as melhores individualidades, que era o melhor futebol do mundo.

 

O Porto era superior colectivamente em todos os momentos do jogo. O Porto, a jogar com menos um jogador em campo continuava a ser mandão, continuava a ter a bola, continuava a dominar os adversário não se adaptando nunca ao que este pudesse dar. Obrigava por isso que fossem os outros a pensar em como parar o Porto. Subjugava as maiores e mais poderosas equipas da Europa com um futebol de linhas de passe constantes, de combinações ofensivas de grande qualidade, de superioridade no corredor central em posse, de uma reacção agressiva à perda, de zonas de pressão que não davam espaço aos adversários, que sufocavam e deliravam dizendo que parecia sempre que Mourinho jogava sempre com mais um. E jogava de facto por ter uma equipa preparada para jogar o jogo como ele devia ser jogado – com qualidade colectiva em todos os momentos do jogo.

 

Em Inglaterra tornou-se especial para o mundo que ainda não o conhecia, já o era para mim. Era-o porque foi sempre diferente. Fiel ao caminho que traçou de domínio do adversário, do qual não abdicou nunca por perceber que também essa era a melhor forma de defender, de descansar, de gerir o jogo, de jogar com as expectativas do adversário, fosse em que estádio fosse. Foi tão arrebatador como eu já esperava que fosse porque era o melhor de muito longe. Tinha a melhor proposta de jogo, gostava de jogadores inteligentes acima de qualquer outro aspecto, defendia como poucos utilizando referências zonais. O que conseguiu ganhar foi sempre de forma distinta, teve sempre qualidade. Ganhou como poucos ganham, com um estilo de jogo apaixonante, que mostrava o caminho para o evoluir do jogo. Ganhou mais do que títulos, ganhou mais do que jogos, ganhou a eternidade. O Leiria de Mourinho; o Porto de Mourinho; o Chelsea de Mourinho, o verdadeiro; serão sempre lembrados como grandes marcos da história do jogo. Serão lembrados pelos motivos certos, pelo futebol que praticavam. Eram tempos em que Mourinho mostrava que não era preciso defender com muitos para defender bem, que era preciso jogar no meio campo do adversário mais tempo do que no próprio meio campo, que era preciso encontrar com inteligência os melhores caminhos para o golo.

 

Seguiu-se Itália. País onde se dizia que iria ser enxovalhado pelo saber táctico que os transalpinos diziam ter. Saber esse que estava mais que ultrapassado, que assentava na ideia de terem tido um grande treinador a revolucionar a forma de pensar o jogo, e terem vivido anos na sombra do sucesso que um treinador teve com um jogo de qualidade. Saber esse que na altura não era assim tanto comparado com o que Mourinho já tinha mostrado ao mundo. Saber esse que não tinha tanta relevância tendo em conta o atraso para o melhor ao nível do treino. Aqui, em Itália, Mourinho começou a mostrar a diferença. Começou a mostrar que a inteligência de jogo, que a superioridade no corredor central, que o futebol ofensivo continuava a ser o melhor caminho. Quando chegou ao Inter teve duas afirmações que romperam à toda linha com aquilo que a maioria dos italianos parecia pensar, dizendo que o jogador à frente da linha defensiva não tinha de ter características defensivas. Disse que esse jogador tinha de ser um jogador com boa capacidade para jogar com bola, com boa visão, para ser o homem que inicia a construção nessa zona. Disse que era a posição de Cambiasso, mas também de Stankovic caso fosse necessário. Disse também, nessa altura, que lhe agradava um jogador de futebol e não alguém que andasse a destruir o jogo do adversário. De seguida, perguntavam-lhe sobre Ibrahimovic, que não marcava golos. E com a clareza habitual, ele responde que para um avançado da sua equipa, por ele querer jogar um futebol de controlo e de posse, seria sempre mais importante ser um super-jogador do ponto de vista técnico do que um jogador que marque golos. Isto porque, dizia ele, se uma equipa estivesse dependente dos golos de um jogador no caso do jogador não estar bem, ou não estar, a equipa iria passar dificuldades. Aqui, quando chegou, Mourinho ainda jogava com os factores mais importantes, os factores que ele controlava. Aqui, ele percebia perfeitamente que não podia controlar os jogadores, mas que podia controlar alguns comportamentos que lhe permitiam ficar menos exposto ao maior imponderável do jogo: o jogador.

 

Pensava-se que Mourinho iria continuar a somar pontos e a mudar paradigmas por onde quer que fosse. Mas a eliminação nos oitavos de final da Liga dos Campeões, frente ao Manchester, mudou-o. Mudou os seus objectivos e ganhou. E como ganhou muito, passou a acreditar que aquela forma de trabalhar era o que lhe poderia garantir no futuro maior regularidade ao nível dos troféus em todas as provas. Diga-se que era difícil de gerir o sucesso estrondoso que teve nesse ano, mas reflectindo um pouco sobre ele e sobre os anos que seguiram não era necessário ser brilhante para perceber que não passou de uma especificidade do futebol, que teima em premiar ocasionalmente equipas que pouco têm para oferecer ao jogo. Hoje, Mourinho vive sobre a aura do sucesso de 2010. E tudo o que faz, a metodologia de treino, o modelo de jogo, as escolhas dos jogadores, os onzes iniciais, são atrocidades que reflectem um passado que ele ignora, com sustentação no sucesso de uma e uma só época desportiva. A partir daqui, Mourinho passou a ser o treinador que preparava a equipa para competições a eliminar, para momentos específicos da época. Treinava todo um ano para um único momento, para um jogo, para parar uma determinada equipa. Passou a jogar com os imponderáveis, a defender como podia, a atacar sem risco, e a esperar pela inspiração dos seus avançados ou pela sorte para marcar. Passou a ser um treinador como o outros, a tentar parar adversário à pancada e sem futebol. E por isso, como os outros, passou a ganhar menos títulos ao final de cada época. Passou a ganhar como muitos ganham, por um acaso, por individualidades fortes, por obra divina. Por ter deixado de preparar a sua equipa para a maior parte dos jogos, por treinar constantemente para provas onde a sorte é um factor muito importante, por achar que cada jogo é uma batalha onde a sua equipa tem de encaixar no adversário, por ter começado a jogar mais perto da sua baliza do que da baliza do adversário, por não permitir a jogadores de grande qualidade – desde o Real Madrid ao novo Chelsea, e também neste ano em Manchester – que possam expressar a sua mais valia individual, por fazer com que os seus jogadores pareçam piores do que realmente são, Mourinho regrediu e é hoje igual a muitos. Ganha como muitos, perde como muitos. Quando ganha não é marcante, não é eterno. Não é, hoje, mais treinador que Di Matteo, Rehhagel, ou Benitez. Porque o que ele faz, qualquer um consegue. O que fazia, só estava ao alcance dos melhores. É verdade que nesse ano venceu o Triplete, coisa que muito poucos poderão repetir. Mas as exigências do jogo ditam que, uma equipa que é trabalhada com tais ideais nunca mais poderá ser regular em títulos e em finais como o foi naquele momento especifico.

 

Para Mourinho, hoje, o importante é parar o adversário. Esqueceu-se da bola, e por vezes até do golo se esquece. Onde preferia jogadores capazes de construir agora prefere defesas centrais, para que, nas palavras dele, seja um jogo de 10 contra 10 por anular um adversário. Anular um adversário! Hoje, mais do que nunca, Mourinho pensa que o futebol é um jogo de duelos individuais onde quem vencer mais duelos ganha o jogo. Hoje, Mourinho acredita mais do que nunca nos factores externos, naqueles que ele não controla, para ganhar o jogo. Hoje, Mourinho acredita que ganha a maioria dos jogos com estratégia, com palestras inspiradoras, com garra, com esforço físico sobre-humano. Hoje, Mourinho acredita que a melhor equipa é aquela onde os jogadores correm mais do que o adversário. Hoje, mais do que nunca, Mourinho está atrasado no tempo por depender essencialmente da inspiração individual dos seus jogadores e da sorte para ganhar.

 

Hoje, seja contra quem for, baixa as linhas e defende em cima da área, e entrega completamente a iniciativa ao adversário mesmo contra dez. Voltou ao século passado, no futebol de bolas para Fellaini e marcações individuais pelo campo todo. Em vantagem, mesmo que jogue contra o último, defende nos últimos trinta metros. O quanto mudou Mourinho! O Mourinhismo é hoje nada mais que a fé absoluta num futebol arbitrário.

 

apareceu no meu feed do face esta publicação da página posse de bola

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Agradece ao Moyes. O tipo conseguiu desmantelar, por completo, uma equipa que havia sido campeã. :lol:

 

Eu nem sou o maior fã do Mourinho, mas se pensarmos que contratou 4 jogadores neste último verão e que 3 desses, o Pogba, o Zlatan e o Bailly foram os melhores elementos do United esta temporada... O Mkhitaryan desiludiu um pouco, mas foi fulcral na conquista da Liga Europa.

 

Ele sabe identificar os jogadores que precisa. Não me parece correcto dizer que terminou em sexto lugar no campeonato com um plantel de 700 milhões de euros, quando ele não comprou a maior parte dos jogadores... Os treinadores que lá estiveram primeiro, é que o fizeram e ele encontra-se apenas a trabalhar com aquilo que herdou. Não se consegue montar um plantel inteiro numa época apenas.

 

Isto para dizer que é demasiado fácil tirar crédito agora ao Mourinho, quando ele está apenas a delinear as bases para o futuro.

 

Pois, uma pessoa lê certas coisas e fica com a ideia errada por não acompanhar o campeonato. Honestamente aquele plantel precisa de levar com uma boa razia. Não vejo sinceramente no United um grande plantel.

 

 

Em relação a esse texto, o Real do Mourinho, especialmente o da segunda temporada, jogava bom futebol. Até concordo com o que foi escrito, mas o revisionismo feito para que vá de acordo com as ideias propostas é algo perfeitamente dispensável.

Editado por Rōnin

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Comecei a ler e vi logo onde ia parar...

 

Quem escreveu isso descreveu Mourinho como um ser perfeito no início da carreira, e agora como um ser pior que banal.

 

O Mourinho mudou, sim, mas não como essa pessoa descreveu. Tornou-se, como ele próprio confessou ontem, numa pessoa mais humilde e realista face a determinados adversários. E em finais isso é crucial.

 

Se tiver que definir um ponto de viragem, diria que foi a manita em Barcelona. Ele sofreu com isso e a partir daí o objetivo passou a ser eliminar o Barcelona. E começou a aplicar coisas que aprendeu em Itália. E sim, tornou-se resultadista e foca-se em vitórias e títulos. Há quem prefira outro tipo de futebol, jogar bem e não ganhar nada, mas, face à realidade, eu concordo com o Mourinho: se tiver de escolher entre jogar bem e ganhar - escolho ganhar. Ele percebeu que jogar bem e ganhar sempre não iria acontecer, não é algo realista, o mundo está sempre em mudança.

 

Anyway estou curioso para ver o que o Mourinho vai fazer pro ano, até porque ele ainda está com o plantel que herdou. Veremos se conseguirá construir um plantel para ganhar o título inglês.

 

P.S.: essa pessoa esqueceu-se de referir que o Chelsea foi campeão em 2005 com muitas vitórias por 1-0, já nessa altura era marcar e segurar.

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"Não é, hoje, mais treinador do que Di Matteo" :prayer:

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Já faltou mais para ler que o plantel do United dá para o 9º lugar e com muito esforço.

Está relacionado com o modelo de jogo. Não encaixa lá muito bem nas ideias do treinador.

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Está relacionado com o modelo de jogo. Não encaixa lá muito bem nas ideias do treinador.

ideias do treinador são ganhar. não é da maneira mais bonita? não. mas vai lá perguntar ao Pogba se está triste pela forma como ganhou a Uefa

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"Não é, hoje, mais treinador do que Di Matteo" :prayer:

 

"Disse que esse jogador tinha de ser um jogador"

 

Brutal o que se apanha quando se retiram citações de um texto sem qualquer contextualização :prayer:

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Eu estava a falar a sério 8-[

eu vi o Mourinho a tentar por um futebol ofensivo e positivo na grande maioria dos jogos. ao ler os posts aqui parece que estamos a falar do Chelsea dele.

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Comecei a ler e vi logo onde ia parar...

 

Quem escreveu isso descreveu Mourinho como um ser perfeito no início da carreira, e agora como um ser pior que banal.

 

O Mourinho mudou, sim, mas não como essa pessoa descreveu. Tornou-se, como ele próprio confessou ontem, numa pessoa mais humilde e realista face a determinados adversários. E em finais isso é crucial.

 

Se tiver que definir um ponto de viragem, diria que foi a manita em Barcelona. Ele sofreu com isso e a partir daí o objetivo passou a ser eliminar o Barcelona. E começou a aplicar coisas que aprendeu em Itália. E sim, tornou-se resultadista e foca-se em vitórias e títulos. Há quem prefira outro tipo de futebol, jogar bem e não ganhar nada, mas, face à realidade, eu concordo com o Mourinho: se tiver de escolher entre jogar bem e ganhar - escolho ganhar. Ele percebeu que jogar bem e ganhar sempre não iria acontecer, não é algo realista, o mundo está sempre em mudança.

 

Anyway estou curioso para ver o que o Mourinho vai fazer pro ano, até porque ele ainda está com o plantel que herdou. Veremos se conseguirá construir um plantel para ganhar o título inglês.

 

P.S.: essa pessoa esqueceu-se de referir que o Chelsea foi campeão em 2005 com muitas vitórias por 1-0, já nessa altura era marcar e segurar.

 

Outra vez a conversa do "preferes ganhar muito a jogar mal ou pouco a jogar bem"?

 

É que nem sentido faz para o exemplo concreto. Quantos títulos teve ele antes e depois desse momento que identificas como aquele em que ele teve o rasgo de brilhantismo de perceber que não podia continuar a ganhar jogando bem? :lol:

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Ele depois da manita ganhou a liga dos recordes com 121 golos e 100 pontos. 8-[

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eu vi o Mourinho a tentar por um futebol ofensivo e positivo na grande maioria dos jogos. ao ler os posts aqui parece que estamos a falar do Chelsea dele.

Pronto, é a tua visão das coisas. Mas a questão aqui é: será que tentou da mesma forma que também tentou noutras ocasiões da sua carreira?

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Ele depois da manita ganhou a liga dos recordes com 121 golos e 100 pontos. 8-[

 

E foi campeão inglês e ganhou agora uma Liga Europa.

 

Antes da manita, ganhou dois títulos portugueses, dois ingleses, dois italianos, duas Ligas dos Campeões e uma Taça UEFA.

 

...

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