sinik Publicado 1 Junho 2017 (editado) Pedro Rodrigues, Kalaica, Diogo Gonçalves, João Filipe e Carvalho. O Pedro Rodrigues tem que ser prioridade. Editado 1 Junho 2017 por sinik Compartilhar este post Link para o post
ventura21 Publicado 1 Junho 2017 (editado) :lol: :lol: Da B, para mim, subiam o João Carvalho (para fazer de Pizzi), Kalaica e ver o Diogo Gonçalves na pré-época. Todos os outros com potencial precisam de mais uma época ali e/ou serem emprestados a um clube de primeira liga. Casos do Zé Gomes, João Felix, João Filipe, Gedson, Florentino... O Kalaica é (quase) um certeza que fica na principal. Sinceramente, não estou a ver o João Carvalho a ficar no plantel, gostava que ficasse (quem é o empresário do moço?).Isto, assumindo que o Horta volta a contar, claro. Quanto aos restantes nomes, penso que seria do nosso interesse que permanecessem na B, por uma questão de acompanhamento e tal. É que se não calçam na B, fico com dúvidas que o possam vir a fazer numa equipa da 1ª, a não ser que essa equipa tenha um plantel francamente fraco. Editado 1 Junho 2017 por ventura21 Compartilhar este post Link para o post
Diogo_CFB Publicado 1 Junho 2017 O Jogo diz, saindo o sueco, que o Rúben Dias vai subir e ficar no plantel principal. Compartilhar este post Link para o post
kerkozia Publicado 1 Junho 2017 (editado) Este jovem Ruben Dias é sem margem para dúvidas uma das grandes promessas, made in seixal, tem tudo para dar o salto na próxima época. . Editado 1 Junho 2017 por kerkozia Compartilhar este post Link para o post
Chet Faker Publicado 1 Junho 2017 (editado) Confirma-se. No Grimaldjinho até fica bem, mas não sou grande fã. Editado 1 Junho 2017 por Chet Faker Compartilhar este post Link para o post
Casual 1904 Publicado 1 Junho 2017 Este jovem Ruben Dias é sem margem para dúvidas uma das grandes promessas, medium seixal, tem tudo para dar o salto na próxima época. . Já formamos medium no Seixal? Daí as obras. Compartilhar este post Link para o post
FabioK Publicado 1 Junho 2017 Se a parte dos ombros fosse igual ao resto da camisola secahar ate escapava.... assim fica um bocado esquisito Compartilhar este post Link para o post
Visitante Publicado 1 Junho 2017 Com o devido respeito pelo manto sagrado, mas isso aí parece uma camisola de dormir. Compartilhar este post Link para o post
w0 Publicado 1 Junho 2017 Não me chateia. Não me ofende. É a camisola da era moderna. O principal terá de ser SEMPRE vermelho com apontamentos brancos. O alternativo pode ser o que quiserem. Desde que vendam, e bem, e continuemos a fazer crescer a marca e as receitas, tanto melhor. E não misturo isso com o que depois o NGL faz com o dinheiro, os jogadores que compra, etc. etc.. Temos de ser um pouco mais pragmáticos e sem dinheiro não há palhaço. Compartilhar este post Link para o post
mlima Publicado 1 Junho 2017 Prefiro o Ruben Dias ao Kalaica, daquilo que vi esta época, mas facilmente. Penso que deveria ser ele a subir, e é mais velho que o croata certo? Compartilhar este post Link para o post
Chet Faker Publicado 1 Junho 2017 Do que vi na equipa B o Rúben esteve num nivel superior ao Kalaica, mas tendo em conta que o Kalaica passou uma boa parte da época a treinar com a equipa A faz sentido estar a frente do Rúben. De todas as maneiras temos 3 centrais com potencial na equipa B, o Rúben, o Kalaica e o Ferro que evoluiu imenso. Compartilhar este post Link para o post
kerkozia Publicado 1 Junho 2017 Já formamos medium no Seixal? Daí as obras. Por acaso até não... "made in preto" Compartilhar este post Link para o post
Chazzy Chazz Publicado 1 Junho 2017 Também acho o Dias superior ao Kalaica, mas o croata fez a temporada toda a trabalhar com a A, por isso... Compartilhar este post Link para o post
Enzo Dios Perez Publicado 1 Junho 2017 Li em qualquer lado que que o Rui Vitória gosta imenso do Kalaica. Mas sendo mais novo do que o Dias, não sei. Compartilhar este post Link para o post
Viking41 Publicado 1 Junho 2017 Esta é uma das melhores carateristicas do Rúben Dias. :handclap: Compartilhar este post Link para o post
gunthi Publicado 1 Junho 2017 Não sabia onde havia de por isto.. o nosso departamento de marketing está muito forte.. bem sacada esta: Compartilhar este post Link para o post
Almeno Publicado 2 Junho 2017 Alguém sabe onde posso ler a entrevista do Jonas? inb4 compra o jornal Compartilhar este post Link para o post
Ruas Publicado 2 Junho 2017 Tivesses dito enquanto ainda tava no trabalho e punha aqui a entrevista. Agora ya, vai comprar o jornal :mrgreen: Compartilhar este post Link para o post
Thor Odinsson Publicado 2 Junho 2017 O Ruben pode dar jogador, mas mais do que isso, pode dar Capitão. Carisma não lhe falta. Espero que lhe seja dada uma oportunidade. Compartilhar este post Link para o post
Enzo Dios Perez Publicado 2 Junho 2017 (editado) Entrevista com Jonas: R: Qual foi o momento mais complicado durante a recuperação do pé direito? Os seus colegas tentaram sempre apoiá-lo... J – Foram todos importantes, desde a família, aos meus companheiros e até ao staff do Benfica. É complicado, porque tinha feito dois anos maravilhosos e no terceiro ano comecei a temporada com uma lesão grave. Depois ainda tive um problema na cervical e isso foi adiando o meu regresso. Mas tive tranquilidade, paciência e trabalhei muito. Também foi uma aprendizagem para mim e o mais importante foi ter voltado bem. Contribuí de alguma forma, juntamente com os meus colegas, e terminar a época a vencer estes títulos deixou-me muito feliz. Agradeço a todos no Benfica e aos meus familiares porque, apesar do período difícil, a forma como isto terminou deixou-me muito feliz. R: Temeu que a paragem viesse a ser mais demorada? Houve uma altura que já se treinava no relvado, mas com cuidados… J – Fiquei preocupado, porque a lesão que tive no tornozelo foi muito grave. Foi a pior que já tive. Já me lesionei nos ligamentos cruzados, e até parei seis meses, mas não se compara com esta no tornozelo. Foi uma infeção e o departamento médico, com o doutor António Martins, teve de agir muito depressa. Foi uma coisa muito grave e poderia prejudicar-me no futuro. Foram três ou quatro meses parado e não esperava. Na primeira lesão, depois de duas ou três semanas, já estava disponível. E até joguei contra o Nacional. Mas, com a infeção, fui muito prejudicado e fiquei mesmo muito preocupado. Mas, com tranquilidade, com a ajuda do doutor António Martins e do Bento Leitão, fui recebendo todas as indicações. Nas primeiras semanas foi muito à base de antibióticos, e só depois iniciámos a fisioterapia. R: O departamento médico foi colocado em xeque, com a sua situação e com o grande número de lesões... J – Essas críticas foram muito injustas. As pessoas ‘pegaram’ muito forte com o departamento. Fiquei muito triste e foi por isso que, depois de voltar da lesão, citei muitas vezes o departamento médico. Foram fundamentais, deixaram-me tranquilo em relação às graves lesões. R: Foi importante o apoio da Susana Torres, que também já tinha ajudado Éder, na fase final da época? J – Conhecemo-nos melhor agora, mas é algo mais pessoal e só posso dizer que estou feliz. R: A seleção do Brasil continua a ser um objetivo? Para o Mundial’2018? J – É o meu objetivo. Sei que é difícil estar lá, ainda mais agora com o Tite. Mesmo entre nós, jogadores que estão na Europa, comentamos uma única frase: ‘O Brasil voltou.’ Hoje, o Brasil é candidato a ser campeão na Rússia. Tite acertou, é um treinador com grande conhecimento. Mas a seleção é o meu objetivo, apesar de haver poucos jogos de qualificação até lá. Como o Brasil já está apurado, pode ser que ele faça alguns testes, mas também não vai mudar muito. Não deixa, porém, de ser um objetivo meu e, enquanto houver esperança, vou trabalhar para voltar. Fazendo uma época muito boa no Benfica, as hipóteses são boas porque estou num clube fantástico. R: Acredita que a Seleção portuguesa tem uma palavra a dizer na Taça das Confederações? J – Torci muito por Portugal no Europeu! Como se fosse português! Depois da fase de grupos, então, foi demais! Hoje, vejo Portugal como favorito, assim como a Alemanha, Brasil e mais uma ou duas seleções. Portugal está com um lote muito bom de jogadores, ganhou confiança com esta conquista do Euro’2016 e isso é importante para dar seguimento na Taça das Confederações e, depois, no Mundial’2018. R: Confirmou ter recebido propostas da China. Por que motivo recusou? J – Na verdade temos recebido algumas sondagens e propostas de clubes da China, mas a minha felicidade aqui resume tudo. Quando cheguei ao Benfica queria muito ficar bastante tempo no clube e marcar o meu nome na história, ganhando prémios coletivos e individuais, e isso tenho conseguido. A felicidade não tem preço. Sou muito grato ao clube, amo este país e estou muito adaptado. A minha família pensa muito no bem-estar e como seria na China, onde a cultura é totalmente diferente. A minha felicidade, hoje, é aqui. R: Se voltarem a colocar-lhe uma oferta milionária em cima da mesa coloca essa hipótese? J – Penso cumprir o contrato, que renovei por dois anos. Chegaria ao fim com 35 anos. Mas, no futebol não podemos dar as coisas como garantidas. Só sairia se aparecesse alguma coisa importante para o clube e para mim. É muito difícil deixar o Benfica nos próximos dois anos. R: Qual é o seu papel junto dos mais jovens? J – Procuro passar experiência nos momentos mais delicados da época, falando com eles dentro e fora de campo. R: Soma 85 golos em 111 jogos pelo Benfica, mais do que em outro clube onde jogou. O que encontrou de especial na Luz? J – Encontrei tudo aqui! Temos tudo, não apenas os jogadores, mas também as famílias. A minha mulher e a minha filha ficam doidas por ir ao Estádio da Luz. E dentro de campo encontrei pessoas fantásticas. Sempre penso que teria de conhecer este clube, porque nunca imaginei viver o que tenho vivido aqui. Trabalha-se muito uma palavra que está sempre comigo: humildade. Isso fez com que eu tivesse uma ligação muito forte com o Benfica, pois vejo no clube características que levo para a minha vida. Características implementadas pelo presidente. Isso ajudou-me bastante e, em campo, os meus companheiros também ajudam e isso deixa a bola fácil para os golos. São números que me deixam muito contente e arrisco dizer que nunca tinha vivido isto na minha carreira. R: De todos os golos que marcou esta época, apenas um foi fora, tirando a Supertaça. Encontra alguma explicação? J – É como já disse, o Estádio da Luz é especial, diferente. É lógico que também tenho o objetivo de marcar golos também fora, mas não sei, já conheço todos os atalhos da Luz... O ambiente, os adeptos, que são sempre 50 ou 60 mil, mexem muito comigo. R: Como explica o entendimento que teve com Mitroglou nas duas últimas épocas? J – Sempre gostei de jogar com jogadores que ficam mais próximos da área e que me permitem vir mais de trás. O Mitroglou tem essas características, tal como o Raúl Jiménez, que até é mais móvel. O Mitroglou fica mais próximo do golo e é um belíssimo jogador, com enorme tranquilidade para rematar com o pé esquerdo, cabeça, pé direito. É muito forte no um contra um. R: Depois da luta pelo título na última temporada, mesmo até à última jornada, esperava mais do Sporting? J – Acho que todos esperavam mais, até pelo que o Sporting fez na última temporada. Houve saídas de alguns jogadores importantes mas, em contrapartida, contrataram outros. Penso que o Sporting não teve a regularidade que devia para ser campeão e foi por isso que acabou por ter dificuldades para lutar até ao final. R: O FC Porto teve várias oportunidades para se isolar no campeonato. Alguma vez sentiu as coisas tremidas? J – Não, tremida não. Nunca estivemos preoucpados, em momento algum, com a possibilidade de perder a liderança ou até o campeonato. Sabemos que houve momentos da época em que poderíamos ter perdido a liderança e ter períodos de maior pressão, mas estivemos sempre focados no nosso trabalho. Era disso que dependíamos e dava-nos tranquilidade e confiança para continuarmos até ao final. Mesmo se perdêssemos a liderança, porque só dependíamos de nós. O principal jogo em que poderíamos ter perdido o primeiro lugar foi antes do clássico, sendo que, depois, jogaríamos esse clássico em casa com o apoio dos nossos adeptos. Tudo poderia mudar de uma jornada para a outra, mas só dependíamos de nós. R: Ao contrário da última época, o Benfica não perdeu nenhum clássico. Isso também foi determinante para a conquista do título, até pela confiança? J – Falou-se muito disso, dos clássicos. No ano passado vencemos apenas um, que foi o principal, pois deu-nos o título. Este ano vencemos, empatámos e acabámos por ser campeões. Não são os clássicos que decidem o campeonato, mas sim a regularidade. O Benfica tem feito isso nos últimos anos e é por isso que tem sobressaído em relação aos rivais. R: Preservou sempre a imagem da família. Por proteção? J – Sempre fiz isso. Às vezes uso as redes sociais porque sabemos que hoje em dia faz parte do trabalho. Mas sou muito discreto. Fora de campo, gosto de aparecer o mínimo possível. Gosto de aparecer é dentro de campo. Gosto muito de preservar a minha família e tudo o que puder fazer, farei. É algo meu. R: A sua mulher e as suas filhas já estão adaptadas a Portugal? J – Amam Portugal! Agora, quando vou de férias, a minha filha já diz: ‘Vamos voltar para Portugal!’ Estão muito felizes aqui. Em Espanha também gostávamos muito, mas a minha mulher ficava muito sozinha lá. Aqui, não. Já tem amizades com mulheres de outros jogadores, como a Brenda, mulher do Luisão, a Susana, do Júlio César, ou a Gabriela, do Jardel. E mesmo fora deste meio já têm mais amizades. R: Fora do futebol, é a sua mulher o seu maior apoio? J – Sem dúvida! Ela é que comanda tudo aqui em casa, faz tudo de maneira a que, quando chego dos treinos, esteja tudo pronto para o descanso e para a recuperação. Ou para o passeio, se for o caso. R: Tem um irmão advogado e outro farmacêutico. Quando é que decidiu ser futebolista? J – Na verdade fiz dois anos de farmácia, mas sempre joguei. Depois houve um momento em que tive de optar: futebol ou estudo. Quando fazia uns testes num clube, não ficava porque nunca conseguia ficar longe dos meus pais. Desisti do futebol e iniciei o curso de farmácia. E porquê? Porque nem eu sabia o que queria! Mas pensei que ser advogado implicava muita leitura e, naquela altura, já não gostava muito de ler (risos). Advogado estava arrumado! Mas o meu irmão tinha aberto uma farmácia e comecei a ajudá-lo, a entregar medicamentos. Apanhei o gosto e comecei o curso, mas também vi que não era a minha onda e tinha o sonho de ser jogador. Até que o meu pai, quando tinha 20 anos, ligou para um treinador para ver se podia fazer uns testes. Achávamos difícil, mas comecei no Guarani o meu sonho e foi incrível. Não imaginava tornar-me jogador aos 20 anos. Ainda hoje mantenho contacto com este treinador, sou-lhe muito grato. Retirado do sb. Acha difícil sair nos próximos 2 anos. :heart: Editado 2 Junho 2017 por Enzo Dios Perez Compartilhar este post Link para o post
Almeno Publicado 2 Junho 2017 (editado) Tivesses dito enquanto ainda tava no trabalho e punha aqui a entrevista. Agora ya, vai comprar o jornal :mrgreen: Sempre muito útil este Ruas. (só soube da entrevista quando vim aqui pedir :mrgreen: ) Thanks Enzo, vou ler isso agora. Jonas :heart: Editado 2 Junho 2017 por Almeno Compartilhar este post Link para o post
Ruas Publicado 2 Junho 2017 Achas? Soube da entrevista logo as 6h da manhã quando fui buscar os jornais. Não sabia é que querias ler e não querias comprar o jornal :mrgreen: Compartilhar este post Link para o post