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Serpa Pinto

Torneio Olimpico de Futebol Masculino

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Fdc Lucas Leiva aí no meio :mrgreen:

 

Mas sim, isso aliás já é uma discussão que vem pelo menos desde o Mundial. E as coisas não melhoraram a partir daí a bem da verdade

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Fdc Lucas Leiva aí no meio :mrgreen:

 

Mas sim, isso aliás já é uma discussão que vem pelo menos desde o Mundial. E as coisas não melhoraram a partir daí a bem da verdade

 

Pá, é o que digo, médios mais recuados é o ponto fraco desta seleção. Gosto do Fernandinho, dos outros dois não gosto tanto mas com um treinador que saiba o que faz não é por aí que será uma seleção (muito) mais fraca.

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Esqueceste-te de um dos melhores brasileiros do meio campo: Allan.

 

Pato, também. Felipe Anderson, Luiz Gustavo, Rafinha Alcântara.

Editado por pedritsh

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Esqueceste-te de um dos melhores brasileiros do meio campo: Allan.

 

Pato, também. Felipe Anderson, Luiz Gustavo, Rafinha Alcântara.

 

Esqueci-me do Allan, sim. Dos outros, pá, só se for o Felipe Anderson e o Rafinha. A época passada do primeiro foi de baixo nível portanto quero vê-lo com atenção novamente este ano. Mas tem claramente potencial para andar por lá regularmente num futuro próximo. O Bielsa ia fazer-lhe bem, é pena. O Rafinha tem qualidade mas onde rende é como médio mais avançado. Não acho que seja com ele que o problema do médio mais recuado fique resolvido. O Pato tem qualidade mas está comido pelas lesões e não deve voltar a apresentar o nível que outrora apresentou e o Luiz Gustavo é medíocre, não gosto.

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Estou torcendo para uma derrota do Brasil. Essa série de vexames (7-1 em casa, eliminação na Copa América para o poderoso Paraguai, mais uma eliminação no ano seguinte na fase de grupos e uma possível eliminação na fase de grupos nas olimpíadas) tem que resultar em algo.

 

Eu cresci vendo o Brasil meter 5, 6, 7 gols nessas m*rda de Iraque, África do Sul e hoje em dia esse bando de mortos não consegue sequer fazer UM GOL. Falta vontade, falta dedicação, falta jogadores com personalidade. Por mais que eu não goste do Cristiano, eu queria que o Brasil tivesse um jogador com a personalidade dele no time pra conseguir motivar o restante.

 

Neymar de capitão é uma piada de extremo mal gosto. Ele faz tudo o que um capitão NÃO deve fazer: É o primeiro a entrar em brigas, cai nas provocações dos adversários, não motiva o time, se cala quando o time joga mal.

 

Eu estou começando a achar que a solução para essa crise da seleção é convocar jogadores menos badalados, jogadores que por não terem tanta fama ou dinheiro, vão dar o sangue pelo Brasil. Que se faça uma seleção com jogadores atuando apenas por aqui. É melhor ter um time menos técnico, mas com raça, dedicação e amor à camisa, do que ter um bando de moleque mimado metido a craque vestindo a amarelinha.

 

Não foi para isso que se foi buscar o Dunga? Não deu grande resultado.

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Artigo do Expresso muito interessante sobre a seleção brasileira e que aborda alguns temas que o Gui Fla falou:

 

Citação do jornal "Expresso" online

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Desastre no futebol masculino: há Brasil menos brasileiro do que este?

 

Depois de empatar sem golos frente à África do Sul nos Jogos Olímpicos, o Brasil voltou a fazer o mesmo frente ao modesto Iraque. Seguiram-se aplausos para os iraquianos e assobios para os brasileiros, entre gritos por Marta, a futebolista brasileira que já conseguiu duas vitórias com a seleção feminina. O que se passa com este Brasil?

 

9 de julho de 2014. Lembra-se? Os brasileiros devem lembrar-se, ainda que provavelmente façam tudo para esquecer aquele inesperado 1-7 frente à Alemanha. Dois anos depois de um dos momentos mais humilhantes do futebol brasileiro (pior do que o Maracanaço de 1950?), o Brasil voltou a ser envergonhado em casa.

 

Não perdeu, é verdade, mas não conseguiu marcar um único golo à modesta seleção do Iraque, 99ª classificada no ranking da FIFA, tal como não tinha conseguido marcar à África do Sul, 67ª no tal ranking. Nem com Neymar em campo. “Temos de pedir desculpa aos adeptos e ao povo de Brasília que esteve no estádio”, admitiu o selecionador Rogério Micale. “Não jogámos o nosso futebol.”

 

A questão impõe-se: há quanto tempo é que o Brasil não joga o seu futebol? Fala-se muito em identidade numa equipa de futebol e poucas são as seleções que a têm tão vincada como a brasileira. Ou melhor, tinham. Porque este Brasil vive uma crise de identidade.

 

A verdade é que ver a transformação que a seleção pentacampeã mundial sofreu nesta última década é uma dor de alma. É lugar comum quando se fala de futebol brasileiro fazer referência ao estilo dançado, ao samba, aos sons alegres do pagode, ao futebol de rua, de molecagem e de pé descalço. O futebol onde o indivíduo extravasa os seus sentimentos através da sua relação com a bola. Quem nunca viu a imagem do garoto na favela com a bola no pé? É a imagem de esperança de todas as crianças no Brasil: o sonho de jogar futebol e vestir a camisola amarela da seleção comanda a vida de muitos e para muitos é talvez a única solução de fuga a uma vida de crime e opressão social.

 

Foi de lá, da rua brasileira, que saíram os maiores craques que este mundo alguma vez viu. Começando pelo rei Pelé, passando por Garrincha, Romário e Ronaldo e acabando em Ronaldinho, só para mencionar alguns. E quando se acaba em Ronaldinho não é de forma inocente: é que foi com o craque dos dentes grandes e cabelo farto que acabou também a seleção canarinha. Daí para cá, tem sido uma seleção de amarelo gasto e desbotado, sem vida nem alegria - não pela falta de títulos, mas sim pelo estilo, ou melhor, falta de estilo.

 

Diz quem viu que a melhor seleção de todos os tempos não ganhou mas enchia corações. O Brasil que participou no Mundial de Espanha 82 jogava que se fartava. Era um futebol rendilhado, de rodriguinho, de reviengas. Zico, Sócrates, Falcão e Júnior eram os intérpretes de um espetáculo de movimentos sincronizados que marcou uma geração e fez com que a seleção do Brasil fosse adotada por todos os amantes do futebol.

 

A seleção brasileira não tem ganho, certo, mas o que incomoda os brasileiros é a forma como isso tem acontecido. Para muitos, esta nova seleção que apareceu depois do Mundial de 2006 na Alemanha tem uma cara, a de Dunga. Dunga, que foi o capitão da seleção que ganhou o Mundial de 94, era o toque guerreiro de uma equipa com Zinho, Mazinho, Raí, Romário e Bebeto - tudo artistas. O capitão trazia o equilíbrio, a disciplina e o trabalho a uma seleção que estava habituada a brincar na areia.

 

Dunga foi contratado pela Confederação Brasileira de Futebol para orientar o escrete no Mundial de 2010 na África do Sul e levou com ele os ensinamentos de muitos anos de futebol europeu. A ética de trabalho, o profissionalismo, a entrega a uma causa maior foram características que Dunga tentou implementar numa seleção brasileira conhecida por gostar pouco dessas coisas. O estilo de jogo também foi europeizado. Médios de combate, rigorosos no posicionamento e de características defensivas iam ganhando espaço, perdiam os criativos, os dribladores. Os adeptos torciam o nariz.

 

Saiu de mal com toda a gente depois da eliminação aos pés da Holanda, no Mundial 2010: imprensa, adeptos e jogadores - menos com a CBF, que lhe ofereceu novamente o lugar em 2014, só para ser novamente despedido depois de uma paupérrima prestação na Copa América 2016.

 

Pelo meio, a tal página negra do futebol brasileiro. O Brasil organizava o Mundial de 2014, as esperanças de que o mau futebol tinha ficado para trás estavam depositadas em Felipão (nosso conhecido), que tinha conduzido a seleção ao último título mundial, em 2002. Mas Scolari não foi por aí. Uma equipa apostada em povoar o meio campo com jogadores combativos e dependente de Neymar viu-se e desejou-se para jogar bom futebol. A lesão que atirou o craque para fora dos relvados foi a gota de água que fez transbordar o copo. A derrota por 7-1 na meia-final contra a Alemanha ficará gravada para sempre na memória dos brasileiros que viram a sua seleção ser humilhada na própria casa.

 

Ora, é fácil perceber que o ambiente está pesado para aqueles lados do Atlântico. Os brasileiros não estão satisfeitos com a sua seleção e fazem questão de dizê-lo - ou melhor, gritá-lo. Domingo, durante o jogo, foram ouvidos cânticos a chamar por Marta, que é a estrela da seleção feminina que tem “rebentado” nos Jogos (venceu a China por 3-0 e a Suécia por 5-1). O efeito esperado, presume-se, é que Neymar e companhia ponham os olhos nas meninas - e se façam homens.

 

Galvão Bueno, um dos comentadores de futebol mais conceituados e respeitados pelo público brasileiro, diz isso mesmo. O problema está na atitude, ou na falta dela: “A Marta representa aquilo que eles [os brasileiros] querem. O comportamento e o comprometimento que eles gostam. Orgulho de vestir a camisola da seleção brasileira. O Neymar está representando aquilo que eles não querem ver. Ele não está agradando ao torcedor brasileiro. O futebol brasileiro, atualmente, é dessa maneira. Sinto falta de um comprometimento maior”.

 

Depois dos dois empates, a seleção masculina brasileira deixou de depender só de si. Tem de vencer a Dinamarca, líder do grupo, e esperar para ver o que acontece no outro jogo entre o Iraque e a África do Sul (os jogos realizam-se na madrugada desta quarta para quinta, com começo marcado para as duas da manhã de Portugal) para passar a fase de grupos. E, já agora, para voltar ao que sempre foi e quis deixar de ser.

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Depois dos dois empates, a seleção masculina brasileira deixou de depender só de si. Tem de vencer a Dinamarca, líder do grupo, e esperar para ver o que acontece no outro jogo entre o Iraque e a África do Sul (os jogos realizam-se na madrugada desta quarta para quinta, com começo marcado para as duas da manhã de Portugal) para passar a fase de grupos

 

Oi? Basta ganharem à Dinamarca que na pior das hipóteses ficam em 2º lugar do grupo. Não dependem de ninguém.

Editado por Enzo Dios Perez

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Este artigo é muito bom.

 

A seleção de 94 era a menos técnica desde a seleção de 78, mas compensou essa falta de habilidade (com exceção de Raí, Taffarel e Romário) com garra, raça, determinação, suor. A geração atual é bem fraca, o nosso melhor jogador seria reserva na seleção de 2006. Esse time não tem a técnica de outrora e nem a vontade de vencer que a geração de 94 tinha. O resultado é este que todos estão a ver: Um bando em campo.

 

É como está escrito no artigo: O maior problema não é a seleção perder, é a forma como perdem. É assim que nós brasileiros nos sentimos. Por isso que temos apoiado muito mais a seleção feminina, pois elas tem tudo aquilo que a masculina não tem e isto nos enche os olhos.

 

Agora é esperar pra ver como será o trabalho do Tite. Eu acredito que ele possa melhorar a seleção, mas terá que lidar com esta geração sem gana de vencer.

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Já há onze da seleção portuguesa. Bruno Varela; Paulo Henrique, Tiago Ilori, Edgar Ié, Ricardo Esgaio; Podstawski, Tiago Silva, Francisco Ramos, Pité; Carlos Mané, Gonçalo Paciência

 

Suplentes de Portugal: Joel Pereira, Fernando Fonseca, Tobias Figueiredo, Sérgio Oliveira, André Martins, Bruno Fernandes e Salvador Agra

 

_______________________________

 

Argélia: Salhi; Benguit, Behkhmassa, M. Rebai e Herhani; Benkablia; Bendebka, Meziane, Draqui e Darfalou; Bounnedjah

 

Suplentes da Argélia: F. Chaal, A. Abdellaoui, A. Demmou, R. Kenniche, H. Belkebla, R. Ait-Atmane, Z. Haddouche

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Já há onze da seleção portuguesa. Bruno Varela; Paulo Henrique, Tiago Ilori, Edgar Ié, Ricardo Esgaio; Podstawski, Tiago Silva, Francisco Ramos, Pité; Carlos Mané, Gonçalo Paciência

 

Suplentes de Portugal: Joel Pereira, Fernando Fonseca, Tobias Figueiredo, Sérgio Oliveira, André Martins, Bruno Fernandes e Salvador Agra

 

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Argélia: Salhi; Benguit, Behkhmassa, M. Rebai e Herhani; Benkablia; Bendebka, Meziane, Draqui e Darfalou; Bounnedjah

 

Suplentes da Argélia: F. Chaal, A. Abdellaoui, A. Demmou, R. Kenniche, H. Belkebla, R. Ait-Atmane, Z. Haddouche

 

Suplentes da Argélia são esses todos? Acho que só têm 2 jogadores no banco e um é GK :lol:

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Sou só eu que não gosto do Pité? Já no jogo passado foi um zero, mas os comentadores não para de o ch*par :lol:

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acho que mais gente deve ter visto o jogo da Argentina do que o das Honduras, e nesse ele nem jogou mal e ofereceu um frango da Guia ao Rulli

 

isto sobre o Pité, claro

Editado por Oblivion

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