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jean-luc godard

Standard & Poor’s surpreende e retira Portugal do “lixo”

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Cinco anos e meio depois de, no auge da crise, ter colocado Portugal no nível “lixo” da sua tabela de ratings, a Standard & Poor’s contrariou aquela que era a generalidade das expectativas dos mercados e decidiu esta sexta-feira subir a classificação atribuída ao país para BBB-, o primeiro grau acima de “lixo”.

 

Pela primeira vez desde Janeiro de 2012, Portugal volta a ter, para além da canadiana DBRS, outra agência a garantir-lhe o grau investimento na sua classificação, algo que pode constituir uma ajuda importante na forma como o país acede ao financiamento dos mercados.

 

A decisão surpreendeu a grande maioria dos analistas que estava à espera da manutenção de um rating BB+, possivelmente com uma alteração da expectativa de “estável” para negativa”. A surpresa resulta do facto de geralmente as agências de notação financeira preferirem sinalizar, com a mudança de perspectiva (Outlook), as suas alterações de rating. Por exemplo, antes de subirem um rating, passam a perspectiva de “estável” para “positiva”, dando o sinal de que, dentro de alguns meses, a mudança efectiva da classificação pode vir a acontecer. É raro darem o passo imediato de, com uma perspectiva “estável”, alterarem imediatamente o rating. Tal acontece apenas quando há uma mudança mais inesperada da análise feita ao país.

 

Foi isto que, aparentemente, aconteceu agora à Standard & Poor’s, que decidiu dispensar qualquer mudança da perspectiva, agindo já com uma subida do rating e antecipando-se às suas concorrentes Moody’s e Fitch, que nos últimos meses passaram a perspectiva de “estável” para “positiva” sem no entanto retirarem Portugal do “lixo”.

 

O rating português atribuído pela Standard & Poor’s passou assim a estar a um nível equivalente ao da DBRS, a agência canadiana que manteve sempre Portugal acima de “lixo”, garantindo isoladamente que o país continuava a ter acesso ao financiamento do BCE.

 

Na nota agora publicada, a agência norte-americana justifica a sua decisão com uma melhoria do desempenho da economia e com uma melhor perspectiva em relação à evolução das finanças públicas. A agência espera que a economia cresça 2,8% este ano e 2,3% em 2018.

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Obrigado, governo socialista revolucionário! :prayer:

Editado por Peplin

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Consequência a curto prazo disto?

 

maior capacidade de financiamento, juros mais baixos, outros investidores mais "fiáveis" a apostarem em dívida portuguesa.

fez-se um caminho...duro, complicado, cheio de "façam e estejam calados", e com este governo conseguiu-se o melhor de dois mundos: a noção de alívio para o cidadão comum, que ajuda na dinamização da economia o que leva a um maior crescimento de receita que vai permitindo acomodar a devolução de rendimentos. ainda falta muito para reparar as parvoíces troikianas, mas lá se vai chegando.

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Há que agradecer ao governo do Dr. Pedro Passos Coelho.

 

A ambos, o governo do Passos se calhar fez algo que dificilmente este conseguia, mas o governo actual fez um excelente trabalho pós crise, algo que o anterior não estava a conseguir.

 

Portugal está a melhorar graças a ambos os governos, dois bons governos que aqui tivemos.

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Todo este conceito de ratings de economia ditarem a política internacional é nojento

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Já houve empresas ou bancos norte-americanos que tinham o rating no nível máximo (ou perto disso) em várias agências de rating e faliram passado pouco tempo.

Editado por Enzo Dios Perez

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Já houve empresas ou bancos norte-americanos que tinham o rating no nível máximo (ou perto disso) em várias agências de rating e faliram passado pouco tempo.

 

A Enron não é exemplo para ninguém, actualmente uma coisa desses já não acontece.

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A Enron não é exemplo para ninguém, actualmente uma coisa desses já não acontece.

 

Depois disso houve a Lehman Brothers e a AIG também passou por uma situação semelhante. E houve bancos islandeses com ratings incrivelmente altos antes de se instalar a crise financeira no país que andavam a contrair empréstimos com um valor 10 vezes superior ao PIB do país. As agências de rating não conseguiram ou não quiseram prever aspectos importantes que levaram ainda à última grande crise económica mundial, como é que não vai voltar a acontecer?

Editado por Enzo Dios Perez

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Visitante

O problema das agências de rating é serem as próprias empresas a pagar para serem avaliadas. E se não gostam da avaliação, vão para a concorrência.

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A ambos, o governo do Passos se calhar fez algo que dificilmente este conseguia, mas o governo actual fez um excelente trabalho pós crise, algo que o anterior não estava a conseguir.

 

Portugal está a melhorar graças a ambos os governos, dois bons governos que aqui tivemos.

 

Essa faz-me lembrar aquele adepto que agradecia à dupla Jardel/Nalitzis pelos 56 golos marcados em 2002 entre eles.

Editado por Black Hawk

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Que te parece?

 

Na minha opinião ambos os governos estiveram razoavelmente bem, claro que podiam ter estado bem melhor em vários aspectos, mas não consideram que tenham sido maus governos, cada um com as suas características.

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Na minha opinião ambos os governos estiveram razoavelmente bem, claro que podiam ter estado bem melhor em vários aspectos, mas não consideram que tenham sido maus governos, cada um com as suas características.

Concordo

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Essa faz-me lembrar aquele adepto que agradecia à dupla Jardel/Nalitzis pelos 56 golos marcados em 2002 entre eles.

Sejamos honestos, no máximo pode fazer-te lembrar um qualquer adeptos que agradeça à tripla Jardel/Niculae/João Vieira Pinto pelos 58 golos marcados em 2002 entre eles. E, curiosamente, nem o Costa nem o Passos são o Jardel.

 

EDIT: Só editei para dizer que só vi os golos para a Liga.

Editado por Carlos Gouveia

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