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IlidioMA

Carriço sem medo do CoronaVírus

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Não fazia ideia que o Ricardo Carriço tinha andado nessa vida.

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Citação de HIM, há 8 horas:

Esteve lá 3 anos a ganhar do belo. É diferente do Carriço, que agora vai para lá 

 

e @IlidioMA cá ganhas 4M, mas o estado come praticamente 2M desses 4. O Carriço vai para lá ganhar umas 3x mais do que ganharia se viesse agora para Portugal.

mesmo, coitados das pessoas que ganham 4M, são os verdadeiros sofridos desta sociedade portuguesa

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Citação de jean-luc godard, há 32 minutos:

mesmo, coitados das pessoas que ganham 4M, são os verdadeiros sofridos desta sociedade portuguesa

Não estou a dizer que as pessoas são coitadas. É  um facto lol

Citação de Sumudica by Night, há 11 minutos:

O eStAdO!i!i

 

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Citação de HIM, há 31 minutos:

Não estou a dizer que as pessoas são coitadas. É  um facto lol

A utilização de diferentes palavras e linguagem dá uma conotação diferente ao que queremos afirmar. Não estou familiarizado com o código fiscal chinês, pelo que não posso comentar na veracidade, mas afirmar que os impostos lá são mais baixos ou afirmar que o estado come 2 de 4M tem um sentido diferente, quer queiras quer não.

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Citação de jean-luc godard, há 6 minutos:

A utilização de diferentes palavras e linguagem dá uma conotação diferente ao que queremos afirmar. Não estou familiarizado com o código fiscal chinês, pelo que não posso comentar na veracidade, mas afirmar que os impostos lá são mais baixos ou afirmar que o estado come 2 de 4M tem um sentido diferente, quer queiras quer não.

O único sentido daquilo que disse é exatamente aquele que respondi depois.

É de 2017

http://www.dinheirovivo.pt/empresas/desigualdade-fiscal-outro-obstaculo-ao-futebol-portugues/%3famp=1

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Citação de Plagio o Original, há 1 minuto:

ai quem me dera pertencer aos 1%

seria rico e tenho parvos q n pertecem aos 1% a defender a existencia de 1%s

pois

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mas o @HIM não está a "defender" os 1%. Está a dizer que do ponto de vista de quem recebe bom pilim, é preferivel receber num país que tributa menos.

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Não deixa de ser engraçado que ao mesmo tempo se esteja a falar da China, esse país comunista.

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Citação de IlidioMA, há 10 horas:

mas o @HIM não está a "defender" os 1%. Está a dizer que do ponto de vista de quem recebe bom pilim, é preferivel receber num país que tributa menos.

Nem percebo como existe outra forma de interpretar o comentário sem ser essa... 

Editado por HIM

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Citação de jean-luc godard, há 17 horas:

mesmo, coitados das pessoas que ganham 4M, são os verdadeiros sofridos desta sociedade portuguesa

"Money only solves money problems"

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Citação de jean-luc godard, há 19 horas:

mesmo, coitados das pessoas que ganham 4M, são os verdadeiros sofridos desta sociedade portuguesa

indo à substância do que estás a dizer, se bem que não esteja disponível para ter pena dos ricos - acho que em circunstância nenhuma, por bias assumido - também não acho certo uma taxação de > 50% do que alguém ganha. Por exemplo fui muito contra aquela taxação de 75% que a dada altura apareceu em França. A partir de certo patamar torna-se confisco e sou contra isso, terminantemente. Impostos sim, confisco não.

Acima de tudo chateia-me ainda mais ver que estas taxas elevadíssimas de impostos apenas se verificam nos impostos do trabalho. No impostos de mais valias, negociatas, rendimentos não laborais, empresas, etc, etc, é taxas baixinhas. Acho que manda um mau sinal para a sociedade. "Quer ficar rico? Invista na bolsa ou faça umas negociatas. Agora trabalhar, nem pensar!"

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Citação de IlidioMA, há 11 minutos:

indo à substância do que estás a dizer, se bem que não esteja disponível para ter pena dos ricos - acho que em circunstância nenhuma, por bias assumido - também não acho certo uma taxação de > 50% do que alguém ganha. Por exemplo fui muito contra aquela taxação de 75% que a dada altura apareceu em França. A partir de certo patamar torna-se confisco e sou contra isso, terminantemente. Impostos sim, confisco não.

Acima de tudo chateia-me ainda mais ver que estas taxas elevadíssimas de impostos apenas se verificam nos impostos do trabalho. No impostos de mais valias, negociatas, rendimentos não laborais, empresas, etc, etc, é taxas baixinhas. Acho que manda um mau sinal para a sociedade. "Quer ficar rico? Invista na bolsa ou faça umas negociatas. Agora trabalhar, nem pensar!"

Acho q n era isso q o syn queria dizer, ele estava apenas a gozar com as pessoas q justificam a fuga a impostos pq recebem 4 milhões

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Citação de IlidioMA, há 21 minutos:

 

Acima de tudo chateia-me ainda mais ver que estas taxas elevadíssimas de impostos apenas se verificam nos impostos do trabalho. No impostos de mais valias, negociatas, rendimentos não laborais, empresas, etc, etc, é taxas baixinhas. Acho que manda um mau sinal para a sociedade. "Quer ficar rico? Invista na bolsa ou faça umas negociatas. Agora trabalhar, nem pensar!"

Duas coisas aqui. Ganhos de capital têm, quase sempre, associados a si um risco de perda de capital e que tem de ser pesado face aos ganhos potenciais. Com taxas de 50% sobre ganhos de capital, por exemplo, o incentivo para investir e inovar caíria a pique e, lembro, o investimento é o motor de qualquer economia. Arriscarias tuas poupanças num negócio que, para o mesmo nível de risco, apresentaria metade da rentabilidade?

Essa é a perspetiva do potencial investidor. A perspetiva mais importante, no entanto, até é a do Estado: com liberdade de movimentação de capitais, se aumentarem a taxação cá, as oportunidades equivalentes lá fora tornam-se comparativamente mais atrativas e deixas de ter quem queira investir por cá. Os ganhos do trabalho são mais fáceis de taxar e o impacto marginal de um aumento de impostos acaba por não ser um desincentivo tão grande ao trabalho.

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Citação de IlidioMA, há 45 minutos:

indo à substância do que estás a dizer, se bem que não esteja disponível para ter pena dos ricos - acho que em circunstância nenhuma, por bias assumido - também não acho certo uma taxação de > 50% do que alguém ganha. Por exemplo fui muito contra aquela taxação de 75% que a dada altura apareceu em França. A partir de certo patamar torna-se confisco e sou contra isso, terminantemente. Impostos sim, confisco não.

Acima de tudo chateia-me ainda mais ver que estas taxas elevadíssimas de impostos apenas se verificam nos impostos do trabalho. No impostos de mais valias, negociatas, rendimentos não laborais, empresas, etc, etc, é taxas baixinhas. Acho que manda um mau sinal para a sociedade. "Quer ficar rico? Invista na bolsa ou faça umas negociatas. Agora trabalhar, nem pensar!"

Este debate é mais interessante que o de semântica, apesar de continuar a crer que a utilização da palavra "comer" dá um significado diferente à frase do que a apenas apresentação de fatos sobre fiscalidade. Como se eu disser a uma rapariga que lhe quero dar beijinhos ou lhe quero mamar na boca, o efeito é o mesmo é o mesmo, eu quero dar-lhe beijocas, mas a conotação é obviamente diferente.

Em relação ao primeiro, não estou de acordo. Neste caso específico dos futebolistas até estou favorável ao argumento. Os jogadores de futebol, por norma, chegam ao seu patamar devido ao seu talento e trabalho, não prejudicando ninguém e colhendo os frutos do seu trabalho individual. Os clubes de futebol, aliás, são um modelo interessante porque a empresa lucra imenso mas também redistribui generosamente pelos verdadeiros operários do clube, os jogadores. Este não é o tópico indicado para esta discussão, portanto também não quero divagar muito, mas no caso de um CEO, por exemplo, que comanda uma empresa e que recebe uma remuneração choruda pelo trabalho desempenhado pelos operários de uma fábrica, não vejo qual o problema de taxar a 50% ou mais, se estiver a remuneração estiver na casa dos milhões. Aliás, poderíamos também pôr em cima da mesa um imposto sobre o património que essa pessoa detém, e assim deixar de fazer a distinção entre o rendimento de trabalho e o de capitais. Para mim seria a opção ideal, visto que muita da remuneração dos executivos nas grandes empresas é feita através de opções sobre as acções (ou mesmo acções) da própria empresa.

No segundo parágrafo estou de acordo mas depois entram os problemas do Elliot que poderiam ser resolvidos, em parte, se a União Europeia não autorizasse a corrida para as taxas mais baixas, como aconteceu na Holanda, Luxemburgo e Irlanda. É difícil ter uma política de livre movimentação de capitais sem também a existência de uma política comum de impostos (não no sentido de todos termos o mesmo imposto, que isso poria em causa a soberania nacional) e um policiamento agressivo em relação às fugas fiscais, nomeadamente em offshores. No post dele, em relação à parte da inovação, tou me a cagar para os investidores. Não quero que a inovação venha toda do estado, não sou louco, mas a Mariana Mazzucato já explicou que nos Estados Unidos a inovação vem de fundos estatais, pelo que não vejo porque não seria possível replicar o mesmo modelo noutros países. 

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Citação de ElliotReid13, há 45 minutos:

Duas coisas aqui. Ganhos de capital têm, quase sempre, associados a si um risco de perda de capital e que tem de ser pesado face aos ganhos potenciais. Com taxas de 50% sobre ganhos de capital, por exemplo, o incentivo para investir e inovar caíria a pique e, lembro, o investimento é o motor de qualquer economia. Arriscarias tuas poupanças num negócio que, para o mesmo nível de risco, apresentaria metade da rentabilidade?

Essa é a perspetiva do potencial investidor. A perspetiva mais importante, no entanto, até é a do Estado: com liberdade de movimentação de capitais, se aumentarem a taxação cá, as oportunidades equivalentes lá fora tornam-se comparativamente mais atrativas e deixas de ter quem queira investir por cá. Os ganhos do trabalho são mais fáceis de taxar e o impacto marginal de um aumento de impostos acaba por não ser um desincentivo tão grande ao trabalho.

sim, Elliot, tens toda a razão técnica no que dizes. De facto "tem" de ser assim. Porém em mantenho a minha reserva original que tem a ver com a "mensagem" que se manda à sociedade: ganhos de trabalho, de suor do rosto, de botar 8-10 horas por dia na labuta, têm tributação até 50%. Ganhos de negociatas, de investir dinheiro que te pode chegar do céu (herdado, etc, etc) tem um tributo lá por baixo 15, 20, porque se não a confiiança do investidor é menor. E a confiança do trabalhador? Trabalhar - produzir - não faz pelo menos tão bem ao país como investir?
Enfim, esta discussão não teria fim, e reconheço que tenho viés de esquerda perante esta situação.

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Citação de jean-luc godard, há 9 minutos:

É difícil ter uma política de livre movimentação de capitais sem também a existência de uma política comum de impostos (não no sentido de todos termos o mesmo imposto, que isso poria em causa a soberania nacional) e um policiamento agressivo em relação às fugas fiscais, nomeadamente em offshores.

na mouche, meu caro. Deveria haver uma política mais centralizada no planeamento fiscal - da perspectiva do Estado - no seio da UE. Um estado membro taxar 1% e outro 25% não é maneira de construir uma união económica e financeira.

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Citação de Plagio o Original, há 8 minutos:

Isto assim explicado em beijocas é muito mais divertido

um exemplo perceptível para os ignorantes como tu ❤️ 

Citação de IlidioMA, há 6 minutos:

na mouche, meu caro. Deveria haver uma política mais centralizada no planeamento fiscal - da perspectiva do Estado - no seio da UE. Um estado membro taxar 1% e outro 25% não é maneira de construir uma união económica e financeira.

Eu sinto que isso é necessário mas estou em constante conflito em como fazer. Por um lado acho que é o necessário para evitar mais Irlandas e uma eventual taxa 0%. Por outro lado, faz-me comichão a UE ditar a taxa de imposto que podemos ter. Teria que ler mais propostas sobre o assunto.

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Visitante
Citação de IlidioMA, há 17 minutos:

sim, Elliot, tens toda a razão técnica no que dizes. De facto "tem" de ser assim. Porém em mantenho a minha reserva original que tem a ver com a "mensagem" que se manda à sociedade: ganhos de trabalho, de suor do rosto, de botar 8-10 horas por dia na labuta, têm tributação até 50%. Ganhos de negociatas, de investir dinheiro que te pode chegar do céu (herdado, etc, etc) tem um tributo lá por baixo 15, 20, porque se não a confiiança do investidor é menor. E a confiança do trabalhador? Trabalhar - produzir - não faz pelo menos tão bem ao país como investir?
Enfim, esta discussão não teria fim, e reconheço que tenho viés de esquerda perante esta situação.

Verdade seja dita, trabalhos de suor no rosto e 8 a 10 horas na labuta não serão remunerados suficientemente bem para serem tributados em sede de IRS acima dos quase 30% que pagas em ganhos de capital.

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Citação de jean-luc godard, há 17 minutos:

um exemplo perceptível para os ignorantes como tu ❤️ 

Que mal é q eu te fiz? 💔

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Citação de Plagio o Original, há 44 minutos:

Que mal é q eu te fiz? 💔

desculpa, estava a pensar naquela vez em que o elliot se chamou ignorante

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