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Casos de assédio/violação/agressão no Desporto

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https://www.tsf.pt/desporto/jogadoras-da-equipa-de-futebol-feminino-do-rio-ave-acusam-treinador-do-famalicao-de-assedio-sexual-15207921.html

Jogadoras da equipa de futebol feminino do Rio Ave acusam treinador do Famalicão de assédio sexual

O presidente do Famalicão foi alertado, mas garantiu que a questão estaria resolvida após ter discutido o assunto com responsáveis pelo futebol feminino.

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Citação de Lage_Effect, há 30 minutos:
Que nojo "naturalmente" 

E porquê? É suposto um empregador fazer o quê a um funcionário, quando não há nada? Eu sugiria as queixosas formalizarem a queixa e, aí sim, o Famalicão deverá (pelo menos) suspender o treinador.

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Citação de Puto Perdiz, há 56 minutos:

https://www.tsf.pt/desporto/jogadoras-da-equipa-de-futebol-feminino-do-rio-ave-acusam-treinador-do-famalicao-de-assedio-sexual-15207921.html

Jogadoras da equipa de futebol feminino do Rio Ave acusam treinador do Famalicão de assédio sexual

O presidente do Famalicão foi alertado, mas garantiu que a questão estaria resolvida após ter discutido o assunto com responsáveis pelo futebol feminino.

Se forem abanar muito, metade das equipas fica sem treinador 

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Citação de Duda34, há 1 hora:

E porquê? É suposto um empregador fazer o quê a um funcionário, quando não há nada? Eu sugiria as queixosas formalizarem a queixa e, aí sim, o Famalicão deverá (pelo menos) suspender o treinador.

Tem a obrigação de confirmarem que não estão a contratar um predador sexual para treinador da própria equipa. Se há rumores tem de os descartar completamente, e não perguntar ao visado e ficarem satisfeitos com a negação exultante do mesmo. 

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Citação de Valdemar Machado, há 8 minutos:

Tem a obrigação de confirmarem que não estão a contratar um predador sexual para treinador da própria equipa. Se há rumores tem de os descartar completamente, e não perguntar ao visado e ficarem satisfeitos com a negação exultante do mesmo. 

Em termos práticos, como se descarta completamente?

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Citação de Duda34, há 1 hora:

E porquê? É suposto um empregador fazer o quê a um funcionário, quando não há nada? Eu sugiria as queixosas formalizarem a queixa e, aí sim, o Famalicão deverá (pelo menos) suspender o treinador.

As queixas do funcionário são também sobre funcionários portanto não me parecia descabido pelo menos terem ouvido as 2 partes. É claro que legalmente sem queixa é tudo na base da informalidade mas se ouvem uma das partes diria que, mais que não seja pelo bom senso, também deviam ter ouvido as jogadoras 

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Uma coisa é o diz que disse que o treinador não gosta de jogar com um número 10 que pense o jogo em vez de fazer só o que lhe mandam que é correr a pressionar. 

Outra é o diz que disse que há malta a queixar-se de ser assediada. 

Acho que há muito mais fumo e possibilidade de fogo na segunda. 

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Citação de Lage_Effect, há 3 horas:

 

Que nojo "naturalmente" 

qual o motivo do naturalmente ser um nojo? Se alguém está a ser acusado de algo não vais falar com ele?

O "nós acreditámos" sem supostamente ouvir o Rio Ave e as jogadoras é que não é normal.

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Citação de Sumudica by Night, há 34 minutos:

então que abanem

Lê a resposta do DD do Famalicão ao caso, e perceberás que, caso hajam mais casos noutros clubes, vão ficar mesmo assim.

Acusações com esta gravidade, devem ter, imediatamente, repercussões preventivas no acusado.

Depois investigue-se, o mais rápido possível, e que se puna os culpados. 

Neste caso em específico, nem era difícil, se forem mensagens. É chegar a PJ ao pé das jogadoras, pedir para ver as mensagens e está feito.

Editado por Gilberto Carlos

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Citação de Valdemar Machado, há 1 hora:

Tem a obrigação de confirmarem que não estão a contratar um predador sexual para treinador da própria equipa. Se há rumores tem de os descartar completamente, e não perguntar ao visado e ficarem satisfeitos com a negação exultante do mesmo. 

Não, não têm a obrigação de "confirmar" nada. Se eu chegar ao pé do teu empregador e dizer que tu és um pedófilo, ele não tem qualquer obrigação de confirmar isso, não têm sequer competência para tal e, se por acaso o fizesse, podia muito bem ele próprio estar a cometer crimes. E usaste a expressão correta, são rumores. Que não é preciso que se confirmem para haver ações disciplinares. Como disse antes, basta as queixosas formalizarem a queixa perante as entidades judiciárias competentes para que haja fundamento para o suspender (no mínimo).

Citação de JohnyM, há 1 hora:

As queixas do funcionário são também sobre funcionários portanto não me parecia descabido pelo menos terem ouvido as 2 partes. É claro que legalmente sem queixa é tudo na base da informalidade mas se ouvem uma das partes diria que, mais que não seja pelo bom senso, também deviam ter ouvido as jogadoras 

Respondo da mesma forma que acima. Enquanto não houver queixa - creio tratar-se (atualmente) de um crime particular, i.e., que depende de queixa - o visado tem todo o direito de continuar com o seu trabalho e, também direito, de não ver a sua vida privada vasculhada, incluindo através de testemunhos das jogadoras ao seu empregador. Se há queixa, o caso muda de figura. É que isto de falar em público é muito bonito para gerar reações como vimos acima ("que nojo"), mas não têm ideia das consequências que comentários como esses têm na vida privada de pessoas acusadas em praça pública que, depois de investigadas as coisas, eram perfeitamente inocentes. E as consequências tornaram-se irreversíveis.

Eu arrisco-me a apostar em dizer o seguinte: antes do nojo de quem é efetivamente culpado, vem o nojo daqueles que acusam só porque sim.

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Citação de Duda34, há 17 minutos:

Não, não têm a obrigação de "confirmar" nada. Se eu chegar ao pé do teu empregador e dizer que tu és um pedófilo, ele não tem qualquer obrigação de confirmar isso, não têm sequer competência para tal e, se por acaso o fizesse, podia muito bem ele próprio estar a cometer crimes. E usaste a expressão correta, são rumores. Que não é preciso que se confirmem para haver ações disciplinares. Como disse antes, basta as queixosas formalizarem a queixa perante as entidades judiciárias competentes para que haja fundamento para o suspender (no mínimo).

Respondo da mesma forma que acima. Enquanto não houver queixa - creio tratar-se (atualmente) de um crime particular, i.e., que depende de queixa - o visado tem todo o direito de continuar com o seu trabalho e, também direito, de não ver a sua vida privada vasculhada, incluindo através de testemunhos das jogadoras ao seu empregador. Se há queixa, o caso muda de figura. É que isto de falar em público é muito bonito para gerar reações como vimos acima ("que nojo"), mas não têm ideia das consequências que comentários como esses têm na vida privada de pessoas acusadas em praça pública que, depois de investigadas as coisas, eram perfeitamente inocentes. E as consequências tornaram-se irreversíveis.

Eu arrisco-me a apostar em dizer o seguinte: antes do nojo de quem é efetivamente culpado, vem o nojo daqueles que acusam só porque sim sem apresentar queixa e mostrar as provas à polícia. 

Permite-me dar uma sugestão que me parece melhor. 

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Citação de Jimpo, há 2 minutos:

Permite-me dar uma sugestão que me parece melhor. 

Agree. Mas o meu comentário nem era dirigido às jogadoras em questão, mas sim ao que já se leu por aqui. Alguém completamente de fora que vem qualificar de "nojo" o que quer que seja. É precisamente este tipo de reação que se desencadeia no público quando há acusações, lá está, em praça pública. É isso que pretendo combater. Estamos num país onde, felizmente, temos todos os recursos judiciais para se fazer justiça e/ou para se apurar a verdade dos factos. Não precisamos de juízes - e juízos - morais do povo.

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Citação de Duda34, há 5 minutos:

Agree. Mas o meu comentário nem era dirigido às jogadoras em questão, mas sim ao que já se leu por aqui. Alguém completamente de fora que vem qualificar de "nojo" o que quer que seja. É precisamente este tipo de reação que se desencadeia no público quando há acusações, lá está, em praça pública. É isso que pretendo combater. Estamos num país onde, felizmente, temos todos os recursos judiciais para se fazer justiça e/ou para se apurar a verdade dos factos. Não precisamos de juízes - e juízos - morais do povo.

Por acaso no documentário "800 metros", sobre o atentado em Barcelona, existe lá um caso que retrata bem esse problema do publico na rua a humilhar um muçulmano.

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Citação de Duda34, há 3 horas:

E porquê? É suposto um empregador fazer o quê a um funcionário, quando não há nada? Eu sugiria as queixosas formalizarem a queixa e, aí sim, o Famalicão deverá (pelo menos) suspender o treinador.

Porque é que não valorizou aquilo que as vítimas disseram? É por causa disso que muitas vítimas naturalmente não apresenta queixa porque naturalmente não acreditam nelas again nojo desse ainda predominante pensamento masculino do naturalmente acreditar no assediador como se ele fosse responder "sim sim assediei as gajas" 

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Citação de Lage_Effect, há 19 minutos:

Porque é que não valorizou aquilo que as vítimas disseram? É por causa disso que muitas vítimas naturalmente não apresenta queixa porque naturalmente não acreditam nelas again nojo desse ainda predominante pensamento masculino do naturalmente acreditar no assediador como se ele fosse responder "sim sim assediei as gajas" 

E porque é que "valorizar" equivale a tomar acções concretas sobre o treinador em causa? Não se trata de "acreditar no assediador", trata-se de ouvir as duas partes, considerá-las, apurar os factos e tomar acções com base nas provas apuradas. Ou esperas que o clube suspenda o treinador, e que ele sofra todas as consequências legais inerentes a estes actos com base em meras acusações? A empatia com as vítimas não se deve confundir com o ímpeto da fogueira para com o acusado. É possível ser empático, ponderado, e procurar a verdade sem acender a fogueira despropositadamente.

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Citação de Lage_Effect, há 20 minutos:

Porque é que não valorizou aquilo que as vítimas disseram? É por causa disso que muitas vítimas naturalmente não apresenta queixa porque naturalmente não acreditam nelas again nojo desse ainda predominante pensamento masculino do naturalmente acreditar no assediador como se ele fosse responder "sim sim assediei as gajas" 

Elas não tinham apresentado queixa...

Sem haver essa queixa formalizada, não vejo nada de errado que o Famalicão tenha feito...se existisse a queixa, aí sim, esperavam para ver o desfecho do mesmo antes de avançar para a contratação.

Mesmo que apresentem queixa sobre alguém, essa pessoa continua a ser inocente até que haja uma decisão em contrário.

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Citação de Lage_Effect, há 3 horas:

Porque é que não valorizou aquilo que as vítimas disseram? É por causa disso que muitas vítimas naturalmente não apresenta queixa porque naturalmente não acreditam nelas again nojo desse ainda predominante pensamento masculino do naturalmente acreditar no assediador como se ele fosse responder "sim sim assediei as gajas" 

O teu problema é que começas logo mal. Quem te comprova que são "vítimas"? Quem? E explica como é que as instâncias judiciais competentes - os órgãos de polícia criminal - não vão acreditar nas vítimas? A sério, explica-me. Nem se trata de uma questão de acreditar ou não, mas sim de instaurar e desenvolver os procedimentos de investigação próprios. E esses mecanismos de investigação não são à base de "violaste? não? então 'tá bem". Num país minimamente civilizado, há leis que estabelecem procedimentos. Se as "vítimas" acharem que viram direitos seus transgredidos, utilizem os mecanismos legais que o país lhes oferece, para sua própria proteção. Certamente que se fará justiça, seja ela qual for.

E como começaste mal, só podias acabar em beleza. Essa do "predominante pensamento masculino" é priceless. A isso sim, eu chamo nojo.

Editado por Duda34
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Citação de BartoloSerenity, há 3 minutos:

Havendo provas e uma queixa formalizada só tem é de nunca mais exercer atividade….

Após ter sido considerado culpado.

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Desculpando o off-topic mas o @Duda34 estava a falar uns posts acima um pouco sobre a questão da "humilhação pública/justiça na praça pública" que é comum por cá: ainda há pouco, para dar exemplo disso, o Duarte Lima foi libertado da prisão, para quando ia a sair e em frente às televisões, voltar a ser detido.

https://www.jn.pt/justica/duarte-lima-libertado-da-cadeia-da-carregueira-15210490.html

Editado por HappyKing

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Citação de O Pastel, há 9 minutos:

 

 

Que nojento do crl.

 

Editado por Liberblue

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