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Thierry Henry

[WT] Giro d'Italia 2023

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Citação de Carson Wentz, há 6 horas:

O João por norma é o ciclista que se viu hoje: detesta mexidas bruscas de ritmo, prefere descolar e meter o próprio ritmo. A etapa que ele ganha a puxar e atacar é que foi anormal para o que costuma ser o estilo do João.

Pobre Pinot, já merecia uma etapa! 😞

curiosamente no Giro em que despontou não era nada assim.

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Não tinha visto a etapa com som, estou a ouvir os estarolas da Eurosport agora na repetição e bem, que bigodaça eles levaram do Roglic. "Vai em dificuldades na bicicleta", "vejam os ombros, vai difíci" ou "ele parece ir branco", sendo esta última a minha favorita.

E mesmo sobre o João, na fase em que quebrou iam eles a dizer que ia recolar na descida e na subida final ia dar-se melhor. Não só não recolou como ainda se deu pior. Tudo ao lado, é o que acontece quando não conseguem ser imparciais.

Sobre o João, não me tinha apercebido que ele ia bem colocado quando a Jumbo atacou. Hoje foi mesmo incapacidade. Não teve pernas. Pode ser que seja por ausência de altitude, ele dá-se melhor em subidas longas do que nestas colinas em esteróides.

Amanhã veremos.

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Grande trabalho do Jay Vine. Calou-me bem, não acreditava.

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Citação de Black Hawk, há 1 hora:

E mesmo sobre o João, na fase em que quebrou iam eles a dizer que ia recolar na descida e na subida final ia dar-se melhor. Não só não recolou como ainda se deu pior. Tudo ao lado, é o que acontece quando não conseguem ser imparciais.

"AlMeIdAdA" intensifies

Citação de Lurker, há 34 minutos:

Grande trabalho do Jay Vine. Calou-me bem, não acreditava.

Se não fosse o Jay Vine o Almeida hoje perdia 1 minuto facilmente. Aliás, basta ver que o Almeida ia completamente no vermelho quando o Jay Vine "cola" no início da subida final e mal o australiano abre o Almeida vai ali por baixo.

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Citação de Black Hawk, há 10 horas:

Sobre o João, não me tinha apercebido que ele ia bem colocado quando a Jumbo atacou. Hoje foi mesmo incapacidade. Não teve pernas. Pode ser que seja por ausência de altitude, ele dá-se melhor em subidas longas do que nestas colinas em esteróides.

Não acho que tenha sido incapacidade. Não vi estimativas nenhumas mas era capaz de apostar que dispendeu mais watts que o Thomas e o Roglic, simplesmente "desperdiçou-os" porque mais uma vez entrou na cena de não ir acima do limite que teria definido e depois nunca mais os apanhou. Se a subida se mantivesse inclinada era capaz de o fazer, o problema é que depois chegou a uma fase em que eram 2v1 (quando o Kuss e o Vine acabaram) em que o draft importava (a subida final andava entre os 6 e o 8 %) e aí os outros conseguiam ir descansando um pouco na roda e ele sempre ao vento.

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Citação de Thierry Henry, há 54 minutos:

Não acho que tenha sido incapacidade. Não vi estimativas nenhumas mas era capaz de apostar que dispendeu mais watts que o Thomas e o Roglic, simplesmente "desperdiçou-os" porque mais uma vez entrou na cena de não ir acima do limite que teria definido e depois nunca mais os apanhou. Se a subida se mantivesse inclinada era capaz de o fazer, o problema é que depois chegou a uma fase em que eram 2v1 (quando o Kuss e o Vine acabaram) em que o draft importava (a subida final andava entre os 6 e o 8 %) e aí os outros conseguiam ir descansando um pouco na roda e ele sempre ao vento.

Só não aceito a 100% a tua interpretação porque deu-me a sensação de o João ter sofrido a certo ponto para não descolar do Vine, o que me leva a pensar que sofreria em igual medida com o ritmo dos outros.

Mas eu também vejo o ciclismo à antiga, não entro nestas discussões dos watts e cenas do género. Para mim, um favorito acompanha os melhores, se não os acompanha e perde tempo é porque não consegue.

Estas histórias de deixar os outros irem embora por causa dos watts e não sei quê soa-me tudo ou a desculpa ou a conice.

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Citação de Black Hawk, há 2 minutos:

Só não aceito a 100% a tua interpretação porque deu-me a sensação de o João ter sofrido a certo ponto para não descolar do Vine, o que me leva a pensar que sofreria em igual medida com o ritmo dos outros.

Mas eu também vejo o ciclismo à antiga, não entro nestas discussões dos watts e cenas do género. Para mim, um favorito acompanha os melhores, se não os acompanha e perde tempo é porque não consegue.

Estas histórias de deixar os outros irem embora por causa dos watts e não sei quê soa-me tudo ou a desculpa ou a conice.

É o próprio que o diz e pelo que se vê parece-me ser verdade, o gajo não gosta de ir acima do valor "linear" que acha que pode gastar, prefere ir sempre nesse ritmo do que acelerar e gastar menos mais à frente. Mas enfim, só o próprio saberá. O que eu acho é que sendo verdade, em etapas com o desenho da de ontem é uma parvoíce pegada. Da maneira como ele correu a etapa de ontem, o ideal em teoria até teria sido o Vine ir na roda dele durante o Coi e depois passar para a frente para o tentar recolar na fase plana e no início da última subida, o que seria uma parvoíce do ponto de vista do ciclismo "à antiga", que é aquele a que também estou habituado mas que me tenho adaptado a ir largando.

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Citação de Black Hawk, há 1 minuto:

Estou a divertir-me mais com esta etapa do que esperaria.

Esta sequência de ataques do Healy e as reações no pelotão parecem saídas de uma sitcom. 

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Citação de Thierry Henry, há 3 horas:

É o próprio que o diz e pelo que se vê parece-me ser verdade, o gajo não gosta de ir acima do valor "linear" que acha que pode gastar, prefere ir sempre nesse ritmo do que acelerar e gastar menos mais à frente. Mas enfim, só o próprio saberá. O que eu acho é que sendo verdade, em etapas com o desenho da de ontem é uma parvoíce pegada. Da maneira como ele correu a etapa de ontem, o ideal em teoria até teria sido o Vine ir na roda dele durante o Coi e depois passar para a frente para o tentar recolar na fase plana e no início da última subida, o que seria uma parvoíce do ponto de vista do ciclismo "à antiga", que é aquele a que também estou habituado mas que me tenho adaptado a ir largando.

Não vários desportos, quando vimos os analistas a explicarem tudo com base em números, é porque mais sabem do que falam.

Fica para trás a parte anímica que é quase tão importante como a física.

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Citação de Gilberto Carlos, há 14 minutos:

Não vários desportos, quando vimos os analistas a explicarem tudo com base em números, é porque mais sabem do que falam.

Fica para trás a parte anímica que é quase tão importante como a física.

A questão é que neste caso a forma de correr do João parece-me prejudicial em ambos os pontos. Gasta mais energia ao ter de perseguir sozinho e imagino que mentalmente seja pior por não ir na frente. 

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Uma questão: quão habitual é ter "canalhada" na casa dos 25 anos a lutar por vitórias nas grandes corridas? Tirando o Vingegaard, o Remco e o Pogacar.

Pergunto porque o Thomas está aqui à frente com 37 anos, e ganhou o Tour com 33. O Roglic tem 33, a primeira Vuelta foi aos 29.

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Citação de Ghelthon, há 1 minuto:

Uma questão: quão habitual é ter "canalhada" na casa dos 25 anos a lutar por vitórias nas grandes corridas? Tirando o Vingegaard, o Remco e o Pogacar.

Antigamente o ponto de maturação dos ciclistas era a partir dos 30 anos. Hoje em dia já não se aplica. Aliás, para mim, cada vez faz menos sentido existir a classificação da juventude. 

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Citação de M. Porter, Agora:

Antigamente o ponto de maturação dos ciclistas era a partir dos 30 anos. Hoje em dia já não se aplica. Aliás, para mim, cada vez faz menos sentido existir a classificação da juventude. 

Ok, certo. Era mais para perceber se não "estaremos" a exigir demasiado do Almeida, afinal de contas ele tem 24 anos e tem, na boa, 10 anos de carreira pela frente. Se agora anda aqui, caso continue a evoluir, sabe-se lá.

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Citação de Ghelthon, há 3 minutos:

Uma questão: quão habitual é ter "canalhada" na casa dos 25 anos a lutar por vitórias nas grandes corridas? Tirando o Vingegaard, o Remco e o Pogacar.

Pergunto porque o Thomas está aqui à frente com 37 anos, e ganhou o Tour com 33. O Roglic tem 33, a primeira Vuelta foi aos 29.

Desde que comecei a ver, em 2007, que há sempre alguém jovem na luta pelas grandes vitórias - seja nas grandes voltas ou nas clássicas mais importantes. Contador, A. Schleck, Nibali, Sagan, Quintana, irmãos Yates, Aru, Dumoulin... todos esses já tinham grandes resultados quando eram novos. Os exemplos de que falas são ciclistas que apareceram tarde: o Thomas vem da pista e das clássicas, só mais tarde se tornou um ciclista para GTs; o Roglic começou tarde no desporto, vindo dos saltos de ski; e há mais exemplos como o Froome ou o Wiggins. E também há muitos grandes ciclistas que começando cedo a ter bons resultados, continuam até à parte final da carreira (o Thomas também entra aqui), como o Gilbert ou o Valverde, por exemplo.

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Citação de Thierry Henry, há 1 minuto:

Desde que comecei a ver, em 2007, que há sempre alguém jovem na luta pelas grandes vitórias - seja nas grandes voltas ou nas clássicas mais importantes. Contador, A. Schleck, Nibali, Sagan, Quintana, irmãos Yates, Aru, Dumoulin... todos esses já tinham grandes resultados quando eram novos. Os exemplos de que falas são ciclistas que apareceram tarde: o Thomas vem da pista e das clássicas, só mais tarde se tornou um ciclista para GTs; o Roglic começou tarde no desporto, vindo dos saltos de ski; e há mais exemplos como o Froome ou o Wiggins. E também há muitos grandes ciclistas que começando cedo a ter bons resultados, continuam até à parte final da carreira (o Thomas também entra aqui), como o Gilbert ou o Valverde, por exemplo.

Ok, e o que achas em relação ao que disse? Isto é o que ele pode dar neste ponto, ou achas que há algo "desaproveitado", que podia dar mais?

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Citação de Thierry Henry, há 1 minuto:

Desde que comecei a ver, em 2007, que há sempre alguém jovem na luta pelas grandes vitórias - seja nas grandes voltas ou nas clássicas mais importantes. Contador, A. Schleck, Nibali, Sagan, Quintana, irmãos Yates, Aru, Dumoulin... todos esses já tinham grandes resultados quando eram novos. Os exemplos de que falas são ciclistas que apareceram tarde: o Thomas vem da pista e das clássicas, só mais tarde se tornou um ciclista para GTs; o Roglic começou tarde no desporto, vindo dos saltos de ski; e há mais exemplos como o Froome ou o Wiggins. E também há muitos grandes ciclistas que começando cedo a ter bons resultados, continuam até à parte final da carreira (o Thomas também entra aqui), como o Gilbert ou o Valverde, por exemplo.

Foi quando a era dos ciclistas mais velhos como líderes indiscutíveis acabou por deixar de ser regra: Beloki, Heras, Ulrich, Basso, Armstrong, Vino, etc.

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Citação de Ghelthon, há 20 minutos:

Ok, e o que achas em relação ao que disse? Isto é o que ele pode dar neste ponto, ou achas que há algo "desaproveitado", que podia dar mais?

Não me parece que dê muito mais que isto - que já é ótimo, diga-se. A questão é que os competidores diretos dele são tão ou mais craques ainda.

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Isto de termos miúdos a ganhar as grandes provas é a excepção. Basta ver que o Pogacar ao vencer o Tour de France em 2020 tornou-se o mais jovem a fazê-lo em mais de um século e o Ayuso foi o mais jovem de sempre a fazer pódio na Vuelta no ano passado.

Normalmente, até ao final da década passada o habitual era os ciclistas jovens aparecerem com 21, 22 ou 23 anos no pelotão de elites e passarem aí uns dois ou três anitos a trabalhar para outros enquanto alinhavam as suas características. Daí a classificação da juventude ser até aos 25 anos.

Em todas as gerações havia sempre dois ou três sobredotados que começavam a mostrar serviço cedo, tipo Jan Ullrich (venceu o Tour aos 23 anos), Alberto Contador (aos 24 anos) ou Andy Schleck (aos 25 anos). Também encontramos gajos como o Peter Sagan, que aos 20 anos andava a ganhar etapas no Paris-Nice e no Tour de Romandie, ou o Mark Cavendish que aos 23 anos limpou uma carrada de etapas no Tour de France, ou o Edvald Boasson Hagen a vencer uma Gent-Wevelgem aos 21 ou coisa parecida.

Mas isto eram excepções a uma regra. Essa regra não existe na atualidade, quase todos os grandes ciclistas do momento são miúdos. O Pogacar limpou o Paris-Nice, a Ronde van Vlaanderen, a Amstel Gold Race e a La Flèche Wallone; o Remco limpou a Liège-Bastogne-Liège; o Vingegaard arrumou com toda a gente na Vuelta al Pais Vasco.

Entre as principais provas já disputadas, sobram o Tirreno-Adriatico, o Milano-Sanremo e o Paris-Roubaix, que foram vencidos por Roglic, Van Der Poel e Van Der Poel, respetivamente. Está a ser uma limpeza por parte dos miúdos.

Sobre o João, até estou tentado a acreditar que ele pode fazer uma evolução à antiga e alcançar o pico da sua carreira mais à frente, mas nos dias de hoje há malta da sua idade e até mais jovens a fazer bem mais e melhor do que ele. Vale o que vale.

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Citação de Thierry Henry, há 10 minutos:

Não me parece que dê muito mais que isto - que já é ótimo, diga-se. A questão é que os competidores diretos dele são tão ou mais craques ainda.

Citação de Black Hawk, há 4 minutos:

Isto de termos miúdos a ganhar as grandes provas é a excepção. Basta ver que o Pogacar ao vencer o Tour de France em 2020 tornou-se o mais jovem a fazê-lo em mais de um século e o Ayuso foi o mais jovem de sempre a fazer pódio na Vuelta no ano passado.

Normalmente, até ao final da década passada o habitual era os ciclistas jovens aparecerem com 21, 22 ou 23 anos no pelotão de elites e passarem aí uns dois ou três anitos a trabalhar para outros enquanto alinhavam as suas características. Daí a classificação da juventude ser até aos 25 anos.

Em todas as gerações havia sempre dois ou três sobredotados que começavam a mostrar serviço cedo, tipo Jan Ullrich (venceu o Tour aos 23 anos), Alberto Contador (aos 24 anos) ou Andy Schleck (aos 25 anos). Também encontramos gajos como o Peter Sagan, que aos 20 anos andava a ganhar etapas no Paris-Nice e no Tour de Romandie, ou o Mark Cavendish que aos 23 anos limpou uma carrada de etapas no Tour de France, ou o Edvald Boasson Hagen a vencer uma Gent-Wevelgem aos 21 ou coisa parecida.

Mas isto eram excepções a uma regra. Essa regra não existe na atualidade, quase todos os grandes ciclistas do momento são miúdos. O Pogacar limpou o Paris-Nice, a Ronde van Vlaanderen, a Amstel Gold Race e a La Flèche Wallone; o Remco limpou a Liège-Bastogne-Liège; o Vingegaard arrumou com toda a gente na Vuelta al Pais Vasco.

Entre as principais provas já disputadas, sobram o Tirreno-Adriatico, o Milano-Sanremo e o Paris-Roubaix, que foram vencidos por Roglic, Van Der Poel e Van Der Poel, respetivamente. Está a ser uma limpeza por parte dos miúdos.

Sobre o João, até estou tentado a acreditar que ele pode fazer uma evolução à antiga e alcançar o pico da sua carreira mais à frente, mas nos dias de hoje há malta da sua idade e até mais jovens a fazer bem mais e melhor do que ele. Vale o que vale.

Mas então é possível que o João seja um ciclista de alto nível, mas que os outros sejam aliens? 😁

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Citação de Ghelthon, há 3 minutos:

Mas então é possível que o João seja um ciclista de alto nível, mas que os outros sejam aliens? 😁

É precisamente a avaliação que faço dele. E é preciso não esquecer que o próprio João faz o seu primeiro Giro com 22 anos com um 4º lugar na geral e 15 dias de rosa... e em 3º na classificação da juventude.

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Citação de Thierry Henry, há 1 minuto:

É precisamente a avaliação que faço dele. E é preciso não esquecer que o próprio João faz o seu primeiro Giro com 22 anos com um 4º lugar na geral e 15 dias de rosa... e em 3º na classificação da juventude.

Para se ver o nível da juventude desse Giro. 

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