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Tudo que Quan Chi publicou
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Estamos a jogar com a Oliveirense. Está a dar no Porto Canal. 0-0 aos 55'. Em 10min o Vonic já falhou duas bolas de golo.
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E provavelmente se ganharmos ao Braga e ao Famalicão vou dizer "espera aí que o nosso histórico na Reboleira não é famoso". O pessimismo muitas vezes fala mais alto.
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E teoricamente há vários partidos no governo de Israel ainda mais extremistas que o Netanyahu.
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[UCL] Sporting 3-0 (5-0 p.) Bodø/Glimt (RF)
Quan Chi respondeu a pedritsh em tópico Competições Europeias (UEFA)
Não estou a ver o Bodo a marcar 5 golos no agregado. -
Lá está, depende de quem vença no final da história. E repara que falei nos "nossos filhos". Eu e tu e as pessoas decentes da nossa geração vamos tentar incutir nos nossos filhos os valores que defendemos hoje e o que achamos correto. Mas os livros de História, as televisões, os tiktoks ou as m*rda equivalentes de social media que existirão daqui a 15 anos vão transmitir a narrativa defendida pelos vencedores.
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Mais o pé frio do Farioli. Mais os dois match points que demos de borla aos nossos rivais (não esquecendo todo o mérito para nos termos colocado nessa posição ao longo dos respetivos jogos). Braga é a final. Ganhando lá, podemos empatar 2 jogos (do que faltaria jogar, Famalicão e Estoril são os únicos que nos devem preocupar minimamente, não me f*dam), e é preciso o Sporting ganhar ao Benfica. Começam a ser demasiados "ses" para eles. Daí que defenda novamente uma rotação grande para o Estugarda. Temos que estar prontos para a batalha da Pedreira.
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Isso é verdade para um nicho muito específico de pessoas, em termos de preocupação para conhecer o tema em profundidade.
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A História é escrita pelos vencedores. Daqui a 15 anos vamos ouvir da boca dos nossos filhos que estas coisas nunca aconteceram e que os israelitas foram os bons da fita. Tão simples quanto isso.
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Diogo, Martim, Thiago, Rosario, Zaidu, Varela, Fofana, Veiga, Mora, William e Gül.
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[Campeonato de Portugal] Todas as jornadas
Quan Chi respondeu a Serpa Pinto em tópico Resultados e Prognósticos de Futebol
Na Série C, todas as equipas do top-5 venceram. O Benfica de Castelo Branco continua em posição de apuramento para a fase de subida, com +3 pontos que a Naval (e -1 jogo) e +4 que o Oliveira do Hospital, que venceu na receção ao Eléctrico, que por sua vez está prestes a confirmar a descida. Na Série D, o Juventude empatou em casa com o Alcochetense e pode ficar a -5 pontos do Louletano. O Elvas empatou em casa com o Oriental, seu adversário direto, e continua assim com +1 ponto que o próprio Oriental. Não sei se foi nesta jornada ou na anterior, mas o Vidigueira confirmou a descida. -
5) Fiscalidade O que tem que ser declarado para efeitos de IRS? São sujeitos a imposto de 28% as mais-valias de vendas, os dividendos e os juros, tendo que ser declarados na declaração anual de IRS (Anexo G para as mais-valias, Anexo J para os dividendos e juros). Os criptoativos, se mantidos por mais que 365 dias, estão isentos de tributação de mais-valias, tendo à mesma que ser declarada a respetiva venda. Não é necessário declarar compras de ativos, transferências de dinheiro para corretoras ou valorizações potenciais (sem venda). No entanto, tem que ser declarada a existência da conta estrangeira (da corretora), no Anexo J. É apenas uma declaração informativa, que não implica o pagamento de imposto ou quaisquer outros cálculos. As corretoras não comunicam diretamente com a Autoridade Tributária, pelo que a responsabilidade de declaração de mais-valias é inteiramente do contribuinte. É muito importante guardar os extratos das corretoras, o histórico das compras e as comissões, pois podem ser solicitados em caso de inspeção fiscal. Como é que o imposto de 28% é calculado, nomeadamente quando temos várias compras mensais durante décadas, seguidas de uma venda parcial da carteira? A mais-valia corresponde ao valor da venda subtraído do valor da compra e das despesas associadas (comissões e outras taxas). É sobre este valor que incidem os 28% de imposto. Em Portugal, é aplicado o método FIFO (first in, first out), ou seja, assume-se que as unidades de ativo compradas primeiro são as vendidas primeiro também. Assim, o cálculo da mais-valia consiste em subtrair ao preço de venda o preço de compra da mesma quantidade de unidades que se vendeu, considerando aquelas que tenham sido compradas há mais tempo, mesmo que essas compras tenham ocorrido em vários momentos diferentes do tempo, com vários preços diferentes (o que depois obviamente tem impacto nos cálculos). Sabendo que existem os 28% de imposto sobre mais-valias, então como é que consigo acompanhar o valor “líquido” da minha carteira? Por exemplo, se eu tiver como objetivo ter 500.000€ em 2050, preciso de saber qual o excedente que tenho que acumular sobre aquele valor, para cobrir os impostos sobre mais-valias. Quando temos reforços mensais, em ativos diferentes de mês para mês, com preços diferentes, comissões, taxas, etc., torna-se impossível calcular de forma simples os ganhos líquidos de impostos. Existem vários métodos: Estimativa simples: Subtrair ao valor global da carteira o montante total investido Da subtração acima resulta a mais-valia, e sobre esta são calculados os 28% de imposto O valor global da carteira menos o montante de imposto resulta no valor líquido aproximado da carteira Cálculo por lote de compra: Cada compra é considerada um lote de aquisição Cruza-se o preço de cada compra com o preço atual, a diferença é a mais-valia Aplica-se os 28% à mais-valia de cada lote, e da diferença dos somatórios resulta o valor líquido da carteira Preço médio ponderado: Para cada ativo, calcula-se o preço médio de aquisição (média dos preços de compra ponderada pelas unidades compradas) Cruza-se o preço de aquisição com o preço atual, e o resto basicamente é o mesmo que no método anterior Por uma questão de simplicidade e porque a diferença não é significativa, a maioria dos investidores utiliza o primeiro método. Independentemente do método utilizado, para se conseguir gerir bem a questão do FIFO no cálculo das mais-valias para a declaração de IRS, é indispensável ter um registo (por exemplo, em excel) de cada transação. Este registo deve ter 1 linha por cada transação, e incluir os seguintes campos: Data e tipo de operação (compra ou venda) Se aplicável, nome do portefólio impactado (pai, mãe, filho, filha) Corretora, nome do ativo, ISIN Quantidade (unidades compradas), preço unitário Moeda e, se aplicável, taxa de câmbio Valor bruto, comissões, valor total (custo real para efeitos fiscais) Noutra sheet, é importante ter uma visão global por ativo e por portefólio, que inclua os seguintes campos: Nome do portefólio, corretora, nome do ativo Somatório de unidades compradas Somatório de capital investido (custo real) Preço médio Preço atual Valor de mercado (preço atual * total de unidades) Ganho bruto (valor de mercado - somatório de capital investido) Imposto potencial (ganho bruto * 28%) Ganho líquido de imposto (ganho bruto - imposto potencial) Valor de mercado líquido Peso no total da carteira ou portefólio Objetivo de peso no total da carteira ou portefólio, para análises de rebalanceamento
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4) Investir em família Investir em casal: existindo essa decisão, devemos ter carteiras semelhantes, ou colocar os produtos com maior risco na carteira da pessoa com maior apetência por risco, e os restantes no cônjuge? Carteiras totalmente independentes (decisões individuais de investimento de cada um) não fazem muito sentido, pois se decidimos partilhar despesas, poupanças e objetivos familiares, então também o risco do investimento é um risco do casal, e não de cada um individualmente. Deve existir uma estratégia global, comum. Dividir os produtos por aversão ao risco é um modelo habitual, mas com algumas armadilhas. Assimetrias de performance (e consequentes assimetrias de rebalanceamento entre os cônjuges) podem gerar tensões desnecessárias. Assim, faz sentido existirem carteiras (contas) separadas, com um núcleo semelhante, e ligeiras diferenças que acomodem os diferentes graus de aversão ao risco. Adicionalmente, contas separadas ajudam a proteger património face a situações limite como falência pessoal ou divórcio. Infelizmente as corretoras não permitem uma visão de portefolio global de duas contas separadas, pelo que esse tracking tem que ser feito manualmente pelo casal. Investir em nome dos filhos: literalmente no nome deles vs. carteira em nosso nome? A solução mais simples é criar um “subportefolio mental” para cada filho. Tem a vantagem de não exigir qualquer burocracia adicional, e manter o controlo da gestão nos pais. Algumas corretoras permitem contas de menores, em que a criança é a titular e os pais são os administradores. O dinheiro pertencer à criança poderá ser uma vantagem em termos legais, mas isso também implica que quando a criança fizer 18 anos, o dinheiro passa totalmente para ela, ficando livre para o usar como entender. Dar a liberdade a um adolescente de 18 anos para usar como entender milhares de euros que demoraram quase 20 anos a acumular não é um cenário muito confortável. Optando então pela opção do “subportefolio mental”, importa salientar que doações entre pais e filhos não pagam impostos (exceto se forem imóveis). Caso a doação seja superior a 5.000€, tem que ser declarada às Finanças, mas continua a ser isenta de imposto. Tal como na questão do investimento em casal, as corretoras não têm “subportefolios” nativos, pelo que o acompanhamento terá que ser feito manualmente em excel ou através de um software agregador de contas.
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Ganhámos 3-0 em Barcelos. 9 pontos de vantagem para promoção direta, a 6 jornadas do fim.
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Materializando a explicação o Descartes com exemplos da época passada: - Liverpool: 7 vitórias na fase de liga mas eliminado pelo PSG logo nos oitavos - 29,5 pontos para o ranking - PSG: 4 vitórias na fase de liga mas 7 vitórias na fase a eliminar - 33,5 pontos - (exemplo intermédio) Dortmund: 5 vitórias na fase da liga mais 3 vitórias nas 3 eliminatórias que disputou - 27,8 pontos E nem o Liverpool nem o PSG ficaram no top-3 de pontos dessa época, composto pelo Inter com 40,3 pontos (6+4 vitórias, chegando até à final), Barcelona com 36,3 (6+3 vitórias, chegando até às meias) e Arsenal com 36,0 (6+3 vitórias, chegando até às meias).
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Teremos que rodar o onze numa dose semelhante à de hoje.
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Ver a "ousadia" do Zaidu na arrancada que dá o 2-0 ou na finalização de cabeça ao segundo poste (movimento caraterístico dele, marcou um golo assim em Guimarães há 1 ou 2 épocas) deixa-me a pensar. Será que os laterais habitualmente titulares não sobem por falta de capacidade, ou será que o Zaidu é um cavalo selvagem indomável que nem a rigidez do mister Farioli consegue controlar, ou será que foi o próprio mister que viu uma luz e tem dado indicações para os laterais subirem mais nos últimos jogos?
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É um resultado agradável considerando que jogámos fora com uma equipa que está em posição de Champions na Bundesliga. Fica no entanto a sensação de que com mais uns pontinhos de QI tínhamos trazido uma diferença de 2 golos.
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Muito macio no golo, o Thiago.
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Não está mau de todo. Mas o Bednarek é até cair para o lado... Mais valia jogar o Kiwior, que tem ligeiramente menos minutos nas últimas semanas.
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[UCL] Bodø/Glimt 3-0 Sporting (RF)
Quan Chi respondeu a pedritsh em tópico Competições Europeias (UEFA)
E como ativaram o meu Ticampos interior, fui ver a performance na Champions por época. 00/01 a 04/05 - 4 equipas nos oitavos (das quais 1 ganhou o troféu - Mourinho) 05/06 a 09/10 - 6 equipas nos oitavos (das quais 2 foram até aos quartos - Koeman e Jesualdo) 10/11 a 14/15 - 3 equipas nos oitavos (das quais 2 foram até aos quartos - Jesus e Lopetegui) 15/16 a 19/20 - 5 equipas nos oitavos (das quais 2 foram até aos quartos - Vitória e Conceição) 20/21 a 24/25 - 7 equipas nos oitavos (das quais 3 foram até aos quartos - Conceição, Veríssimo e Schmidt) Portanto desminto-me, não é verdade que a presença de equipas portuguesas nos oitavos da Champions seja um fenómeno cada vez mais raro. Não tinha ideia que o Conceição era o único treinador de equipa portuguesa a chegar 2 vezes aos quartos nos últimos 25 anos. E também não me lembrava que o Veríssimo tinha conseguido estar nesta exclusiva lista. -
[UCL] Bodø/Glimt 3-0 Sporting (RF)
Quan Chi respondeu a pedritsh em tópico Competições Europeias (UEFA)
Dá 2 jogos de borla para todas as equipas. E implicou haver países com 5 ou 6 equipas, que tendencialmente vão ocupar as "nossas" vagas nos oitavos. Na época passada, o Bologna ficou pela fase de liga, mas o Dortmund chegou até aos quartos Nesta época, o Villarreal ficou pela fase de liga, mas o Newcastle e Tottenham já chegaram até aos oitavos Antes sabias que se ganhasses ao teu concorrente direto do 2º/3º pote, ou se apanhasses uma equipa holandesa/russa/ucraniana no 1º pote, tinhas meio caminho andado para chegar aos oitavos. Agora é tudo muito mais volátil, mas também acho que dá mais piada assim. -
[UCL] Bodø/Glimt 3-0 Sporting (RF)
Quan Chi respondeu a pedritsh em tópico Competições Europeias (UEFA)
Não está em causa a qualidade do Bodo, mas é completamente inaceitável uma equipa portuguesa ir a uns oitavos de Champions, que vai sendo uma coisa cada vez mais rara, e não comer a relva, seja qual for o adversário ou o estádio. Até podiam ter perdido à mesma por 3 ou mais, mas é absurdo não terem jogado sempre no limite. Tantos duelos perdidos ou jogadores do Sporting a ficarem para trás porque os do Bodo sprintavam e os do SCP faziam jogging... -
[UCL] Discussão Geral Uefa Champions League 25/26
Quan Chi respondeu a Lebohang em tópico Competições Europeias (UEFA)
E a não se arriscar a ir de sopa logo nos play-offs, e a nem sequer ter esses 2 jogos adicionais no calendário... As vantagens são claras. -
[Brasileirão] Todas as jornadas
Quan Chi respondeu a pedritsh em tópico Resultados e Prognósticos de Futebol
Acho que até foi eleito o melhor jogador da Série B do ano passado, algo assim. -
[UCL] Discussão Geral Uefa Champions League 25/26
Quan Chi respondeu a Lebohang em tópico Competições Europeias (UEFA)
Pensa que se não tivessem ficado no top-8 poderiam ter apanhado o Bodo logo no play-off.
