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Quan Chi

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Tudo que Quan Chi publicou

  1. Que haja disponibilidade e coragem para levar o tema à próxima assembleia.
  2. Para além do que o @Kenny Omega disse acima, não faz sentido comprar muitos ETFs iguais ou muito parecidos, basicamente estás a duplicar custos. Uma dica comum para investidores amadores/iniciantes é ter um único ETF mundial, decidindo apenas se esse ETF inclui mercados emergentes ou não. É a melhor estratégia para muito longo prazo, e é o que vou fazer para os meus filhos quando começar a investir. Depois se quiseres brincar aos investidores, claro que podes ter bem mais. Um portefólio habitualmente sugerido, e que vai em linha com o que o Burkina meteu aqui há umas semanas, é teres 20-30% em baixo risco, 50-70% no "núcleo", e 10-20% em alto risco/convicções. Dentro de cada categoria tanto podes ter 1 único produto como 2 ou 3, dependendo de se quiseres reforçar exposição em algum mercado específico.
  3. Empatámos 1-1 fora com o Benfica B. Sofremos o golo do empate aos 96'. Estão 12 pontos em disputa e temos precisamente 12 pontos de vantagem para o 4º classificado. Na luta pelo título, temos 5 pontos de vantagem sobre o Benfica B.
  4. Quan Chi

    IA

    A empresa em que estou criou um GPT interno, há ano e meio. Com base numa versão do ChatGPT que à data não era a mais recente, muito menos agora. Conclusão: nem na m*rda do NIF ou na morada da empresa acerta. E com isto estão a criar uma cultura de detratores de IA entre a malta mais velha que é quase tão perigosa como os miúdos acéfalos que fazem copy-paste para o chatGPT de qualquer coisa que se lhes pergunte.
  5. Aceito a crítica. Mas eu ainda só estou na fase de estudo. E usei outras fontes para além do ChatGPT.
  6. Que critérios têm em consideração para escolher um ETF? Nomeadamente ETFs bastante semelhantes entre si (ex.: World) com "dezenas" a cumprirem os critérios básicos de fund size >1bi, TER igual, acumulativos, domicílio na Irlanda ou Luxemburgo (o impacto das diferenças fiscais traduz-se diretamente na rentabilidade do fundo, correto?), replicação física... Escolhem o que tiver maior dimensão por uma questão de "segurança", ou escolhem o de determinada gestora de ativos (ex.: Vanguard), ou outro critério qualquer? Vi anteriormente que a tracking difference e o tracking error são indicadores relevantes, mas não os encontrei nas páginas dos ETFs do justETF.
  7. Portanto uma seleção que em 2018 caiu aos pés da Suécia, em 2022 ficou atrás da Suíça no grupo e depois foi eliminada em casa pela Macedónia do Norte, ontem ficou contente porque vai à Bósnia em vez de ir ao País de Gales...? Por favor karma, faz a tua parte.
  8. Acredito que os mercados reagem "pouco" porque sabem que mais depressa cai o Trump do que caem os próprios mercados. É como se tivessem uma rede de segurança de que se der muita m*rda, o Trump vai embora e vem outro mais amigo dos mercados.
  9. A Jamaica ganhou 1-0 à Nova Caledónia, e vai assim jogar contra o Congo.
  10. O Kosovo eliminou a Eslováquia, fora, e vai assim receber a Turquia. O Gyökeres fez um hat trick contra a Ucrânia.
  11. Se queremos ser competitivos lá fora não podemos "desperdiçar" este dinheiro dos sócios. Podiam era ter (se calhar até já existe) um desconto por fidelidade, tipo 1% por cada ano consecutivo há que o sócio tem lugar anual.
  12. Mesmo assim, ou arrotaram 5M€ num gajo de banco (do ponto de vista deles) ou emprestaram-nos um dos seus jogadores mais bem pagos. Aliás, eu vejo o Fofana jogar e não percebo como é que o Rennes aceitou emprestá-lo.
  13. A Bola diz que o Fofana ganha 5M€/ano no Rennes e que por isso é impeditivo para nós. Lamento muito, @La Flame. E não deixa de ser surpreendente verificar que um clube francês de meio de tabela paga salários destes.
  14. Ah, e o mercado de inverno. Normalmente tem um impacto residual ou até negativo nas equipas (na nossa e nas outras), mas o nosso último foi incrível. O Fofana faz o golo ao Sporting, faz o golo ao Braga, e permite ressuscitar o Froholdt. O Oskar precisou de 3 jogos para passar a ser o nosso principal desequilibrador. Decisivo em Guimarães e na Luz.
  15. E já que estou numa de homenagens, o Gül tem sido muito fraco nos últimos jogos mas foi decisivo em 2 dos momentos mais importantes da época, porque nos conseguiu manter na senda de 385 vitórias seguidas e ir afinando o modelo de jogo em cima de vitórias. Falo do 1-2 em Moreira de Cónegos em que marca nos últimos minutos, e sobretudo a vitória em Arouca, que acabou por ser muito expressiva, mas que quando o Martim versão nariz bom cabeça burra tem aquela expulsão inacreditável, todos borrámos um bocadinho a cueca, mas o Gül 3 minutos depois mete uma batata lá dentro e tranquiliza-nos a todos.
  16. Sim. É preciso ter muita cabecinha, mas a coisa está a encaminhar-se. Verdade. Mas em minha defesa era um jogo numa fase do calendário com pouquíssimo impacto no desfecho da época. Os 3 jogos que referi foram todos jogos em que podíamos ter enviado um rival para o fundo do poço ou ficar numa posição ainda melhor para ganhar o campeonato e começar a pensar na Liga Europa.
  17. E finalmente vencemos um jogo de "exigência máxima" no campeonato. Ainda por cima com remontada. Para além do pé frio nos últimos 2 clássicos, ainda andava aziado daquele 0-0 ao Benfica numa fase em que os podíamos ter atirado para o fundo do poço.
  18. O Oskar fartou-se de fazer asneiras durante o jogo too mas depois é decisivo. É um craque. Já não estamos habituados a este tipo de jogadores.
  19. Quero fazer um vénia profunda ao Farioli por ter voltado atrás na sua ideia de meter o Thiago Silva no onze-base desviando o Kiwior para lateral. É um grande sinal de humildade. Creio que foi uma das decisões-chave para hoje estarmos tão bem posicionados para conquistar o nosso grande objetivo. Sim, houve para ali uma lesões que ajudaram, mas hoje em dia joga o Zaidu a lateral, o que ainda reforça mais a profundidade da vénia.
  20. Ganhámos 4-1 na receção ao (à?) JuveForce. Creio que estamos a 1 ponto (faltam 5 jogos) de garantir a promoção.
  21. A Amora, depois de 5 derrotas seguidas, foi ganhar à Tapadinha e reentrou na discussão da manutenção. O Covilhã venceu na deslocação importantíssima ao estádio do 1º de Dezembro.
  22. Na Série C, o Elétrico ganhou ao Peniche e ainda vai esperneando na luta pela manutenção. Está a 7 pontos da linha de água, com 9 em disputa. Na próxima jornada vão a Samora Correia, equipa que também está em zona de despromoção. Na Série D, o Juventude venceu em Serpa, o Louletano também ganhou, e o Malveira empatou em Lagoa. Neste momento estão o Malveira com 41 pontos (23 jogos), Louletano também com 41 (22), Juventude 39 (23) e Alverca B 38 (22). O Elvas perdeu em Alcochete e entrou em zona de despromoção, com -1 ponto que o Moncarapachense, que venceu na receção ao Sintrense.
  23. 7) Valor FIRE Nota prévia: este conjunto de questões tem respostas muito menos concretas / rigorosas, o que se deve em boa parte a não haver uma “resposta certa” para estas perguntas. Considerando uma carteira com 10% liquidez, 20% obrigações, 50% ETFs globais e 20% ETFs setoriais ou ativos alternativos, qual é a % FIRE adequada? O portefólio considerado terá um retorno real (líquido de inflação) médio anual de 4-5%. Para essa carteira, uma percentagem de retirada prudente é 3%. Mesmo atingindo o valor FIRE, não pretendo parar de trabalhar, para não perder o direito à reforma da Segurança Social. Isso significa que posso considerar uma percentagem FIRE superior, ou iniciar a fase de levantamento ainda antes de me reformar? Parar de trabalhar “demasiado cedo” tem um custo elevado: menos anos de descontos, penalização por reforma antecipada, e consequentemente uma pensão mais baixa. Continuar a trabalhar, mesmo após atingir a independência financeira, aumenta muito o rendimento total na velhice. O impacto no valor FIRE de continuar a trabalhar consiste na subtração das despesas futuras anuais pelo salário líquido anual previsto. Isto significa que o valor FIRE diminui, e consequentemente será atingido numa fase mais precoce da vida. Assim, a fase de levantamento coincidiria com o período de vida ativa, juntando-se o montante levantado ao salário, permitindo aumentar o nível de vida. O racional do FIRE é “viver dos rendimentos”, sem colocar em causa o capital. Mas e se o meu objetivo for esvaziar totalmente o capital? Se tiver como objetivo chegar aos 100 anos com 0€, qual é o impacto no valor FIRE e/ou na percentagem de levantamento? Este plano é possível e chama-se “safe withdrawal with depletion” ou decumulação programada. O racional FIRE “padrão” implica a preservação do capital por tempo indefinido, existindo até uma probabilidade elevada de se terminar com um montante superior ao valor FIRE com que se iniciou a fase de levantamento. Se o objetivo for consumir progressivamente o capital, então a percentagem de levantamento pode ser superior aos 3% referidos, por exemplo 5%. Em alternativa, pode considerar-se uma percentagem de levantamento que se reduz progressivamente, isto é, começar por levantar 6% na vida ativa, e terminar a levantar 2% no final da velhice.
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