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Quan Chi

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Tudo que Quan Chi publicou

  1. E com esta falta de tesão no campeonato, quero é que a Liga Europa se f*da. Para Estugarda, Diogo, Martim, Thiago, Kiwior, Zaidu, Rosario, Varela, Veiga, Mora, William, Gül. E na 2ª mão rodar meio onze outra vez. Uns eventuais quartos-de-final serão a 9 e 16 de abril, nessas datas já saberemos melhor se vai dar para apostar a sério na Liga Europa ou se é para meter o campeonato no bolso e fugir.
  2. Tens razão, não olhei devidamente para a tabela classificativa.
  3. Nas substituições só tenho a apontar não ter entrado o Rosario por um dos médios em vez da troca por troca do ponta-de-lança. Tivemos um buracão no meio-campo durante dezenas e dezenas de minutos.
  4. Parece-me que vai ser mais um verão em que vamos ter que vender antes de comprar. E depois também vai depender muito de se queremos e conseguimos manter algum dos emprestados. Por exemplo, se de vendas grandes só saísse o Froholdt e o Diogo, tínhamos que substituir imediatamente o primeiro, mas em vez de ir buscar um guarda-redes titular, eu iria atrás de um extremo canhoto e de um lateral esquerdo, para titulares. O resto acho que vai depender do dinheiro que conseguirmos fazer com alguém de entre Pepê, Varela, Veiga ou Borja. Sendo que cada uma dessas saídas significaria ir buscar um substituto direto e ainda tentar ter algum lucro com a troca.
  5. É uma frustração muito grande continuarmos a dar oxigénio aos nossos rivais, mas, tentando analisar mais a frio, continuamos com um calendário favorável face ao Sporting. Os nossos jogos teoricamente mais difíceis são Moreirense (casa, J26), Braga (fora, J27) e Estoril (fora, J29). O resto são jogos contra equipas de último terço, ou de segunda metade em casa. O Sporting tem o Benfica (casa, J30), Vitória (casa, J32) e Gil Vicente (casa, J34). Nenhum dos calendários é particularmente complicado, em teoria, tendo a particularidade dos nossos jogos mais difíceis serem todos até à primeira quinzena de abril, e os deles serem todos depois disso. Não haja é mais Casas Pias, por favor.
  6. Epá, uma coisa é termos extremos que decidem mal, ou o Moura. Outra é a ganhar 2-0 deixar partir o jogo durante praticamente a segunda parte inteira. É que nem no período entre o 1-0 e o 2-0 "arriscámos" tanto, aliás o 2-0 é um lance em que estão 10 macacos dentro da própria área e o Oskar solto na frente. Se foi o meio-campo que rebentou, que metesse o Rosario. Tantas vezes o fez, e bem. Culpa inteira do Farioli hoje, e não foi por azar. Esta m*rda já era para estar mais que resolvida.
  7. Como o jogo estava ao intervalo, e como acaba. Nem sei o que diga.
  8. Perdemos 2-1 nos Barreiros. São os líderes destacados do campeonato, não é nada que manche o nosso percurso recente. De amanhã a 1 semana recebemos a Oliveirense.
  9. Na Série D, o Juventude empatou no Carlos Salema e pode ficar a -3 pontos do Louletano. O Elvas perdeu em Alverca e viu a margem para a linha de água diminuir de +2 para +1 ponto.
  10. Ganhámos 2-0 em Benfica. 8 pontos de vantagem para promoção direta, a 7 jornadas do fim.
  11. 3) Operacionalização Um investidor a longo prazo deve apenas comprar ativos, ou também vender? Em Portugal, cada venda gera um evento tributável (28% sobre as mais-valias). Por isso, vender quando a % de um ativo está acima do objetivo não é um método eficiente fiscalmente. O método mais utilizado por investidores europeus de longo prazo é o rebalanceamento por compras (buy-only rebalancing). Este método consiste em canalizar a compra periódica para o ativo mais subponderado da carteira. As vantagens deste método são o não pagamento de impostos, o baixo custo e a simplicidade da estratégia. Ainda assim, há algumas situações em que vender pode fazer sentido: Quando um ativo cresce muito, p.e. se o peso de criptoativos aumentar de um objetivo de 5% para 20% Quando existe alteração de estratégia, p.e. vender um ETF setorial para comprar um ETF de outro setor Quando se chega à “reforma”, isto é, à fase de retirada do dinheiro, em que se começa a viver do dinheiro acumulado Qual a periodicidade mais adequada para fazer o rebalanceamento da carteira? A maioria dos estudos defende que é bom fazê-lo trimestralmente, mas que anualmente é suficiente. Rebalancear mensalmente pode ser pouco benéfico. No entanto, muitos investidores utilizam o método de rebalanceamento por compras referido na questão anterior, com 1 compra mensal. Para minimizar os custos, devem ser feitas, no máximo, 1 a 2 compras por mês, evitando comprar vários ativos diferentes. Uma estratégia ligeiramente diferente consiste no threshold balancing, que consiste em definir limiares mínimos e máximos de % de peso na carteira para cada ativo, e apenas agir (comprando ou vendendo) quando esses limites são violados. Este método é mais eficiente do ponto de vista dos custos que o rebalanceamento por compras, pois normalmente implica um menor número de transações. O que deve ser tido em conta nas transferências de dinheiro dos bancos comerciais “tradicionais” para as corretoras? Por regra de AML (anti money laundering) o titular da conta de investimento deve ser o mesmo (mesmo nome) que o da conta bancária de origem do dinheiro. Deve-se verificar se a corretora atribuiu um IBAN individual (em nome do investidor) ou um IBAN coletivo (em nome da corretora, onde tem que se colocar o número de conta no Assunto/Referência). Caso se falhe este número de referência no IBAN coletivo, o dinheiro fica no “limbo” e o processo de recuperação é burocrático e lento. Os IBANs devem ser sempre verificados dentro das apps das corretoras, nunca utilizando IBANs enviados por email. Transferências SEPA (transferências em euros e dentro da zona Euro) são normalmente gratuitas nos bancos digitais ou no homebaking da maioria dos bancos “tradicionais”. Apesar do custo nulo ou residual, deve evitar-se fazer muitas transferências pequenas, por adicionarem complexidade fiscal e de rastreamento. Isto é, apesar de transferir dinheiro para uma corretora não ser um evento fiscal (não é necessário declarar depósitos, transferências ou levantamentos), caso um dia se tenha que justificar a origem dos fundos é muito mais fácil mostrar e explicar 12 transferências anuais do mesmo montante do que 60 transferências anuais em momentos e em montantes irregulares. Perguntas para os veteranos do tópico: Qual é a vossa estratégia de rebalanceamento da carteira? Quais são os principais cuidados que têm na transferência de dinheiro de bancos comerciais para corretoras?
  12. Acho que nestes 2 lances os braços estão demasiado abertos para merecer discussão. E até acho mais "injusto" o do defesa do Braga, em que a bola é chutada pertíssimo dele, e o braço (muito) aberto parece advir da preparação para mudar de direção em corrida.
  13. Tentaria qualquer coisa de diferente, por exemplo Mora a falso 9, para tentar desmontar a teia que o Mourinho disse ter andado a preparar há meses.
  14. Na fase de manutenção da zona sul, o Covilhã perdeu em casa com o 1º Dezembro e baralhou as contas. O Lusitano também perdeu em casa, com o Caldas. Para a semana há um 1º Dezembro - Amora que pode baralhar ainda mais as contas.
  15. 2) Produtos O seguinte disclaimer é válido para todos os comentários que vou fazer neste tópico, mas em especial para o de hoje: os textos baseiam-se em cruzamento de informações produzidas por diferentes chatbots de Inteligência Artificial, algum conhecimento meu e ainda intuição. Por esse motivo, não devem ser considerados como verdades absolutas. Mesmo sem entrar em produtos complexos, um investidor iniciante depara-se com dezenas de produtos diferentes, como certificados de aforro, obrigações soberanas, ouro, outros metais raros, ETFs “mundo”, ETFs das principais bolsas, ETFs de mercados emergentes, ETFs setoriais como imobiliário, saúde, semicondutores, e ainda criptoativos. Qual o ponto de equilíbiro entre maximizar a diversificação (para minimizar o risco) e minimizar os custos operacionais? Diversificar é essencial, mas demasiados produtos podem elevar custos, potenciar erros comportamentais e aumentar a complexidade fiscal (diworsification). O exemplo mais claro é o de um ETF global, que por si só inclui muitas ações diferentes, pelo que ETFs setoriais tornam-se redundantes. Assim, só fará sentido investir em ETFs setoriais caso queiramos sobreponderar algum setor em particular. Podemos considerar como ponto de equilíbrio para um investidor iniciante deter 3 a 6 produtos, numa carteira que inclua obrigações, ETF global, ETF regional e/ou setorial como opção facultativa, commodities (ex.: ouro, facultativo) e criptoativos (facultativo). Quais as principais gestoras de ETFs e o que as distingue? Vanguard Group Pontos fortes: cultura de custos extremamente baixos, ETFs muito eficientes Pontos fracos: oferta de ETFs UCITS ligeiramente menor na Europa, menos ETFs temáticos BlackRock (iShares) aPontos fortes: maior gestora de ativos do mundo, com a maior variedade de ETFs do mercado e enorme liquidez Pontos fracos: alguns ETFs têm custos ligeiramente mais altos, e a linha de produtos é tão vasta que pode gerar confusão State Street Global Advisors (SPDR) Pontos fortes: ETFs muito líquidos e com bons custos em vários índices globais Pontos fracos: catálogo menor Atualmente não há grandes diferenças de custos entre as principais gestoras. Outros fatores ganharam relevância na análise, como a liquidez do ETF, a dimensão do fundo, o tracking error ou a estrutura fiscal (domicílio na Irlanda). Que caraterísticas devem ser tidas em conta para escolher o “melhor” ETF? TER (Total Expense Ratio): Custo anual do ETF Não deve ser considerado como critério único para a escolha do ETF, pois um ETF com TER baixo pode ter um tracking pior ou spreads superiores Por exemplo, uma diferença de -0,05% no TER pode ser irrelevante se a liquidez for pior ou o tracking inferior Dimensão do fundo (AUM: assets under management): Normalmente, quanto maior o ETF, maior a liquidez, menor o risco de encerramento, e menores os spreads AUM >100M€ é razoável, AUM>500M€ é bom, e AUM>1B€ é o ideal Estrutura e domicílio fiscal: idealmente UCITS e domiciliado na Irlanda ou Luxemburgo (retenção de dividendos 15% vs. 30% num ETF americano, inclusivamente se o fundo for acumulativo) Replicação física vs. sintética: Física (full replication): compra as ações reais, é o mais seguro Física (sampling): compra uma amostra representativa (comum em índices com milhares de microempresas) Sintética (swap): usa derivados, introduzindo o risco da contraparte Tracking difference: diferença real (média) entre o retorno do ETF e o retorno do índice de referência Tracking error: volatilidade da tracking difference Política de dividendos (acumulação vs. distribuição): Para um investidor a muito longo prazo, a acumulação é a melhor opção, pois evita a tributação imediata dos 28% O valor “não tributado” é reinvestido, o que maximiza o efeito de capitalização O JustETF é provavelmente o melhor site para investidores europeus, pois permite filtrar por índice, custos, dimensão, domicílio e corretora. Perguntas para os veteranos do tópico: Preferem ter um único ETF “world”, ou vários ETFs de bolsas e setores diferentes? A que caraterísticas dão mais importância na escolha de um ETF para investir?
  16. Se não fizermos bem o nosso trabalho amanhã, de nada valerá este deslize do Sporting.
  17. Nota que a questão do risco e segurança tem pouco a ver com problemas menores do dia-a-dia. Tem a ver com se um dia der m*rda a sério (por muitíssimo improvável que isso seja) não ficares agarrado. Podes detalhar um pouco este ponto? Como é que um investidor iniciante consegue distinguir se está a comprar um CFD ou o ativo real subjacente?
  18. Eu só disse que parecem ser muitos, não sei avaliar a qualidade do trabalho individual de cada um deles.
  19. Sobre o Bednarek, ainda não há nada sobre eventual tempo de paragem. Sobre a eventual saída do Lucho, ficaria triste. Mesmo reconhecendo que o Farioli tem um batalhão de "adjuntos" que não parece ser muito eficiente.
  20. Por favor metam aqui quando houver notícias do Bednarek. Acho que se fosse costelas partidas ou outra coisa mais séria ele não saía a andar e teria um ar bem mais aflito. Apesar de ter estado bastante tempo a ser assistido.
  21. Foi muito equilibrado até ao 1-0, o que com o onze que apresentámos é um elogio. Mas nos restantes 30min de jogo nem fizemos cócegas. Foi fraquinho. O Luuk faz muita falta.
  22. Teve pelo menos 2 jogos para rodar 2 ou 3 jogadores e decidiu rodar meio onze neste... que nos corra bem. Até encaro a titularidade do Moura como gestão do Zaidu. Já deu para perceber que o Prpic é uma espécie de Eustáquio dos defesas. Só vai jogar quando 4 dos restantes 8 (juntando o Rosario nas contas) estiverem indisponíveis ou com necessidade de descansar.
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