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Carlos Gouveia

Cientificamente falando...

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Eu divido em 7: Europa, Ásia, África, América do Norte, América do Sul, Oceania e Antárctida.

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Se experimentassem consultar um historiador resolviam o problema tranquilamente. Os continentes, como tudo o resto no Mundo, tiveram origem em critérios sociais e políticos, pouco importando a definição que criaram porque, na verdade, essa definição foi posterior.

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Guest Vladimir Ilitch

Eu divido em 7: Europa, Ásia, África, América do Norte, América do Sul, Oceania e Antárctida.

x2 sempre aprendi assim por acaso

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Se experimentassem consultar um historiador resolviam o problema tranquilamente. Os continentes, como tudo o resto no Mundo, tiveram origem em critérios sociais e políticos, pouco importando a definição que criaram porque, na verdade, essa definição foi posterior.

O historiador diz uma coisa, o geógrafo outra, o geólogo ainda outra. Em que ficamos? :mrgreen:

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Mas enquanto for aumentando parece; da mesma maneira, o Universo um dia deixará de se expandir.

 

Isso é uma hipótese, em que o Universo se deixa de expandir e começa a contrair. Contudo, também há a hipótese de se expandir tanto, que a energia passa a estar tão dispersa, que a temperatura em todo o Universo seria aproximadamente 0 K.

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O historiador diz uma coisa, o geógrafo outra, o geólogo ainda outra. Em que ficamos? :mrgreen:

 

Ficas com a do historiador porque já se falava de "continentes" antes mesmo de haver uma definição para eles. Ou seja, primeiro surgiu a ideia do que era um continente, provocada pelas diferenças políticas, sociais, culturais e geográficas; depois é que se procurou definir essa ideia já enraizada. Actualmente falam com os geógrafos e os geólogos mas eles não são os ideais para chegar a uma conclusão porque procuram analisar o conceito e não a origem.

 

Um exemplo: eles falam da Eurásia. Geologicamente pode fazer sentido por ser a mesma placa, historicamente não faz sentido nenhum porque a diferença entre ocidentais (Europa) e orientais (Ásia) é tão antiga quanto a memória permite recuar. São continentes diferentes porque albergam povos totalmente diferentes, cujas civilizações evoluíram praticamente em separado. Os geólogos vêm agora dizer que esta separação está errada porque são a mesma placa, mas e depois? Por se descobrir que é a mesma placa vamos do nada transformar tudo no mesmo continente, ignorando milénios de diferenças?

 

Isso é uma hipótese, em que o Universo se deixa de expandir e começa a contrair. Contudo, também há a hipótese de se expandir tanto, que a energia passa a estar tão dispersa, que a temperatura em todo o Universo seria aproximadamente 0 K.

 

Isso desconhecia.

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A nível de massa continental são a mesma coisa, ou território geológico ocupado. Mas nunca podemos dizer que Europa e Ásia são a mesma coisa. O que faz um continente é, mais do que a localização, o que o caracteriza a nível de cultura, história e paisagem. Digo eu :)

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Nova descoberta poderá pôr em causa as teorias de Albert Einstein

 

Os neutrinos, partículas elementares da matéria, foram medidos a uma velocidade que ultrapassa ligeiramente a velocidade da luz, considerada até agora como um "limite intransponível".

 

 

Caso seja confirmado por outras experiências, este "resultado surpreendente" e "totalmente inesperado" face às teorias formuladas por Albert Einstein poderá abrir "perspectivas teóricas completamente novas", sublinha o Centro Nacional de Investigação Científica (CNRS, na sigla em francês), em França.

 

As medições efectuadas pelos especialistas com experiência internacional desta investigação, a que se chamou Opera, concluíram que um feixe de neutrinos percorreu os 730 quilómetros que separam as instalações do Centro Europeu de Investigação Nuclear (CERN), em Genebra, do laboratório subterrâneo de Gran Sasso, no centro de Itália, a 300,006 quilómetros por segundo, ou seja, uma velocidade superior em seis quilómetros por segundo à velocidade da luz.

 

"Por outras palavras, para uma corrida de 730 quilómetros, os neutrinos cruzaram a linha de chegada com 20 metros de avanço" sobre a luz, caso esta tivesse percorrido a mesma distância terrestre, exemplifica o CNRS.

 

"Longos meses de investigação e de verificações não nos permitiram identificar um efeito instrumental que explique o resultados das nossas medições", reconheceu o porta-voz da investigação Opera, Antonio Freditato, que se mostrou "ansioso" por comparar estes resultados com outras experiências.

 

"Tendo em conta o enorme impacto que tal resultado poderá ter na Física, são necessárias medições independentes para que o efeito observado possa ser refutado ou então formalmente estabelecido", sublinha o CNRS.

 

"É por isso que os investigadores do projecto Opera desejam abrir este resultado a um exame mais amplo por parte da comunidade de físicos", acrescenta.

 

Fonte: JN

 

Vi isto, achei super interessante. Será que as medições estão mesmo correctas?

Editado por ZeroZeroPeras

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O João Magueijo andava , juntamente com uma equipa, a tentar refutar algumas das assumpções tomadas como certas pelo Einstein.

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O facto dos neutrinos terem andado a mais do que a velocidade da luz pode ter sido fortuito. Estudos de anos e anos demonstraram que as segundas partículas mais rápidas, tirando a luz, eram os mesões, que andam a 99,9% da velocidade da luz.

E os neutrinos foram testados muitas vezes. Pauli na sua altura, ao analisar as equações que descreviam estes fenómenos, demonstrou teoricamente que teriam de existir, mas nunca as confirmou como partículas rápidas e transparentes à passagem da matéria. Ou seja, no seu movimento na Terra nunca perdem energia! Isto não quer dizer que a velocidade da luz possa ser ultrapassada. Quer apenas dizer que, neste teste, os neutrinos não perderam energia, e que isso pode acontecer às ondas electromagnéticas, ou seja, a velocidade da luz pode, na realidade, ser superior ao estipulado. Até porque os métodos usados para confirmar esta velocidade estão, também eles, sujeitos a essas perdas energética e erros associados.

 

Um comentário na Visão:

 

A primeira diz respeito à técnica da experiência. Demonstrar que um neutrino se desloca seis quilómetros por segundo mais depressa do que a luz, nos moldes em que a experiência descrita foi realizada, implica ser capaz de medir com exactidão uma diferença temporal inferior a cinquenta nanossegundos (para quem não souber o que isso é, estamos a falar de 0,000000050 segundos). Não sendo tecnicamente impossível, bem pelo contrário, havemos de convir que a margem para erro é vasta e tem repercussões ainda mais vastas. Assim, espero para ver.

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O João Magueijo andava , juntamente com uma equipa, a tentar refutar algumas das assumpções tomadas como certas pelo Einstein.

Li o livro dele, "Mais rapido que a Luz". muito interessante.

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Só com este vídeo é que percebi de onde vem a expressão "a curiosidade matou o gato". :lol:

 

(Já conhecia o modelo, mas não associei uma coisa à outra. :mrgreen:)

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Que estupidez... Então agora o facto de olharmos é que força a decisão da natureza? Que raio de visão egocêntrica é essa? Essa é equivalente áquela de não se saber se as árvores fazem barulho a cair quando não há ninguém na floresta para ouvir...

 

wtf

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Que estupidez... Então agora o facto de olharmos é que força a decisão da natureza? Que raio de visão egocêntrica é essa? Essa é equivalente áquela de não se saber se as árvores fazem barulho a cair quando não há ninguém na floresta para ouvir...

 

wtf

 

Não é não NIkeL. Tenho aqui um livro onde o Stephen Hawking prova a veracidade disso, vou ler amanhã e vejo se depois posto aqui :wink:

Há bases científicas.

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Lol fdx depois queixam-se que o Homem ache que o mundo gira à sua volta... :lol:

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Basicamente o Princípio da Incerteza é a base da história. Eu não compreendo tanto de física quântica ao ponto de rejeitar ou aceitar a teoria. Mas o pouco que percebo leva-me a tentar aceitar, apenas como base do estabelecimento de uma lei empírica HUMANA para a compreensão dos fenómenos. Nunca pode ser uma teoria universal válida.. Estive a ler e, afinal, o Hawking detesta o gato :mrgreen:

 

E tudo tem a ver com o facto das nuvens electrónicas dos átomos serem apenas zonas probabilísticas onde os podemos encontrar. Ou seja, nunca podemos garantir qual o comportamento do electrão sem o ver. Principalmente porque admitimos o nosso fracasso em conhecer o seu comportamento :wink:

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Isso para mim é o mesmo que dizer que se juntássemos a população mundial toda num só local, no resto do planeta deixava de haver eventos Não havia tempestades, os animais deixavam de existir (melhor ainda, estavam no tal super estado em que estavam vivos e mortos ao mesmo tempo), etc. Basicamente o tempo parava nesses sítios. Não faz sentido.

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Não é isso que isso quer dizer. O que quer dizer é que só podemos caracterizar os fenómenos se a eles assistirmos, tomando isso como a verdade científica do que acontece. A cena do gato poder estar vivo ou morto é isso mesmo, só sabemos depois de ver. Não podemos garantir que o decaimento ocorreu da forma x.

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True. Por acaso é uma cena que eu adorava perceber a potes...

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Não é isso que isso quer dizer. O que quer dizer é que só podemos caracterizar os fenómenos se a eles assistirmos, tomando isso como a verdade científica do que acontece. A cena do gato poder estar vivo ou morto é isso mesmo, só sabemos depois de ver. Não podemos garantir que o decaimento ocorreu da forma x.

Pois não, mas o facto de não podermos saber em que estado está algo não significa que esse algo não está num estado específico. Cientificamente não podes dizer se o gato está morto ou vivo, mas podes dizer com certeza que ou está morto, ou está vivo. Não está num limbo à espera que um Humano observe o seu estado.

 

 

Eu não tenho grandes conhecimentos (aliás não tenho nenhum) de mecânica quântica mas quanto mais oiço menos vontade tenho de saber mais sobre ela. :lol:

Editado por NIkeL

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Pois não, mas o facto de não podermos saber em que estado está algo não significa que esse algo não está num estado específico. Cientificamente não podes dizer se o gato está morto ou vivo, mas podes dizer com certeza que ou está morto, ou está vivo. Não está num limbo à espera que um Humano observe o seu estado.

 

 

Eu não tenho grandes conhecimentos (aliás não tenho nenhum) de mecânica quântica mas quanto mais oiço menos vontade tenho de saber mais sobre ela. :lol:

 

E não é isso que estamos a dizer? Que está morto e vivo ao mesmo tempo, porque essas duas realidades são possíveis ao mesmo tempo. Simplesmente pelo facto de existir matéria e anti-matéria (ambas com rotação em sentido oposto), e que se comportam de maneira totalmente oposta. Ou seja, como a definição do que é matéria e anti-matéria é totalmente aleatória desde o início dos tempos, só podes determinar determinado comportamento ao observar o fenómeno. É um assumir da ignorância do ser humano: como não sabes que tipo de partículas são, não sabes o comportamento. Como pode ser qualquer um deles, assumes os dois estados como verdadeiros. Porque eles são, ambos, dado que cada partícula tem o seu par oposto!

 

Claro que poderias dizer que isso entra num campo determinista, mas o facto de pensares e agires altera todo o funcionamento quântico estabelecido por regras que não conheces.Devias ler mais sobre mecânica quântica, parece absurda quando não se lê muito, mas faz todo o sentido. Se existir alguém bom a explicar-te :wink:

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O gato de shrodinger é uma históriazeca para nos fazer entender como é que as coisas funcionam num mundo sub-atómico. Porque o mundo sub-atómico parece não obedecer às mesmas leis do mundo palpável.

 

Esqueçam as leis de Newton, esqueçam as leis de Einstein, esqueçam o senso comum, no mundo sub-atómico o comportamento da matéria é completamente diferente daquilo que esperamos.

 

Há uma experiência muito fácil de fazer em casa para percebermos quão esquisita é a mecânica quântica. Imaginem que têm uma lanterna apontada à parede, agora metem à frente da lanterna uma cartolina preta com uma fenda vertical e vêem a projecção da luz através da fenda na parede. O que irão ver? A sombra da cartolina e um traço vertical de luz na parede, certo? Certo!

Agora façam uma nova fenda na cartolina, o que esperam ver projectado na parede? A sombra da cartolina e dois traços verticais de luz? Errado! Vão estar lá mais traços de luz, uns com mais intensidade que outros e isto porquê? Porque a luz se comporta como uma onda e também se comporta como uma partícula. Ao comportar-se como onda, a luz propaga-se para todos os lados e por todos os caminhos, daí existirem vários feixes de luz projectados na parede. Mas também se comporta como partícula, na sua unidade que é o fotão.

Editado por Mahai

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