DValente_ Publicado 27 Agosto 2024 Citação de Petar Musa, há 2 minutos: Sim. Daí não ter recebido nada. Lá vou eu começar a deixar o telemóvel com a Internet ligada. Compartilhar este post Link para o post
Petar Musa Publicado 27 Agosto 2024 Citação de DValente_, há 3 minutos: Daí não ter recebido nada. Lá vou eu começar a deixar o telemóvel com a Internet ligada. Tinhas que estar numa zona em que os servers da Google sinalizassem como zona de terramoto. Por exemplo, no Porto, as pessoas não receberam o alerta Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado 27 Agosto 2024 Citação de Petar Musa, há 2 minutos: Tinhas que estar numa zona em que os servers da Google sinalizassem como zona de terramoto. Por exemplo, no Porto, as pessoas não receberam o alerta Eu recebi. Compartilhar este post Link para o post
Petar Musa Publicado 27 Agosto 2024 Citação de Tio Hans, há 5 minutos: Eu recebi. Segui-me pelo que está aqui https://crisisresponse.google/android-alerts/ e pela malta que falei em que nenhum recebeu alerta Compartilhar este post Link para o post
DValente_ Publicado 27 Agosto 2024 Estava perto do Estádio do Restelo e a minha namorada recebeu, a mim foi mesmo pela questão da internet I believe. Compartilhar este post Link para o post
Claudiojp Publicado 27 Agosto 2024 Citação de Descartes, há 14 horas: Não foi a primeira vez que a cama abanou em Almada. True. Compartilhar este post Link para o post
Banks29 Publicado 27 Agosto 2024 Quem for IOS não recebeu pelo que sei. Compartilhar este post Link para o post
Almeno Publicado 27 Agosto 2024 Claro que não recebe, o IOS não tem nada desse género. Compartilhar este post Link para o post
kareca Publicado 27 Agosto 2024 Citação de Banks29, há 35 minutos: Quem for IOS não recebeu pelo que sei. 😮 Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 27 Agosto 2024 Citação O sismo em Portugal teve um epicentro invulgar e por isso é preciso estudá-lo: terá sido um caso isolado ou prenúncio de uma crise sísmica? A localização do epicentro mais longe da fronteira entre as placas tectónicas está a dividir especialistas. Destacam-se duas teses: podemos estar perante o “mergulho” de uma das placas junto ao território português . ou a reativação de uma antiga falha? Atenção: falamos em tempo geológico, "na escala dos milhões e milhares de milhões de anos” Portugal Continental acordou a tremer esta segunda-feira com um sismo de magnitude de 5,3, não se registaram feridos nem danos materiais. A história poderia ter fechado o seu capítulo aqui, não fosse a atípica localização do epicentro, que se está a tornar uma fonte de curiosidade para os investigadores. O epicentro localizou-se a cerca de 60 quilómetros a oeste de Sines, o que se distingue dos restantes sismos por se localizar mais a norte da fronteira entre a placa tectónica euroasiática e a placa africana. “Os fenómenos sísmicos, assim como os fenómenos vulcânicos, tendem a localizar-se ao nível das fronteiras de placas”, explica Filipe Rosas, geólogo e docente da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL). “Não quer dizer que não tivesse já havido outros sismos nesta zona, mas a circunstância de ser um sismo que ocorre relativamente fora da fronteira de placas e de ter uma magnitude média” a uma profundidade superficial (aproximadamente dez quilómetros), tornam o sismo desta segunda-feira fora do comum. Sismo pode ser um prenuncio de um fenómeno que “nunca se viu acontecer no registo geológico” Portugal possui “algum risco sísmico”, assim como, por exemplo, Itália, mas com uma diferença. Ao contrário das placas junto do território português, que se aproximam, mas não submergem, as placas italiana (o território localiza-se na fronteira entre a placa euroasiática e a sub-placa do Mar Adriático) possuem um movimento de subducção, ou seja, há uma placa a “mergulhar” por baixo de outra. O problema é que "este movimento, aparentemente, se está a propagar ao longo da margem oeste-ibérica”, revela Filipe Rosas ao Expresso. Esta teoria foi apresentada, pela primeira vez, na década de 90 pelo professor emérito da FCUL, António Ribeiro. “Antes pensava-se que vulcões e os tremores de terra eram coisas separadas, depois da [teoria] tectónica de placas percebe-se que todos esses fenómenos são, afinal, manifestações diversas de uma mesma causa, que é as placas tectónicas moverem-se uma em relação à outra”, explica o investigador especializado em geologia estrutural e tectónica. “Os sismos de grande magnitude ocorrem nas fronteiras de placas e, preferencialmente, num tipo de fronteiras de placas que se caracteriza por uma delas mergulhar por baixo da outra”, refere o também diretor do Instituto Dom Luiz, um centro de investigação dedicado às Geociências. O sismo do Japão em 2011, com uma magnitude de 9,0, deveu-se precisamente ao mergulhar da placa pacífica, assim como o sismo de 2004 na Sumatra, na Indonésia, com uma magnitude de 9,2, se deveu ao afundar da placa indiana sob a placa euroasiática. “A maior parte dos sismos de grande magnitude, de magnitude destruidora, forma-se neste tipo de fronteiras de placas”, explica. O sismo de Lisboa de 1755, com magnitude entre os 8,5 e os 9,0, já seria “o pronúncio da formação de uma nova zona de subdução na margem europeia”. Através de modelos físicos e computacionais, os dados apontam para a possibilidade da concretização desta teoria. Caso se concretize, “poderá haver uma tendência de incremento da frequência e da magnitude dos sismos na margem oeste europeia e na margem oeste ibérica” devido à formação de uma nova zona de subducção, um fenómeno “que nunca se viu acontecer no registo geológico”, descreve Filipe Rosas. Susana Custódio, sismóloga e professora na FCUL, alerta que este “é um processo na escala de tempo geológico, portanto, na escala de tempo dos milhões e milhares de milhões de anos”. A teoria “tem uma relevância geodinâmica, mas as nossas preocupações, em termos de perigosidade, alcançam os próximos 500 ou 1000 anos e, nessa escala, as falhas são aquelas que temos no território. Portanto, por agora é preciso mapeá-las, perceber quais são as dimensões, quão ativas estão, o tipo de risco no território e que tipo de construções precisamos para resistirem aos sismos que esperamos”. Sismo pode ter sido a reativação de uma antiga falha Outra possibilidade para explicar a localização atípica deste sismo trata-se da reativação de uma falha. “Quando olhamos para Portugal continental, nós temos os ingredientes todos para que haja sismos no nosso território. Temos várias falhas, que são fraturas na litosfera terrestre, que é a camada mais externa do nosso planeta, que foram herdadas de processos tectónicos, alguns muito antigos, outros mais recentes”, explica Susana Custódio. As placas tectónicas deformam-se como se fossem um “elástico”, mas quando atingem o máximo do “limite de tensão que conseguem sustentar há uma fratura”. Normalmente estas fraturas ocorrem “exatamente nas falhas que temos, que são sempre planos de fragilidade”, descreve a docente doutorada em Ciências Geológicas ao Expresso. Embora o epicentro do sismo tenha ocorrido numa região com “muito pouca sismicidade”, Susana Custódio considera que não é um fenómeno estranho. As falhas podem estar no “período de deformação elástica entre sismos, em que estão a acumular tensão, estão silenciosas”, mas quando atingem o limite fraturam e geram um sismo. “Houve alguma sismicidade na região nos dias antes, mas nada que levasse a suspeitar que pudesse haver um sismo maior”, descreve. Ressalva ainda que há “sismos mais pequeninos, com magnitude entre 1,0 e 3,0, que o IPMA regista todas as semanas”. O sismo desta segunda-feira pode assim estar relacionado com a reativação de falhas que se formaram quando o “Oceano Atlântico se abriu”. “Há cerca de 200 milhões de anos o supercontinente que tinha a Terra Nova, o Canadá, a América e a Europa todas juntas começou a romper” e este “processo de rutura fez-se à custa da formação de um conjunto de falhas, que existem na nossa margem oeste europeia e oeste ibérica”, descreve Filipe Rosas. Novas tensões junto da fronteira que deu origem à cordilheira dos Alpes podem agora estar a reativar antigas falhas. Evento sísmico pode ser o prenúncio de uma crise sísmica? Ninguém sabe, por isso, especialistas querem uma aposta na prevenção Susana Custódio refere que é um “mito urbano” acreditar que este sismo possa ter libertado a tensão e evitado sismos de magnitude superior num futuro próximo. “A energia libertada por um sismo grande nunca é o equivalente em sismos pequenos, ou seja, precisaríamos de muitos mais sismos pequenos do que aqueles que observamos no nosso planeta para conseguir compensar um sismo grande”, explica. A utilidade dos pequenos sismos reside no auxílio do delineamento de falhas ativas e na possibilidade de alertar para um sismo de maiores dimensões. A sismóloga explica que deve ser dada atenção a estes eventos porque é possível estarmos “a entrar num período de maior atividade da falha e devemos ficar mais alertas, sendo que a probabilidade de acontecer um sismo grande é sempre baixa”. “Uma das coisas mais importantes deste sismo, e por isso é que ele tão interessante, é porque vai justamente responder a esta pergunta importantíssima: este é um sismo isolado ou pode ser um sismo que pronuncia uma crise sísmica mais importante?”, afirma Filipe Rosas, que acredita que um novo “período de trabalho, de estudo, de investigação vai ser inaugurado com este novo sismo”. Enquanto aguardam respostas, os especialistas concordam que o importante após um evento sísmico é prevenir. “Há aqui um equilíbrio delicado entre tranquilizar as pessoas, porque o caos e o pânico não ajudam em circunstância nenhuma, mas, por outro lado, mostrar às pessoas que vivemos, de facto, numa zona de risco sísmico”, diz o geólogo. Tal como se ensina as crianças a atravessar a estrada, também devem ser ensinados os procedimentos em caso de terramoto e “do ponto de quem nos governa, aproveitar para insistir no cumprimento da legislação em vigor, designadamente no que diz respeito à construção antissísmica, que não anulam completamente as consequências, mas fazem uma diferença decisiva”. Susana Custódio alerta que “é preciso investir, porque há poucos geólogos, poucos geofísicos, poucos sismólogos a estudar a perigosidade do país”. A longo prazo, o mesmo investimento deve ser feito na construção antissísmica e reforçá-la nas zonas mais vulneráveis, como o Algarve”. “Há falta fiscalização para termos um edificado seguro. Temos algumas construções antigas e, em particular, infraestruturas críticas como hospitais, escolas, quartéis de bombeiros, que devem ser reforçadas”, diz ainda. “Temos uma boa rede sísmica em Portugal neste momento e o IPMA tem todos os algoritmos que permitem perceber rapidamente onde é que foi o sismo, qual foi a magnitude. Esse conhecimento é muito importante para se perceber rapidamente se é um sismo gravoso, se causou estragos, causou vítimas, ou se é expectável que o tenha feito para dirigir a resposta de emergência. Depois é importante que a resposta de emergência funcione”, alerta ainda a docente, que acrescenta que “agora é passar dos regulamentos à prática e verificar se a implementação dos regulamentos é feita”. Artigo muito interessante Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 5 Setembro 2024 Sismo de 3.0 esta madrugada praticamente na mesma zona do sismo de 26 de Agosto mas mais próximo da costa Compartilhar este post Link para o post
a.lopes Publicado 5 Setembro 2024 Tão previsível, num ano onde o Sporting pode ganhar a Champions haverá um terramoto pior ou igual ao de 1755 9 Compartilhar este post Link para o post
Petar Musa Publicado 5 Setembro 2024 Ou foi o @antifa ou li num jornal que, as alterações climáticas, que provocam o aumento do nível do mar, podem provocar mais terramotos. Compartilhar este post Link para o post
pedropb13 Publicado 16 Setembro 2024 Como é que está aí o tempo? @a.lopes Aqui está tudo fdd, recordes de precipitação e cheias nunca vistas em alguns locais. O centro de Viena ainda está de pé, devido aos flooding channels todos e ao Danúbio, mas chegaram mesmo a estar a meros centímetros de transbordar. Alguns troços do metro é que estão bons para fazer Kayak. Compartilhar este post Link para o post
a.lopes Publicado 16 Setembro 2024 Citação de pedropb13, há 3 minutos: Como é que está aí o tempo? @a.lopes Aqui está tudo fdd, recordes de precipitação e cheias nunca vistas em alguns locais. O centro de Viena ainda está de pé, devido aos flooding channels todos e ao Danúbio, mas chegaram mesmo a estar a meros centímetros de transbordar. Alguns troços do metro é que estão bons para fazer Kayak. Não tenho rio aqui 😢 Mas li que em Wroclaw estava tragico no fim de semana Mas nem sequer chove aqui Compartilhar este post Link para o post
a.lopes Publicado 16 Setembro 2024 Citação de pedropb13, há 1 minuto: Inacreditável É o que dá meteres papel higienico na sanita 1 11 Compartilhar este post Link para o post
Jimpo Publicado 16 Setembro 2024 Esse video da autoestrada se fosse em Portugal estava um maluco a andar de carro porque tinha de ir para o trabalho Compartilhar este post Link para o post
Dominator Publicado 16 Setembro 2024 Citação de Jimpo, há 8 minutos: Esse video da autoestrada se fosse em Portugal estava um maluco a andar de carro porque tinha de ir para o trabalho So 1? 😂 Ate eu andei de mota por Lisboa ha uns anos quando houve aquelas cheias, mas eu tambem nao fazia ideia do estado em que estava algumas zonas da cidade lul 1 Compartilhar este post Link para o post
kareca Publicado 16 Setembro 2024 Parece um dia com mais chuva em Algés. 1 Compartilhar este post Link para o post
La Flame Publicado 16 Setembro 2024 Citação de pedropb13, há 1 hora: Inacreditável Tanto mimimi, vai mas é trabalhar. Compartilhar este post Link para o post
antifa Publicado 16 Setembro 2024 Que fumarada no centro do Porto por causa do incêndio de Albergaria. Está um ambiente um bocado apocalíptico. Compartilhar este post Link para o post
Ion Timofte Publicado 16 Setembro 2024 Ora a situação é medonha. Parece noite, carros de 4 piscas a passar a buzinar, casas a arder... Hoje tinha que ir para Aveiro trabalhar, mas a GNR mandou-me embora. Dia de teletrabalho forçado. Compartilhar este post Link para o post