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Rōnin

Notícias/Artigos/Entrevistas Gerais

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Dolgopolov acaba de anunciar que não vai aos JO.

 

Já se sabia. Ele não participou no número mínimo de eliminatórias da Taça Davis.

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Já se sabia. Ele não participou no número mínimo de eliminatórias da Taça Davis.

Tenho ideia que havia possibilidade ainda de ir caso a Federação pedisse ou algo assim do género. O que acho que aconteceu é que a Federação não quis fazer isso.

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Ainda rendeu alguma coisa nos primeiros tempos, mas desde Abril tem sido uma miséria.

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Lá vai o Gil para o Cunha e Silva outra vez...:lol:

Ia postar isso :lol:

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Não, não vai. No artigo acima já podem verificar quem é: Bernardo Mota.

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O ATP World Tour proibiu a existência de courts de terra batida azul em 2013.

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Interesting interview with Ljubo in Croatian newspaper. He was talking about elections for player's representative in ATP board which he lost to Giorgo Di Palermo.

 

Some Ljubo's quotes:

 

" I knew Nadal did everything what was in his power against me. He was never more directly. He gave resignation in Miami but continued to lob for his favorites. Never with more power. "

 

" Don't know what I did wrong to Rafa. Maybe he was insulted because I said that I want to see Fed winning Roland Garros back in 2006. If it is because of this I am glad with it. "

 

" Or maybe he is bothered with my friendly relationship with Federer "

 

Ljubo on FedßRafa friendship

 

" That are stories. They respect each other and that's all. You surely won't see them together at the dinner. They aren't that good "

MTF

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Artigo do blog Saque e Voleio do Globo Esporte

 

Djokovic ou Djokovik?

 

É inacreditável, mas o nome de Novak Djokovic está escrito de forma errada no troféu do US Open. O cidadão que eternizou o sérvio na taça feita pela joalheria Cartier em 1969 usou um “K” em vez de um “C” para gravar o sobrenome do atual número 2 do mundo. Vejam abaixo como descobri.

 

Gustavo Kuerten concedia uma entrevista a um canal de TV brasileiro em uma galeria no Museu do Hall da Fama Internacional do Tênis, e eu estava lá porque falaria logo depois com ele. Aquela sala, que ficou fechada ao público durante toda a semana, expõe os cinco troféus originais do US Open. Simples, duplas e duplas mistas. Claro que parei para olhar as taças. Minha primeira reação, antes de ler os cartões de identificação, foi ver se eram os troféus autênticos. Claro que eram. Eu estava, afinal, no Hall da Fama.

 

Olhando com um pouco mais de atenção, notei que todos eles estavam expostos na vitrina meio que na diagonal. Ou seja, olhando de frente para a exposição, era possível ver alguns dos nomes gravados na parte de trás das taças. A exceção era o troféu de simples para homens. Não sei por que, mas ainda fiquei imaginando se aquele seria o troféu de verdade, com os nomes gravados.

 

Então comecei a me inclinar sobre a vitrine para ver se conseguia enxergar os nomes. O máximo que li foi “OTRO”, o fim do nome de Del Potro, o mais comprido do troféu (e, por isso, o único que consegui ver nitidamente me inclinando). Também tive a impressão de ter lido um “K” na última linha. Estanho, considerando que o atual campeão do US Open é Djokovic. Hora de investigar! Como a entrevista pedia silêncio, decidi usar a máquina fotográfica para filmar e tentar mostrar a parte de trás do troféu. Primeiro, tentei colocando a câmera por cima da vitrine. Não deu muito certo.

 

Notei, então, que havia um pequeno espaço atrás da vitrine, e resolvi esticar o braço naquele espaço estreito para tentar alcançar, com a câmera, a parte de trás do troféu de simples. Como vocês podem notar pelo áudio, o espaço é tão pequeno que a câmera se “arrasta” um pouco na parede. Por sorte, o foco automático da máquina dá uma ótima visão dos nomes gravados na taça. Vejam!!! (com vídeo)

 

http://globoesporte.globo.com/platb/saqueevoleio/2012/07/17/djokovic-ou-djokovik/

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Rafael Nadal aspira o nº1…no Poker

 

O nº2 do mundo Rafael Nadal afirma estar a viver uma das piores fases da sua época. Depois de uma lesão no joelho, o espanhol foi forçado a retirar-se dos Jogos Olímpicos e não poder assim revalidar o ouro conquistado em 2008, em Pequim.

 

No entanto Nadal não para, e quando não está nos courts, está a aprender a “dar umas cartadas” no poker, fruto do seu mais recente patrocínio com a PokerStars. Em entrevista, afirma que se está a esforçar para aprender o mais possível neste novo mundo: “Não me interessa se sou o nº200 do mundo ou o pior jogador de poker, tento sempre dar o máximo em tudo o que faço. Mesmo se estou a jogar golfe com os meus amigos, nunca desisto. No poker tento evoluir a cada dia. A PokerStars disponibilizou-me um treinador pessoal, e alerto todos os jogadores no mundo de que estou a fazer progressos!”. O vencedor de 11 Majors compara ainda o ténis ao poker e destaca as similaridades de ambos em termos mentais: “Precisas do caráter essencial, determinação, tanto no ténis como no poker. Tens de aceitar as vitórias e as derrotas positivamente (…) o ténis é um desporto onde há torneios todas as semanas, por isso não podes celebrar efusivamente quando obténs vitórias importantes nem ficar desanimado quando perdes, pois daqui a uns dias haverá um novo torneio e terás que estar preparado”.

 

O regresso de Rafa à competição é ainda incerto pois muito dificilmente jogará os Masters 1000 de Toronto e Cincinnati, podendo regressar apenas para o Open dos Estados Unidos. Mas e no Poker? Será que ainda veremos um espanhol num mano-a-mano com Boris Becker?

 

Aposto que vai puxar a cueca antes de fazer bluff.

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Entrevista a Gastão Elias

 

Com apenas 21 anos, Gastão Elias é o português mais novo de sempre a conseguir entrar no top-150 do ranking e é uma das grandes esperanças do ténis português. Com quatro finais Challenger já atingidas, Gastão Elias treina actualmente com o antigo profissional brasileiro Jaime Oncins. Enquanto júnior, Gastão Elias chegou a atingir a sexta posição, tendo vencido até o torneio Eddi Herr, um dos mais importantes do circuito júnior.

_________________

 

Ténis Portugal (TP): Em Janeiro de 2011 deu-nos uma entrevista quando ainda estava fora do top-600. Agora, passado um ano e meio, já se encontra no top-150 mundial. Até onde pensa que pode chegar nos próximos anos?

 

Gastão Elias (GE): Eu estou num momento muito bom da minha carreira. Ainda não estou totalmente satisfeito com os meus resultados deste ano mas estou confiante que ainda posso vir a fazer algo de interessante este ano. Gostaria muito de nestes próximos anos subir o mais possível no ranking e manter-me durante bastante tempo no top 100 mas para isso ainda preciso melhorar algumas coisas no jogo.

 

 

TP: O seu primeiro título sénior internacional chegou num Future no México logo na época de 2006 e tem sido pela América do Sul onde tem conseguido os seus melhores resultados. Encontra alguma razão específica para esse sucesso?

 

GE: Exacto, o meu primeiro título sénior internacional foi em 2006 no México quando tinha 16 anos. Depois disso ainda ganhei um título nos Estados unidos no ano seguinte. Nesse ano acabei por não conseguir continuar com a boa forma e acabei por me lesionar nas costas onde estive sem competir praticamente quase 9 meses. Desde então tem sido complicado para eu entrar de novo numa boa serie de torneios, ate que no início de 2011 depois de um trabalho bem feito pelo meu treinador e preparador físico consegui encontrar a consistência que me faltava. Eu acho que a razão de esse sucesso é a consistência. É a primeira vez desde 2007 que consegui jogar uma temporada inteira sem problemas físicos.

 

 

TP: A temporada passada [2011] marcou-se pela confirmação do seu talento e por uma ascensão meteórica, atingindo até duas finais Challenger. Sente que a presença neste circuito é uma preparação para um possível salto e confirmação em torneios ATP?

 

GE: Esse foi o meu objectivo desde que eu comecei a jogar o circuito Challenger. Sempre tive como ambição ser um dos principais tenistas do mundo, e eu vejo este circuito Challenger como uma preparação para o circuito ATP que é onde eu espero ficar e manter-me durante grande parte da minha carreira.

 

TP: Apesar das quatro finais Challenger que já conseguiu atingir, ainda não conseguiu vencer nenhuma delas. Pensa que esse facto poderá tornar-se num problema psicológico para outra possível final, ou motiva-lhe ainda mais para conseguir o título?

 

GE: Eu acho que a parte psicológica não entra aqui. Eu cheguei a 4 finais, todas elas bem diferentes. Se houve uma que poderia ter feito melhor foi a de Belo Horizonte, onde estive longe do meu melhor ténis. De resto foram finais com jogadores muito bons que mesmo jogando o meu melhor podia acabar por perder. Estou contente com o que obtive e com as coisas que aprendi nessas finais.

 

(Continua)

 

Continua a ler aqui: http://www.tenis-portugal.com/2012/08/entrevista-gastao-elias.html

 

Entrevista realizada por mim. :)

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E o Leonardo Tavares só regressa lá para finais de Setembro...

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Triste por não poder dar garantias de estar em forma para representar Portugal contra a Eslováquia na Taça Davis! Há 10 anos a representar Portugal esta é a segunda eliminatória que vou falhar, a 1ª pelo joelho esquerdo, agora pelo direito! Obrigado ao seleccionador Pedro Cordeiro pela forma como tratou este assunto comigo e acredito que com o Frederico, João, Gastão e Pedro vamos com uma grande equipa! Vamos lá! Rui Machado

 

:(

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É uma pena que o Rui não esteja apto a dar o seu contributo à seleção. No entanto eu penso que não se perde nada em termos desportivos. Eu até acho que, hoje em dia, os jogadores em melhor condição para tentar obter um bom resultado são o João e o Gastão, embora perceba que, tendo em conta o fator experiência, o Pedro Cordeiro não abdique do Frederico para os singulares.

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Juan Carlos Ferrero vai-se retirar no ATP de Valência.

 

Isto é demais este ano. Fim de uma geração.

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