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Cinema | Discussão Geral

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Vi o Danish Girl apesar de já saber o final fiquei agradavelmente surpreendido com o filme, não estava à espera que estivesse tão bem feito. A Alicia Vikander

e o Eddie Redmayne estiveram ambos muito bem.

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Die Hard

 

Bruce Willis e Alan Rickman em excelente plano num filme cujo plot não tem buracos ou incongruências de maior e permite manter um ritmo vivo. Boa banda sonora e efeitos especiais, também.

 

8,5/10

Melhor filme de Natal de todos os tempos

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Já alguém foi a uma dessas novas salas 4DX?

A única coisa que me pode fazer ir ver o Batman vs Superman é essa sala nova valer a pena

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talvez seja uma questão puramente subjectiva. eu achei os diálogos parvos. parece um filme sobre o doce, ele tenta piadas atrás de piadas. acerta umas, falha a maioria. não gostei.

Traduziram aquilo que o Deadpool é na BD, um troll e como tal fizeram todo o filme a trollar, e muito bem na minha opinião. Para o orçamento que tinham conseguiram muito bem caracterizar a personagem, deram uma data de indirectas para os X-Men e para o Wolverine (das personagens mais ligadas a ele). Overall fizeram uma história simples mas bem conseguida, venha o 2.

 

O pior momento do BvS só pode ser este, é mesmo terrível.

 

 

-"I'm a friend of your son's."

-"I figured... The cape."

 

Nigga please, foi a melhor frase do filme :lol:

 

Achei o BvS confuso mas ainda assim bom. O Affleck dá um bom Batman mas era difícil fazer melhor que o Bale.

Ainda assim se fizerem filmes a solo com o Affleck acredito que vá dar uma boa nova thread de filmes do Batman. :celebracao:

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O The Hateful Eight está muito bem feito e é um bom filme mas está longe das obras-primas do Tarantino. Dos que já vi dele (Pulp Fiction, Django, IB e este), foi o que gostei menos.

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Nigga please, foi a melhor frase do filme :lol:

Para quem gosta de lamechices, foi um bom momento. Para mim, teve direito a um facepalm.

 

E diz aquilo momentos antes de querer matá-lo, o que só piora a situação.

Editado por Keef

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Eu gostei do BvS achei um bom filme até.

Acho que muita da malta que critica são pessoas que vão lá e esperam umas copias dos últimos filmes da marvel.

 

Para mim, teve direito a um facepalm.

 

Não tem ligação ao teu post mas na sala estavam putos ai na casa dos 18 a perguntar quando ia aparecer o spider-man :lol: :lol:

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Vi finalmente o Stutterer. Uma vez que sou gago, é evidente que um filme assim me toca especialmente, mas acho sinceramente que está bem feita e captura bem grande parte dos "problemas" desta condição. Se puderem, vejam. :)

 

P.S.: Obrigado Bashir! <3

Editado por Ghelthon

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Só para quem viu o The Shining.

 

 

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Kubrick na câmara.

 

 

 

Editado por Eden Hazard

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Entrevista de Truffaut a Hitchcock dá mote para documentário

A mítica conversa entre Truffaut e Hitchcock que mudou a história do cinema é tema de um documentário realizado por Kent Jones e que conta com a participação de vários realizadores.

 

Alfred Hitchcock é, hoje em dia, um nome incontornável da história do cinema mundial e a sua genialidade é inquestionável. Mas nem sempre foi assim. A obra do realizador não agradava particularmente à crítica norte-americana que não percebia o reconhecimento que lhe era dado pela crítica europeia. Foi o jovem François Truffaut, no início dos anos sessenta, quem se debateu para que o trabalho de Hitchcock fosse valorizado.

 

O cineasta francês, admirador confesso do realizador britânico, chegou mesmo a enfrentar a redação dos Cahiers du Cinéma, cujo editor era André Bazin – pai adotivo de Truffaut, para que esta o incluísse “entre os grandes nomes do cinema, no mesmo patamar que Bergman ou Fellini”.

 

Para mostrar aos norte-americanos que Hitchcock era “o melhor diretor do mundo”, Truffaut escreveu-lhe uma carta em que pedia que lhe concedesse uma longa entrevista. Na carta lia-se “desde que me tornei cineasta, minha admiração pelo senhor nunca fraquejou; ao contrário, aumentou ainda mais e mudou de natureza. Há muitos realizadores que amam o cinema, mas o senhor ama o próprio celuloide”. Hitchcock, que tinha fama de ser distante e frio, respondeu-lhe dizendo: “Prezado senhor Truffaut, a sua carta encheu os meus olhos de lágrimas, e me sentirei honrado em receber essa homenagem de sua parte”.

 

Encontraram-se em Los Angeles para uma conversa de oito dias, que contou com a presença de uma intérprete e um fotógrafo que registou o mítico encontro. A entrevista acabou por ser editada no livro O cinema segundo Alfred Hitchcock. Em 1993, foram descobertas as gravações na antiga produtora do realizador francês. Estas gravações foram divulgadas numa séria radiofónica de 25 capítulos em 1999.

 

Agora, o crítico e programador Kent Jones transformou o encontro que mudou a história do cinema num documentário, lançado em dezembro de 2015, que conta com a participação de Martin Scorcese, David Fincher, Wes Anderson, James Gray, Richard Linklater, Peter Bogdanovich, Olivier Assayas e Arnaud Desplechin.

 

Serge Toubiana, especialista em Truffaut e ex-diretor da Cinemateca Francesa, participou também na produção do documentário e afirma que a “conversa definiu o que era a direção de um filme, o controlo sobre uma obra e a direção de atores. Foi a primeira vez que Hitchcock se entregou a esse tipo de exercício”. Na entrevista, que durou 27 horas, Hitchcock respondeu a 500 perguntas e dissecou a construção de filmes como Vertigo, Psycho e O Homem que Sabia Demais. Toubiana explica que o estilo do mestre do cinema “provinha de sua experiência com o cinema mudo na sua etapa inglesa, que aplicou soluções de dramaturgia que não surgiam do diálogo, mas da própria direção de cena. Truffaut conseguiu fazer com que ele falasse sobre os aspetos formais, mas também sobre questões mais profundas”.

 

O documentário tem o cuidado de transmitir o registo da entrevista, que não foi bem decalcado no livro. O realizador admite que “muitas coisas se perderam na tradução. O próprio Hitchcock ficou um pouco chateado, porque a sua espontaneidade e sentido de humor acabaram por desaparecer no livro. Descobri, inclusive, uma carta que ele escreveu a seu editor francês para reclamar, embora nunca o tenha dito a Truffaut, por não querer ferir seus sentimentos”.

 

O livro de Truffaut foi determinante para que a obra de Hitchcock fosse amplamente valorizada, mas o impacto do encontro na história do cinema não ficou por aí. A conversa marcou o início de uma relação entre os dois realizadores que trocaram filmes e guiões durante toda a sua carreira. Truffaut encontrou em Hithcock o reconhecimento de um mestre que sempre procurou.

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Hoje senti, pela primeira vez, vontade de sair de um cinema a meio do filme. Bravo Snyder e co

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Acabei a trilogia do Batman do Nolan, revendo os dois primeiros e vendo pela primeira vez o último.

 

Fiquei antes com a ideia de que o Dark Knight seria o melhor, mas acabei por mudar de opinião. O Begins foi sem dúvida a melhor experiência.

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Vi ontem o Batman v Super-homem. Gostei. Acho as criticas demasiado exageradas mas para o hype que se criou à volta do filme não me admira que muitas expectativas em relação ao filme saíssem defraudadas.

 

 

 

Eu vi o filme mais como uma questão teológica do que outra coisa: o Homem (figurado no Batman) contra um Deus que é homem (Super-homem). Julgo até ser este o fundamento da história inicial (e diga-se que nenhum comic quer seja DC ou Marvel é só bonecos, há substancia por trás só que por serem bonecos o pessoal acha que é "pros putos").

 

Isto faz tudo sentido quando o Lex fala com o SH naquela plataforma em relação a Deus não poder ser Todo-Poderoso sendo bondoso (?) ou vice-versa. A luta que o Batman acaba por ter com ele é apenas sobre isto. Porque ele acha que o SH não é um homem como os outros. Se é um Deus não pode coexistir com os homens mas afinal ele é como os outros. Tem as suas forças (os poderes claro) e fraquezas (a mãe dele) e isto acabou por ser o suficiente para o Lex o meter a fazer o que ele queria. Um homem controlou um suposto Deus porque ele, no final de contas, não era Deus nenhum.

 

No que toca ao acting, o tipo que fez de Super-homem foi um bocado bland e teve lá umas partes meh por exemplo, quando o outro de cadeira de rodas explode no tribunal e fica o SH de pé, aquilo dava um meme tipo "Poor guy superman" ou "Bad luck Kal-el". Foi comico e fez-me rir a expressão na cara dele mas julgo que a ideia não era aquela.

 

O Affleck não fez um mau papel. Já o Alfred ser assim, epa... Não me caiu muito bem mas é como o xicantonio já falou, ainda estamos muito apegados ao Batman do Nolan e melhor que o Michael Cane não vai haver.

 

Editado por Scirea

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Este ano a RTP1 vai ser um canal de séries originais e de cinema português

 

"Significa isso que este ano a RTP1 vai ser a sala de cinema destes filmes:

 

Axilas, de José Fonseca e Costa

Os Maias, de João Botelho

Capitão Falcão, de João Leitão

Quarto Escuro, de Marco Martins

A Uma Hora Incerta, de Carlos Saboga

As 1001 Noites, de Miguel Gomes

Refrigerantes, de Luís Galvão Telles

Cabaret Maxime, de Bruno de Almeida

Colo, de Teresa Villaverde

Amor Impossível, de António-Pedro Vasconcelos

O Comboio de Sal, de Licínio de Azevedo

Açúcar, de Licínio de Azevedo

Seara de Vento, de Sérgio Tréffaut"

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Não li tudo pq não vi o primeiro, mas no End of the Tour fica muito bacana.

Não sei se chegaste a esta parte porque já está mais no fim do artigo, mas é a descrição que o próprio David Foster Wallace fez das sensações que teve com essa música no livro The Pale King:

"This song is making me feel both warm and safe, as though cocooned like a little boy that’s just been taken out of the bath and wrapped in towels that have been washed so many times they’re incredibly soft, and also at the same time feeling sad; there’s an emptiness at the center of the warmth like the way an empty church or classroom with a lots of windows through which you can only see rain in the street is sad, as though right at the center of this safe, enclosed feeling is the seed of emptiness."

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Curiosamente esses dois foram dos meus filmes favoritos do ano passado, especialmente o The End of the Tour. DFW 😩

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