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FC Porto - Futebol

Publicações recomendadas

Mandam uma mensagem a avisar para o telemóvel e mandam um e-mail. :wink:

 

Mas avisam no dia do jogo?

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B. Alves: "Lembrem-se de mim por aquilo que fiz"

 

O Zenit fechou-se a sete chaves no Algarve para preparar a visita ao Dragão, mas O JOGO teve acesso ao Hotel Cascade para falar em exclusivo com Bruno Alves. Só não houve autorização para tirar fotografias. O antigo capitão do FC Porto antecipou as emoções que prevê viver no regresso ao Dragão, onde espera ser bem recebido, e pediu desculpa por ter de desejar que os dragões fiquem pelo caminho na Liga dos Campeões. É que, antes de ser portista, Bruno Alves é profissional e agora defende as cores do Zenit...

 

Nesta altura, o Zenit e o FC Porto não deviam estar a discutir apenas o primeiro lugar do grupo, em vez do apuramento?

São coisas do futebol. O favoritismo tem de ser mostrado dentro do campo, e não com palavras. Teoricamente eram as equipas mais fortes, mas têm de lutar pela vaga que falta e, da minha parte, espero que o Zenit se qualifique, porque sou profissional e defendo as cores do Zenit; sem esquecer, claro, que o FC Porto ocupou uma parte especial da minha vida.

 

De que lado está a pressão?

Das duas equipas; nós precisamos de nos qualificar, e o FC Porto também. Vai ser um jogo extremamente competitivo entre duas equipas com muita qualidade dentro do campo.

 

O Zenit venceu o primeiro jogo. É favorito?

São duas equipas fortes, e é muito difícil apontar um favorito. Claro que o FC Porto joga em casa, mas o Zenit está num momento muito bom, com várias vitórias para o campeonato, e acreditamos que podemos ganhar também no Dragão. Dificilmente o Zenit vai jogar para empatar, porque desde que estou nesta equipa que ela joga sempre para ganhar; não sabe jogar doutra forma. Por isso vai ser um jogo muito interessante de se seguir.

 

Falou do momento do Zenit. O FC Porto passou por uma fase oscilante, mas venceu os dois últimos jogos, com o Shakhtar e o Braga, e parece ter dado um pontapé na crise.

Que análise faz da sua antiga equipa?

Saiu um jogador importante na equipa [Falcao], mudou-se a estrutura técnica, e não existem temporadas iguais. É muito difícil repetir os momentos, e o FC Porto é um clube que quer sempre mais. Vem de uma temporada excelente, com uma grande qualidade de jogo e muitos êxitos e, quando se muda alguma coisa, é sempre difícil recomeçar. Concordei com a escolha deste treinador, porque ele já conhecia a estrutura e os jogadores. Era mais fácil, estando ali, pegar ele na equipa do que trazer outro treinador e mudar imensas coisas. É preciso darem tempo ao treinador para implementar as suas rotinas, mas já se sabe que, no futebol, quem dita as leis são os resultados. Acredito que o FC Porto, depois destas duas vitórias, está mais consistente, melhor. Vem de uma eliminação da Taça, mas é característico o FC Porto dar a volta por cima em momentos menos bons, e aqueles jogadores que lá estão sabem muito bem o que fazer.

 

Há por isso razões para o Zenit estar preocupado?

[risos] Sei que estão a tentar dar a volta, mas espero que não a completem neste jogo, para bem do Zenit, que agora é a minha equipa - e tenho de defender o meu lado.

 

Falhou o jogo na Rússia, adiando o reencontro com o FC Porto. Está expectante?

Espero que as pessoas se lembrem de mim pelo que fiz pela equipa, pela entrega que tive, e não pela minha saída. Achei que era o momento certo e, e ao fim e ao cabo, até ajudei o clube, com a minha venda, a continuar a ter sucesso. Gostava de ser bem recebido e tenho a certeza de que vai ser uma grande experiência para mim.

 

Alguma aposta com um antigo companheiro?

[risos] Por acaso, já há algum tempo que não falo com ninguém. Costumava conversar com Helton e com Hulk, são pessoas com que me dava muito bem. Aliás, sempre tive uma boa relação com todos. Tive a oportunidade de ir ao balneário do FC Porto no final do jogo em São Petersburgo e esse foi um grande momento.

 

Sugeriu-se que o Bruno viu o vermelho com o APOEL de propósito, para não jogar contra a antiga equipa…

Isso é ridículo. Quem me conhece sabe que isso era impossível. Além de levar a minha profissão muito a sério, esse era um jogo em que queria muito participar, porque são estas experiências no futebol que ficam para a vida. Era extremamente importante para mim ter estado nesse jogo.

 

O Deco disse recentemente que o FC Porto era o clube do seu coração. Pode dizer o mesmo?

Claro que sim. Passei momentos incríveis no FC Porto e devo-lhe muito. Tudo o que consegui até hoje deve-se ao tempo em que joguei naquele clube. Criei muitos laços de amizade com a Direcção, com o "staff", com os jogadores e com o público.

 

 

 

"Helton conhece o balneário e tem a mística do dragão"

 

Há falta de mística no balneário do FC Porto? Bruno Alves está a milhares de quilómetros de distância, mas, mesmo assim, é capaz de garantir que não - e aponta dois exemplos. Diz que é por causa do momento mais oscilante da equipa que essas questões se levantam.

 

Desde que o Bruno Alves saiu, o FC Porto ficou sem uma referência no balneário, sem ninguém da formação. Está a perder a mística?

Não acredito que tenha deixado de haver mística. Helton tem bastante tempo no clube, conhece muito bem o balneário e a casa; tem a mística do dragão. Até o próprio Rolando conhece muito bem a estrutura e pode ter esse papel. Com o tempo aparecem outras referências com o mesmo carisma das que já saíram. No ano passado, ninguém questionou isso por causa dos resultados.

 

Mas havia o Pedro Emanuel na estrutura…

Mas, na equipa técnica, é uma coisa, e ter jogadores com carisma é outra. Depende sempre do momento da equipa. Quando não há resultados, questiona-se tudo para se perceber o que mudar. Mas o FC Porto tem seguido no bom caminho.

 

 

 

"Ninguém gosta de ser mal recebido"

 

A subida de produção do Sporting leva Bruno Alves a perspectivar um campeonato decidido na recta final, com três fortes candidatos, os três grandes. Ainda assim, continua a considerar a sua antiga equipa favorita nesta corrida. O central viu o dérbi de Lisboa e diz que, na Rússia, não há "jaulas" para os adeptos adversários. "O futebol português vive destas polémicas", atirou.

 

Que análise faz ao campeonato português?

Está mais equilibrado, até pelo que o Sporting está a fazer, tem sido regular e competitivo. O Benfica mantém-se ao mesmo nível, enquanto o FC Porto continua a ser o primeiro, tem-se aguentado bem no campeonato; o único percalço para já foi a eliminação na Taça de Portugal. Vai ser uma época animada até ao fim, sem dúvida.

 

Considera o FC Porto favorito ao título?

Sim. Tem demonstrado regularidade no campeonato, vai ter jogos difíceis em breve, mas penso que vai conseguir voltar a ser campeão.

 

Imagino que tenha visto o clássico Benfica-Sporting. Na Rússia, também há "jaulas" para os adeptos adversários?

Vi o jogo. Na Rússia, não há redes nos sectores dos visitantes. É difícil julgar essa decisão. Claro que ninguém gosta de ser mal recebido em casa dos outros, pelo contrário. Os adeptos do Sporting não gostaram e demonstraram-no, mas nem sempre da melhor forma. O futebol português vive um pouco destas polémicas, mas o que conta mesmo é o que se passa dentro do campo e, aí, o Benfica venceu.

 

 

"Pode ser que tenha de procurar outra solução para a minha carreira"

 

Para já, Bruno Alves diz que o interesse da Juventus é apenas um rumor de mercado, mas não fecha a porta a uma mudança de ares. Pelo contrário. Relegado para a condição de suplente nos últimos dois jogos por mera opção de Luciano Spalletti, o central vai querer saber se o clube conta com ele para o futuro. Caso contrário, vai procurar uma solução fora da Rússia.

 

Continua a pensar que mudar-se para o Zenit foi a melhor decisão?

Sim. Foi o clube que me deu as melhores condições e que conseguiu chegar às exigências do FC Porto. Sempre me senti bem aqui, e as pessoas têm-me ajudado ao máximo.

 

Este jogo no Dragão poderá ser o último que faz pelo Zenit?

Não sei… No futebol, tudo pode acontecer. Não estive nos últimos dois jogos por opção do treinador e, como todos os jogadores, gosto de jogar. Tenho de respeitar o meu contrato com o Zenit, mas pode ser que tenha de procurar uma outra solução para a minha carreira se continuar a não jogar. Vamos ver. Não estou com pressa e sinto-me feliz no Zenit, mas quero jogar.

 

Com a paragem do campeonato russo, esta pode ser a altura ideal para sair…

Sim, mas primeiro tenho de saber se o Zenit conta comigo daqui para a frente.

 

Tem-se falado muito da Juventus.

Isso são especulações, que podem ou não concretizar-se.

 

Opinião sobre os centrais portistas em discurso directo

 

Rolando

Já quando eu estava lá, demonstrava uma enorme qualidade. Tem assumido o papel de líder dentro do campo e tem grandes qualidades para a posição. Além disso, é uma excelente pessoa e tem tudo para ser um dos melhores centrais do mundo.

 

Otamendi

Tive a oportunidade de acompanhar as suas exibições na época passada, e ele esteve excelente. Adaptou-se muito bem e rápido ao FC Porto e o clube deu-lhe todas as condições para praticar um bom futebol. Estamos a falar de um internacional argentino que se vai afirmar de certeza no panorama mundial.

 

Mangala

É um bom central, está a procurar o espaço dele. Vi estes jogos em que ele foi titular e pareceu-me num bom momento. O futuro passa por ele

 

Maicon

É um excelente defesa com grande margem de progressão. Na época passada foi intercalando com Otamendi e agora terá perdido um pouco do espaço, mas no futebol tudo muda de repente. Certo é que, em termos de centrais, o FC Porto está muito bem servido.

 

in "ojogo.pt"

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Citação do jornal "A Bola" online

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Christian pode voltar já no próximo mês
Por António Casanova

E se o primeiro reforço de Inverno chegar a custo zero? Esse cenário ganha forma real e a aposta no regresso antecipado de Christian ao Dragão, em Janeiro, é há muito tema de conversa nos gabinetes de poder do FC Porto. Aliás, no Rio Ave, onde o ganês joga por empréstimo, já o dão praticamente por perdido...

Campeão pelos juniores na campanha passada, eleito atleta jovem do ano e coroado com o respectivo dragão de ouro, o extremo é uma das atracções da equipa vila-condense e a rapidez com que se afirmou no Rio Ave só deu razão aos que há dois anos resolveram abrir-lhe as portas do FC Porto.

Contratado inicialmente por um prazo de seis meses, Christian teve uma evolução tremenda nos juniores, que não passou despercebida, na época anterior, a André Villas Boas. Repartindo os dias entre o último escalão de formação e o plantel principal, o atacante que tem Messi como ídolo integrou, inclusivamente, uma convocatória sénior, num jogo da Liga frente ao Marítimo. Esse foi o primeiro sinal de que o FC Porto tinha grandes projectos para ele. Outros indícios se seguiram, como a presença nos trabalhos da pré-época, sob o comando de Vítor Pereira.


8-)

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Se for como o Hélder Barbosa, volta em janeiro e vai embora outra vez em junho.

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Na Feira, o Atsu não me chamou nada a atenção. Por outro lado, o Kelvin, mostra que tem pézinhos.

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Era uma perfeita idiotice fazer voltar o Atsu em Janeiro. Mesmo que vendamos agora o CR10, temos o Hulk, James, Varela e Djalma (se bem que este vai estar um mesito na CAN), todos com mais que capacidades para agarrar um lugar no 11. E ainda há Iturbe. Deixem-no estar em Vila do Conde, numa equipa sem pressões, onde vai somando muitos minutos nas pernas, onde vai sendo relativamente preponderante e, portanto, com acréscimo de confiança, onde vai conhecendo bem outro extremo que, quem sabe, pode ser o seu parceiro daqui a uns 2 anos no Porto, onde é treinado por um treinador competente...

 

 

 

Helton: "O primeiro a baixar a guarda fica de fora"

 

 

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O balão da confiança voltou a encher no balneário portista. Helton dá a cara pelo grupo na primeira grande entrevista dos últimos meses e reclama que o brio da equipa não pode ser posto em causa. Optimista e sempre ambicioso, comentou os piores momentos da época, assegurou sintonia com Vítor Pereira e chamou os adeptos para o jogo com o Zenit. "Cobrem só no fim", pede...

 

O jogo com o Zenit é o mais importante da temporada?

Todos os jogos são importantes e os que virão a seguir também. Mas é óbvio que sabemos da importância deste jogo devido às margens de erro que temos. Acaba por ser de uma extrema importância.

 

A margem é zero...

Sim, a nossa margem é zero. É exactamente por isso que acabamos por valorizar tanto este jogo.

 

Não é um pouco estranho que à sexta jornada da fase de grupos da Champions o FC Porto não esteja apurado?

Já passámos por situações semelhantes. Temos consciência do que precisamos de fazer, mas é assim o futebol. Infelizmente não conseguimos aquilo a que, de alguma forma, nos íamos habituando, mas é uma questão de consciência, empenho, humildade, determinação, paciência e trabalho.

 

Sente uma curva de crescimento naquilo que o FC Porto está a mostrar?

Há sempre várias maneiras de ver a questão. Pelo lado negativo, vão procurar as peças que não encaixam; se olharmos pela positiva, vão ver que já conseguimos juntar muitas peças. É trabalhar e olhar pelo lado positivo, porque de amargo já basta a vida. Há quem só se contente olhando para as coisas ruins e a massacrar. Eu não consigo, acho que tenho de tirar proveito de tudo o que acontece.

 

Vendo pelo lado positivo, "só" precisa de vencer o Zenit para continuar na Champions e até final do ano defende a liderança da Liga em dois jogos. Esse seria um embalo definitivo?

Garanto que a ideia é sempre a mesma: fazer o que fizemos no campeonato da época passada, vencer todas as partidas possíveis. Quando entramos em campo não vamos a pensar que as outras equipas no confronto directo podem tropeçar... Desde que aqui cheguei aprendi que o nosso objectivo passa por fazer bem o nosso trabalho e não dependermos dos outros.

 

A contestação chegou a ser muito dura na fase mais conturbada da época. Acha que em algum momento foi injusta? O que sentiram naquela recepção após o jogo de Coimbra?

O futebol é assim. A cada dia que passa temos de mostrar que somos superiores e que temos as mesmas condições para alcançar grandes coisas.

 

Acha que as últimas exibições convenceram os adeptos de que o pior já passou?

É o que nós procuramos todos os dias, fazendo com que eles nos apoiem e acreditem que estamos a dar o nosso melhor. Não parece, mas ninguém fica satisfeito quando empatamos, muito menos com uma derrota. Não se tem noção, infelizmente, de como fica triste o balneário quando empatamos ou perdemos, porque não trabalhamos para isso, dedicamo-nos todos os dias para ganhar.

 

Por falar em balneário, como reagem quando os adeptos apontam alguns jogadores como não estando com a cabeça no clube?

É complicado, mas procuramos incentivar-nos uns aos outros no trabalho. É uma função de todos e quero deixar bem claro que não é só do capitão, há mais capitães, porque é muito fácil passar por um momento razoável e dar força, agora quando se passa por um momento ruim é mais complicado continuar a dar força.

 

Tem tido essa força?

Sempre, porque o primeiro a baixar a guarda fica de fora. Ou estamos todos juntos ou vira bagunça.

 

Houve algum momento em que alguém tenha balançado?

Até ao momento ainda não vi.

 

Mas não acha que o FC Porto esteve muito tempo sem admitir que algo estava mal?

Nas dificuldades temos de nos manter unidos para as superar. Uma cabeça não pensa melhor do que duas ou três. É melhor parar para analisar e é o que fazemos sempre para podermos reflectir sobre aquilo em que estamos mal. Só assim damos a volta por cima.

 

 

"Presidente está sempre connosco"

 

 

Sem entrar em polémicas, o guarda-redes não se incomoda com a onda de optimismo que tem invadido os rivais de Lisboa. Diz que as contas fazem-se em campo e lembra que foi campeão em cinco das seis temporadas que já completou no Dragão.

 

Apesar de alguns jogadores terem reconhecido que não estavam bem, porque é que só com a ida do presidente ao balneário, em Coimbra, se viu uma reacção diferente?

A verdade é que na Ucrânia conseguimos um bom resultado. O presidente sempre foi uma peça que nos ajudou bastante.

 

Mas os resultados só foram visíveis a partir de Donetsk.

Isso foi o que vocês conseguiram enxergar.

 

Foi o que se passou...

Sim, mas o presidente não apareceu no balneário só no dia do jogo de Coimbra.

 

Mas então o que motivou a reacção que vimos nos últimos jogos?

Calhou de o resultado surgir após essa presença dele. Mas ele é importante, apoia-nos sempre, viaja connosco, não fica em casa a ver o jogo, até nos momentos mais complicados, nem que caia um dilúvio. Ele está sempre connosco, sempre nos tem acompanhado.

 

Mas quando o presidente disse que reforçou a confiança em Vítor Pereira, que era quem estava mais na mira da crítica, o grupo sentiu que a resposta tinha de ser dado pelos jogadores?

Parecia que tinha sido assim, mas não foi. Posso dizer em nome do grupo que não foi por aí, muito pelo contrário. Tivemos jogos que não vencemos, mas nos quais nunca deixámos de correr e procurar a vitória. Calhou bem, graças a Deus, mas a vontade e o empenho foram sempre os mesmos.

 

Acha que um mau momento do FC Porto tem mais ênfase do que uma crise no Benfica ou no Sporting?

Só posso responder pelo FC Porto. São sete anos cá, por isso só posso responder pelo FC Porto. Se há ou não pressão nas outras equipas, não sei.

 

Há discursos muito confiantes nos adversários. Ainda esta semana Jorge Jesus disse que ninguém joga o jogo pelo jogo contra o Benfica...

Estou feliz no FC Porto, como disse é a minha sétima temporada e fui campeão em cinco. Não sei o porquê de ele dizer isso...

 

Quer dizer que não vê o FC Porto abaixo de ninguém?

Antes de terminar o campeonato ninguém pode falar se é melhor ou pior, só no fim é que se pode dizer. Não adianta eu dizer coisas e depois não as mostrar dentro do relvado. É lá que é preciso mostrar o que valemos...

 

 

Não há intocáveis no plantel

Vítor Pereira tem recorrido a quase todos os jogadores para encontrar a melhor fórmula para o FC Porto. Depois da derrota em Coimbra, reviu as suas opções e sacrificou algumas unidades. Helton reage com naturalidade e defende que não há intocáveis. "Se o mister achar amanhã que eu não devo jogar, tenho de trabalhar para conseguir o meu lugar novamente", diz, dando o exemplo: "Não tenho nenhuma cláusula no contrato que diga que tenho de ser titular. Tenho é de trabalhar. Agora, a opinião é do treinador, não é do jogador." Importante, defende o guarda-redes, é não excluir aqueles que, momentaneamente, saíram das opções: "Mudanças sempre houve, mas posso dizer que eles são excelentes jogadores e que nos ajudam muito e têm sido profissionais sempre, agora a escolha não é nossa, é do treinador."

 

 

"Se a mensagem não fosse aceite saía tudo do avesso"

 

Não vale a pena forçar comparações com Helton, que dá a cara pelo treinador e desmente, em nome do balneário, qualquer contestação ao antigo adjunto, cuja promoção foi encarada sem preconceitos. Acima de tudo, equipa técnica e jogadores perseguem um objectivo comum.

 

Não escondia, na época passada, que tinha uma admiração especial por André Villas-Boas. Já tem essa sintonia com Vítor Pereira?

Antes de mais, quero frisar que não sou o único capitão do FC Porto. Somos 26 capitães. Sou o mais velho, mas como disse cada um tem uma maneira de ver. Vinha de uma época não muito feliz e o André fez com que eu voltasse a sentir prazer por jogar futebol e voltasse a dedicar-me cada vez mais ao meu trabalho.

 

Não perdeu essa dedicação?

Em momento algum perdi. O tempo diz-nos muito.

 

Mas como encararam a promoção de Vítor Pereira a treinador principal?

É difícil encontrar quem tenha iniciado a carreira como treinador principal. Tudo serve para aprender. Quando somos humildes sabemos aproveitar as oportunidades e fazer o melhor por nós. Não houve qualquer problema em vê-lo passar a principal, acho que ele só tem tirado proveito disso.

 

Acusam Vítor Pereira de falta de carisma e de condições para se impor ao grupo. Concorda com essa crítica?

Não, ele transmite-nos a mensagem e essa mensagem é aceite. Se não fosse assim saía tudo do avesso.

 

Mas não acha que ele foi um homem isolado perante a crítica em certas alturas?

Isolado não. Não consigo ver isso por esse ângulo, pelo contrário.

 

 

A torcer pelo amigo André

A saída de André Villas-Boas do FC Porto cortou o relacionamento profissional entre o treinador e o jogador Helton, mas não teve implicações na relação de proximidade que nasceu de um ano de convivência. "Está mais do que claro e transparente que ele, dentro do futebol, é um dos meus melhores amigos; e tenho poucos amigos. Tenho muitos colegas, mas amigos são poucos, é como na vida. É uma pessoa por quem vou torcer, independentemente de onde estiver, porque me mostrou e ensinou muita coisa. Embora sejamos praticamente da mesma idade, aprendi muito com ele e uma das coisas foi ser homem, independentemente de gostarem ou não, sou quem sou, sou assim", regista Helton.

 

 

"Venham ao estádio e cobrem só no fim"

 

Há boas perspectivas de ver o Estádio do Dragão encher contra o Zenit, a julgar pelo entusiasmo que o jogo está a gerar junto dos adeptos. Para além da venda a bom ritmo dos bilhetes, que já ultrapassou os 45 mil ingressos, os detentores de lugar anual têm a possibilidade de levar um convidado, o que promete encher o Dragão para o duelo com os russos. Helton juntou-se a 11 adeptos na foto que O JOGO reproduz nestas páginas, mas espera que o 12º jogador seja importante na terça-feira, num apoio incessante durante os 90 minutos: "Venham e cobrem só no fim".

 

Esta temporada, contudo, o relacionamento entre jogadores e adeptos nem sempre tem sido pacífico. "Os adeptos têm todo o direito de nos fazerem cobranças, uma vez que nos apoiam, pagam cotas e acompanham-nos", sublinhou Helton que, no entanto, tem uma visão diferente. "Aprendi a gostar do FC Porto, mas sempre pensei que a melhor forma de cobrar é esperar pelo final. Não posso cobrar a qualquer um dos meus empregados sem antes ver o resultado. Tenho pessoas que trabalham comigo, a quem eu peço para fazer algumas coisas, uma produção, por exemplo, mas antes de ver o final desse trabalho, não posso criticar, não posso apontar ou acusar, porque ainda não terminou e posso causar um dano maior se o fizer", explicou. Embora reconhecendo que no futebol as coisas são diferentes, o guarda-redes aceita a crítica: "Estou de acordo com essa cobrança até porque hoje também me vejo como adepto e tenho de ter cuidado com os meus companheiros de trabalho para não deixar passar o emocional como adepto, porque eu também sou profissional e tenho de estar desse lado sempre e ao mesmo tempo passando essa emoção como adepto". O que incomoda mais Helton e os outros jogadores do clube são as críticas sem razão de ser. "Ninguém gosta de ser criticado. É sempre chato, a menos que haja uma crítica construtiva bem alicerçada, aí as pessoas ainda conseguem entender. No fundo, é tudo uma questão de como as coisas são feitas", explicou.

 

 

"Adeptos contra nós é gostinho para os nossos adversários"

 

A época quase perfeita de 2010/11 é um termo de comparação que eleva a fasquia. Helton lembra que só os rivais do FC Porto beneficiam quando os dragões são assobiados e lembra que a união faz a força.

 

Concorda que é difícil convencer os adeptos de que um grupo de jogadores praticamente igual ao que venceu tanta coisa na época passada possa baixar de rendimento?

Eu sei que é complicado, não resta qualquer dúvida. Mas faço um pedido: não vamos dar o gostinho aos nossos adversários de ver os nossos adeptos contra nós, não podemos dar esse gostinho, porque isso não seria apoio, nem cobrança normal para que nos superássemos. Dou um exemplo: contra o Besiktas, no ano passado, tivemos provas de que eles torcem pela equipa. A qualquer momento nós éramos insultados pelos adeptos, mas eles só criticaram os jogadores deles quando terminou um jogo em que estávamos com menos dois jogadores e ganhámos.

 

in "ojogo.pt"

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James Rodríguez criou uma Fundação para ajudar jovens na Colômbia

 

O avançado colombiano do FC Porto, James Rodríguez, criou uma Fundação sem fins lucrativos com o objectivo de ajudar jovens desfavorecidos na Colômbia a tornarem-se jogadores de futebol.

 

A Fundação tem o nome de «Colômbia somos todos» e, segundo a sua página oficial de Facebook, pretende «instaurar um serviço à comunidade, potenciando não só as capacidades desportivas, mas também intelectuais» dos jovens.

 

A missão da Fundação do jogador portista passa por criar «futebolistas e líderes do amanhã».

 

in zerozero.pt

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No ultimo Porto.Braga o speaker falou numa foto panoramica do publico. Onde anda isso?

 

lol, isso nunca apareceu, que eu também andei à procura

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Tem apenas 20 anos mas promete ser um caso sério no futebol. Chegou a Portugal há três anos, directamente para a Académica, e desde então começou logo a trabalhar com a primeira equipa da Briosa. Falamos do costa-marfinense Sissoko, avançado que gosta de jogar pelo lado direito e que tem, além de alguns dos principais clubes franceses, os três grandes na sua peugada.

 

Internacional sub-20 pela Costa do Marfim, esteve mesmo presente na última edição do prestigiado Torneio de Touloun em França, onde começou a encantar emblemas como o Rennes, Lyon e Marselha. Aos 20 anos é já uma das pedras nucleares de Pedro Emanuel no onze da Académica. Os três grandes já perguntaram por ele, sendo que o FC Porto, sabe o DN, é, de momento, aquele que mais perto está de conseguir convencer o jovem africano.

 

Gostava que viesse

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O agente do Hulk disse que o Porto rejeitou propostas de 47 milhões de euros por ele.

 

 

O empresário do avançado brasileiro do FC Porto Hulk confirmou em declarações ao jornal inglês Sunday Express que o FC Porto recebeu cinco ofertas no valor de 47 milhões de euros pelo passe do atleta, tendo sempre rejeitado.

 

«Cinco clubes ofereceram 40 milhões de libras (cerca de 47 milhões de euros) por ele, mas o FC Porto rejeitou sempre. Se alguém cobrir a cláusula (100 milhões), nesse caso ele poderá estar livre», disse Teodoro Fonseca.

 

Tottenham, Manchester City e Chelsea são os três nomes ingleses apontados como fortes interessados no jogador.

 

@ZZ

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Acho que não precisamos. Já temos o Iturbe e o James para o futuro. E ainda o Atsu.

 

Não contes com o James para o futuro... :mrgreen:

 

Eu acho que seria uma excelente aposta. É novo, já tem mostrado bastante qualidade, adaptado ao campeonato, muito provavelmente não há-de ser caro, acho que tem estatuto de Formado em Portugal, para a UCL... E neste momento até me parece estar à frente dos nossos outros extremos promissores

 

 

Atsu: «Gostava de jogar a Champions»

 

TORCE COM POSSIBILIDADE DE REGRESSO

 

“Jogar a Champions é o sonho de qualquer jogador e eu não fujo à regra. É claro que gostava de jogar nessa prova já em fevereiro”, disse Christian Atsu a Record, apontando aos oitavos-de-final da competição, fase para a qual o FC Porto ainda não carimbou o passaporte.

Com Cristian Rodríguez em final de contrato e com as portas abertas para sair em janeiro e Djalma prestes a ausentar-se para representar a seleção angolana na CAN, Christian Atsu mantém acesa a esperança de regressar ao FC Porto já na reabertura do mercado de transferências. Essa é, contudo, uma situação que não tira o sono ao ganês de 19 anos. Ainda assim, se vir esse seu desejo confirmado, Atsu poderá estrear-se na Champions já nesta época. Para isso precisa “apenas” que o FC Porto vença o Zenit, amanhã, e depois terá de esperar para ver se o FC Porto o faz regressar e Vítor Pereira dá ordem para a sua inscrição nessa competição europeia.

 

http://fcportonoticias-dodragao.blogspot.com/2011/12/atsu-gostava-de-jogar-champions.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+FcPortoNoticias-ODiarioDoDrago+%28FC+Porto+Noticias+-+O+Diario+do+Drag%C3%A3o%29&utm_content=Google+Reader

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Não contes com o James para o futuro... :mrgreen:

 

Eu acho que seria uma excelente aposta. É novo, já tem mostrado bastante qualidade, adaptado ao campeonato, muito provavelmente não há-de ser caro, acho que tem estatuto de Formado em Portugal, para a UCL... E neste momento até me parece estar à frente dos nossos outros extremos promissores

 

 

 

 

http://fcportonoticias-dodragao.blogspot.com/2011/12/atsu-gostava-de-jogar-champions.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+FcPortoNoticias-ODiarioDoDrago+%28FC+Porto+Noticias+-+O+Diario+do+Drag%C3%A3o%29&utm_content=Google+Reader

Não estava a falar do James como se ele fosse ficar muito mais tempo. Era mais numa de ser novo e evoluir bastante ainda. Mas sim, foi um bocado mal explicado. :mrgreen:

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O Sissoko tem me surpreendido, e seria uma boa compra do FCP além, de como o Daniel disse, acho que tem o acréscimo positivo de ter o estatuto de formado em PT. E saindo o CR10 e com o Iturbe (ao que me parece) ainda longe de ser opção, o Sissoko era muito bem jogado.

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Sinceramente, não acho que o rendimento no momento do Sissoko seja superior ao do Iturbe para ser uma opção mais viável.

 

Para além disso, temos Iturbe, Kelvin, Hulk, Atsu e James, sem contar com CR10 e Djalma. Não acho que seja necessário.

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O agente do Hulk disse que o Porto rejeitou propostas de 47 milhões de euros por ele.

 

 

O empresário do avançado brasileiro do FC Porto Hulk confirmou em declarações ao jornal inglês Sunday Express que o FC Porto recebeu cinco ofertas no valor de 47 milhões de euros pelo passe do atleta, tendo sempre rejeitado.

 

«Cinco clubes ofereceram 40 milhões de libras (cerca de 47 milhões de euros) por ele, mas o FC Porto rejeitou sempre. Se alguém cobrir a cláusula (100 milhões), nesse caso ele poderá estar livre», disse Teodoro Fonseca.

 

Tottenham, Manchester City e Chelsea são os três nomes ingleses apontados como fortes interessados no jogador.

 

@ZZ

 

Mas ninguém vai pagar os 100 milhões.

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Mandei mail há uns tempos para um blogger que parece ter conhecimentos internos; para quem quiser ler, só por curiosidade:

 

Olá Caro Daniel,

 

Peço antes de mais desculpas pela resposta tardia, mas o blog está ainda numa fase em que os vários colaboradores não conseguem se organizar... :)

Além do mais por motivos profissionais não podemos identificar as nossas fontes, que por muitas vezes são as próprias...

 

Em relação á questão que coloca, posso confirmar que a SAD não tem nem teve salários em atraso. Existiu sim um atraso de pagamento em prémios de assinatura e renovação de contrato, mas que é usual.

 

Em relação ás ditas amadoras a questão é de facto diferente. O Basquete e o Andebol têm uma gestão distinta, aliás a SAD do basquete tem estado relativamente equilibrada. No andebol existem ainda salários em atraso (2 meses).

No óquei a questão é mais preocupante. Desde o início da época está apenas liquidado 1 salário, há meros 7 dias atrás.

 

Espero que tenha sido esclarecedor.

 

Vale o que vale, mas tenho visto "várias" bocas a rumar no mesmo sentido em todas as modalidades

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Hulk não tem qualquer actividade social na internet. Nem Twitter, nem Facebook, nem página oficial. Contudo, continua a existir uma ligação no Twitter denominada "OficialHulk" criada por alguém que se faz passar pelo avançado do FC Porto. Ontem, a actividade foi intensa numa altura em que Hulk estava concentrado no estágio para a partida desta noite. O jogador lamenta a existência desta conta e alerta os seus fãs de que estão a "conversar" com um impostor, cujas opiniões não veiculam o avançado portista.

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