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Gavazzo

Sporting - Futebol

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Já disse. Isso são peanuts. O Postiga também marcou uns quantos golos na pré-época.

 

Em relação ao Rubio. É bom jogador, precisa de oportunidades mas também não pode ser atirado às feras, como se os resultados da equipa dependessem dele. Apostem no Ricky que não é mau jogador.

 

O Ricky é bom jogador mas parece me "pesar-lhe" os 5 milhões, e vem também de um campeonato com um estilo de jogo muito diferente do nosso. Aliás se não fossem as lesões para curto prazo de quem eu esperava muito era do Bojinov, mas passa mais tempo lesionado do que a jogar.

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Eh lá, já há quem queira correr com o Domingos.

 

Só serve para ensinar a equipa a cruzar.

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Este Rui Oliveira e Costa é grande ...

 

"Imaginem esta conversa ficcionada, epah é o não sei quantos do Record

 

Rui o que achas do João Ferreira?

 

Epah esse lampião é que não! O maior lampião a seguir ao Xistra? Epah só espero que ele se aguente, mas epah se ele é militar que vá para o Afeganistão"

 

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Editado por DanielDesario

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Desde que o Djaló e o Postiga nao joguem as coisas serão certamente melhores 5ª. Até pode ser que mesmo assim sejamos eliminados, mas ao menos nao me irrito de 2 em 2 min.

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Danke ;)

 

Btw, era engraçado fazer-se ai uma lista do pessoal com gamebox, e um meeting do pessoal para se comer uma bifana antes dos jogos :mrgreen:

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por acaso, bifanas antes dum jogo do Sporting é 5 estrelas. foi das coisas que achei mais interessante fazer quando fui a Alvalade há coisa de uns anos.

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Pedro Mendes no Real Madrid: «Estou fascinado»

Defesa central de 20 anos treina às ordens de Mourinho e está convocado para o amigável com o Galatasaray. «Não estava à espera disto», diz ao Maisfutebol

 

Da incerteza à perfeição. Dos dias arrastados pela dúvida, ao amanhecer de olhos vidrados pelo entusiasmo. Pedro Mendes está no Real Madrid, emprestado até final da época pelo Sporting. Os merengues têm opção de compra. «Estou completamente fascinado», diz o defesa central de 20 anos, em entrevista ao Maisfutebol.

 

Tem motivos para isso. Vejamos: formação concluída em Alvalade; regresso ao Real Massamá; mais um empréstimo, agora ao Servette; silêncio e indiferença por parte do Sporting. Muitas dúvidas, lá está, até surgir o Real Madrid no seu horizonte, na sua vida.

 

Numa semana tudo mudou. «Fiz dois treinos com o Real Castilla [a equipa B] e passei para o plantel principal.» Sim, isso mesmo. José Mourinho, Cristiano Ronaldo, Fábio Coentrão, Ricardo Carvalho, Pepe e Pedro Mendes. Todos lado a lado na sessão de trabalho. «Fui convocado para o jogo com o Galatasaray, nesta quarta-feira. É uma oportunidade única», desabafa o jovem internacional sub-21.

 

«Não estava à espera de nada disto. Tem sido fabuloso, fabuloso.» Não foi só Pedro Mendes, de resto, a ser surpreendido. Os portugueses do plantel principal não faziam a mínima ideia que havia mais um produto nacional a treinar com eles.

 

«Pensavam que eu era espanhol. Disseram-me hola! com sotaque castelhano e tudo. Depois é que o Pepe soube quem eu sou. Foi um colega da equipa B que lhe disse. Vieram ter comigo, perguntaram-me como tinha chegado ali e disseram-me que podia contar com a ajuda deles.»

 

«Mourinho? É ultra-rigoroso»

 

E José Mourinho? O melhor treinador do mundo, o homem invejado, o perfeccionista-mor. Como terá sido o primeiro impacto?

 

«Abordou-me logo e disse-me o que esperava de mim. Trocámos ideias, explicou-me que do Real Madrid só posso levar coisas boas e confirmei que é uma pessoa ultra-rigorosa. Quer tudo bem feito, nada pode falhar, corrige muito e está sempre super-activo.»

 

Os primeiros dias não foram fáceis. Pedro Mendes chegou sem ritmo, enferrujado e cedeu ao esforço. «Cheguei um pouco perdido e tive de abandonar mais cedo os treinos da equipa B.» A chamada ao plantel principal devolveu-lhe as forças, esmagou-lhe a fraqueza e conferiu-lhe super-poderes. É assim o caldeirão da poção mágica de Mourinho.

«Ultrapassei as minhas limitações e tenho treinado muito bem. Sempre que houver oportunidade de trabalhar com a equipa principal vou dar tudo e aproveitar. Neste clube a camisola pesa até nos treinos, seja em que grupo de trabalho for.»

 

A primeira mensagem de Alberto Toril, treinador do Real Castilla, foi elucidativa. «Estar no Real Madrid é só para privilegiados. Temos a obrigação de responder ainda melhor. Encaixei bem essas palavras.»

 

Dois ou três cortes: e assim se faz um central

 

Pedro Mendes nasceu na Suíça [Neuchatel], foi ainda bebé para Espanha [Huelva] e chegou a Portugal com quase sete anos. «Comecei logo a jogar futebol. Só era permitido com oito, mas os meus pais deram autorização e pude entrar mais cedo para o Real Massamá.»

 

A influência do progenitor atirou-o para avançado. Sem sucesso. «As bolas não chegavam e fartei-me. Vim atrás fazer dois ou três cortes, o treinador gostou e pôs-me a defesa central. Fiquei até hoje.»

 

Cinco anos no Real Massamá, seis no Sporting e um no Servette antes de mais um Real. Várias internacionalizações jovens até aos sub-21 e uma pergunta: que tipo de jogador é Pedro Mendes? «Sou extremamente agressivo, bom no jogo aéreo, forte nos carrinhos e no passe longo. Se calhar não sou muito vistoso. Sinto-me um jogador de combate. Mais como o Pepe, menos como o Ricardo Carvalho.»

 

Hola! rapazes. E atenção a Pedro Mendes. Ou atención?

 

Pedro Mendes na Real Madrid TV:

 

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=srKR05vB2OQ

 

maisfutebol.iol.pt

 

Pedro Mendes no Real: «Sporting não quis saber de mim»

Paulo Bento chegou a chamá-lo para defrontar o Barcelona. Depois, caiu no esquecimento. «Até treinei sozinho», lamenta em diálogo com o Maisfutebol

 

Em duas temporadas tudo mudou para Pedro Mendes no Sporting. O defesa central de 20 anos passou de pedra preciosa a matéria excedente. «O Paulo Bento apostou em mim, chamou-me para três jogos [barcelona, Basileia e Rio Ave] e falava bastante comigo», recorda ao Maisfutebol o novo jogador do Real Madrid.

 

A turbulência, entretanto, apoderou-se de Alvalade. Pedro foi para Massamá, falou uma vez com Carlos Carvalhal e fez uma semana de treinos às ordens de Paulo Sérgio. A indiferença cresceu até ao limite máximo. «Saí do Servette e não quiseram saber de mim. Estive a treinar à parte, apoiado pelo professor Carlos Bruno, e foram os meus empresários que me ajudaram.»

 

O contrato em Alvalade estende-se até 2013 e o futuro pode trazer surpresas. De qualquer forma, é no Real Madrid que Pedro Mendes pensa. «Se não tivesse jogado na Suíça, com a camisola do Servette, se calhar não estava cá. Fui sempre titular até me lesionar gravemente, ganhei rotinas e vivi numa cidade fantástica [Genebra].»

 

João Alves, o treinador, conduziu o Servette à subida de divisão. «Foi excelente, de facto. Curiosamente, quando surgiu a oportunidade de ir para a Suíça, até tentei explorar outras soluções. Acabei por fazer a melhor opção e endireitei a minha carreira.»

 

Em Madrid, Pedro Mendes treina ao lado «de verdadeiras máquinas». «Não é só o Cristiano Ronaldo. São todos. Quando estamos no meio dos melhores, sentimo-nos melhores também. É tudo fantástico.»

 

maisfutebol.iol.pt

 

Está confirmado. Mais uma vez, o Sporting não esclarece nada. :facepalm:

Editado por tclaro92

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Citação do jornal "Record" online

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Especialidade de Capel é desviar "autocarros"

Espanhol DESTACA-SE NOS CRUZAMENTOS

 

"Um futebolista muito interessante." É desta forma que o antigo treinador de Capel no Sevilha, Antonio Álvarez, define o esquerdino. O espanhol, de 23 anos, estreou-se no onze de Domingos Paciência frente ao Beira-Mar, em Aveiro, e deixou boas indicações quanto ao que poderá acrescentar ao futebol do Sporting. Após 4 anos de trabalho na Andaluzia, Álvarez conhece-lhe as principais características.

 

"Desequilibra, é rápido e trabalhador. Pela sua forma de jogar, porque gosta dos duelos individuais e é habilidoso, provoca muitas faltas ao adversário; pode chegar à dezena por jogo. O lateral que o marca, habitualmente, sai com cartão amarelo, e não raras vezes é expulso", analisa o técnico, de 56 anos.

 

Mas para desviar autocarros tem de se recorrer aos cruzamentos em doses industriais? :blink:

 

Se não se joga com extremos, blá blá não se aproveita a academia blá blá não há cruzamentos blá blá. Agora temos extremos de qualidade e já vem a ladaínha dos cruzamentos? Calma pessoal.

 

Estás é a confundir coisas. É que uma coisa é usar extremos, outra é só jogar pelas extremas. E por falar em extremos, passámos de um extremo - jogo afunilado - para o outro extremo - agora só jogamos pelos flancos. E não é difícil perceber que o sucesso é encontrado num valor intermédio entre estes extremos.

 

É que uma coisa é usar extremos para dar largura ao jogo e abrir espaços nas defesas adversárias, outra é jogarmos com cinco ou seis jogadores junto às linhas e no meio só aparecer o Postiga, não aparecendo quem aproveite os espaços criados.

 

Eh lá, já há quem queira correr com o Domingos.

 

Até há quem nunca o tenha pretendido por cá.

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Os árbitros só fizeram este boicote patético porque acham que, como é o Sporting, podem. Porque, vendo a atitude do Sporting nos últimos anos, julgaram que éramos tíbios. Alguém acha que faziam isto ao Porto, por exemplo quando o Villas Boas criticou João Ferreira, antes de um jogo na época passada? Claro que não faziam. O Porto é que manda. Ou manda dar fruta, ou manda dar o jantar. Ou p*tas, ou porrada.

 

:prayer:

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Mas para desviar autocarros tem de se recorrer aos cruzamentos em doses industriais? :blink:

 

Tem de se recorrer a cruzamentos, sim. Um autocarro é uma área cerrada à entrada da área (ou mesmo dentro dela), com 6/7 jogadores a não deixar passar nada. Não é a atacar pelo meio contra um autocarro que se marca golos. É a meter a bola pelas alas, e mandar cruzamentos. Tem é de haver quem os ganhe lá no meio, e já se sabe que o Postilol não dá para isso.

 

Claro que os jogadores têm de se habituar a novos companheiros e a um estilo de jogo diferente, mas o Domingos também foi meio burro. Andou a pré-época toda a preparar a equipa a jogar em 4-1-3-2, e depois do Valência passou a jogar em 4-5-1. Mas é precisamente contra autocarros que se deve jogar com dois avançados, claro que contra Valências que têm jogadores melhores que os nossos não se vai jogar com a linha defensiva alta e só um trinco.

 

EDIT: Um :prayer: ao texto do ZDQ.

Editado por JGabriel

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Guest Vladimir Ilitch

O Capel é bom a desviar autocarros, o Postiga e o Djaló devem ser bons a arrumar carros.

E vai-se a ver e se calhar até dava jeito, em dias de jogo em Alvalade a zona do Campo Grande fica algo congestionada.

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Desejo toda a sorte do mundo ao Pedro Mendes, mas não podem ficar todos...

 

E penso que tem o Nuno Reis e o Ilory à frente

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O Capel é bom a desviar autocarros, o Postiga e o Djaló devem ser bons a arrumar carros.

E vai-se a ver e se calhar até dava jeito, em dias de jogo em Alvalade a zona do Campo Grande fica algo congestionada.

:lol: win

Editado por JGabriel

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? :blink:

 

 

 

 

Até há quem nunca o tenha pretendido por cá.

 

Confirmo :mrgreen:

Editado por Fajo

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O Capel é bom a desviar autocarros, o Postiga e o Djaló devem ser bons a arrumar carros.

E vai-se a ver e se calhar até dava jeito, em dias de jogo em Alvalade a zona do Campo Grande fica algo congestionada.

:mrgreen:

 

Muito verdade.

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Tem de se recorrer a cruzamentos, sim. Um autocarro é uma área cerrada à entrada da área (ou mesmo dentro dela), com 6/7 jogadores a não deixar passar nada. Não é a atacar pelo meio contra um autocarro que se marca golos. É a meter a bola pelas alas, e mandar cruzamentos. Tem é de haver quem os ganhe lá no meio, e já se sabe que o Postilol não dá para isso.

 

Claro que os jogadores têm de se habituar a novos companheiros e a um estilo de jogo diferente, mas o Domingos também foi meio burro. Andou a pré-época toda a preparar a equipa a jogar em 4-1-3-2, e depois do Valência passou a jogar em 4-5-1. Mas é precisamente contra autocarros que se deve jogar com dois avançados, claro que contra Valências que têm jogadores melhores que os nossos não se vai jogar com a linha defensiva alta e só um trinco.

 

Que coisa tão errada.

 

Não há uma fórmula exacta para ultrapassar uma equipa que monte um autocarro, mas mais depressa ultrapassas um autocarro usando um futebol curto, apoiado e com inúmeras combinações directas, do que com bolas para a área. É a dinâmica que faz "desmembrar" um autocarro, não os cruzamentos para a área.

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Tem de se recorrer a cruzamentos, sim. Um autocarro é uma área cerrada à entrada da área (ou mesmo dentro dela), com 6/7 jogadores a não deixar passar nada. Não é a atacar pelo meio contra um autocarro que se marca golos. É a meter a bola pelas alas, e mandar cruzamentos. Tem é de haver quem os ganhe lá no meio, e já se sabe que o Postilol não dá para isso.

Não, tem de se trocar a bola.

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Tem de se recorrer a cruzamentos, sim. Um autocarro é uma área cerrada à entrada da área (ou mesmo dentro dela), com 6/7 jogadores a não deixar passar nada. Não é a atacar pelo meio contra um autocarro que se marca golos. É a meter a bola pelas alas, e mandar cruzamentos. Tem é de haver quem os ganhe lá no meio, e já se sabe que o Postilol não dá para isso.

 

Claro que os jogadores têm de se habituar a novos companheiros e a um estilo de jogo diferente, mas o Domingos também foi meio burro. Andou a pré-época toda a preparar a equipa a jogar em 4-1-3-2, e depois do Valência passou a jogar em 4-5-1. Mas é precisamente contra autocarros que se deve jogar com dois avançados, claro que contra Valências que têm jogadores melhores que os nossos não se vai jogar com a linha defensiva alta e só um trinco.

 

EDIT: Um :prayer: ao texto do ZDQ.

 

Mas tem de se recorrer a cruzamentos porquê? A equipa mundial que mais autocarros enfrenta raramente faz um cruzamento e desmonta-os quase sempre... Essa ideia dos cruzamentos para a área onde está um pinheiro para cabecear é uma das ideias mais ultrapassadas do futebol. Funcionava com o Jardel, actualmente pode dar alguns golos, mas não pode ser a principal jogada de uma equipa quanto mais a única.

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«A culpa é nossa por nunca termos dito nada sobre o Apito Dourado. Por termos tido presidentes que se sentaram, como se nada fosse, ao lado de Pinto da Costa, o homem que recebe árbitros em casa, que lhes paga viagens ao Brasil, que lhes oferece fruta e ameaça oferecer o jantar. Por apoiarmos a eleição para a Liga de Fernando Gomes, ex-vice-presidente do Porto do tempo do Apito Dourado.»

 

«Os árbitros só fizeram este boicote patético porque acham que, como é o Sporting, podem. Porque, vendo a atitude do Sporting nos últimos anos, julgaram que éramos tíbios. Alguém acha que faziam isto ao Porto, por exemplo quando o Villas Boas criticou João Ferreira, antes de um jogo na época passada? Claro que não faziam. O Porto é que manda. Ou manda dar fruta, ou manda dar o jantar. Ou p*tas, ou porrada.»

 

 

:prayer: :prayer: :prayer:

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