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Peplin

Morreu Hugo Chávez

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O meu primo disse que calhou bem ser hoje porque comprou de manhã duas caixas de cerveja. icon_mrgreen.gif

 

Vamos ver que voltas aquilo dá, espero que melhore a vida deles em muitos aspectos a começar pela segurança nas ruas.

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Tipo os Kims na Coreia?

completamente tipo ao lado :lol:

 

Mais um topico que vai acabar assim:

 

-Boo em rage mode

-Vermelhos / Anarcas / Bloquistas e similares de um lado

-Restantes do outro

-Insultos

-Nikel (que acho que é venezuelano ou tem lá familia emigrada) a explicar o que se passa no pais, e a ser contradito por quem só sabe de la o que lê no Pravda.

-Bo's e topico fechado

tal e qual assim ... lol

às vezes és tão obtuso e um "manso provocador" ao mesmo tempo lol. Pareces o rinka... Para que é que é essa m*rda do Pravda? Quer dizer, há uns que dizem X e Y porque lêem o "Pravda" e tu lês o quê? Ou só tu é que lês notícias completamente imparciais e sem qualquer tipo de preconceito seja qual for o assunto?

 

Por favor, não sejas tão anjinho e não acredites nisso.

 

Eu gosto imenso de ti e admiro-te imenso, mas há uma coisa que tens de perceber: quando chamas os outros de intolerantes e que são de esquerda e anarcas e todas as outras coisas que tu repudias e tanto medo tens (lol e dps és um gajo trabalhador que anda a sustentar chulos capitalistas neo-liberais, mas isso já são outras conversas :lol:), tens que entender que tu também estás do "outro lado" da barricada. Ou seja, aquilo que quero dizer e tentando ser mais explícito, é que é mais fácil ser alguém igual a ti do que o contrário. É fácilímo aceitar o que já está imposto, é fácil nós concordarmos com tudo, é fácil acomodar-nos com o que nos rodeia; é fácil lermos vários jornais e outros meios de informação com posição estabelecida no mercado e acharmos que aquilo é a versão correcta das coisas. Não critiques os outros e faças o mesmo. E para concluir: nunca te esqueças de uma coisa, quem acredita nos ideais opostos aos teus, também quer melhorar a tua vida. E, como tal, merece um pouco mais de respeito por aquilo que dizes e pensas.

Era só isso. Obrigado :)

 

O Chávez era bom ou mau? :(

Depende do que seja a tua visão das coisas, depende do que acreditas, depende de mt coisa.

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Ou só tu é que lês notícias completamente imparciais e sem qualquer tipo de preconceito seja qual for o assunto?

 

Por favor, não sejas tão anjinho e não acredites nisso.

 

Eu gosto imenso de ti e admiro-te imenso, mas há uma coisa que tens de perceber: quando chamas os outros de intolerantes e que são de esquerda e anarcas e todas as outras coisas que tu repudias e tanto medo tens (lol e dps és um gajo trabalhador que anda a sustentar chulos capitalistas neo-liberais, mas isso já são outras conversas :lol:), tens que entender que tu também estás do "outro lado" da barricada. Ou seja, aquilo que quero dizer e tentando ser mais explícito, é que é mais fácil ser alguém igual a ti do que o contrário. É fácilímo aceitar o que já está imposto, é fácil nós concordarmos com tudo, é fácil acomodar-nos com o que nos rodeia; é fácil lermos vários jornais e outros meios de informação com posição estabelecida no mercado e acharmos que aquilo é a versão correcta das coisas. Não critiques os outros e faças o mesmo. E para concluir: nunca te esqueças de uma coisa, quem acredita nos ideais opostos aos teus, também quer melhorar a tua vida. E, como tal, merece um pouco mais de respeito por aquilo que dizes e pensas.

Era só isso. Obrigado :)

 

 

 

Mto bom post, admito que me excedi ali, e peço desculpa. Tens razao no que dizes, especialmente no bold, e eu tenho noçao disso, agora se essa mudança é saltar para o lume a partir da frigideira segundo os meus padroes, já fico com os meus pontos de vista.

Editado por P_KOR

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Mais um topico que vai acabar assim:

 

-Boo em rage mode

-Vermelhos / Anarcas / Bloquistas e similares de um lado

-Restantes do outro

-Insultos

-Nikel (que acho que é venezuelano ou tem lá familia emigrada) a explicar o que se passa no pais, e a ser contradito por quem só sabe de la o que lê no Pravda.

-Bo's e topico fechado

wow wow wow, pára tudo, what? :lol: De onde veio essa? Não tenho qualquer ligação à Venezuela... Confundiste-me com alguém. ;)

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wow wow wow, pára tudo, what? :lol: De onde veio essa? Não tenho qualquer ligação à Venezuela... Confundiste-me com alguém. ;)

Ya, confundi te com o Colateral.

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Por: Observador 6 Outubro, 2012 - 13:08

Os líderes mais difamados do mundo são os da Coreia do Norte, depois o Fidel Castro e só depois vem Chávez, mas eu acredito que são todos líderes justos e sociais.

 

:lol:

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Por: Observador 6 Outubro, 2012 - 13:08

Os líderes mais difamados do mundo são os da Coreia do Norte, depois o Fidel Castro e só depois vem Chávez, mas eu acredito que são todos líderes justos e sociais.

 

:lol:

Ofereceçam ao tipo um bilhete de ida para a Coreia, sitio mais justo e social é impossivel.. .fast fast fast...

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Sobre o Chavez basta-me ver quem o crítica, dentro e fora da Venezuela, para apesar de não me identificar com a figura simpatizar com o homem. Se gerou o ódio entre certas classes eternamente privilegiadas na América Latina é porque algo de bom terá feito.

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Sobre o Chavez basta-me ver quem o crítica, dentro e fora da Venezuela, para apesar de não me identificar com a figura simpatizar com o homem. Se gerou o ódio entre certas classes eternamente privilegiadas na América Latina é porque algo de bom terá feito.

"inimigo do meu inimigo, meu amigo é"

 

Foi assim que as potencias ocidentais apoiaram durante decadas Pinochets e afins... é um conceito pouco correcto, seja em que quadrante politico for.

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Hugo Chávez, o militar que “apareceu” na vida dos venezuelanos ao som de tiros e de bombas a rebentar, morreu em Caracas, depois de ter sido operado pela quarta vez a um cancro na região pélvica.

 

Exactamente em que zona, não se sabe. Nunca foi dito. Como aliás nunca foi dito claramente que estava a morrer. A frase que mais se aproximou da realidade, dita pelo vice-presidente Nicolás Maduro, foi qualquer coisa como: ele está consciente da gravidade do seu estado ou “ele está a lutar pela sua vida”. Entretanto, muitos milhões de venezuelanos rezavam e esperavam o milagre, o verdadeiro, que o de Maio foi a fingir, quando o Presidente chegou de mais uma operação e anunciou, enganando-os ou enganando-se: “Estou curado!”.

 

Chávez foi, provavelmente, a personagem política da Venezuela mais honesta — e directa — sobre o que aí vinha. Não deixem morrer a revolução, pediu antes de partir pela derradeira vez para Havana (Cuba, onde foi sempre operado e fez a maior parte dos tratamentos contra o cancro), no dia 11 de Dezembro; e disse ao povo para votar em Maduro, nas eleições. Ele, que foi reeleito Presidente em Outubro do ano passado, a falar de novas eleições — adivinhava que não voltaria a exercer?

 

Tiros e bombas. Ao som deles Hugo Chávez apresentou-se aos venezuelanos, em 1992. O filho dos professores primários de Sabaneta (foi lá que nasceu, no estado de Barinas), tinha um sonho e tinha ídolos: Simão Bolívar, o herói das independendências latinas da América, Ezequiel Zamora, Simón Rodríguez, Ernesto Guevara, Augusto Sandino, Camilo Cienfuegos, Fidel Castro. Mas o golpe dos inssurrectos do Movimento para a Implatação da Quinta República fracassou, e Chávez foi para a prisão, dois anos, até ser indultado.

 

Os revoltosos tentaram segunda vez, meses depois, e falharam novamente. Na prisão, Chávez percebeu que estava no caminho errado. Se queria o socialismo do século XXI na Venezuela, ele tinha que chegar pela mão de um político, não de um militar, e transformou-se (durante algum tempo, a farda e o boné de antigo paraquedista ainda lembraram a sua origem, mas desapareceram em pouco tempo).

 

A Venezuela estava preparada para uma figura como ele: o país estava cada vez mais pobre e as companhias (estrangeiras) que lhe exploravam as riquezas cada vez mais ricas; o sistema político estava cada vez mais corrupto e o povo cada vez mais pobre. O Presidente, Carlos Andrés Pérez, implementava um novo programa de grande austeridade para equilibrar as contas e Chávez irrompe na campanha eleitoral e vence, em 1998. Venceu mais três eleições presidenciais e venceu outras votações.

 

A confiança era tanta que se permitiu referendar-se a si mesmo, em 2002. Durante dois dias esteve fora do poder — outro golpe de Estado falhado; acusou os EUA de estarem por detrás dele e chamou todos os nomes a George W. Bush, passando por louco, diabo e alcoólico — e, quando a calma voltou a Caracas, pôs o povo a dizer se o queria ou não no poder; ganhou o “sim”.

 

Hugo Chávez revolucionou a política venezuelana, expulsou companhias estrangeiras, nacionalizou outras, recuperou o poder sobre o petróleo e usou-o para criar riqueza — construiu escolas, hospitais, infra-estruturas. Era um defensor dos pobres e da soberania, diziam os que gostavam dele. Era um autocrático que concentrou demasiados poderes em si (retirando-os às outras instituições políticas) e que para perpetuar o que passou a ser conhecido por “chavismo” fez uma emenda na Constituição para poder candidatar-se indefinidamente à presidência. A revolução precisa de tempo para se implantar e para ganhar raízes, explicou.

 

Mudou a política social, acabou com as “oligarquias predatórias”, retirou a Venezuela de debaixo dos pés do grande capital internacional. E milhões adoraram-no. “O povo da Venezuela continuará a seguir o modelo desta revolução mesmo que perca o líder”, disse a um um jornalista da AFP, Miguel, o porta-voz de 35 anos de um dos conselhos comunais do bairro 23 de Janeiro, na zona oeste de Caracas e um bastião chavista. “A revolução não morrerá”.

 

“O povo, a classe oprimida, vai voltar a conquistar o poder” para dar continuidade “ao caminho do comandante”, disse ainda Miguel no final do ano passado, já supondo que Chávez poderia morrer e, por isso, se realizariam eleições, com Nicolás Maduro como candidato-sucessor. Elisabeth Torres, uma mulher de 50 anos que vende bombons e cartões de telefone, disse que iria fazer o que Chávez lhe disse para fazer.

 

Porém, a oposição cresceu, a corrupção reapareceu, os preços do petróleo, para cima e para baixo, deixaram de dar estabilidade e abundância aos cofres do Estado. E 37,9% da população, diz o relatório para o Desenvolvimento das Nações Unidas, ainda vive abaixo da linha de pobreza.

 

Chávez, que sabia que ia morrer e, de alguma forma, foi o único que o disse claramente aos venezuelanos, deixou mensagens: perpetuem o chavismo. O cancro (que primeiro quis esconder, falou num abcesso pélvico) apanhou-lhe a revolução — morreu com 58 anos.

 

Poderá a criatura viver sem o criador?

 

Texto de Ana Gomes Ferreira, no Público.

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Dois dados sobre uma mesa redonda que deu ontem na SIC Notícias às 23 horas:

 

Um fato curioso, algumas pessoas que dominam/dominaram o poder na América do Sul, Chavéz, Lula, Kirchner e até a própria Dilma, tiveram que lutar contra o cancro.

 

Outro dado, os países dessa área do Globo parecem cada vez mais distantes do Ocidente e preferem fazer alianças com outras potências emergentes, como que esperando que aconteça alguma coisa ao sistema que rege esta parte do Mundo.

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"inimigo do meu inimigo, meu amigo é"

 

Foi assim que as potencias ocidentais apoiaram durante decadas Pinochets e afins... é um conceito pouco correcto, seja em que quadrante politico for.

Para mim não é a mesma coisa, o braço forte do capitalismo sempre foi o fascismo e portanto na história sempre que o capital se viu posto em risco recorreu à sua tropa de choque. A prioridade para as potências ocidentais nunca foi o estabelecimento da democracia nos países do terceiro mundo, foi sempre abrir ou manter aberto os mercados.

 

Em relação a Chavez o que eu consigo fazer é ter o distanciamento suficiente para ter noção que a América Latina não é a Europa e portanto fazer a minha análise a partir daí. Como alguem dizia hoje, apesar de tudo Chavez foi o melhor que a Venezuela já teve, e isso é indiscutivel... Antes dele e do seu partido chegar ao poder a Venezuela era mais um buraco de que ninguem falava, onde os golpes politicos, militares, os ditadorzecos e os caudilhos se sucediam e onde a sociedade se mantinha eternamente estratificada, com uma classe média minuscula e uma elite urbana que governava apenas para ela. O facto de ver essa classe em reboliço leva-me a constatar que algo terá mudado e que isso terá necessariamente de ter sido para melhor.

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Outra curiosidade é que muitos dos que criticam/criticavam o Chávez, são aqueles que com o antigo sistema enchiam os bolsos de dinheiro e que desde que o Chávez foi para o poder isso mudou.

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O Chavéz pode ter cometido alguns erros, os entendidos que os expliquem ao pormenor, mas uma coisa é certa, anteriormente, a Venezuela, no tempo do Peréz, entra um antro de corrupção e tráfico de influências, e o Chavéz mudou as coisas, tentando melhorar as condições de vida do povo (especialmente dos mais pobres), fosse através de que maneira fosse, expulsando grandes empresas do País (que o exploravam e não lhe proporcionavam qualquer valor), nacionalizando empresas, tomando conta do negócio do petróleo (na Venezuela consegue-se encher um depósito com cêntimos), atingindo as classes mais altas (que odeiam/odiavam o Comandante), etc. Algumas destas medidas fizeram com que ele fizesse vários inimigos.

 

E, já agora, quem o comparou com o Salazar que faça este paralelismo, na Venezuela havia eleições, com ou sem falcatruas é outra história, mas em Portugal, no Estado Novo, não há registo de eleições, aliás quando houve hipótese de as fazer, foi aniquilado o fortíssimo opositor.

 

Uma nota final, quem lutou pela melhoria das condições de vida do povo merece todos os elogios, ao contrário daqueles que andam errar constantemente em projeções, prejudicam o povo continuamente, tentando-o destruir. Mas, ainda assim, há quem defenda esses tipos de governo.

Editado por Vaart

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Não tenho uma opinião muito formada sobre ele. Nunca estive muito a par da situação na Venezuela. Mas pelo que sei e pelo que constatei hoje em jornais e notícias, ele protegia os pobres e tentou remediar a situação de pobreza extrema que a maior parte do país atravessava enquanto os ricos tinham cada vez mais regalias. Visto isto, mesmo ele sendo um ditador, conseguiu desenvolver o país e defender o povo, não o povo com dinheiro e que governava o país, mas o povo que passava por enormes dificuldades por causa das companhias estrangeiras e os líderes venezuelanos que insistiam em afundar cada vez mais o país.

 

Hoje até estive a falar com o meu pai sobre isto e ele mostrou-se contente com a morte dele, mas eu cá mantenho a minha opinião e se ele ao menos tentou apoiar os pobres e tirar privilégios aos ricos, de certeza que fez mais que os que lá andaram em anos anteriores e que foi do melhor que a Venezuela já teve. Que descanse em paz.

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Guest Dpitz

O Diário de Notícias de hoje tem umas boas páginas dedicadas ao Chavez (Passado, Presente e Futuro da Revolução Bolivariana), ainda não li, mas parece-me interessante.

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"Rest in peace, Hugo Rafael Chávez Frías. As a Venezuelan, I didn't agree with most of your policies and politics, but I do not rejoice in your death and I do respect the pain of your family and supporters.

In 1998, when you campaigned for the presidency -and promised to end corruption- despite my disappointment with the traditional parties, I did not support you because you had led a coup against president Carlos Andres Pérez. I didn't like Pérez, but he was elected by our people and attempting to overthrow him was proof that you did not respect the will of Venezuelans.

I didn't oppose 100% of what you did. I was grateful, for example, that you placed the issue of poverty on the table and you put the spotlight on millions of Venezuelans that until then had been excluded. I knew that the Cuban doctors in the slums were unprepared and unequipped, but I understood that they meant the world to the mother that knocks on their door at 3am. I was also happy of the way most Venezuelans started to care about politics again (some because they supported you; others because they opposed you). The anti-politic feeling we saw in the 90's was precisely what got you elected. And I also kept in mind that a majority of Venezuelans did support you, so you certainly had a right to be in office.

These are my 10 reasons why I will not miss you:

Your authoritarian manner (which reflected a flaw probably most Venezuelans have), and your inability to engage in an honest dialogue with anyone that opposed you. Even from your death bed, you had a Supreme Court justice fired because she didn't agree with your politics.

Your disrespect for the rule of law and your contribution to a climate of impunity in Venezuela. In 1999, you re-wrote the Constitution to fit your needs, and yet you violated it almost on a daily basis. With this example, it is no surprise that crime exploded in Venezuela. In 14 years, our homicide rate more than tripled from 22/100K to 74/100K. While judges were busy trying to prove their political allegiance to you, only 11% of homicides led to a conviction.

Your empty promises and the way you manipulated many Venezuelans to think you were really working for them. In 14 years you built less public housing than any president before you did in their 5 year periods. Hospitals today have no resources, and if you go there in emergency you must everything from medicines to surgical gloves and masks. The truth is that you were better at blowing your own trumpet than at getting things done.

The astounding level of corruption of your government. There was corruption before you got elected, but normally a government's scandals weren't made public until they handed power to the opposing party. Now we've heard about millions and millions of dollars vanishing in front of everybody's eyes, and your only reaction was to attack the media that revealed the corruption. The only politicians accused of corruption have been from parties that oppose you, and mostly on trumped up charges. For example, Leopoldo Lopez was never condemned by the courts but you still prevented him for running for office. His crime? Using money from the wrong budget allocation to pay for the salaries of teachers and firemen -because your government withheld the appropriate funds.

The opportunities you missed. When you took office, the price of oil was $9.30, and in 2008 it reached $126.33. There was so much good you could have done with that money! And yet you decided to throw it away on corruption and buying elections and weapons. If you had used these resources well, 10.7% of Venezuelans would not be in extreme poverty.

Your attacks on private property and entrepreneurship. You nationalized hundreds of private companies, and pushed hundreds more towards bankruptcy. Not because you were a communist or a socialist, but simply because you wanted no one left with any power to oppose you. If everyone was a public employee, you could force them to attend your political rallies, and the opposition would not get any funding.

Your hypocrisy on freedom and human rights. You shut down more than 30 radio and television stations for being critical of your government, you denied access to foreign currency for newspapers to buy printing paper (regular citizens can't access foreign currency unless you authorize it), you imprisoned people without trial for years, you imprisoned people for crimes of opinion, you fired tens of thousands of public employees for signing a petition for a recall referendum and you denied them access to public services and even ID cards and passports.

Your hypocrisy on the issue of Venezuela's sovereignty. You kicked out the Americans but then you pulled down your pants for the Cubans, Russians, Chinese and Iranians. We have Cuban officers giving orders in the Venezuelan army. Chinese oil companies work with a higher margin of profit than any Western companies did. And you made it clear that your alliances would be with governments that massacre their own people.

Your hypocrisy on the issue of violence. You said this was a peaceful revolution but you allowed illegal armed groups like Tupamaros, La Piedrita and FBLN to operate. You gave them weapons. You had the Russians set up a Kalashnikov plant in Venezuela. You were critical of American wars but yet you gave weapons to the Colombian guerrilla, whose only agenda is murder and drug-dealing.

Your hypocrisy on democracy. Your favorite insult for the opposition parties in Venezuela was "coupists", but you forgot you organized a coup in 1992, and the military that was loyal to you suggested they would support a coup in your favor if the opposition ever won the presidential elections. There was no democracy in your political party: you chose each of the candidates for the National Assembly and for city and state governments. When the opposition won the referendum that would have allowed you to change the Constitution in 2007, you disavowed the results and you figured out a way to change the articles and allow yourself to be reelected as many times as you wanted. You manipulated the elections in 2010 to make sure the opposition didn't get more than a third of seats in Parliament even though they got 51% of the popular vote. Your democracy was made of paper, you made sure there were no meaningful checks and balances and all institutions were your puppets.

So no, Hugo I will not miss you. Rest in peace now, while we try to rebuild the mess of a country that you left us."

http://edition.cnn.com/2013/03/05/world/americas/obit-venezuela-chavez/?hpt=hp_t1#comment-820370943

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O Diário de Notícias de hoje tem umas boas páginas dedicadas ao Chavez (Passado, Presente e Futuro da Revolução Bolivariana), ainda não li, mas parece-me interessante.

 

Achas que vale a pena comprar?

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Guest Dpitz

Achas que vale a pena comprar?

Eu comprei e se quiserem digitalizo.

Estou a ler neste momento e é bastante porreiro, dá para ter uma ideia do que ele fez na vida e, sobretudo, para saber quem era Hugo Chavez.

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