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Citação de toze2, há 9 minutos:

Depende.

Quando estou na minha bolha nunca sinto isso. Se estou fora, sinto imenso, porque a verdade é que o meu trabalho não é importante nem impactante e ganho muito mais que um qualquer professor alguma vez vai ganhar a trabalhar numa escola pública em Portugal.

Os nossos trabalhos corporativos não têm significado nenhum, se comparares com um professor/médico/wtv, simplesmente estamos a fazer quem está acima de nós mais ricos

Só gosto do meu trabalho por ser muito técnico, e eu gostar de arranjar novas formas de trabalhar, construir coisas que me ajudem a fazer o meu trabalho mais rápido como scripts, ou resolver problemas lógicos

Mas se eu fosse gestor, ou algo parecido em que tenha de lidar com pessoas, ou já teria ficado louco ou teria ido pra padeiro

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Citação de Plagio o Original, há 25 minutos:

Os nossos trabalhos corporativos não têm significado nenhum, se comparares com um professor/médico/wtv, simplesmente estamos a fazer quem está acima de nós mais ricos

Só gosto do meu trabalho por ser muito técnico, e eu gostar de arranjar novas formas de trabalhar, construir coisas que me ajudem a fazer o meu trabalho mais rápido como scripts, ou resolver problemas lógicos

Mas se eu fosse gestor, ou algo parecido em que tenha de lidar com pessoas, ou já teria ficado louco ou teria ido pra padeiro

É verdade. Eu nem gosto tanta da parte técnica do sentido de implementar, mas pensar na solução, desenhar arquitecturas de dados e encontrar soluções para problemas complexos é o que eu gosto mesmo.

Mas o teu primeiro parágrafo é o que dizia. Dentro do meu meio, sou sempre mal pago. Mas quando saio fora, tenho vergonha de pensar isso por vezes, porque efetivamente o trabalho tem 0 significado.

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Citação de Ghelthon, há 9 horas:

Acho que todos vamos sentido, uns mais outros menos, mas todos

O boss final que mencionei garantidamente não sente isso. 

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imaginem o Esgaio, a ganhar o que ganha

sou pago isto tudo para dar uns chutos numa bola... e mal!

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Citação de Bashir, Em 04/03/2025 at 00:21:

É tão mau ter colegas incompetentes. Mas daqueles mesmo que não se percebe como algum dia passou numa entrevista.

É um pesadelo, isto

Citação de Ego Sum, há 17 horas:

Fala por ti, eu acho sempre que ganho menos do que devia.

Principalmente quando confrontado com alguns peers como o Bashir descreveu a ganhar tanto ou mais.

E isto é absolutamente verdade. Eu nem ganho mal, mas quando faço uma comparação de competência pareço viver de esmolas

Editado por Duda34

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Eu já tive um caso flagrante na minha equipa. A empresa decidiu que a equipa devia ter um developer local, porque os restantes são todos tugas a trabalhar remotamente (3). Como os developers deste nicho são raros, especialmente lá, conseguiram encontrar dois e contrataram ambos, para os agarrar.

Um deles, teoricamente o mais senior, começou a dar sinais de ser fraco logo no início, mal fiz review a algo que ele desenvolveu. Algo que estava a funcionar mas pelas razões erradas, código ridículo, etc. Depois começamos a ver que ele raramente aparecia nas reuniões, raramente se logava nas instâncias (muito do desenvolvimento que fazemos é directo no browser, porque a plataforma é SaaS), etc. Fomos alertando a chefia mas com alguma sensibilidade, para não acharem que eram só os tugas a implicar porque queriam uma equipa apenas de tugas.

Conclusão: o gajo era uma fraude autêntica, ganhava 600+€/dia (muito mais do que qualquer um dos tugas ou até que o outro belga) para não fazer um c*ralho, e a empresa não o despediu, só não lhe renovou o contrato ao final do primeiro ano.

Editado por Ghelthon

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Citação de Ghelthon, há 1 hora:

Eu já tive um caso flagrante na minha equipa. A empresa decidiu que a equipa devia ter um developer local, porque os restantes são todos tugas a trabalhar remotamente (3). Como os developers deste nicho são raros, especialmente lá, conseguiram encontrar dois e contrataram ambos, para os agarrar.

Um deles, teoricamente o mais senior, começou a dar sinais de ser fraco logo no início, mal fiz review a algo que ele desenvolveu. Algo que estava a funcionar mas pelas razões erradas, código ridículo, etc. Depois começamos a ver que ele raramente aparecia nas reuniões, raramente se logava nas instâncias (muito do desenvolvimento que fazemos é directo no browser, porque a plataforma é SaaS), etc. Fomos alertando a chefia mas com alguma sensibilidade, para não acharem que eram só os tugas a implicar porque queriam uma equipa apenas de tugas.

Conclusão: o gajo era uma fraude autêntica, ganhava 600+€/dia (muito mais do que qualquer um dos tugas ou até que o outro belga) para não fazer um c*ralho, e a empresa não o despediu, só não lhe renovou o contrato ao final do primeiro ano.

Que fraude autêntica esse artista.

As primeiras vezes que me apareceu malta que nos primeiros meses ficava aquem das expectativas fui paternalista, achava sempre que podíamos arranjar maneira de as coisas funcionarem, terem mais acompanhamento, etc.

A experiência demonstrou que esse tipo de paternalismo apenas funcionou uma vez (e com um junior, só para passar para um cumpre os mínimos), portanto agora quando aparecem esses alertas não passam do período de experiência.

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Citação de Ego Sum, há 1 minuto:

Que fraude autêntica esse artista.

As primeiras vezes que me apareceu malta que nos primeiros meses ficava aquem das expectativas fui paternalista, achava sempre que podíamos arranjar maneira de as coisas funcionarem, terem mais acompanhamento, etc.

A experiência demonstrou que esse tipo de paternalismo apenas funcionou uma vez (e com um junior, só para passar para um cumpre os mínimos), portanto agora quando aparecem esses alertas não passam do período de experiência.

A abordagem da empresa foi essa. É uma empresa "cool e jovem", portanto não tratam as pessoas como números ou como se fossem substituíveis. Só soube depois, mas tiveram várias dessas abordagens com ele, mas simplesmente nada resultou, então não lhe renovaram o contrato. O que foi óptimo para ele, porque comigo tinha ido embora bem antes.

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Por falar em incompetentes, odeio a Infosys. Acabei de descobrir num código em PRD test calls.

Pqp mais os indianos e IT. 

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Citação de Hammerfall, há 5 horas:

imaginem o Esgaio, a ganhar o que ganha

sou pago isto tudo para dar uns chutos numa bola... e mal!

Acredita que esse exato cenário já me passou pela cabeça várias vezes ultimamente quando vejo casas que estão fora do meu alcance. Sobretudo por ter 8 anos de experiência e a minha atividade estar afeta à função pública a ganhar no nível 16 da TRU quando deveria estar no nível 24 (obrigado Dr. António Costa pela criação e aos Diretores gerais pela exploração da minha carreira especial. Por especial, leia-se precária.) e com uma pseudo progressão de 200€ a cada 6-8 anos.

Faltou quem me desse com uma vassoura no lombo quando decidi escolher esta área...

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Citação de Ego Sum, há 13 horas:

Que fraude autêntica esse artista.

As primeiras vezes que me apareceu malta que nos primeiros meses ficava aquem das expectativas fui paternalista, achava sempre que podíamos arranjar maneira de as coisas funcionarem, terem mais acompanhamento, etc.

A experiência demonstrou que esse tipo de paternalismo apenas funcionou uma vez (e com um junior, só para passar para um cumpre os mínimos), portanto agora quando aparecem esses alertas não passam do período de experiência.

Eu acho que aos primeiros red flags é tentar perceber o que se passa. No meu caso, desculpo mau código pontualmente. Existem derrapagens, existem marteladas para safar derrapagens e tou bem com isso. Agora, desleixo, para mim é logo para não ter hipótese. Prefiro que me chateiem 30x por dia para ajudar, ensinar, ou mesmo só para ir vendo para evitar que asneiras do que não perguntarem nada ou não se inteirarem sequer da tarefa que tem fazer.
Eu tenho dias que tou a falar com outro colega da equipa a tirar qualquer duvida e termina assim "Então A é igual a B+C?", "Sim".
Literalmente na mensagem seguinte vem o artista: "malta, alguém me pode mandar o que é o A? cumps" pqp, raça do crl

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Acabo de ver bolsas de investigação de 6-12 meses para licenciados e mestrados no valor de 1050-1300€ e que ainda requerem experiência comprovada em contexto científico. Minha nossa, que vergonha de país.

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Exacto. Nunca me passou pela cabeça que os valores das BI fossem tão medíocres

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Citação de fornix, há 31 minutos:

Exacto. Nunca me passou pela cabeça que os valores das BI fossem tão medíocres

Quando vim para Inglaterra em 2018 vim receber "só" 14k e tal ao ano também. Ser investigador é uma porcaria em termos salariais. É muito difícil querer ficar na academia.

 

Citação de Petar Musa, Em 05/03/2025 at 10:29:

Por falar em incompetentes, odeio a Infosys. Acabei de descobrir num código em PRD test calls.

Pqp mais os indianos e IT. 

Tive uma vez perto de ir trabalhar para lá 😂

A minha equipa quando estava na BP era eu a liderar malta da Infosys - 3 indianos (um deles no UK) - e um inglês da minha empresa. A minha experiência é que a malta mais sénior que vive no UK, sendo indiana ou não, é geralmente competente. Na Índia a maioria não o era, e culturalmente é um problema que na altura falei com a chefia do projecto e também internamente na minha empresa. Com isso, fiquei a saber histórias de outros colegas que sabem mais detalhes e o ambiente de trabalho em empresas de IT na India (e assumo, talvez mal, que é semelhante nas redondezas) é péssimo.

Como exemplo, uma colega diz que no projecto pediram aos devs para fazer show and tell frequentemente. E ela diz que num caso em particular um dev de lá fez uma apresentação incrível, mas todo o trabalho que mostrou era completamente inventado. É impressionante.

 

Um bocado de segway, e não sei se já partilhei aqui, mas o documentário abaixo mostra um bocado a pressão que pode existir sobre estes developers do global south e o porque de talvez ser tão difícil do ponto de vista cultural admitir limitações e que acaba por ser péssimo para toda a gente.

 

 

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Citação de Sandes., há 22 minutos:

Quando vim para Inglaterra em 2018 vim receber "só" 14k e tal ao ano também. Ser investigador é uma porcaria em termos salariais. É muito difícil querer ficar na academia.

 

Tive uma vez perto de ir trabalhar para lá 😂

A minha equipa quando estava na BP era eu a liderar malta da Infosys - 3 indianos (um deles no UK) - e um inglês da minha empresa. A minha experiência é que a malta mais sénior que vive no UK, sendo indiana ou não, é geralmente competente. Na Índia a maioria não o era, e culturalmente é um problema que na altura falei com a chefia do projecto e também internamente na minha empresa. Com isso, fiquei a saber histórias de outros colegas que sabem mais detalhes e o ambiente de trabalho em empresas de IT na India (e assumo, talvez mal, que é semelhante nas redondezas) é péssimo.

Como exemplo, uma colega diz que no projecto pediram aos devs para fazer show and tell frequentemente. E ela diz que num caso em particular um dev de lá fez uma apresentação incrível, mas todo o trabalho que mostrou era completamente inventado. É impressionante.

 

Um bocado de segway, e não sei se já partilhei aqui, mas o documentário abaixo mostra um bocado a pressão que pode existir sobre estes developers do global south e o porque de talvez ser tão difícil do ponto de vista cultural admitir limitações e que acaba por ser péssimo para toda a gente.

 

 

Eu acho que é cultural que, para devs na Ásia (India, Bangladesh, Vietnam) se não disseres ponto, por ponto, o que têm que fazer vão bloquear. Na minha anterior empresa, um gajo ficou parado porque lhe apareceu a p*ta de um popup do Citrix que era só fechar.

Depois num dia tens uma equipa, no dia seguinte é uma equipa diferente.  

Na minha atual empresa, os PMs com quem trabalho, andam a fazer o esforço para não dar projetos à Infosys (e a outra empresa da India que não me recordo o nome) porque senão é certo que o projeto vai ficar bloqueado.

Por outro lado, quem é bom mata-se para trabalhar: os commutes são de 2 a 3 horas; as mulheres têm que conseguir fugir para o UK, por exemplo, para não terem que casar com quem os pais escolheram. É toda uma outra cultura que nós não estamos habituados.

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Acho que ja contei aqui. Uma amiga minha que é arquitecta de interiores e estava a trabalhar no Dubai tinha de ir todos os dias às obras em questao porque bastava saltar 2/3 dias e o quarto que tinha sido pedido para pintar de cinzento sem a supervisao passava de ser todo cinzento claro para ter uma parede cinzenta clara, a outra cinzenta escura e as duas que faltavam tinha reboco à mostra e estavam vermelhas. E estava bom assim.

Os trabalhadores eram do Paquistao/India/Bangladesh.

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Os gajos que estão na india e são bons, normalmente as empresas tentam convence-los a mudar-se da india para o país da empresa, seja uk, usa, canada, wtv. Melhor salário, melhores condições de vida, umas ajudas no processo todo logistico e burocrático.

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Na minha empresa começamos a subcontratar indianos no ano passado.

Temos duas experiências:

  • no projecto em que o esquema é partilharmos requirements e eles terem de entregar algo, tendo eles equipa completa, gerirem sozinhos e terem de entregar algo - está um caco
  • no projecto em que o esquema é partilharmos requirements mas os POs serem nossos, nós criarmos os Jira tickets e os engineering managers fazerem code review e sprint planning com eles - está a funcionar bastante bem e até estão a andar mais rápido do que a code review consegue digerir

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Citação de Ego Sum, há 10 horas:

até estão a andar mais rápido do que a code review consegue digerir

Não há pai para eles quando têm alguém a gerir a organização e a garantir que não ficam bloqueados nem tem que tomar decisões.
Nós temos um dev do Sri Lanka que é literalmente uma máquina de despachar trabalho.

Noutra nota, e noutra empresa, tinhamos PO's cá a gerir equipas na India e quando a PO fosse mulher, eles não obedeciam.

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Citação de Bashir, há 10 horas:

Não há pai para eles quando têm alguém a gerir a organização e a garantir que não ficam bloqueados nem tem que tomar decisões.
Nós temos um dev do Sri Lanka que é literalmente uma máquina de despachar trabalho.

Noutra nota, e noutra empresa, tinhamos PO's cá a gerir equipas na India e quando a PO fosse mulher, eles não obedeciam.

A minha empresa trabalha com muitos países francófonos em África (e outros) e sempre que temos uma TL mulher, os homens não obedecem. É um bom bico de obra. 

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Citação de Robe, há 59 minutos:

A minha empresa trabalha com muitos países francófonos em África (e outros) e sempre que temos uma TL mulher, os homens não obedecem. É um bom bico de obra. 

mais que veut cette fille ? Va à la cuisine et prépare un sandwich

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Citação de Robe, há 1 hora:

A minha empresa trabalha com muitos países francófonos em África (e outros) e sempre que temos uma TL mulher, os homens não obedecem. É um bom bico de obra. 

Por acaso na área de negócio não sinto isso, pelo contrário. Temos muita leadership mulher.

Por exemplo no Magreb criamos uma equipa central do zero, quando foi preciso subir os primeiros team leaders foram 3 mulhers. Porquê? Porque talvez em contexto meritocrático elas tendem a safar-se melhor porque foram obrigadas a desenvolver mais esperteza e proatividade, provavelmente os homens habituaram-se a um mundo onde tudo lhes cai do céu por serem homens.

Editado por Ego Sum

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Citação de Ego Sum, há 4 minutos:

Por acaso na área de negócio não sinto isso, pelo contrário. Temos muita leadership mulher.

Por exemplo no Magreb criamos uma equipa central do zero, quando foi preciso subir os primeiros team leaders foram 3 mulhers. Porquê? Porque talvez em contexto meritocrático elas tendem a safar-se melhor porque foram obrigadas a desenvolver mais esperteza e proatividade, provavelmente os homens habituaram-se a um mundo onde tudo lhes cai do céu por serem homens.

Por acaso, onde temos mais problemas com essa situação é mesmo em Marrocos.

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Por acaso a minha empresa contrata muito no Magreb (Marrocos e Tunísia principalmente, a empresa só contrata francófonos) e em 10 contratações, 1 é um fiasco.

Não sinto tanto isso do se for uma mulher como responsável que eles não respeitam e não trabalham, temos uma equipa em que a TL é mulher e tem 4 ou 5 marroquinos a trabalhar para ela e todos a respeitam. Também ajuda o facto de não haver trabalho 100% remoto e eles terem que ir para o escritório e precisarem do trabalho para manterem o visto 😄 

É pior é agora no Ramadão, que alguns se encostam um pouco, deixam de ir ao escritório, mas é a única critica que vejo ali.

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