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Donnie

[Núcleo] Selecção Nacional

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Citação de IlidioMA, há 11 horas:

O grupo no Mundial vai ser EUA, Vietnam e Holanda. Dando de barato o Vietname, o desafio vai ser a Holanda. No ultimo Euro o melhor jogo que fizemos foi contra a Holanda. Dominámos o meio campo. Mas o problema foi a vertente física cá atrás. Aquelas tipas são simplesmente muito mais altas e fortes. Vamos ver como vai ser este desafio.

Mas é um feito notável. O que esta modalidade cresceu nos últimos 5 anos é assombroso. 

Os Paises Baixos estão inconstantes. Temos 1 grande vantagem, tal como no Euro, não há Miedema. Parecendo que não NL vivia imenso do que ela fazia e, sabendo que la está fora, as nossas chances sobem. E elas vão em 3 selecionadores desde que a Sarina saiu e, por muito que tenham bastante talento, têm estado bem aquém do que faziam quando ela as treinava. Dira que é possivel discutir o jogo com elas

Citação de Gilberto Carlos, há 10 horas:

Devíamos tentar, se possível, naturalizar uma das GR estrangeiras em Portugal, para termos hipóteses de passar a fase de grupos.

Meter as nossas centrais a puxar ferro, também não era mal pensado.

De resto, do meio campo para a frente, temos muita qualidade capaz de incomodar qualquer seleção do mundo.

Estou muito feliz por esta conquista.

Não tens ninguem para naturalizar. Quer a Seabert quer a Talbert só vão na 2ª época cá. A Nehaus, que é a que está cá há mais tempo, não é melhor do que as que estão. A verdade é que a Morais é a menos má. As outras duas são algo inconsistentes, a Inês Pereira tem o problema da altura, que lhe dá grandes dificuldades pelo ar, a Rute Costa sempre que a vejo benzo-me 3x que ele dá sempre casas (nem percebo bem como sentou a Talbert tbh).

O teu problemas nas centrais vai ser sempre a altura. Teres duas centrais de 1.70 vai sempre dar problemas pelo ar, a  menos que saltem como o Ronaldo. Não há muito ferro que ajude ai.

O que precisamos, a cima de tudo, é que exista mais talent pool. Que se de as condições que o feminino merece para aparecer mais e mais talento para teres mais opções.

Na frente as coisas funcionam bem. Se bem que a saida da Andreia Norton, hoje, desiquilibrou imenso a equipa. Há talento e esperemos que continue a aparecer mais.

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Citação de Maffu, há 41 minutos:

Não tens ninguem para naturalizar. Quer a Seabert quer a Talbert só vão na 2ª época cá

crl, eu por Portugal, caso com uma das duas, se isso der à  selecção uma Guarda-Redes de jeito para o Mundial!

 

 

 

PS: Não faço ideia se qualquer das mencionadas são bonitas ou não, nem me interessa, faço isto pela nação

Editado por IlidioMA

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Citação de IlidioMA, Agora:

crl, eu por Portugal, caso com uma das duas, se isso fizer da selecção ter uma Redes de jeito para o Mundial!

 

 

 

PS: Não faço ideia se qualquer das mencionadas são bonitas ou não, nem me interessa, faço isto pela nação

IIRC as regras da FIFA só permitem que representes uma seleção caso vivas há 5 anos num pais (excepto se tiveres ascendência desse mesmo pais)

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Citação de Maffu, Agora:

IIRC as regras da FIFA só permitem que representes uma seleção caso vivas há 5 anos num pais (excepto se tiveres ascendência desse mesmo pais)

eu aqui disposto a servir a pátria e a FIFA faz-me isto!

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Waiddaminute!!!

 Fui pesquisar e essa Talbert é 🔥🔥

I volunteer as tribute!!

#porportugal

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Citação de IlidioMA, há 1 hora:

Waiddaminute!!!

 Fui pesquisar e essa Talbert é 🔥🔥

I volunteer as tribute!!

#porportugal

Há alguém que gosta de ser espancado

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Citação de IlidioMA, há 1 hora:

Waiddaminute!!!

 Fui pesquisar e essa Talbert é 🔥🔥

I volunteer as tribute!!

#porportugal

b73.jpg

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Citação de Maffu, há 2 horas:

Os Paises Baixos estão inconstantes. Temos 1 grande vantagem, tal como no Euro, não há Miedema. Parecendo que não NL vivia imenso do que ela fazia e, sabendo que la está fora, as nossas chances sobem. E elas vão em 3 selecionadores desde que a Sarina saiu e, por muito que tenham bastante talento, têm estado bem aquém do que faziam quando ela as treinava. Dira que é possivel discutir o jogo com elas

Não tens ninguem para naturalizar. Quer a Seabert quer a Talbert só vão na 2ª época cá. A Nehaus, que é a que está cá há mais tempo, não é melhor do que as que estão. A verdade é que a Morais é a menos má. As outras duas são algo inconsistentes, a Inês Pereira tem o problema da altura, que lhe dá grandes dificuldades pelo ar, a Rute Costa sempre que a vejo benzo-me 3x que ele dá sempre casas (nem percebo bem como sentou a Talbert tbh).

O teu problemas nas centrais vai ser sempre a altura. Teres duas centrais de 1.70 vai sempre dar problemas pelo ar, a  menos que saltem como o Ronaldo. Não há muito ferro que ajude ai.

O que precisamos, a cima de tudo, é que exista mais talent pool. Que se de as condições que o feminino merece para aparecer mais e mais talento para teres mais opções.

Na frente as coisas funcionam bem. Se bem que a saida da Andreia Norton, hoje, desiquilibrou imenso a equipa. Há talento e esperemos que continue a aparecer mais.

Podia começar a obrigar-se os clubes das Ligas Profissionais a terem formação feminina com treinadores credenciados; obrigar treinadores da 1° e 2° Liga a terem o mesmo nível do masculino, ou pelo menos, nível III.

Obrigar aos clubes que vão às competições europeias (acho que a UEFA já tem isso) a terem que ter equipa sénior de femininos.

Quantidade existe, qualidade também deverá existir alguma. É preciso é subir o nível do treino desde as bases. A competição, pelo menos na BPI, já melhorou com a redução do número de equipas 

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Citação de Longineu, há 6 minutos:

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tá aqui um gajo a querer dar uma Guarda Redes de jeito à equipa das Quinas, e vocês caricaturam-me como um horny fella.

Quando no Mundial virem golos a entrar na parte de cima da baliza e virem a Inês Pereira, do alto do seu metro e cinquenta, a saltar infrutiferamente, ou a Patrícia Morais que é mais alta mas é pior que o Bossio, a não apanhar bolas fáceis, depois lembrem-se deste dia, o dia em que vocês não apoiaram o homem que apresentou uma solução para o problema da baliza! Uma solução desinteressada! Uma solução a pensar na equipa de todos nós. Exclusivamente.

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Citação de Hawkeye, há 14 horas:

Es o maior

@Lebohangsaiu mais uma entrevista. Desta vez à Alfredina

 

Pls 🥺

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Também acordou com as galinhas para ver o Portugal-Camarões?
Claro que sim! Claro que sim. Estive a ver o jogo todo [risos].

 

Como é que alguém que esteve no primeiro jogo da seleção viveu este dia?
Com muita emoção. É um sonho que atravessa gerações, não é? Não era diferente de quando começámos a jogar, quando não existiam campeonatos distritais e nacionais, quando tivemos uma seleção que entretanto interrompeu [durante 10 anos] a sua atividade. Era o sonho de muitas meninas e de muitas mulheres e, agora que foi concretizado, foi com muita emoção que vivi o momento, como toda a gente que está no futebol feminino, que sabe as dificuldades que tivemos de ultrapassar. Ainda há muito caminho para percorrer porque é sempre possível fazermos melhor.

Que lhe parece esta geração de jogadoras?
Talentosas. Com muito boas condições para continuarem a evoluir. Têm a alma do que é ser português, lutaram e deram tudo dentro de campo e conseguiram aliar a isso uma excelente exibição. Já com alguma experiência, conseguiram o grande objetivo. Parabéns para elas e parabéns para Francisco Neto, Mónica Jorge e Federação Portuguesa de Futebol. É algo que só é possível se houver um trabalho coordenado. Todos queremos a mesma coisa.

Portugal começou bem o jogo, depois sofreu e acabou com lágrimas e fado. Mais português era difícil…
Sim, à boa maneira portuguesa: difícil. Foi um final um bocadinho atípico, acho que dominámos o jogo todo, tivemos ali um lance menos feliz que deu golo. Tivemos imensas oportunidades e não conseguimos concretizar e elas conseguiram. Mas estávamos bem focadas e, mais tarde ou mais cedo, nem que fosse no prolongamento, íamos conseguir. Conseguimos antes, foi espectacular. Foi merecido. As portuguesas todas estão de parabéns, as mais antigas, as que estiveram neste percurso todo e aquelas que vão ter a oportunidade de representar as seleções nacionais. É um momento que fica marcado para sempre.

Era inevitável chegarmos a um Mundial?
Tinha de acontecer. A jogadora portuguesa foi sempre talentosa, de um país de futebol, foi sempre muito competente no que fazia. Faltava só ter as condições necessárias para poder atingir o alto rendimento, isso tem acontecido. Era algo que seria de esperar mais tarde ou mais cedo.

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Já pensou quantas vezes naquele Portugal-França de 1981, em Le Mans?
Muitas, muitas. Infelizmente, algumas das atletas que foram pioneiras já não estão entre nós e acaba por ser um momento marcante. A capitã, por exemplo, a Fátima Azevedo, foi uma pessoa que lutou muito pelo futebol feminino, que procurou sempre conquistar novas decisões dentro das associações e da federação, portanto é também um momento de homenagem a essas pessoas, a essas atletas e jogadoras que lutaram muito para que isto fosse possível hoje. Lutaram contra discriminações, contra a falta de oportunidades, teimaram em permanecer e foi de conquista em conquista que conseguimos estar agora onde estamos. Elas também, do outro lado, estão muito felizes com certeza.

Já falou com alguma colega desse tempo?
Por acaso, não. A maior parte está a trabalhar. Éramos amadoras e continuamos nos nossos trabalhos. Temos oportunidade pontualmente de nos encontrarmos e fazermos alguns momentos de convívio para manter vivas essas memórias.

O que recorda daquele dia?
Foi um momento marcante, não é? Ninguém acreditava. Só realmente quando saímos para estágio, quando chegámos ao dia do jogo e estávamos a equipar… Foi um momento de muita emoção. E, sim, de entrega também, aquela alma lusitana toda ao de cima para jogarmos contras as francesas, que estavam realmente num patamar de evolução muito maior do que o nosso. Foi espectacular também o facto de nos termos conseguido bater com muito poucas condições comparativamente com elas. Fomos competitivas. Foi um momento muito importante.

Jogava no Leixões, certo?
Sim.

Em que posição?
Joguei sempre pelo lado esquerdo. Lateral, média. Na seleção jogava como média esquerda, era o 8.

Vocês eram amadoras. O que fazia na altura?
Era uma jovem, não trabalhava. Tinha 17 anos. Estudava. Fiquei ligada ao desporto, tirei Educação Física, sou professora. Fiquei sempre com esta paixão pelo futebol e ligada ao futebol, tirei o curso de treinadora mais tarde. Gosto muito de estar no terreno, de passar a minha experiência, sou treinadora de uma equipa de sub-13 no Boavista. A paixão pelo futebol continua a ser grande e preenche-me.

E como foi em casa?
Era complicado, mas felizmente estava numa família que gostava muito de futebol. Ia ver jogos de futebol. A minha mãe era uma pessoa muito dinâmica a esse nível, gostava de ir ver jogos. Não foi difícil essa adaptação, acompanharam-me sempre e acho que era uma exceção no meio das minhas amigas todas que jogavam futebol e que tiveram alguma dificuldade, tiveram alguns obstáculos na família e com amigos. Realmente, era uma modalidade vista para ser praticada pelo género masculino e tiveram de vencer algumas dificuldades. Mas, sim, o amor pelo futebol e pelo jogo falou mais alto e conseguiu-se ter ali um bom grupo, muitas meninas não desistiram e tiveram essa vontade de continuar a praticar um desporto que amavam e pelo qual tinham uma grande paixão.

O jogo foi há mais de 40 anos. Que futebol feminino era esse?
Comecei a praticar futebol em 1976. O Boavista tinha futebol feminino desde 1967. Eram os próprios clubes que organizavam alguns torneios para terem competição. Entretanto apareceram bastantes equipas aqui na zona Norte e a Associação de Futebol do Porto, em 1978, organizou o primeiro campeonato distrital. Com a seleção inscreveram-nos no Campeonato da Europa em 1983, mas não conseguimos o apuramento, e houve ali aquele interregno de 10 anos de inatividade. A federação, em 1984/1985, organizou o primeiro encontro nacional em Leiria e realmente depois começou a organizar os quadros competitivos nacionais. Tem sido um progresso interessante. Precisamos de ter mais atletas e que os clubes continuem a apostar no futebol feminino para podermos ser uma potência mundial. Como digo, continuamos a ter jogadoras muito talentosas, precisamos de não recuar e de não ficar deslumbrados com este resultado, que é obviamente importantíssimo e que vai motivar mais meninas a virem para o futebol. Temos de continuar a lutar para, em vez de termos 13 mil praticantes, termos 23 mil, 40 mil, porque todos saem a ganhar com isso.

Como foi a criação da seleção feminina? Havia rumores?
Sim, havia alguns rumores, pois tinha havido um convite da seleção francesa para jogarmos. Toda a gente ficou um bocadinho a duvidar se seria assim, só acreditámos realmente quando as convocatórias começaram a chegar. E foi um momento importante, uma conquista que entretanto nos retiraram novamente, mas depois foi possível retomar. Os 10 anos de interregno acabaram por estagnar um bocadinho a nossa participação internacional, podíamos ter chegado a este nível um bocadinho mais cedo. Uma década é muito tempo. Foi o que foi, o importante é que agora conseguimos e temos demonstrado que apostar no futebol feminino é uma excelente aposta.

A Alfredina tinha 19 anos quando acabaram com a seleção. Foi duro, não?
Sim, sim, sim, sim. Não foi um momento muito fácil. Foi um sentimento de injustiça muito grande, demarcadamente de desigualdade e discriminação. Mas não desistimos e continuámos. Em 1993 houve essa oportunidade de existir nova seleção, ainda tive oportunidade de participar nessa altura nos Mundialitos e em alguns jogos. Foi novamente um bom momento para o futebol feminino e para as jogadoras que tanto lutaram para que o futebol feminino tivesse visibilidade.

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Como soube da primeira convocatória?
O clube enviava uma carta a dar conta dessa informação. Depois eram aqueles contactos [entre jogadoras], “foste convocada?”, “como é que foi?”, “quem é que vai?”, pronto, aquela curiosidade. Fiquei muito feliz quando verifiquei que teria oportunidade de participar no primeiro jogo da seleção nacional e representar Portugal.

Foi a primeira vez que foi a França?
Por acaso não, já tinha ido lá jogar com equipas francesas. O Boavista tinha muitos convites para ir a torneios no estrangeiro. A primeira vez que fui jogar a França tinha 15 anos, fomos jogar a Cannes.

Quão importante é o apuramento desta seleção para um Campeonato do Mundo?
É sempre uma montra, é um momento de muita visibilidade do futebol feminino. É sempre uma motivação extraordinária para jovens jogadoras aparecerem, ficarem no futebol e apaixonarem-se também por este jogo e pelas equipas que representam. Que venha a acontecer aquela dinâmica que existe, do coletivo e de estarmos no desporto de uma forma salutar. Pode ser este o momento importante para registarmos novas praticantes no futebol feminino.

Já disse que, apesar do dia feliz, há coisas por mudar. Consegue apontar algumas prioridades?
Precisamos de ter uma Liga BPI mais competitiva para conseguirmos reter as nossas jogadoras em Portugal. Precisamos de um campeonato competitivo e com grande visibilidade, mais profissional. O que acontece é que nem todos os clubes que disputam a liga são profissionais. Isso acabaria por ser uma montra e atrairia novas jogadoras e novos investimentos. E também acho que os clubes, se acreditarem que o campeonato pode ser rentável e competitivo, vão ajudar a subir o nível qualitativo das nossas jogadoras e do futebol feminino.

Que tempos estes para uma rapariga começar agora a jogar à bola…
Ah, sim, sim! É diferente, não é? Nós saímos da rua para os pelados, dos pelados para, muito mais tarde, os relvados. Houve ali uma fase em que as jogadoras estavam todas a jogar em pelado e só tinham oportunidade de jogar em relvado quando chegavam às seleções nacionais. Hoje já há outro tipo de condições, há que desbravar ali algum espaço dentro dos clubes para termos horários de treino que se coadunem com o escalão etário em que nos encontramos.

Certo.
As famílias também fazem grandes sacrifícios para trazerem as atletas aos treinos, muitas vezes existe a oportunidade de praticarem a modalidade, mas os horários continuam tardios. Há aqui ainda uma luta pelos espaços, uma luta pela mentalidade dentro dos clubes para criarem condições iguais entre os géneros masculino e feminino, nomeadamente no que diz respeito aos horários de treino. Apesar de ser atrativo (e acho que é muito atrativo principalmente porque as meninas continuam a ter uma grande paixão por jogar futebol), temos de tentar criar esse tipo de condições que permitam que mais meninas apareçam. Elas aparecem porque as famílias as trazem e, se não criarmos essas condições de organização familiar, não será fácil aumentar o número de praticantes.

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Citação de Simeone, há 1 hora:

Quando é que é a primeira convocatória do Martinez?

Brevemente

Acho que ainda não está definida a data

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Tenho a esperança de, algures durante a minha vida, ver na FPF alguém que tenha o cargo por competência e não por cunhas ou amizades

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Ricardo Pereira e Iñaki Bergara integram equipa técnica de Martínez (ojogo.pt)

O antigo internacional português Ricardo Pereira e o espanhol Iñaki Bergara vão integrar a equipa técnica de Roberto Martínez na seleção portuguesa, ficando responsáveis pelo treino de guarda-redes.

Recorde-se que por confirmar está ainda a integração de Ricardo Carvalho, antigo central, como adjunto.

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Citação de Tio Hans, há 2 horas:

Não podemos dizer que a selecção está em boas mãos.

O objetivo era o Baia, mas a Federação não consegue competir com o FC Porto em termos de ordenado. 😎

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Citação de Tio Hans, há 8 horas:

Não podemos dizer que a selecção está em boas mãos.

Ricardo vai sair da área técnica de olhos bem fechados.

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