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Guest Dpitz

Tópico da Política e Economia

Publicações recomendadas

Btw, sobre o Estado Islâmico, a Agência Internacional para a Energia, veio-se pronunciar sobre a capacidade do califado em termos de produção e exportação de crude :lol:

Ora, dizem eles que desde que os bombardeamentos da coligação liderada pelos EUA começaram o EI diminuiu a sua produção de 70,000 para 20,000 barris por dia, fazendo assim entre 1 a 5 milhões de dolares na exportação, ou como a agência diz, no contrabando.

Ora, o que a Agência não diz é como esse contrabando é feito e com quem, mas há quem saiba, e quem sabe diz que o crude é transportado por pipeline desde Doura no Iraque até Ceyhan na Turquia. E por camião desde Ajeel, Iraque até ao Curdistão Iraquiano.

Isto tudo soa muito estranho, é que não é preciso ser nenhum especialista para saber que talvez a forma mais eficaz de derrotar este tipo de grupos é atacando as suas fontes de rendimentos, com isso não podem pagar aos soldados, providenciar alimentos, armas, combustivel, etc. No entanto vemos que longe dos holofotes dos media existe conivência com este negócio paralelo de financiação de quem se pretende combater.

Editado por antifa

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Fortuna não é só dinheiro.

 

 

 

Existem 75000 portuguesas com património superior a 1 M $.

 

 

Exacto qualquer pessoa que tenha uma casa que valha 750k (na Expo ) por exemplo e que já paga IMI de 0,3%, vai ainda pagar outro imposto por ter uma casa numa zona privilegiada?

 

Estarás a falar por exemplo de quem arrenda prédios? Aumento de imposto era automaticamente passado para o inquilino....

 

Ou que outro tipo de furtuna estas a falar? lembra-te que qualquer pessoa que qualquer aumento de impostos sobre empresas ou em elementos que gerem riqueza é passado para o consumidor, ou seja, para ti!

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Estou a falar de fortunas, inclui tudo. Dinheiro, casas, terrenos, prédios, carros, barcos, aviões, acções, obras de arte, etc.

 

E obviamente que não taxaria fortunas de 800000 €. Uma taxa de, por exemplo, 0,1 % em fortunas entre 10 M e 100 M € e 0,2 % acima dos 100 M € resultaria numa receita fiscal interessante, já para não falar no moralismo da medida. Estamos a falar de pessoas que, muitas vezes, não são taxadas de acordo com o património que possuem.

Editado por Peplin

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mas como é que taxas património que consiste em bens que já foram pagos? aumentar o IVA para bens de luxo é uma coisa, taxar esses bens é outra que não estou bem a perceber como seria feita.

 

e mal este imposto fosse aprovado deixaria de haver fortunas superiores a €1M em portugal

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Estou a falar de fortunas, inclui tudo. Dinheiro, casas, terrenos, prédios, carros, barcos, aviões, acções, obras de arte, etc.

 

E obviamente que não taxaria fortunas de 800000 €. Uma taxa de, por exemplo, 0,1 % em fortunas entre 10 M e 100 M € e 0,2 % acima dos 100 M € resultaria numa receita fiscal interessante, já para não falar no moralismo da medida. Estamos a falar de pessoas que, muitas vezes, não são taxadas de acordo com o património que possuem.

 

O problema é que taxar essas coisas é dupla tributação porque tu já pagaste impostos quando compraste essas coisas, porque diabo é que tens de pagar ainda mais para as teres?

Aliás tudo o que falas acima já é ou taxado (e por vezes em valores bem altos) ou facilmente colocado em zonas onde nunca teriam de pagar qualquer imposto

 

Por exemplo cerca de 70% de quem colecciona obras de arte com o intuito de realizar mais valias, tem estas guardadas em "casas fortes" junto ao aeroporto de Zug na Suiça ou em Singapura. São zonas francas onde estas coisas podem ser transaccionadas sem se ter que pagar impostos sobre as mais valias (e nada nunca tem de ser declarado ao estado de origem do proprietário)

 

Nenhum imposto desses teria uma receita fiscal maior do que muitíssimo marginal a não ser que fosse algo a ser implementado a nível da EU (e mesmo assim existem ainda muitos outros sítios onde esconder as coisas)

 

Por ultimo seria um contra senso o estado português estar a promover o investimento de estrangeiros em Portugal e depois obrigarem estes a pagar um imposto sobre fortunas...

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Btw, sobre o Estado Islâmico, a Agência Internacional para a Energia, veio-se pronunciar sobre a capacidade do califado em termos de produção e exportação de crude :lol:

Ora, dizem eles que desde que os bombardeamentos da coligação liderada pelos EUA começaram o EI diminuiu a sua produção de 70,000 para 20,000 barris por dia, fazendo assim entre 1 a 5 milhões de dolares na exportação, ou como a agência diz, no contrabando.

Ora, o que a Agência não diz é como esse contrabando é feito e com quem, mas há quem saiba, e quem sabe diz que o crude é transportado por pipeline desde Doura no Iraque até Ceyhan na Turquia. E por camião desde Ajeel, Iraque até ao Curdistão Iraquiano.

Isto tudo soa muito estranho, é que não é preciso ser nenhum especialista para saber que talvez a forma mais eficaz de derrotar este tipo de grupos é atacando as suas fontes de rendimentos, com isso não podem pagar aos soldados, providenciar alimentos, armas, combustivel, etc. No entanto vemos que longe dos holofotes dos media existe conivência com este negócio paralelo de financiação de quem se pretende combater.

http://www.businessweek.com/articles/2014-10-14/u-dot-s-dot-air-strikes-cut-isis-oil-production-by-70-percent

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Fortuna não é só dinheiro.

 

 

 

Existem 75000 portuguesas com património superior a 1 M $.

 

Não existindo restrições de capitais, um imposto dessa natureza não faz sentido no nosso país, como disse o Burkina.

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Voltaram a esquecer-se da Cultura ou lembraram-se que o Costa vai conquistar esse eleitorado (como se viu pelos apoios que ele teve nas primárias) e deram uma prendinha?

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Teria que haver uma salvaguarda dessas situações, claro, desde que a taxação da fortuna rendesse mais do que a simples taxação das propriedades imobiliárias.

 

F_Tex, a tua 2ª frase é um perfeito exagero e tu próprio sabes disso. Existem 6 países europeus que possuem um imposto sobre as fortunas ou imposto equivalente: Espanha, Islândia, Noruega, Holanda, França e Suíça. Sim, a Suíça. Não creio que em qualquer um destes países tenha deixado de haver fortunas de um momento para o outro.

 

E como curiosidade, França obteve uma receita do imposto sobre as fortunas de 4 mil milhões de euros em 2011. Claro que não estou à espera que o mesmo valor fosse atingido em Portugal, mas se apontarmos para 10 % desse valor (400 M €), não parece que seja utópico.

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Teria que haver uma salvaguarda dessas situações, claro, desde que a taxação da fortuna rendesse mais do que a simples taxação das propriedades imobiliárias.

 

F_Tex, a tua 2ª frase é um perfeito exagero e tu próprio sabes disso. Existem 6 países europeus que possuem um imposto sobre as fortunas ou imposto equivalente: Espanha, Islândia, Noruega, Holanda, França e Suíça. Sim, a Suíça. Não creio que em qualquer um destes países tenha deixado de haver fortunas de um momento para o outro.

 

E como curiosidade, França obteve uma receita do imposto sobre as fortunas de 4 mil milhões de euros em 2011. Claro que não estou à espera que o mesmo valor fosse atingido em Portugal, mas se apontarmos para 10 % desse valor (400 M €), não parece que seja utópico.

 

Sim mas nenhum desses países taxa o património, a taxa é sobre os rendimentos (ou seja é sempre a bater nos mesmos, sendo que portugal já tem essa taxa extra de IRS a quem recebe mais de x) e se olhares para França e vires simplesmente pela aritmética do tamanho do PIB, a nossa receita seria nem perto de 400M euros, seria de perto dos 150 Milhoes ou seja 0,1-0,15% do PIB, peanuts e inutil porque esse dinheiro gasto em consumo privado teria um efeito muito mais positivo na economia

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O que precisa de saber sobre o Orçamento para 2015

 

Vêm aí várias mudanças para o dia-a-dia dos portugueses. O Orçamento cria taxas, aumenta outras, desce algumas. Há também números e compromissos a reter. Fique a saber o essencial.

 

O Orçamento do Estado para 2015 vai mudar mais uma vez o cenário fiscal para os portugueses. Veja aqui o que muda no próximo ano.

 

Sobretaxa de IRS –Esta é talvez a principal alteração no que aos impostos diz respeito. A ministra das Finanças garante que tudo o que for cobrado a mais em impostos (IRS e IVA) do que está previsto no Orçamento do Estado será devolvido às famílias. Na prática, este crédito fiscal depende do trabalho do Estado na cobrança de impostos. Ou seja, para que haja direito a restituição aos contribuintes “parcial ou totalmente” da sobretaxa de 3,5% de IRS, o Estado vai ter de cobrar a mais cerca de 947 milhões de euros para que a restituição comece.

 

Sobretaxa só irá descer com recolha de impostos acima de 947 milhões de euros em 2015

 

Imposto sobre os combustíveis: No Orçamento do Estado está inscrito um aumento de dois cêntimos por litro de combustível para financiamento de infraestruturas. A receita esperada com este aumento é de 160 milhões de euros.

 

Governo aumenta imposto petrolífero para pagar estradas lançadas por Sócrates

 

Teto máximo para as prestações não contributivas: Quem recebe prestações como o Complemento Solidário para Idosos ou o Rendimento Social de Inserção e ao mesmo tempo outro tipo de prestações não contributivas vai ter um limite máximo por mês. A ministra das Finanças não revelou o valor, mas disse que seria “em torno do rendimento de um trabalhador sem qualificações”.

 

Governo impõe limite às contribuições sociais

 

Taxa para pensões mais altas mantém-se mas começa a cair: A Contribuição Extraordinária de Solidariedade cai neste Orçamento, mas mantém-se em vigor, pelo menos até 2017, a taxa adicional para as pensões mais altas. Com uma diminuição das taxas aplicadas.

 

Corte nas pensões mais altas só acaba em 2017, mas começa já a baixar

 

Pensões mínimas aumentam 1%. A proposta de Orçamento do Estado para 2015 sobe em 1%, ligeiramente acima da previsão para a inflação de 0,7%, as pensões mínimas, sociais e rurais.

 

Pensões mínimas vão voltar a aumentar 1% em Janeiro

 

Função pública com carreiras congeladas e salários (parcialmente) devolvidos: depois de o TC ter obrigado à devolução dos cortes de 2014, em 2015 começa a ser reposta a parcela cortada em 2011 (20%). Há uma “estimativa” de 12 mil funcionários públicos que podem ser colocados na mobilidade especial.

 

Como fica a função pública?

 

Taxas moderadoras descem cinco cêntimos: Uma das descidas previstas neste Orçamento é das taxas moderadoras, mas pequena, de apenas cinco cêntimos. Poderão cair mais, mas depende do cenário macroeconómico. Ainda no que ao setor da saúde diz respeito, a contribuição sobre as farmacêuticas afinal já não vai avançar em janeiro. E os médicos vão ter incentivos para irem para zonas mais carenciadas.

 

Idas ao hospital mais baratas

 

Taxas sobre o tabaco e álcool aumentam: São mais dois impostos que vão subir, sobre o tabaco e sobre as bebidas alcoólicas (onde não entra o vinho). Os cigarros eletrónicos e as cigarrilhas entram também nestas contas.

 

Cigarros eletrónicos passam a ser taxados. Cigarrilhas e charutos vão ter imposto mínimo

 

Cortes nos ministérios: No lado da redução da despesa, o Governo cortou nos orçamentos dos ministérios. A Educação perde 704 milhões de euros e a Administração Interna perde 49 milhões.

 

Escolas perdem 704 milhões de euros no próximo ano

 

Governo quer cortar 49 milhões de euros na Segurança Interna. PSP em reorganização

 

Privatizações em marcha lenta. CP Carga e a Empresa de Manutenção Ferroviária voltam a estar na lista de privatizações. A TAP também, mas para este ano e sem certezas. Como a lista é curta e sem novidades, o encaixe previsto é residual.

 

Privatizações geram receita residual em 2015

Jogo online avança desta? Depois de constar dos documentos do Governo há ano e meio, a legalização do jogo online volta a estar no Orçamento, com uma estimativa de receitas baixa: 25 milhões de euros.

IMI vai ter enorme aumento. Terminada a cláusula de salvaguarda que estava na lei do arrendamento, a factura total do aumento do IMI nos prédios que foram objecto de reavaliação chega em 2015 e vai afectar um número elevado de famílias – alargando-se a uma boa parte dos 5 milhões de imóveis que foram reavaliados. Segundo o Público, haverá mais 50 mil famílias com isenção, tendo em conta o novo limite para isenção, que passa de um rendimento anual de 14.600 euros para os 16.261 euros anuais.

 

Desempregados no lugar de pais empregados a tempo parcial: Já se sabia e ficou confirmado – o Governo pretende colocar desempregados de longa duração a substituir os pais que optem por trabalhar a tempo parcial, no âmbito do “Programa de Incentivo à Empregabilidade de Pais“.

 

Realista, diz a ministra das Finanças

 

Para a ministra das Finanças este será o orçamento da “autonomia” e o que significa isto? Significa que “pela primeira vez” será cumprido um défice de 3%. Disse a ministra na conferência de imprensa que “não é a primeira vez que se fixa um objetivo de défice abaixo de 3%, mas será a primeira vez que será efetivamente cumprido”. Contudo, a inflação pode comprometer o cenário.

 

Contudo, Portugal falhará as metas acordadas com os parceiros internacionais (que teria de ser de 2,5% em vez de 2,7%) e falhará também as metas do Tratado Orçamental. A ministra preferiu não falar sobre as consequências desta derrapagem dizendo apenas que os argumentos apresentados pelo governo são “positivos e fortes” e que espera por isso que sejam aceites pelos parceiros.

 

Disse a ministra que preferiu a derrapagem de duas décimas no défice à alternativa que seria aumentar impostos. Para isso introduziu medidas adicionais de consolidação orçamental: a austeridade no próximo ano vale 1.249 milhões de euros.

 

@Observador.pt

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A taxação das fortunas é utópica em Portugal, porque os grandes ricos de Portugal não são taxados normalmente a nivel de IRS, optam antes por ser pagar as taxas liberatórias que estão nos 28%, quando com o IRS seriam tributados em cerca de 50% do seu rendimento.

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edit: resolvido

 

:compinchas:

Editado por Roma

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Visitante

O que é preciso é continuar a insistir na fiscalização.

 

E, acrescento, regulação (em geral, mas sobretudo, financeira).

O nosso país com uma boa regulação, boa fiscalização, justiça rápida eficaz, menos burocracia, e um IRC baixo, estavamos impecáveis a nível tanto de IDE, como mesmo investimento das familias portuguesas :)

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Guest Dpitz

wow, vão mesmo meter taxa de 0,60€ por cada mililitro de líquido para o cigarro electrónico?

Cada garrafinha tem 6ml e custa entre 3-5€ (os mais baratos)... vai passar a custar o dobro :lol:

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wow, vão mesmo meter taxa de 0,60€ por cada mililitro de líquido para o cigarro electrónico?

Cada garrafinha tem 6ml e custa entre 3-5€ (os mais baratos)... vai passar a custar o dobro :lol:

Óptimo! Diz a tabaqueira.

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Depende do montante que quiseres colocar na conta e para o que ela servirá, por exemplo a CGD, até determinado valor, não me recordo qual, cobra-te uma taxa de manutenção trimestral de 15€, o que perfaz 60€ ao final de 12 meses.

Editado por Vaart

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Novo Banco!

 

Espírito Santo Internacional e Rioforte entram em insolvência

 

A justiça luxemburguesa negou à Espírito Santo International e à sua subsidiária Rioforte, que controlava os interesses não financeiros do grupo, a hipótese de gestão controlada. As duas sociedades vão assim entrar em insolvência e ser liquidadas para pagar aos credores.

 

“Esta decisão enquadra-se no entendimento uniforme e quase automático do tribunal luxemburguês que, nos últimos anos, tem decidido pela liquidação das empresas em dificuldades financeiras, que têm solicitado a sua protecção”, lê-se num comunicado emitido pela Rioforte.

 

A gestão controlada, que as duas empresas tinham pedido, permitiria que estas continuassem a funcionar e fossem reestruturadas, enquanto beneficiavam de uma protecção em relação aos credores.

 

A venda dos activos das duas empresas será agora conduzida pelo liquidatário judicial nomeado pelo tribunal, “sendo os credores da insolvente ressarcidos pelo produto da liquidação integral do património do devedor, que será realizada da forma mais célere possível”, acrescenta o comunicado.

 

A Rioforte tem activos na área do imobiliário e turismo, entre os quais a cadeia de hotéis Tivoli e a Herdade da Comporta, tendo vendido a participação na Espírito Santo Saúde, no âmbito da OPA lançada pelos chineses da Fosun, donos da seguradora Fidelidade, que foi concluída esta semana. Já no mês passado, a Rioforte tinha vendido a Espírito Santo Viagens à empresa suíça Springwater, por um valor não revelado.

 

No início deste mês, a justiça já tinha rejeitado o pedido de gestão controlada feito pelo Espírito Santo Financial Group, a sociedade responsável pelas participações nas empresas da área financeira.

 

publico.pt

Editado por Oblivion

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Qual é o melhor banco para abrir conta?

eu tenho uma conta na caixa (caixa jovem) e não pago qualquer taxa de manutenção, anuidade ou o que quer que seja. e tenho 3 cartões.. (débito, faculdade e ISIC)

 

a idade limite é 25 anos

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