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Guest Dpitz

Tópico da Política e Economia

Publicações recomendadas

O Mas não sabe como descalçar a bota :lol: Meteu-se numa bela alhada...

Acordou o "monstro" da independência, e agora vai ser o "monstro" a acabar com ele. O seu partido afunda-se nas sondagens e quem sobe é o partido que históricamente sempre foi independentista, a Esquerra Republicana, as pessoas não são otárias e sabem que se este assunto é para ir em frente então mais vale confiar no original e cagar na cópia.

Mais, as pessoa na Catalunha estão fartas de votações que não servem para nada, "referendos" destes já houve uns quantos e o último até foi à pouco tempo, assim, a responsabilidade para verdadeiramente avançar está agora no campo da sociedade civil que se deverá manifestar sobre se quer verdadeiramente a independência ou apenas andar em joguinhos politicos.

Prevê-se um terramoto politico e espero que os outros partidos pró-referendo não tenham problemas em afundar a coligação. Para já parecem bastante criticos com esta solução arranjada pelo Mas, mas só mais tarde ou amanhã se saberá a decisão que tomaram.

 

 

 

EDIT--

 

Meanwhile na Ucrânia os nazis estão a rodear o parlamento em Kiev já que lá uma proposta para conceder o estatudo de veterano a combatantes da WW2 que lutaram contra os soviéticos foi chumbada. Fala-se que já foram disparados tiros contra o edificio, está grande confusão com gás lacrimogéneo e tudo.

 

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:lol:

Editado por antifa

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O referendo mantém-se para dia 9 de novembro, mas sem poder vinculativo. Deixa de ser um referendo e passa a ser uma consulta popular. O Artur Mas diz que esta solução tem o acordo dos diferentes partidos.

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As feridas nunca foram (nem vão ser) fechadas...

 

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Por Kobane depois de mais um proveitoso dia de raids aéreos que permitiram recuperar alguma área da cidade começa a ficar mais preocupante a situação humanitária que propriamente a militar.

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Exacto, em Kobane o EI abandonou as suas posições na zona Leste da cidade e recuou. O YPG tambem conseguiu ontem controlar a colina com grande importância estratégica onde há uns dias o EI tinha içado a sua bandeira.

 

A moral está em alta como se pode ver em algumas fotos que vão saindo de lá.

 

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Entretanto no meio disto tudo e só para mostrar quem manda a Turquia decidiu quebrar a trégua que existia desde 2012 e com caças F-16 bombardeou centros do PKK.

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Alguém tem sugestões de medidas para aumentar a receita do Estado e diminuir a despesa?

 

Pensei em imposto sobre herança, taxa sobre dormidas, aumento do imposto sobre produtos de luxo, isto tudo estudando bem as consequências para que não se atingisse o topo da curva de laffer. Mais coisas?

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Não ultrapassar, era o que queria dizer :p

 

Mas também não era muito ideal que se atingisse o topo, era sinal que estariamos praticamente estrangulados.

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Vão saindo, entretanto, algumas leaks relativamente ao OE 2015:

 

- CES mantém-se para pensões mais altas, a partir de 4611.12€;

- CES deve ser reduzida para metade em 2016 e eliminada em 2017;

- Privatização da TAP é para avançar ainda este ano, mas quando existirem condições de mercado;

- Derrapagem do défice para 2.7% relativamente ao acordado com a Troika (2.5%);

- PIB vai crescer 1.5%;

- IRC baixa para 21%;

- Prevê-se que a taxa de desemprego fique nos 13.4% em 2015;

- Cortes nos ordenados da função pública (3.5%-10%), a partir de 1500€, são para manter;

 

(Atualização terminada aquando do início da conferência de imprensa relativa ao Orçamento de Estado de 2015)

Editado por Vaart

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"Quando existirem condições de mercado" lol.

 

Está, já há alguns meses, uma campanha na CS para baixar o valor da empresa. Portanto isso das condições de mercado tem muito que se lhe diga. Actualmente, parece-me que só pode dar num negócio feito por valores abaixo daqueles que poderiam ser considerados próximos do real valor da empresa. Mas é esperar para ver.

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Estou a fazer, como habitualmente, um post com as principais medidas do OE 2015.

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Eu sei, eu é que achei piada a essa medida.

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Eu também achei piada à construção da frase, é para privatizar! mas, só quando houver condições :mrgreen:

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Alguém tem sugestões de medidas para aumentar a receita do Estado e diminuir a despesa?

 

Pensei em imposto sobre herança, taxa sobre dormidas, aumento do imposto sobre produtos de luxo, isto tudo estudando bem as consequências para que não se atingisse o topo da curva de laffer. Mais coisas?

 

esse topo foi atingido há uns anos valentes imo.

 

imposto sobre herança de herdeiros directos ja existiu e já não existe por boas razões, mas é um pouco como quem realmente tem dinheiro a serio sabe como faze-lo de qq maneira sem ter que pagar imposto no tempo em que ele existia

 

taxa sobre dormidas seria um imposto municipal

 

imposto sobre os produtos de luxo...enfim mais uma vez a não ser que sejam coisas que têm que ser registadas (como automoveis), hoje em dia sem taxas alfandegarias, poderias ir buscar esse produto a qualquer zona da UE por preços mais baixos. A receita proveniente disso seria marginal a não ser que o estado considerasse praticamente tudo como um luxo

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Orçamento de Estado para o ano de 2015 - Primeiro Orçamento de Estado após o período de intervenção da Troika:

 

Apesar de ser o primeiro orçamento do pós-Troika, o ajustamento financeiro, segundo a Ministra das Finanças, ainda não está concluído.

 

- Crescimento do PIB em 1.5%, explicado, em parte, por um aumento do consumo privado (de acordo com a Ministra da Finanças isto deve-se ao aumento do salário mínimo, devolução de 20% dos vencimentos da função pública e diminuição no corte das pensões) e aumento do investimento. Este valor (1.5%) vai contra o avançado pela Unidade Técnica de Acompanhamento do Orçamento (UTAO) (0.8%);

- Défice para 2014: 4%, indo ao encontro do acordado com a Troika;

- Défice para 2015 (estimativa): 2.7%, uma violação de 0.2% relativamente ao acordado com a Troika. Por outro lado, é a primeira vez, desde a entrada na moeda única, que Portugal pode registar um défice inferior a 3%. As decisões do Tribunal Constitucional relativamente ao Orçamento de Estado de 2014 alteraram as circunstâncias orçamentais para o ano corrente (2014) e para o próximo ano (2015). A adição de entidades da administração pública, oriunda de uma reclassificação de organizações, para o cálculo do défice, também afetam o valor desta métrica para o próximo ano. O Governo poderia ter impedido a derrapagem de 0.2%, segundo a Ministra das Finanças, através de um novo aumento de impostos, mas decidiu não o fazer;

- Dívida pública cai para 123.7% do Produto Interno Bruto (PIB);

- Excedente primário previsto para 2015;

- IRC baixa de 23% para 21% (segunda descida em dois anos);

- Manutenção da Contribuição Extraordinária de Solidariedade, mas para pensões a partir de 4611,12€;

- A CES deverá ser reduzida para metade em 2016 e eliminada em 2017;

- Taxa de desemprego (estimativa em baixa): 13.4%;

- Subsídio de Natal dos funcionários públicos e pensionistas pago em duodécimos;

- Devolução, para a função pública, de 20% dos cortes nos vencimentos;

- Manutenção do congelamento de promoções e progressões na carreira da função pública;

- Cortes nos salários da função pública mantém-se para vencimentos acima de 1500€ (3.5%-10%);

- Espera-se um aumento das receitas de IRS (estimativa: 13.168M€);

- Funcionários do privado podem optar por receber 50% dos subsídios em duodécimos;

- Privatização da TAP avança ainda em 2014, todavia só se existirem condições de mercado;

- Privatização da CP Carga (empresa do grupo CP que dá lucro) e EMEF avança em 2015;

- Crédito fiscal avança em 2015 para permitir devolução da sobretaxa de IRS, na sua totalidade ou parcialmente, em 2016;

- Aumento de impostos específicos sobre consumo (álcool, tabaco) destinados à sustentabilidade do SNS. Aumento de tributação para alguns tipos de tabaco que já estavam sujeitos a imposto e inclusão de novos tipos de tabaco;

- Aumento da contribuição para o setor rodoviário;

- Pensões mínimas com aumento de 2,60€ para 262,14€;

- Reforço da contribuição pedida ao setor bancário que será direcionada para o fundo de resolução;

 

O que já se sabe sobre o Orçamento do Estado para 2015

 

A proposta de Orçamento do Estado para 2015 vai ser entregue esta tarde pelo Governo no Parlamento e apresentada de seguida pela Ministra das Finanças. Algumas das novidades já são conhecidas. Veja aqui quais.

 

Défice de 2,7% do PIB

 

O Orçamento do Estado para 2015, que o Governo entrega esta quarta-feira na Assembleia da República, tem como meta um défice público de 2,7% do PIB. Situa-se duas décimas acima do objectivo inicial (2,5%), mas persiste três décimas abaixo do limite dos 3%. O valor foi oficializado ontem pelo primeiro-ministro, que realçou que Portugal conseguirá baixar o défice para 4% este ano e sair do Procedimento por Défices Excessivo em 2015. "Nesta altura, não seria senão contraproducente estar a aumentar impostos para, em vez de termos um défice de 2,7%, termos 2,5%", justificou Passos Coelho.

 

Crescimento do PIB de 1,5% e desemprego baixa para 13,4%

 

O Governo deverá manter sem variações a previsão de crescimento do PIB no próximo ano, de 1,5%. Esta previsão coincide com a que foi avançada na semana passada pelo FMI, que também antecipa um crescimento de 1,5% no PIB no próximo ano. Já a taxa de desemprego para 2015, segundo noticiou o Económico, será de 13,4%, abaixo dos 14,2% antecipados para este ano.

 

12 mil funcionários públicos para a mobilidade

 

O Governo assumiu perante a Comissão Europeia que pretende enviar para a mobilidade especial 12 mil funcionários em 2014 e 2015. Estes receberão "60% dos seus salários anteriores no primeiro ano, e 40% depois", lê-se no relatório que avalia o programa de ajustamento nacional que decorreu entre 2011 e o Verão deste ano.

 

Congelamento das pensões

 

O acesso às pensões antecipadas está congelado na Segurança Social desde meados de 2012 e neste momento há informações contraditórias sobre o que acontecerá no próximo ano. A versão preliminar da Lei do Orçamento conhecida na semana passada abria a porta a um novo congelamento até ao final de 2015, informação que é confirmada pelo Diário Económico e pela Antena 1. No entanto, esta intenção contraria a informação que foi dada à Comissão Europeia: um relatório divulgado esta terça-feira revela que o Governo garantiu a Bruxelas que iria descongelar o acesso às pensões antecipadas.

 

Organismos do Estado podem contratar se não subirem a despesa

 

O Governo quer deixar cair restrições à contratação na administração pública. A intenção é que os serviços do Estado possam voltar a contratar, sem terem de cumprir metas de redução de funcionários, desde que isso não implique um aumento da massa salarial global, soube o Negócios junto de fonte governamental.

 

Sobretaxa de IRS não baixa em 2015

 

Afinal não haverá redução da sobretaxa de 3,5% de IRS já em 2015. Esta decisão do Governo foi já confirmada e a intenção do Executivo é, antes, deixar em aberto a possibilidade de os valores cobrados em 2015 virem a ser devolvidos com a liquidação de IRS em 2016. Dependerá dos valores da receita fiscal.

 

IRC reduz-se em dois pontos, para os 21%

 

O Governo já confirmou aos grupos parlamentares que a taxa de IRC vai mesmo descer novamente em 2015, tal como estava prometido desde o ano passado, quando foi aprovada a reforma do imposto. Passará, assim, para os 21%.

 

Aumentam impostos sobre tabaco e álcool

 

O Governo vai carregar mais nos impostos sobre o tabaco e o álcool e também os cigarros electrónicos deverão passar a estar incluídos. Ontem, na reunião com o Bloco de Esquerda, no Parlamento, a Ministra das Finanças explicou que a receita será consignada ao Serviço Nacional de Saúde.

 

Subsídios em duodécimos

 

Estende-se por mais um ano o pagamento de metade dos subsídios de férias e de Natal em duodécimos, com os trabalhadores do sector privado a manter a possibilidade de se oporem, com uma declaração nesse sentido junto da sua entidade patronal. Já os funcionários públicos e pensionistas terão o subsídio de Natal pago obrigatoriamente em duodécimos.

 

Progressões congeladas

 

Os funcionários públicos vão ter mais um ano sem promoções nem progressões na carreira. De acordo com a proposta preliminar, o OE 2015 continua a vedar quaisquer valorizações remuneratórias, o que inclui alterações de posicionamento remuneratório, progressões, promoções, nomeações ou graduações em categoria ou posto superiores aos actuais. Prémios de desempenho também ficam proibidos.

 

Taxa sobre as farmacêuticas

 

O OE deverá prever uma nova contribuição a suportar pela indústria farmacêutica (as entidades que procedam à primeira alienação em território nacional) cujo objectivo é a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde, na vertente dos gastos com medicamentos. A taxa vai variar de acordo com o tipo de medicamento, podendo ir dos 0,5% (no caso de medicamentos comparticipados) aos 15% para os de consumo em meio hospitalar.

 

Mobilidade para os médicos

 

A proposta preliminar de OE prevê que em situações de "manifesta carência", que possam comprometer a actividade regular dos serviços, e a prestação dos cuidados de saúde, as Administrações Regionais de Saúde poderão "utilizar a mobilidade (...) de um trabalhador de e/para órgão ou serviço distintos, desde que, ambos, situados na respectiva área geográfica de influência".

 

Novo Imposto sobre transacções

 

É uma autorização legislativa e prevê a criação de imposto do selo sobre a generalidade das transacções financeiras que tenham lugar em mercado secundário. O Governo recupera, assim, uma proposta que foi já incluída no OE para 2014, mas que não chegou a ver a luz do dia. A taxa mínima de imposto, de acordo com a versão preliminar da proposta, seria de 0,3% para a generalidade das operações e para derivados e de 0,1% para as operações de elevada frequência.

 

@JornaldeNegocios.pt

 

Principais medidas do Orçamento do Estado 2015

 

Conheça algumas das medidas e objetivos incluídos no documento esta tarde entregue pela ministra das Finanças no Parlamento

 

Governo conta com 'almofada' de 748,6 ME

Este valor resulta da soma da dotação provisional e da reserva orçamental inscritas na proposta orçamental do Governo para 2015, que combinadas ascendem aos 748,6 milhões de euros.

 

Municípios vão receber mais 131 milhões de euros

 

Os municípios deverão receber em 2015 cerca de 2,357 mil milhões de euros, um acréscimo de 131 milhões de euros em relação às transferências deste ano, segundo a proposta do Orçamento do Estado para 2015 (OE2015). Na proposta apresentada hoje pelo Governo na Assembleia da República, a que a Lusa teve acesso, os municípios devem receber 1,726 mil milhões de euros através do Fundo de Equilíbrio Financeiro (FEF), relacionado com a repartição de verbas do Estado para as autarquias, mais cerca de 25 milhões do que no ano passado.

 

Regiões autónomas recebem cerca de 423 milhões de euros

 

As Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira vão receber em 2015 perto de 423 milhões de euros, menos cerca de 1.700 mil euros do que este ano, segundo a proposta de Orçamento do Estado hoje apresentada.

 

De acordo com o documento, a que a agência Lusa teve acesso, as duas regiões autónomas vão receber 422.645.25 euros no próximo ano, depois de em 2014 terem recebido 424.339.771 euros. A diferença é de 1.645.25 euros. O Estado vai atribuir no próximo ano 250.963.710 euros aos Açores (contra os 251.439.198 euros transferidos este ano) e 171.681.560 euros à Madeira (contra os 172.900.573 transferidos em 2014).

 

Despesa com ensino básico e secundário cai 700 ME

 

A despesa com o ensino básico e secundário baixa 704,4 milhões de euros em 2015 face a 2014, caindo para os 5.539,5 milhões de euros, de acordo com a proposta do Orçamento do Estado para 2015.

De acordo com a proposta de Orçamento do Estado para 2015 a que a Lusa teve acesso, a despesa total consolidada prevista para 2015 para o ensino básico e secundário decresce 11,3% em comparação com 2014, ano em que se fixou em 6.243,9 milhões de euros.

 

O valor previsto no Orçamento do Estado para 2015 para as prestações de desemprego e de apoio ao emprego vai sofrer um corte de 10,6%, perdendo mais de 243 milhões de euros relativamente ao Orçamento de 2014.

 

Na proposta do Orçamento do Estado (OE) para 2015, que foi hoje entregue na Assembleia da República, o Governo deixa claro que a "continuação da recuperação económica terá particular incidência no aumento da receita de contribuições sociais e na redução da despesa com prestações de desemprego".

 

O Governo vai voltar a aumentar a contribuição de serviço rodoviário em 2015, esperando um encaixe de 160 milhões de euros com a subida, segundo a proposta de Orçamento do Estado entregue hoje na Assembleia da República.

 

Segundo o documento, o valor da contribuição de serviço rodoviário sobe de 67 euros por cada mil litros de gasolina para 87 euros, aumenta de 91 euros por cada mil litros de gasóleo para 111 euros, enquanto no GPL (gás de petróleo liquefeito) auto o aumento é dos 103 euros por cada mil quilogramas para 123 euros.

 

Aumento de imposto extraordinário sobre banca permite encaixe de 31 ME

 

O relatório refere que "a Proposta do Orçamento para 2015 procede à prorrogação do regime da contribuição extraordinária sobre o setor bancário" e vai mais longe ao referir que esta vai aumentar.

A subida do imposto cobrado à banca deverá render, segundo o Governo, mais 31 milhões de euros em receitas adicionais.

 

Os encargos líquidos com as Parcerias Público-Privadas (PPP) vão diminuir 5% em 2015 face às estimativas para 2014, totalizando 1.382 milhões de euros, o valor mais baixo até 2019, de acordo com a proposta do Orçamento do Estado.

 

Do valor previsto para 2015 (1.382 milhões de euros), 924 milhões de euros são referentes a contratos rodoviários, que continuam a representar a maioria dos encargos, nove milhões à ferrovia, 400 milhões à área da saúde e 49 milhões à segurança.

 

No caso das parcerias rodoviárias, há uma redução dos encargos em relação a 2014: de 987 milhões de euros para 924 milhões de euros em 2015, valor que deverá voltar a subir em 2016 para os 1.125 milhões de euros. Em 2015, os encargos com as PPP ferroviárias mantêm-se estáveis nos nove milhões de euros, enquanto os custos com as parcerias da área da saúde descem de 414 milhões de euros este ano para 400 milhões de euros.

 

O Governo mantém a sobretaxa em sede de IRS em 2015 e introduz um crédito fiscal que poderá "desagravar parcial ou totalmente" o imposto pago, mas só se as receitas efetivas de IVA e de IRS forem superiores às estimadas.

 

De acordo com a proposta de Orçamento do Estado para 2015 (OE2015), hoje entregue no Parlamento, o Executivo mantém a sobretaxa de 3,5% em sede de IRS aplicada ao montante que exceda salário mínimo nacional e introduz "um crédito fiscal que permitirá desagravar, parcial ou totalmente, a coleta da sobretaxa referente ao ano de 2015".

 

As progressões de carreira e as valorizações remuneratórias na Administração Pública mantêm-se congeladas no próximo ano, embora o Governo admita a atribuição "excecional" de prémios de desempenho, segundo a proposta do Orçamento do Estado para 2015 (OE2015).

 

De acordo com a proposta de lei hoje entregue no parlamento, "é vedada a prática de quaisquer atos que consubstanciem valorizações remuneratórias" no próximo ano.

 

Mantêm-se congeladas "alterações de posicionamento remuneratório, progressões, promoções, nomeações ou graduações em categoria ou posto superiores aos detidos".

 

Economia deverá crescer 1,5% e desemprego descer para 13,4%

 

Governo confirma a previsão de crescimento económico para 2015, estimando que seja de 1,5%, e diminui a previsão da taxa de desemprego, esperando que desça para os 13,4% no próximo ano, segundo o relatório do Orçamento do Estado.

 

Segundo o relatório do Orçamento do Estado para 2015 (OE2015), a que a agência Lusa teve hoje acesso, a estimativa do Governo para o crescimento económico no próximo ano mantém-se nos 1,5%, conforme previsto no Documento de Estratégia Orçamental (DEO) apresentado em abril.

 

Por outro lado, o Governo revê em baixa a estimativa para a taxa de desemprego no próximo ano, esperando que desça para os 13,4%. No DEO, a estimativa do Executivo PSD/CDS-PP era que a taxa de desemprego ficasse pelos 14,8% em 2015.

 

Governo baixa IRC de 23% para 21%

 

O Governo quer baixar a taxa do IRC dos 23% para os 21% no próximo ano, segundo a proposta do Orçamento do Estado para 2015 (OE2015), a que a Lusa teve hoje acesso.

 

"Concretizada a reforma, através de um diploma legal que beneficiou de um consenso social e político alargado, nesta proposta de Orçamento do Estado, o Governo propõe apenas a redução da taxa de IRC [imposto sobre o Rendimento de Pessoas Coletivas] de 23% para 21%", lê-se no documento.

 

O subsídio de Natal dos funcionários públicos e dos aposentados, reformados e pensionistas será pago em duodécimos no próximo ano, segundo o relatório da proposta do Orçamento do Estado para 2015 (OE2015), ao qual a Lusa teve acesso.

 

De acordo o documento hoje entregue no parlamento, o pagamento do subsídio de Natal aos trabalhadores das Administrações Públicas, tal como em 2013 e em 2014, "é pago mensalmente, por duodécimos".

 

O mesmo irá suceder aos aposentados, reformados e demais pensionistas da Caixa Geral de Aposentações (CGA), bem como do montante adicional atribuído aos pensionistas do sistema de Segurança Social, que também "têm direito a receber mensalmente, no ano de 2015, a título do subsídio de Natal, um valor correspondente a 1/12 da pensão que lhes couber nesse mês".

 

Trabalhadores do setor privado podem optar por receber 50% dos subsídios em duodécimos

 

Os trabalhadores do setor privado podem decidir se preferem receber metade do valor dos subsídios de férias e de Natal em duodécimos em 2015, segundo a proposta do Orçamento do Estado para 2015 (OE2015).

 

A medida, que vigorou durante os anos de 2013 e de 2014, ao abrigo da lei n.º 11/2013, de 28 de janeiro, é agora mantida pelo Governo no OE2015.

 

O Governo vai manter a aplicação da Contribuição Extraordinária de Solidariedade (CES) sobre as pensões a partir de 4.611,42 euros, segundo o relatório que acompanha a proposta do Orçamento do Estado para 2015 (OE2015).

 

De acordo o documento, ao qual a Lusa teve acesso, "as pensões, subvenções e outras prestações pecuniárias de idêntica natureza, pagas a um único titular, são sujeitas a uma contribuição extraordinária de solidariedade, nos seguintes termos: 15% sobre o montante que exceda 11 vezes o valor do Indexante de Apoio Social (IAS) mas que não ultrapasse 17 vezes aquele valor e 40% sobre o montante que ultrapasse 17 vezes o valor do IAS".

 

Ou seja, uma vez que o IAS é de 419,22 euros, o corte de 15% será aplicado a pensões a partir de 4.611,42 euros e até 7.126,74 euros. A partir deste valor, o corte a aplicar será de 40%, segundo a versão preliminar do OE2015.

 

O Governo espera obter mais receitas com o Imposto sobre o Rendimento das pessoas Singulares (IRS) em 2015, segundo a proposta de Orçamento do Estado para 2015, a que a Lusa teve acesso.

 

No documento já entregue no Parlamento, o Governo estima arrecadar 13.168 milhões de euros em receitas de IRS, mais 2,4% que os 12.863,1 milhões de euros que espera arrecadar até ao final de 2014.

 

A dívida pública deverá cair para os 123,7% do Produto Interno Bruto (PIB) no próximo ano, de acordo com o relatório da proposta do Orçamento do Estado para 2015, a que a Lusa teve hoje acesso.

 

Segundo o documento, cujos cálculos são já apresentados ao abrigo do novo Sistema Europeu de Contas (SEC2010), a dívida pública portuguesa passará dos 127,2% do PIB este ano para os 123,7% em 2015.

 

@DN.pt

Editado por Vaart

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Privatização da EMEF? Haha então o estado teve que comprar aquilo para que a malta não fosse para o desemprego há uns anos atrás... Os gajos são altamente deficitários, devem vender aquilo por 1 euro, se alguem quiser comprar claro

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Alguém tem sugestões de medidas para aumentar a receita do Estado e diminuir a despesa?

 

Pensei em imposto sobre herança, taxa sobre dormidas, aumento do imposto sobre produtos de luxo, isto tudo estudando bem as consequências para que não se atingisse o topo da curva de laffer. Mais coisas?

 

Imposto sobre as fortunas, imposto sobre as mais-valias urbanísticas e legalização da canábis com consequente taxação da substância.

 

Renegociação da dívida e redução da despesa com consultoria e assessoria.

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Imposto sobre as fortunas, imposto sobre as mais-valias urbanísticas e legalização da canábis com consequente taxação da substância.

 

Renegociação da dívida e redução da despesa com consultoria e assessoria.

 

Isto é a maior palermice alguma vez dita, hoje que qualquer um pode transferir o dinheiro para fora de Portugal, quem diabo é que mantinha o dinheiro em Portugal a ter que pagar um imposto desses.

 

portugal perdia investimento e ainda fazia menos impostos!

 

impostos sobre as fortunas é uma idiotice e uma ideia mais populista que o PP

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é verdade, o imposto sobre fortunas é daquelas cenas que fica bem num placard, pouco mais. mas pensam que vão taxar que fortunas?

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Fortuna não é só dinheiro.

 

é verdade, o imposto sobre fortunas é daquelas cenas que fica bem num placard, pouco mais. mas pensam que vão taxar que fortunas?

 

Existem 75000 portuguesas com património superior a 1 M $.

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