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Heroes of the Storm

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Cinematic Trailer

 

 

 

Gameplay Trailer

 

 

 

Developer Interview

 

 

 

Criei o tópico para se ir falando disto. Tem potencial para chegar ao topo rapidamente, e vou jogar certamente. Só de pensar em poder jogar com o Arthas ou Illidan :heart:

Editado por Unclouded

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Depois de anos em produção, a Blizzard revelou finalmente a sua proposta para o género MOBA: Heroes of the Storm. Anteriormente apelidado de Blizzard All-Stars, este jogo de ação e estratégia multijogador foca-se nas personagens mais carismáticas dos universos de jogos da produtora como Warcraft, Diablo e Starcraft. A BGamer teve oportunidade de assistir à apresentação do jogo na Blizzard, jogar uma breve demo e falar com um dos produtores.

 

BGamer (BG): Pode explicar-nos o conceito de Heroes of the Storm?

Alan Dabiri (AD): É um jogo por equipas, de combate, em que os jogadores podem escolher a sua personagem favorita do universo Blizzard, entre heróis e vilões, e lutar contra outra equipa. O objetivo é destruir o palácio da equipa contrária para alcançar a vitória. Esse objetivo será efetuado numa grande variedade de Battlegrounds e diferentes mecânicas de jogo, de forma a manter o jogo distinto e refrescante a cada partida.

 

BG: O que o torna diferente de outros jogos MOBA no mercado, como League of Legends e DoTA 2?

AD: Hoje estamos a mostrar quatro mapas diferentes aqui no evento, e cada um oferece uma mecânica distinta dos restantes. No final, o objetivo será sempre o mesmo, que é percorrer o mapa e destruir a base dos adversários, mas cada um oferece um ângulo de abordagem diferente. Por exemplo, um mapa chamado BlackHeart's Bay, onde terão de recolher as moedas de ouro (Golden Doubloon) espalhadas pelo mapa e entrega-las ao pirata Blackheart. Quando fizerem isto, este irá eventualmente utilizar os canhões dos seus barcos piratas contra o adversário e ajudar a destruir a sua base. Assim, não podem limitar-se apenas a atravessar o mapa, mas também a tomar algumas decisões estratégicas. E quando recuperarem as moedas de ouro, irão tornar-se inevitavelmente um objetivo em movimento no mapa, pois os oponentes têm a informação de quantas moedas recolheram. Assim, já não é uma questão de aguentar as linhas de combate, mas sim perseguir os adversários pelo mapa.

Noutro mapa, Cursed Hollow, existe o Raven Lord que recolhe tributos das pessoas. Estes tributos irão aparecer no mapa aleatoriamente e uma vez reunidos e entregues, o Raven Lord irá lançar uma praga à equipa adversária. As tropas ficarão mais fracas e as torres defensivas deixam de trabalhar durante algum tempo, concedendo uma vantagem estratégica eficaz.

 

BG: Prevê que Heroes of the Storm possa figurar nos eventos de eSports?

AD: Historicamente, um jogo para eSports é desenvolvido organicamente tendo isso em mente, mas isso não é o nosso foco primário neste momento. O nosso primeiro objetivo é produzir um jogo que seja bastante divertido, e tal como sempre, fazer um título que nós próprios gostássemos de jogar. Depois deixamos a comunidade decidir, se querem tornar o jogo numa prova de eSports. E quando isso acontecer estaremos obviamente lá para suportar, a nível da infraestrutura e de uma equipa dedicada à componente eSports, tal como podem ver tudo isso na WSC de Starcraft II. Mas isso não é o nosso objetivo primário, mas sim fazer um jogo divertido para jogar com amigos.

 

BG: Heroes of the Storm apresenta um elenco de personagens memoráveis, entre protagonistas a vilões e bosses finais dos jogos da Blizzard. Como é que equilibram as personagens em termos de jogabilidade, mantendo sobretudo as armas e ataques de assinatura?

AD: É de fato um grande desafio manter as personagens fortes e épicas, tal como merecem ser. Quando jogas com o Arthas ou Diablo, vocês conhecem estas personagens das respetivas narrativas, e elas não podem ser fracas, terão de ser verdadeiramente “bad asses” e fazer habilidades brutais. Acho que o que fizemos foi tornar cada uma poderosa, capaz de dominar a equipa adversária. Retiramos toda a essência das personagens que os fãs conhecem e escolhemos um leque de golpes reconhecíveis, para que os jogadores sintam que se tratam das mesmas personagens originais, coisas que fazem nas respetivas histórias. Acredito que não tenha sido muito difícil equilibrar a jogabilidade entre as personagens de topo, como Kerrigan ou Regnor, contra por exemplo, mineiros, etc. Irão conhecer as habilidades de Kerrigan em Heart of the Swam ou de Arthas, quando os jogadores de WoW lutaram contra ele em Wrath of the Lych King.

 

BG: Pretendem utilizar apenas personagens dos jogos já estabelecidos da Blizzard, ou terão oportunidade de criar novas figuras exclusivas para Heroes of the Storm?

AD: É algo que definitivamente poderemos fazer. Aliás, já há uma personagem no jogo chamada ETC, que na verdade não existe em nenhum dos nossos títulos, trata-se de uma piada ao Elite Tauren Chief de World of Warcraft. Existe de fato essa possibilidade e não existe uma regra rígida para utilizar personagens de WoW, Starcraft e Diablo, podemos inclusivamente voltar mais atrás no catálogo da Blizzard e introduzir Lost Vikings ou Rock & Roll Racing.

 

BG: Com Heroes of the Storm, a Blizzard entra oficialmente no género MOBA, popularizado por League of Legends e Dota. Não sente que entraram tarde neste género, face à popularidade dos jogos referidos, e uma oportunidade perdida, visto que ironicamente este formato nasceu como um mod de um mapa de Warcraft III e depois de Starcraft II, antes de se tornar um produto completo?

AD: Bom, antes de trabalharmos em Heroes of the Storm estávamos um pouco ocupados com as expansões de Starcraft II, e só agora podemos focar-nos totalmente neste projeto. Sentimos que agora é a altura ideal para lançarmos o nosso jogo deste género. Em todo o caso, penso que não perdemos nada. Historicamente, quando lançamos os nossos jogos o espaço do género já estava bastante preenchido. Quando lançámos Starcraft e Warcraft III já existiam outros títulos RTS. Mesmo World of Warcraft, já existiam outros MMO estabelecidos, como Everquest, por exemplo. O mesmo se aplica a Hearthstone… Nós temos o cunho da Blizzard nos géneros que abordamos, e focamo-nos a fazer um jogo que realmente o gostaríamos de jogar.

 

BG: Mas não sente que é uma questão de orgulho e justiça a Blizzard lançar a sua própria versão de DoTA?

AD: Reconhecemos que DoTA, o original, era um mod de Warcraft III, mantendo fortes ligações ao nosso jogo, seja pela arte semelhante, pela utilização dos heróis nas batalhas e acabou por definir um género. Existem outros jogos de Tower Defense que surgiram também no seio da nossa comunidade. Quando referes que é uma questão de orgulho, sim, eu estou orgulhoso desses jogos, pelas ferramentas que lhes oferecemos. E nesse aspeto, julgo que trata mais de uma forma de reconhecimento pelo trabalho que a nossa comunidade fez originalmente, dando-lhe algo mais, com aquele tempero próprio da Blizzard.

 

BG: Como pensam convencer jogadores de LoL, DoTA ou simplesmente novatos no género a jogar Heroes of the Storm?

AD: Esperamos que venham todos, desde os que já conhecem o género, os fãs da Blizzard. Não estamos à procura de um público específico e como referi, apenas queremos criar um jogo divertido que nós próprios gostaríamos de jogar. Penso que as pessoas irão vir como resultado. Os jogadores dos nossos jogos irão reconhecer as suas personagens favoritas, em mesmo aqueles que não conhecem o nosso trabalho irão certamente sentir-se seduzidas pelo tom épico das personagens, sem saberem quem são. Por outro lado, penso que o nosso jogo oferece uma experiência distinta a outras propostas no mercado. Estamos à procura de partidas mais curtas, rápidas e repletas de ação, além de variedade entre as diferentes Battlegrounds. Por outro lado, estamos a lapidar algumas mecânicas e conceitos típicos do género que achamos serem arcaicos e difíceis de perceber. E mesmo pegando no mantra original da Blizzard que é “fácil de aprender, difícil de dominar”, queremos que as pessoas venham experimentar e se sintam confortáveis, se divirtam, mas com profundidade suficiente para os que querem um pouco mais. E é dessa forma que os jogadores irão começar a explorar estratégias e entrar num outro nível de experiência.

 

BG: Um dos problemas do género é a sua comunidade: muito agressiva e pouco tolerante com jogadores novatos. Como pensam contornar este problema em Heroes of the Storm?

AD: É uma das nossas preocupações. O cerne do jogo, o próprio design, acaba por ser uma resposta a esse problema. Em muitos destes jogos, acabam por odiar mais os colegas da própria equipa que os adversários, ora porque não estão a fazer o que deviam, ora não atacam a sua linha ofensiva. Tivemos decisões de design para promover estas situações. Uma delas é a evolução de experiência coletiva, ou seja, a equipa é que ganha níveis pelo esforço de todo, e não individualmente – isto evita que os jogadores sejam excomungados por não melhorarem a sua personagem ao ritmo dos outros. Assim, os novatos podem optar por objetivos menos complexos e ainda assim estar a ajudar a equipa. Estamos também a mudar a forma como as habilidades funcionam, pois não temos uma loja de venda, mas sim um sistema de árvore de atributos. Não precisam de voltar atrás à vossa base para ativar os poderes e continuar a progredir no jogo e concentrarem-se apenas na ação. Estamos também a trabalhar para acolher os jogadores principiantes. Não queremos que um novo jogador entre na partida e seja enviada para uma arena, juntamente com quatro outros companheiros aleatórios que nunca viu. Queremos que aprendam as mecânicas do jogo, se ambientem aos heróis, e iremos conduzir os jogadores num processo gradual, até estarem prontos então a competir contra outros oponentes.

 

BG: Já pensaram no modelo de negócio para o jogo?

AD: Ainda não estamos preparados para falar nisso. Apenas posso adiantar que Heroes of the Storm será gratuito (free to play).

 

BG: Já pensaram no nome final para o jogo, depois de tantas mudanças e problemas com os finlandeses? O que significa Heroes of the Storm?

AD: É este o nome que está nos posters e banners, e é definitivo! O nome diz respeito aos próprios heróis, que são o foco do jogo, enquanto o aspeto Storm tem a ver com o Nexus, a área onde têm lugar os combates, onde os mundos colidem, mas também aquilo que define a Blizzard, as tempestades. Por outro lado, Heroes of the Storm soa-nos bastante épico!

 

BG: Considera que os jogos MOBA serão o grande próximo género no futuro, como foram os RTS, MMO e FPS?

AD: Penso que já sejam bastante populares hoje em dia, mesmo voltando atrás aos tempos do primeiro DoTA em Warcraft III. Nessa altura, se olharem para os números, era um dos títulos mais jogados dessa altura. Portanto penso que já seja um género gigante, com muitas pessoas a apreciarem jogar estes jogos, incluindo muitos elementos da Blizzard.

 

BG: Olhando para o que já foi feito no género e Heroes of the Storm, qual é o maior contributo e o principal cartão-de-visita da Blizzard para uma experiência refrescante?

AD: Já referi alguns, mas penso que a principal imagem de marca da Blizzard estará na própria jogabilidade: partidas rápidas e cheias de ação, o sistema de habilidades, a forma como interagem com os companheiros da equipa e as diferentes mecânicas dos mapas. É um jogo que podem jogar em 20 minutos com amigos, durante a pausa do almoço e mesmo assim divertirem-se. Mas depois a profundidade, as estratégias para se tornarem jogadores muito bons. Obviamente, e para muitos o mais importante, o elenco de heróis disponíveis. Eu próprio mal posso esperar para jogar com eles.

Editado por Unclouded

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Tenho curiosidade em experimentar, mas cheira-me que vai ser mais competição para o dota 2 do que para o League of Legends.

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Tenho curiosidade em experimentar, mas cheira-me que vai ser mais competição para o dota 2 do que para o League of Legends.

 

Conforme as coisas estão, acredito que o LoL perca com o HotS.

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Conforme as coisas estão, acredito que o LoL perca com o HotS.

Porque dizes isso? Pergunto sem saber, mesmo.

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porque a Blizzard sabe como fazer um jogo que dê para muita gente e trabalhar para apelar a muitos. A Riot só sabe trabalhar no crl do Summoner's Rift. E esse modo de jogo torna-se bastante estático com o tempo.

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Porque me parece que ao fazerem um MOBA com uma gama de personagens icónicas de tantos jogos mega-famosos vão chamar muito pessoal. Além disso vai haver mais modos de jogo a sério do que no LoL (por exemplo, no LoL apenas Summoner's Rift é levado a sério) e tenho ideia de que vai ser um jogo revolucionário em termos de MOBA a escala global.

 

Pode ser apenas a minha opinião (porque o é) mas parece-me que vai ser um jogo tão completo e tão chamativo que vai ter sucesso imediato. Além disso confirma-se que é F2P. :mrgreen:

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Porque me parece que ao fazerem um MOBA com uma gama de personagens icónicas de tantos jogos mega-famosos vão chamar muito pessoal. Além disso vai haver mais modos de jogo a sério do que no LoL (por exemplo, no LoL apenas Summoner's Rift é levado a sério) e tenho ideia de que vai ser um jogo revolucionário em termos de MOBA a escala global.

 

Pode ser apenas a minha opinião (porque o é) mas parece-me que vai ser um jogo tão completo e tão chamativo que vai ter sucesso imediato. Além disso confirma-se que é F2P. :mrgreen:

pelo menos do que dá para ver no vídeo não me parece diferente de coisas que já tenham sido feitas, mas já entendi. não concordo, mas entendo.

 

btw isto não devia tar nos jogos online? 8-[

Editado por Shaft Ketchum

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Não interessa ter muitos modos de jogo se nenhum chegar ao nível do SR.

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Antes do Arthas há o Illidan. Só depois é que se passa para o Lich King :mrgreen:

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http://www.twitch.tv/day9tv

 

até gosto, mas...é chato ver que isto tem laning phase. Laning phase é o que me fez sair do Summoner's Rift. Aliás, é o que acho mais m*rdoso no género MOBA.

 

edit: pelo menos há bastante luta por objectivos.

Editado por Victarion

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Conforme as coisas estão, acredito que o LoL perca com o HotS.

 

Tu adoras a Blizzard 8)

 

Isto fez-me lembrar os tempos de Warcraft III :heart:

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