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Major Tom

[TV] Séries III

Publicações recomendadas

Vale a pena?

é boa e estranha do nivel de dark com mais açao apesar das historias nao terem nada a ver uma com a outra

Editado por Ubebado

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Uish. Fortíssima a 1ª temporada de The Killing. Interessante a forma como nos colocam na pele de detectives, também, ao baralharem-nos, confundirem-nos, surpreenderem-nos. Quando pensamos que estamos certos viram-nos o jogo. E no momento certo. Novas pistas, novas suspeitas, novos indícios. É assim que funciona este enredo, quando pesas que vais avançar para o cheque mate há sempre uma jogada de fuga. Não estamos só a ver os detectives, estamos com eles. Investigamos, também.

 

Agora, tendo em conta o final, a 2ª temporada tem que manter o nível.

 

A Venna Sud andou pela série Casos Arquivados (lembram-se?) e nota-se bem essa influencia nesta série. A atmosfera é muito semelhante. Acho a localização da acção da série bastante acertada. Estes noirs funcionam bem nestes ambientes sombrios, tempestivos, de chuva e neve. Por isso é que os nórdicos acertam sempre.

 

Boa surpresa a Mireille Enos, devia aparecer mais. Muito inteligente, discreta, perspicaz, enigmática. Encaixa bem na perfil da série.

 

O canastrão do Joel Kinnaman é que me continua a surpreender pela negativa. Em House of Cards passou-me despercebido, mas aqui e em Altered Carbon... muito mau. Se não fosse pelo corpinho e pelas quecas que deve dar, nem na Soap Opera o aceitavam.

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Que buzz todo é este à volta da "La casa de papel"? Vale mesmo a pena ou é só hype da interwebz?

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Vi o primeiro ep de One Strange Rock da Nat Geo e está muito bacano.

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Que buzz todo é este à volta da "La casa de papel"? Vale mesmo a pena ou é só hype da interwebz?

Ambos e também o facto de "ser" da Netflix, o que dá grande boost em popularidade. Mas é uma boa série, eu gostei do desenvolvimento e das personagens principalmente.

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casa de papel - spoilers

não abram caso nao tenham visto tudo

 

 

a saida da Tokyo da casa foi um bocado meh, mas serviu para mostrar que o professor tinha mesmo tudo planeado e para introduzir os servios na historia

e também pela melhor cena da serie

 

oMy5FN7.jpg

 

:heart:

 

 

tinham de o meter no trailer da segunda temporada :lol:

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Vi 5 de Ozark e estou a gostar bastante. O cast foi muito bem escolhido, excelente acting.

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O que é que... O quê... Ah... Que raio foi este episódio de Supernatural?

ah sempre saiu hoje...mas está bom ou mau? por mim tinham cagado nisto e avançado com a história

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Está brutal, ri-me para caraças. Quem via desenhos animados nos anos 90 tem aqui um petisco :lol:

 

Quer dizer, estou a dizer anos 90 porque foi quando vi esta série em específico, mas podem tê-la visto antes ou até depois.

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Está brutal, ri-me para caraças. Quem via desenhos animados nos anos 90 tem aqui um petisco :lol:

menos mal então...sempre vale a pena pararem com a história que eu até estou a gostar desta season :mrgreen:

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Parece que já estreou The Terror, uma das séries mais aguardadas do ano, com mão do Ridley Scott.

 

E ainda este ano estreia uma mini-série dos irmãos Choen, The Ballad of Buster Scruggs.

 

The miniseries will be an anthology western following six different storylines.
Editado por Mayday

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Uish. Fortíssima a 1ª temporada de The Killing. Interessante a forma como nos colocam na pele de detectives, também, ao baralharem-nos, confundirem-nos, surpreenderem-nos. Quando pensamos que estamos certos viram-nos o jogo. E no momento certo. Novas pistas, novas suspeitas, novos indícios. É assim que funciona este enredo, quando pesas que vais avançar para o cheque mate há sempre uma jogada de fuga. Não estamos só a ver os detectives, estamos com eles. Investigamos, também.

 

Agora, tendo em conta o final, a 2ª temporada tem que manter o nível.

 

A Venna Sud andou pela série Casos Arquivados (lembram-se?) e nota-se bem essa influencia nesta série. A atmosfera é muito semelhante. Acho a localização da acção da série bastante acertada. Estes noirs funcionam bem nestes ambientes sombrios, tempestivos, de chuva e neve. Por isso é que os nórdicos acertam sempre.

 

Boa surpresa a Mireille Enos, devia aparecer mais. Muito inteligente, discreta, perspicaz, enigmática. Encaixa bem na perfil da série.

 

O canastrão do Joel Kinnaman é que me continua a surpreender pela negativa. Em House of Cards passou-me despercebido, mas aqui e em Altered Carbon... muito mau. Se não fosse pelo corpinho e pelas quecas que deve dar, nem na Soap Opera o aceitavam.

[The Killing]

 

Se por um lado a formula usada na primeira season funcionou na perfeição, na segunda a repetição dessa formula torna-a apenas cansativa e frustrante. No entanto, continuamos com os detectives e o que os frustra a eles é exactamente o que nos frustra a nós, essa impossibilidade de compreender o que está para lá do muro e de o trepar para ver melhor.

 

Talvez o problema da série daqui para a frente (vou a meio da segunda season) seja o facto de ter 13 episódios. Demasiado longa, talvez. Embora os episódios sejam curtos e a acção mantém-nos atentos.

Editado por Mayday

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[The Killing]

 

Se por um lado a formula usada na primeira season funcionou na perfeição, na segunda a repetição dessa formula torna-a apenas cansativa e frustrante. No entanto, continuamos com os detectives e o que os frustra a eles é exactamente o que nos frustra a nós, essa impossibilidade de compreender o que está para lá do muro e de o trepar para ver melhor.

 

Talvez o problema da série daqui para a frente (vou a meio da segunda season) seja o facto de ter 13 episódios. Demasiado longa, talvez. Embora os episódios sejam curtos e a acção mantém-nos atentos.

Esse foi o meu problema com a série original. A primeira temporada tinha 20 episódios e

eu logo ao primeiro ou segundo episódio percebi quem era o culpado, fez-se luz autenticamente numa cena em particular (demasiado carregado o semblante do ator, provavelmente para oferecer um duplo significado para um segundo visionamento da série) e fiquei sem qualquer sombra de dúvida daí em diante (sempre que ele aparecia em cena, era como se tivesse "culpado" escrito na testa). Até aos detetives chegarem lá foi quase como estar a ver filler de anime. :lol:

Aprenderam a lição e as temporadas seguintes "só" tiveram 10 episódios cada.

 

Dentro do género, para mim, não há nada como "Prime Suspect".

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THE KILLING

 

Uish. Fortíssima a 1ª temporada de The Killing. Interessante a forma como nos colocam na pele de detectives, também, ao baralharem-nos, confundirem-nos, surpreenderem-nos. Quando pensamos que estamos certos viram-nos o jogo. E no momento certo. Novas pistas, novas suspeitas, novos indícios. É assim que funciona este enredo, quando pesas que vais avançar para o cheque mate há sempre uma jogada de fuga. Não estamos só a ver os detectives, estamos com eles. Investigamos, também.

 

Agora, tendo em conta o final, a 2ª temporada tem que manter o nível.

 

A Venna Sud andou pela série Casos Arquivados (lembram-se?) e nota-se bem essa influencia nesta série. A atmosfera é muito semelhante. Acho a localização da acção da série bastante acertada. Estes noirs funcionam bem nestes ambientes sombrios, tempestivos, de chuva e neve. Por isso é que os nórdicos acertam sempre.

 

Boa surpresa a Mireille Enos, devia aparecer mais. Muito inteligente, discreta, perspicaz, enigmática. Encaixa bem na perfil da série.

 

O canastrão do Joel Kinnaman é que me continua a surpreender pela negativa. Em House of Cards passou-me despercebido, mas aqui e em Altered Carbon... muito mau. Se não fosse pelo corpinho e pelas quecas que deve dar, nem na Soap Opera o aceitavam.

 

Se por um lado a formula usada na primeira season funcionou na perfeição, na segunda a repetição dessa formula torna-a apenas cansativa e frustrante. No entanto, continuamos com os detectives e o que os frustra a eles é exactamente o que nos frustra a nós, essa impossibilidade de compreender o que está para lá do muro e de o trepar para ver melhor.Talvez o problema da série daqui para a frente (vou a meio da segunda season) seja o facto de ter 13 episódios. Demasiado longa, talvez. Embora os episódios sejam curtos e a acção mantém-nos atentos.

 

Estou cansado, coisa que nunca me tinha acontecido, dos plot twists de The Killing, mas isto mostra-nos como somos rápidos a tirar conclusões e a fazer julgamentos. É por isso que as campanhas de difamação funcionam na perfeição. Basta um indicio e nós estamos convencidos. The Killing é também sobre isso e fica patente nas duas situações

 

 

de justiça "popular", por parte do pai da Rosie e do dá um tiro ao candidato.

 

 

Faz-nos ser cautelosos, a analisar com critério, tal como é o dever do detective que a Série nos obrigado a ser. É uma lição.

Editado por Mayday

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Também comecei a ver "The Killing" há uns dias e ontem papei aí uns 6 ou 7 de seguida, fiquei naquele episódio em que

 

 

 

o Jack desaparece e a história do desaparecimento da Rosie fica praticamente posto de lado para sabermos mais sobre a Linden e o Holden. Curiosamente, estava com medo desse episódio porque segundo o imdb a cotação não era a melhor, mas para mim foi dos melhores. Foram explicados alguns pontos importantes sobre eles e começa a notar-se uma maior ligação entre ambos embora seja difícil perceber em que sentido. Foi um episódio tão ou mais importante que os anteriores.

 

 

 

É uma série mesmo muito fixe, estou a gostar muito e por vezes aquilo tresanda a "True Detective". Não no sentido de "byte", até porque esta série tem uma identidade muito própria e um cenário muito específico.

 

Já tinha isto na watchlist há algum tempo e (in)felizmente (só) lhe peguei agora. Hoje devo terminar a primeira temporada.

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Seven seconds é do crl.

É tão cruelmente realista. Não me recordo de ver uma série com uma carga emocional tão grande. Fantástica.

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PHILIP K. DICK ELECTRIC DREAMS

 

Ep.1.

 

 

"You can read minds, but you can't read my heart"

 

No primeiro episódio desta série a distopia não está na relação do humano com a tecnologia, mas na relação dos humanos com os (sobre)humanos adulterados pela ciência, através de experiências, criando uma espécie de mutantes, conhecidos como teeps, com o poder da telepatia. Um novo mundo em ruínas onde os mutantes têm a capacidade de ler aquilo que temos de mais livre - a nossa mente e os nossos pensamentos. O mundo dividiu-se e desorganizou-se.

 

Destaque para a direcção de arte que consigui inserir um universo distópico num ambiente noir europeu dos anos 70 (como fã de Melville achei óptimo), e claro, com um toque da já tradicional influencia de Blade Runner.

 

O episódio é curto de mais para o que prometeu. Havia aqui imenso potencial para uma série mas ficou resumido em 50 minutos. Espero mesmo que mais alguém tenha ficado com água na boca e pense seriamente em fazer disto uma série. Vejam e digam-me, se isto fosse o final de uma série, não era o melhor final de sempre?

 

O final é bom e emotivo e resulta tudo na ideia de que por muitas voltas que o mundo dê e o humano se transforme, será sempre sobre o amor, mas "We have to trust each other. Or what hope is there?".

 

 

Ep.2.

 

 

"Some places want to change, and some places don't want to change."

 

Daqui a 3 séculos, a humanidade expandiu-se pelos universos, descobriu-lhe todos os cantos, conquistou-lhe as galáxias, povoou-lhe os mundos. A terra ficou para trás, extinguiram-se os paraísos idílicos dos campos verdes, do mar azul, das nuvens no céu, do céu estrelado. O universo serve agora para passeio turístico.

 

É nesta ficção cientifica onde o mistério e o desconhecido perderam a magia e tornaram-se em sítios turísticos, onde o espanto pelas coisas se tornou plástico e pitoresco, que encontramos estas personagens (de hoje? de há 300 anos? De sempre, talvez) à procura do que se deixou para trás com a excitação dos novos mundos - a vida - os pequenos momentos.

 

Há alguém que os recebeu (ou viveu?) e quer ir procurá-los. Procurar essa magia, a magia daquilo que não sabemos descrever, que não sabemos pôr em palavras. A magia desses sítios onde se diz que não devemos voltar se já lá fomos felizes porque nunca será o mesmo.

 

Mas há um desejo de voltar àqueles pequenos momentos por que vale a pena viver, os pequenos momentos que vamos sempre viver. Que ficaram suspensos no tempo. Voltar aos momentos fragmentados que ficaram invisivelmente guardados em nós, que nos correm nas veias, aos micro momentos que ficaram colados debaixo da nossa pele e nos arrepiam. Aos momentos que descrevemos com um brilho no olhar, com um sorriso no rosto, com uma aperto no peito. Voltar àquilo que mesmo 300 anos depois ainda lembramos, que mesmo passados 300 anos gostaríamos de reviver vezes e vezes sem conta mesmo que lá não possamos voltar. Porque se vivêssemos 300 anos e viajássemos pelas galáxias, não era isso que levaríamos connosco? Essas memórias, esses momentos?

 

Mas quem são estes personagens? Nunca saberemos. Nem é importante, isto é sobre nós, ainda.

 

É uma lição sobre a vida, sobre o que é realmente importante, e claro, sobre esse tudo que é o amor.

 

Este post tem o alto patrocínio de Pedro Chagas Freitas.

Não acho que faça spoilers, mas ainda assim deixo escondido para o facto de quererem ver os episódios sem saberem do que se trata. Uma vez que são episódios soltos, com histórias diferentes e posso estar a resumir demasiado uma história que se esgota em 50 minutos.

Editado por Mayday

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Nova série de ficção cientifica adaptada da obra do George R.R. Martin.

Editado por Mayday

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E impressao minha ou a livraria/escritorio que aparece aos 0:40 e a mesma do Hannibal? lol

 

a mim parece-me também

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