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Sporting - Futebol

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Não. O Arouca jogar com os 11 atrás do meio campo, num bloco baixíssimo, é apenas um dos factores para o jogo ter sido anormal. Como é óbvio, o pessoal não se dá ao trabalho de ler aqueles posts grandes e chatos que têm lá tudo esmiuçado, mas depois adoram vir fazer estas assumpções completamente desfasadas da realidade, com o óbvio intuito de passar um atestado de estupidez a outrem.

p*ta que pariu, uma pessoa vem criticar de forma positiva e leva com isto? Vê la se não achas o pessoal que concorda comigo atrasados mentais outra vez :lol

 

E ja agora, quais foram os outros fatores para o jogo ter sido anormal?

 

Mas pronto, parvo sou eu que venho aqui falar de maneira civilizada...

Editado por Manuel Neuer

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Mantenho a confiança no Marco Silva. O Estoril dele sempre jogou, razoavelmente, bem e confio que vai conseguir isso com o Sporting. É preciso paciência, não esquecer que há muitos jogadores novos e que grande parte do plantel passou os últimos 6 meses a usar a táctica do cruzamento...

 

É inteiramente isto.

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Relembrando aquela comparação do Sporting no panorama do futebol português com o Capel, vejam as semelhanças com o Albano, um dos Cinco Violinos:

 

De resto os episódios engraçados foram vários ao longo da carreira de Albano, principalmente quando enfrentava defesas altos e duros, a quem punha a cabeça em água, tendo mesmo uma vez passado entre as pernas de um calmeirão escocês. Mas também levava muita porrada sempre que o apanhavam a jeito, abusando das diferenças de cabedal, o que também contribuiu para que ele fosse um jogador muito querido pelos adeptos que não toleravam esses abusos

@Wiki Sporting

 

O Capel é a reencarnação do Albano, este era extremo esquerdo e tudo :medinho:

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Relembrando aquela comparação do Sporting no panorama do futebol português com o Capel, vejam as semelhanças com o Albano, um dos Cinco Violinos:

 

 

@Wiki Sporting

 

O Capel é a reencarnação do Albano, este era extremo esquerdo e tudo :medinho:

Faltam 4 Violinos para o Capel mostrar o seu talento monstruoso... :mrgreen:

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Com a diferença que o Capel joga em 2014 e o Albano jogava nos anos...40/50.

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Com a diferença que o Capel joga em 2014 e o Albano jogava nos anos...40/50.

E não são 11 contra 11 e quem marcar mais ganha? O futebol ganha-se na raça, no querer, na vontade. Floreados e rendinhas nunca deram nada a ninguém. Ah, e "para trás mija a burra".

 

:mrgreen:

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o Carlos tem razão. é quem marca mais que ganha.

mas não é quem cruza mais.

Então queres meter a bola no meio onde estão todos? Bola na linha, cruzar e um pinheiro bem grande para as meter lá dentro. O futebol é fácil, meus amigos, é fácil.

 

Só para não confundir ninguém, neste e no post anterior estou, claramente, a ironizar. Depois do festival que li e vi acerca do Sporting vs. Arouca, hoje tive a (in)feliz ideia de ir ver o Chaves vs. Braga B e conclui (feliz era eu se só tivesse concluído hoje) que o típico adepto de futebol é, desculpem-me, burro. Cada vez que alguém tinha a ideia de tirar a bola da confusão e construir de novo com um passe para trás, o barulho dos assobios que esse pobre jogador flaviense sofria devia ser audível para lá da fronteira. O autor do primeiro golo e maior batalhador da equipa, que tenta sempre jogar a bola redonda pelo chão, sai e é assobiado porque é um ponta-de-lança que passa a vida sozinho no ataque e não ganha mais de metade dos balões que lhe mandam, "mas é para isso que ele lá está", momentos antes tinha saído um velocista que pouco mais fez do que estar colado à linha e arrancar umas faltas e o estádio vai abaixo com aplausos.

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o povo português é altamente ignorante a nível de futebol. É por isso que a melhor comparação que se faz é com a política. Todos têm opinião, vai tudo atrás dos "grandes históricos" e geralmente é tudo ignorante como o crl e nem procura informações nem nada. E fanatismo também há, claro, em doses absurdas.

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o povo português é altamente ignorante a nível de futebol. É por isso que a melhor comparação que se faz é com a política. Todos têm opinião, vai tudo atrás dos "grandes históricos" e geralmente é tudo ignorante como o crl e nem procura informações nem nada. E fanatismo também há, claro, em doses absurdas.

Que generalização (e comparação) mais grotesca.

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Muita importância dão vocês ao "típico adepto de futebol".

:arrow:

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Muita importância dão vocês ao "típico adepto de futebol".

É bem verdade.

E parece-me que ao se esforçarem demasiado para se distinguir desse esteriótipo acabam por sobrevalorizar jogadores menos populares no "Tribunal de Alvalade" como o Montero e o André Martins e subvalorizar outros mais populares como o Adrien.

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Muita importância dão vocês ao "típico adepto de futebol".

Porque no caso português são a esmagadora maioria dos adeptos. Isso, aliado à típica mentalidade portuguesa de seguir o rebanho e ao facto de gostarem mais de futebol pela sensação de vitória e "sucesso" que isso lhes dá (olá adeptos dos 3 grandes), do que pelo jogo, faz com que sim, sejam ignorantes no que toca ao futebol. Somos um país de fraca cultura futebolística. Mas sempre o fomos. Não seria agora que isso ia mudar.

 

o Carlos tem razão. é quem marca mais que ganha.

mas não é quem cruza mais.

O Moyes discorda. E os treinadores do Sporting também, pelos vistos.

 

Eu começo a achar que estamos até a criar uma imagem de marca do futebol do clube, com os cruzamentos.

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Porque no caso português são a esmagadora maioria dos adeptos. Isso, aliado à típica mentalidade portuguesa de seguir o rebanho e ao facto de gostarem mais de futebol pela sensação de vitória e "sucesso" que isso lhes dá (olá adeptos dos 3 grandes), do que pelo jogo, faz com que sim, sejam ignorantes no que toca ao futebol. Somos um país de fraca cultura futebolística. Mas sempre o fomos. Não seria agora que isso ia mudar.

 

Tudo muito correcto.

 

Mas irrita ir a tópico do jogo ou aqui e ver apenas posts a gozar com aquele porque gosta do Capel ou a falar mal daquele que não gosta do Esgaio.

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Tudo muito correcto.

 

Mas irrita ir a tópico do jogo ou aqui e ver apenas posts a gozar com aquele porque gosta do Capel ou a falar mal daquele que não gosta do Esgaio.

A questão é a argumentação. Haverá sempre um caso ou outro, mas no geral, não vejo ninguém a dizer que quem gosta do Capel ou não gosta do Esgaio, não percebe nada disto. Há argumentos. Há um "porquê". E do outro lado da discussão, normalmente há apenas um "porque sim". Ora, assim é difícil discutir-se o que quer que seja.

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Eu começo a achar que estamos até a criar uma imagem de marca do futebol do clube, com os cruzamentos.

Já está criada há muito, nós não sabemos mas nos 5 violinos a tactica era meter os 5 dentro da área e cruzar até um deles acertar

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Ainda nisto?

Já estava na altura de relaxarem a patareca.

Fechem o núcleo durante uns dias para ver se o pessoal se acalma.

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A questão é precisamente o facto de haver quem ame acima de tudo o clube ou quem o ame também (não duvido disso por um segundo) mas tenha uma paixão tão grande ou ainda maior pelo jogo em si. É algo que eu, por exemplo, não tenho.

 

Vibro tão facilmente por um jogo de futebol como por um de andebol, futsal ou hóquei porque, no desporto, não há mesmo nada que me mova à exceção do símbolo. A análise fria do futebol por parte dos verdadeiros amantes do futebol (não me incluo nessa noção, para efeito da discussão que aqui está a ser tida) é perfeitamente legítima, mas é um facto que implica uma mudança muito significativa no paradigma típico do cmpt que até há 1 ou 2 anos vigorava.

 

Antes havia uma clara primazia dada à argumentação pela via da emoção (sim, também existe), e hoje em dia há praticamente por aqui um preconceito para com essa forma de olhar os jogos em que o clube participa. Eu acho ótimo que tenhamos aqui cada vez mais conhecimento futebolístico, olheiros virtuais, etc, etc. É algo que não sou mas dá origem a análises que todos gostarão certamente de ler. Só não tornem isto numa luta constante entre a emoção vs. a razão no futebol (são compatíveis), entre os que gostam mais de um clube e são mais fanáticos e os que gostam mais do jogo e são mais frios na análise, entre os que gostam mais e os que gostam menos do Capel, entre os que vêem qualidade imediata nos Iuris, Gaulds e outros do género e aqueles que gostam de uma abordagem mais conservadora à construção de um plantel.

 

Até há uns tempos, sempre achei que tudo isto era compatível. Quando estive ausente do fórum durante uns meses e aqui voltei ao fim desse tempo, reparei que o paradigma estava a mudar ligeiramente e hoje em dia nota-se cada vez mais isso. Não acho que seja minimamente saudável.

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Então queres meter a bola no meio onde estão todos? Bola na linha, cruzar e um pinheiro bem grande para as meter lá dentro. O futebol é fácil, meus amigos, é fácil.

 

Só para não confundir ninguém, neste e no post anterior estou, claramente, a ironizar. Depois do festival que li e vi acerca do Sporting vs. Arouca, hoje tive a (in)feliz ideia de ir ver o Chaves vs. Braga B e conclui (feliz era eu se só tivesse concluído hoje) que o típico adepto de futebol é, desculpem-me, burro. Cada vez que alguém tinha a ideia de tirar a bola da confusão e construir de novo com um passe para trás, o barulho dos assobios que esse pobre jogador flaviense sofria devia ser audível para lá da fronteira. O autor do primeiro golo e maior batalhador da equipa, que tenta sempre jogar a bola redonda pelo chão, sai e é assobiado porque é um ponta-de-lança que passa a vida sozinho no ataque e não ganha mais de metade dos balões que lhe mandam, "mas é para isso que ele lá está", momentos antes tinha saído um velocista que pouco mais fez do que estar colado à linha e arrancar umas faltas e o estádio vai abaixo com aplausos.

Não quero trazer o assunto do Chaves à baila, mas esta afirmação fez-me rir, confesso.

O Barry é simplesmente um jogador (?) a quem foram concedidas capacidades físicas bastante acima da média mas que não sabe utiliza-las de forma alguma. Passou o jogo todinho a cair, não saltava a uma bola de cabeça, enfim, ridículo (e eu era uma das pessoas que sempre achei o Barry um elemento importante da equipa; neste momento só o vejo como "destrutor" de jogo, nada mais)

De resto concordo com os assobios, ao primeiro atraso já estava tudo de dedo na boca a assobiar.

FIM DO OFF-TOPIC :mrgreen:

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A questão é precisamente o facto de haver quem ame acima de tudo o clube ou quem o ame também (não duvido disso por um segundo) mas tenha uma paixão tão grande ou ainda maior pelo jogo em si. É algo que eu, por exemplo, não tenho.

 

Vibro tão facilmente por um jogo de futebol como por um de andebol, futsal ou hóquei porque, no desporto, não há mesmo nada que me mova à exceção do símbolo. A análise fria do futebol por parte dos verdadeiros amantes do futebol (não me incluo nessa noção, para efeito da discussão que aqui está a ser tida) é perfeitamente legítima, mas é um facto que implica uma mudança muito significativa no paradigma típico do cmpt que até há 1 ou 2 anos vigorava.

 

Antes havia uma clara primazia dada à argumentação pela via da emoção (sim, também existe), e hoje em dia há praticamente por aqui um preconceito para com essa forma de olhar os jogos em que o clube participa. Eu acho ótimo que tenhamos aqui cada vez mais conhecimento futebolístico, olheiros virtuais, etc, etc. É algo que não sou mas dá origem a análises que todos gostarão certamente de ler. Só não tornem isto numa luta constante entre a emoção vs. a razão no futebol (são compatíveis), entre os que gostam mais de um clube e são mais fanáticos e os que gostam mais do jogo e são mais frios na análise, entre os que gostam mais e os que gostam menos do Capel, entre os que vêem qualidade imediata nos Iuris, Gaulds e outros do género e aqueles que gostam de uma abordagem mais conservadora à construção de um plantel.

 

Até há uns tempos, sempre achei que tudo isto era compatível. Quando estive ausente do fórum durante uns meses e aqui voltei ao fim desse tempo, reparei que o paradigma estava a mudar ligeiramente e hoje em dia nota-se cada vez mais isso. Não acho que seja minimamente saudável.

 

Eu tenho uma paixão muito grande pelo futebol mas ainda maior pelo Sporting.

E isso não me impede de criticar o que é feito e muito menos me impediu de andar feito louco a correr e a festejar o golo no estádio agarrado a quem não conhecia.

São duas visões completamente compatíveis.

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Eu tenho uma paixão muito grande pelo futebol mas ainda maior pelo Sporting.

E isso não me impede de criticar o que é feito e muito menos me impediu de andar feito louco a correr e a festejar o golo no estádio agarrado a quem não conhecia.

São duas visões completamente compatíveis.

Isso é o que eu acho também, pelo menos na teoria.

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Eu tenho uma paixão muito grande pelo futebol mas ainda maior pelo Sporting.

E isso não me impede de criticar o que é feito e muito menos me impediu de andar feito louco a correr e a festejar o golo no estádio agarrado a quem não conhecia.

São duas visões completamente compatíveis.

 

Porra tal e qual, foi lindo! Houve um senhor de idade à minha frente que saiu minutos antes a dizer que não aguentava do coração, só me apeteceu ir a correr buscá-lo e espetar-lhe um abraço. :heart:

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A questão é precisamente o facto de haver quem ame acima de tudo o clube ou quem o ame também (não duvido disso por um segundo) mas tenha uma paixão tão grande ou ainda maior pelo jogo em si. É algo que eu, por exemplo, não tenho.

 

Vibro tão facilmente por um jogo de futebol como por um de andebol, futsal ou hóquei porque, no desporto, não há mesmo nada que me mova à exceção do símbolo. A análise fria do futebol por parte dos verdadeiros amantes do futebol (não me incluo nessa noção, para efeito da discussão que aqui está a ser tida) é perfeitamente legítima, mas é um facto que implica uma mudança muito significativa no paradigma típico do cmpt que até há 1 ou 2 anos vigorava.

 

Antes havia uma clara primazia dada à argumentação pela via da emoção (sim, também existe), e hoje em dia há praticamente por aqui um preconceito para com essa forma de olhar os jogos em que o clube participa. Eu acho ótimo que tenhamos aqui cada vez mais conhecimento futebolístico, olheiros virtuais, etc, etc. É algo que não sou mas dá origem a análises que todos gostarão certamente de ler. Só não tornem isto numa luta constante entre a emoção vs. a razão no futebol (são compatíveis), entre os que gostam mais de um clube e são mais fanáticos e os que gostam mais do jogo e são mais frios na análise, entre os que gostam mais e os que gostam menos do Capel, entre os que vêem qualidade imediata nos Iuris, Gaulds e outros do género e aqueles que gostam de uma abordagem mais conservadora à construção de um plantel.

 

Até há uns tempos, sempre achei que tudo isto era compatível. Quando estive ausente do fórum durante uns meses e aqui voltei ao fim desse tempo, reparei que o paradigma estava a mudar ligeiramente e hoje em dia nota-se cada vez mais isso. Não acho que seja minimamente saudável.

 

Completamente isto. Também notei essa diferença quando voltei ao fórum.

D claro que é compatível, mas assim é difícil.

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Eu fui pela primeira vez para o meu lugar anual e acho que o pessoal ali à volta já me passou a conhecer relativamente bem, pelo menos os da minha fila e a de trás :lol:

 

No golo, depois de eu e o meu pai nos abraçarmos que nem loucos e de gastar a garganta toda, eu e o gajo ao meu lado demos grande abraço também como se nos conhecêssemos há anos. Foi a loucura. Depois saí do estádio com o peito a doer-me um pouco, a garganta quase a cuspir sangue e a respirar algo ofegantemente. E valeu tanto a pena :biggrin:

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