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Marlo Stanfield

Eleições FIFA - Tópico oficial

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Que m*rda, já não chega o europeu ter passado para 24? f*dasse, com 16 era muito melhor

O Mundial com 32 já leva umas quantas seleções de caca, se tiver 40 nem quero imaginar...

Tá calado que se não fosse assim nem lá iamos.

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epá o Mundial com 40 equipas até é coisa a pensar. Grupos de 5 em vez de 4, a passarem dois (o terceiro deve ir para a Taça UEFA :mrgreen: ) é capaz de ser fixe.

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Citação do jornal "A Bola" online

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«O meu programa? 17 anos de presidência» - Blatter

Joseph Blatter diz que o trabalho que realizou na FIFA fala por si e, por isso, não precisa de um programa para as eleições, marcadas para 29 de maio. Voltou a rejeitar um possível debate televisivo com os restantes candidatos, entre os quais está o português Luís Figo.

«O meu programa é o trabalho que realizei em 40 anos na FIFA e em 17 na presidência», disse em declarações aos jornalistas.

Questionado sobre o debate televisivo, sugerido por Luís Figo, Blatter voltou a frisar que, até 29 de maio, continuará a ser presidente da FIFA e que em agenda não tem «um item “eleições para a presidência”».

«Sou o presidente, não estou em campanha e é assim que vai ser até ao fim do meu mandato», atirou.

Além de Blatter e Figo, estão também na corrida o príncipe da Jordânia, Ali bin Al Hussein, e o presidente da federação holandesa de futebol, Michael van Praag.


Onde é que eu já ouvi isto.

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Eleições FIFA: África apoia Joseph Blatter sem reservas

 

O presidente da Confederação Africana de Futebol (CAF), Issa Hayatou, reafirmou hoje que África vai apoiar a recandidatura de Joseph Blatter à presidência da FIFA.

 

À margem da Assembleia-Geral da CAF que se realiza no Cairo, Egipto, onde também está o presidente da FCF, Mário Semedo, Hayatou disse ainda que o trabalho de Blatter para com o continente africano fala por si só: “para nós é um homem de acção”, afirmou camaronês.

 

O Comité Executivo da CAF lançou, em Setembro de 2014, uma moção de apoio à candidatura do actual presidente da FIFA, que se traduziu “numa exortação às 54 federações membro da CAF para garantir o voto em Blatter”.

 

Além de Joseph Blatter, que se se recandidata a um quinto mandato, e do português Luís Figo, concorrem às eleições da FIFA, agendadas para 29 de Maio, Ali bin Al Hussein – vice-presidente do organismo para a Ásia – e Michel van Praag, presidente da federação holandesa de futebol.

 

Fonte: http://www.avoz.cv/eleicoes-fifa-africa-apoia-joseph-blatter-sem-reservas/

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(...) Hayatou disse ainda que o trabalho de Blatter para com o continente africano fala por si só: “para nós é um homem de acção”, afirmou camaronês

 

E estamos a falar de quantos milhões?

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E depois da CAF é agora a vez da CONCACAF...

 

Sepp Blatter has been hailed as a combination of Jesus Christ, Nelson Mandela, Moses, Abraham Lincoln, Winston Churchill and Martin Luther King.

 

Just for good measure, the Fifa president was also described as the “the father of football” as the Caribbean and Central American countries met for the Concacaf congress this week.

 

Blatter received pledges of support from 10 federations as the congress quickly turned from a business meeting into a rally to support the incumbent president of soccer’s world governing body.

 

[...]

 

It was the Trinidad and Tobago FA president Raymond Tim Kee who praised Blatter as the “father of football” while the president of the Dominican Republic federation Osiris Guzman compared the 79-year-old Swiss to Moses, Abraham Lincoln, Winston Churchill and Martin Luther King as well as Jesus and Mandela.

 

Guzman was suspended by Fifa in 2011 for 30 days and fined following an ethics committee investigation into the allegations surrounding the cash for votes scandal at the last Fifa presidential election.

 

Figo was unhappy with the way the congress proceeded. “When some speak and others are silenced, democracy and football lose. Elections are, per definition, a democratic process. Otherwise they are not elections,” Figo said.

 

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Editado por Lebohang

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Sepp Blatter is not one of the game’s good guys. After all, this is a man who used FIFA funds to produce a film with the sole intention of glorifying his own name. In essence, he is a real life Mr. Burns and you can read more about that dreadful movie by clicking here.

 

In a frankly remarkable turn of events, Blatter has been hailed as a combination of Jesus Christ, Nelson Mandela, Moses, Abraham Lincoln, Winston Churchill and Martin Luther King.

 

The Caribbean and Central American countries met for the Concacaf congress this week and it seems the sycophancy was close to unbearable. According to Reuters:

The Trinidad and Tobago FA praised Blatter as the “father of football” while the president of the Dominican Republic’s federation compared the 79-year-old Swiss to Jesus Christ, Winston Churchill and Nelson Mandela. There were no speeches in favour of any of the opposing candidates – former Portugal international Luis Figo, Dutch FA chief Michael van Praag and Jordanian Prince Ali Bin Al Hussein all of whom were present as observers.

 

An unimpressed Figo said:

When some speak and others are silenced, democracy and football lose. Elections are, per definition, a democratic process. Otherwise they are not elections. I am an unconditional supporter of democracy. Democracy is essential in modern society. I continue to believe that FIFA elections have to be transparent.

 

Democracy inaction in action.

 

Babb - The Telegraph

Editado por Sumudica by Night

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Visitante

Isto faz-me lembrar o Godinho Lopes, o programa é basicamente nada e mesmo assim as pessoas votam, tanto interesse por trás disto. Nós gostamos todos muito de futebol mas a verdade desportiva no futebol é um sonho, o futebol é uma palhaçada do relvado para fora.

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Citação do site "Maisfutebol"

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FIFA: Ali bin al Hussein garante que não desiste da candidatura
Príncipe jordano quis pôr fim a especulações

O príncipe Ali bin al Hussein, vice-presidente da FIFA, afirmou nesta terça-feira que se vai manter «até ao final» na corrida à presidência do organismo. Um esclarecimento que se segue a sinais e rumores de que podia desistir a favor de outro candidato para reforçar a oposição a Joseph Blatter.

«Continuarei na corrida até ao fim», disse o príncipe jordano. Afirmou ainda que tal deve-se «especialmente ao apoio e respostas positivas das federações de futebol».

Ali bin al Hussein, de 39 anos, é um dos três candidatos ao lugar que desafiam a recandidatura de Joseph Blatter, juntamente com Luís Figo, ex-internacional português, e Michael Van Praag, presidente da Federação Holandesa de Futebol.

Blatter continua a ser o favorito na corrida à presidência, tentando alcançar o seu quinto mandato. Os restantes candidatos dizem pretender mudar a situação e imagem da FIFA, que tem vindo a ser abalada devido a escândalos relacionados com os processos de atribuição do Mundial de 2018 à Rússia e do Mundial de 2022 ao Qatar.

As eleições realizam-se a 29 de maio no congresso da FIFA, em Zurique, na Suíça.

Citação do jornal "A Bola" online

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«O homem que decide tudo na FIFA não percebe nada de futebol» – Maradona

Diego Armando Maradona teceu um duro ataque ao atual presidente do FIFA, Sepp Blatter, e defendeu que chegou o momento de mudar.

«Se não acreditasse que o Príncipe Ali seria um bom presidente, não estaria aqui. Como todo no mundo do futebol sabem, dentro da FIFA reina a anarquia, onde existe um homem que decide tudo, mas que não sabe nada. Pelo que chegou o momento de mudar», afirmou Maradona, em declarações à Imprensa local.

A antiga referência da argentina acha que Sepp Blatter deve sair.

«Os seus colegas deviam aconselha-lo a sair. Ele fez muitos mal ao futebol desde que lá chegou. É a altura de mudar e deixar entrar aqueles que estão cheios de força para renovar o futebol, porque o jogo está a ficar cada vez mais corrupto.»
Editado por Mister Master

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Citação do site "Maisfutebol"

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Figo não desiste da candidatura à presidência da FIFA
Tinham surgido rumores na Holanda que diziam que o internacional português ia abdicar ao lado de Van Praag

Luís Figo continua na corrida para a presidência da FIFA. Um jornal holandês [De Volkskrant] tinha anunciado que o antigo internacional português estava a caminho da Holanda para se juntar a Michael van Praag, outro candidato à presidência da FIFA, e que os dois juntos iam anunciar, em conferência de imprensa, que iam desistir das respetivas candidaturas. Não se confirma.

«O Luís [Figo] é um candidato independente e a sua intenção é continuar. Ele não está a caminho da Holanda como dizem esses rumores», explicou o porta-voz da candidatura de Figo.

Além de Figo e Van Praag, há ainda Ali Bin-Hussein entre os candidatos que pretendem destronar Blatter do cargo que ocupa desde 1998. Nas duas últimas semanas, os três candidatos têm-se encontrado para traçar estratégias e estudar o potencial de uma eventual desistência de umas candidaturas.

Um porta-voz de Van Praag confirmou estes encontros. «Podemos confirmar que têm havido discussões para uma possível aliança. O nosso objetivo comum é mudar a FIFA», destacou.

As eleições para a presidência da FIFA estão marcadas para 29 de maio.

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Citação do jornal "O Jogo" online

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Van Praag desiste da corrida à presidência da FIFA
Holandês retirou-se da corrida e vai agora apoiar a candidatura do Príncipe Ali bin Al-Hussein da Jordânia.

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Michael van Praag, presidente da Federação Holandesa de Futebol, afirmou esta quinta-feira num comunicado à imprensa que se retirou da corrida à presidência da FIFA, apoiando agora a candidatura do Príncipe Ali bin Al-Hussein da Jordânia.

A imprensa holandesa já tinha avançado que o presidente da federação holandesa iria abdicar da sua candidatura, a par de Luís Figo, para juntar forças com o candidato da Jordânia. No entanto, o porta-voz do ex-jogador português já veio desmentir estas afirmações, reiterando que Figo se mantém na corrida a par de Joseph Blatter e do Príncipe Ali bin Al-Hussein.

Os três candidatos à presidência da FIFA vão a votos no dia 29 de maio, em Zurique.

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A minha candidatura à Presidência da FIFA resultou de uma decisão individual, depois de ouvir muita gente relevante no universo do futebol internacional.

Reuni os apoios necessários para me candidatar, formalizei a minha candidatura e as reações do mundo do futebol foram em tamanha dimensão – quer públicas quer privadas – que ainda com mais consciência fiquei de que a minha decisão foi correta.

O universo de um desporto que me deu tudo o que sou e a quem me predispus a devolver agora, fora de campo, está sedento de mudança. A FIFA precisa de uma mudança e eu entendo que essa mudança é urgente.

Guiado por essa vontade, pelos apoios formais recolhidos e pela impressionante onda de apoios de atletas, ex-atletas, treinadores, árbitros e dirigentes do futebol, idealizei e apresentei um programa de ação, o meu manifesto eleitoral para a Presidência da FIFA.

Viajei e conheci gente extraordinária, que reconhecendo o valor de muitas das coisas que foram feitas, também se identifica com esta necessidade de mudança, que limpe a FIFA do selo de organização obscura e tantas vezes olhada como espaço de corrupção.

Mas nestes meses não assisti apenas a esta vontade, assisti a episódios consecutivos, em diversos pontos do planeta, que devem envergonhar quem deseja um futebol livre, limpo e democrático.

Vi eu presidentes de federação que num dia comparavam os líderes da FIFA ao Diabo e no outro subiam ao palco a comparar as mesmas pessoas a Jesus Cristo. Ninguém me contou. Fui eu que presenciei.

Os candidatos foram impedidos de se dirigir às federações em congressos enquanto um dos candidatos discursava sempre sozinho do alto de uma tribuna. Não houve um único debate público sobre os programas de cada um.

Haverá alguém que ache normal uma eleição para uma das mais relevantes organizações do planeta decorrer sem um debate público? Haverá alguém que ache normal que um candidato não apresente sequer um programa eleitoral para ser sufragado no dia 29 de Maio? Não deveria ser obrigatória a apresentação desse programa para que os presidentes de federações conheçam aquilo que vão votar?

Seria normal, mas este processo eleitoral é tudo menos isso, uma eleição.

Este processo é um plebiscito de entrega do poder absoluto a um só homem – algo que me recuso a caucionar.

É por isso que, após ter refletido de forma individual e partilhando opiniões com dois outros candidatos neste processo, entendo que o que vai acontecer dia 29 de Maio em Zurique não é um ato eleitoral normal.

E não sendo, não contam comigo.

Que fique claro, tenho um profundo respeito por todo o universo do futebol mundial, desde África, onde tanto incentivo recebi, à Ásia, onde tenho e manterei grandes relações, passando pela América do Sul, onde uma nova geração ganha espaço e pela América Central e do Norte, onde tantos foram calados quando queriam falar, e à Oceânia, cujo desenvolvimento devia ser olhado de outro modo por todos. E finalmente à Europa, onde senti espaço para debate normal e democrático, graças ao impulso do Presidente Platini.

A todos agradeço calorosamente, porque desejo deixar claro que não são eles a comissão eleitoral e não são eles quem deseja uma FIFA cada vez menos forte.

Eu, de minha parte, continuo comprometido com as ideias que deixo escritas e divulgadas, mantenho a minha vontade de participar ativamente numa regeneração para a FIFA e estarei disponível para ela sempre que me demonstrem que não vivemos em ditadura.

Não receio eleições, antes não pactuo nem cauciono um processo que se concluirá dia 29 de Maio e do qual o futebol não sairá a ganhar.

A minha decisão está tomada, não disputarei aquilo a que chamaram ato eleitoral para a Presidência da FIFA.

Agradeço profundamente a todos os que me apoiaram e peço que mantenham a vontade regeneradora que pode tardar, mas chegará.

 

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Editado por pedropb13

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Este processo é um plebiscito de entrega do poder absoluto a um só homem – algo que me recuso a caucionar.

É por isso que, após ter refletido de forma individual e partilhando opiniões com dois outros candidatos neste processo, entendo que o que vai acontecer dia 29 de Maio em Zurique não é um ato eleitoral normal.

 

Mas sempre foi esse o pressuposto das eleições da FIFA.

 

Que idiotice de justificação para evitar uma derrota...

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A queixa dele é esta:

Os candidatos foram impedidos de se dirigir às federações em congressos enquanto um dos candidatos discursava sempre sozinho do alto de uma tribuna. Não houve um único debate público sobre os programas de cada um.

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A queixa dele é esta:

Os candidatos foram impedidos de se dirigir às federações em congressos enquanto um dos candidatos discursava sempre sozinho do alto de uma tribuna. Não houve um único debate público sobre os programas de cada um.

Sim, a queixa é essa. Mas o pressuposto que ele e todos tínhamos da eleição, creio eu, é que sempre foram um plebiscito.

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Quando se tem uma confederação a dizer que já chegou a acordo para votarem todos no Blatter antes de saberem quem eram os outros candidatos e outra a comparar esse vigarista ao Mandela e a Jesus está tudo dito do que é a FIFA e as suas eleições.

E já agora também diz muito dos países ligados a essas confederações...

Editado por Axadrezado

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Isto é lixado. Uma vez lá no poder e tudo o que já se fez por uma confederação (lícito ou ilícito) vai dar votos certinhos, já com o Havelange também houve uns casos.

Pensando bem é como cá no burgo, para a FPF ou Liga

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