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[Video] Luís Pedro Nunes sobre a praxe

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Eu até gosto de ouvir as tunas, mas normalmente já estou mais para lá do que para cá :-

 

É como está o outro que acaba as noites a ouvir as tunas agarrado a uma fofinha. Como esta:

 

 

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Primeiro eu não estou a tentar provocar, mas sinceramente "o tempo da monarquia" era tão ou mais fascista do que o periodo ditaturial do sec. XX

 

Segundo o facto de um ou varios grandes combatentes anti-fascistas ter feito parte das tunas, poder ter sido baseado em não ter qualquer outra opção para poder desenvolver a sua capacidade musical sem ser lá...outros tempos

 

Por outro e não estou a dizer que são realidades comparáveis, mas o Durão Barroso também começou no PCTP e acabou no PSD (claro que exemplos no sentido contrario são bem mais raros).

 

Alem do mais e desculpa se não escrevi de forma apropriada mas é a tradição académica em geral que é de índole fascista. Alias pela Europa fora mesmo em faculdades bem mais antigas não existe estas palermices (Espanha é a outra excepção pelas mesmas razões)

 

Em relação ao Vitorino e ao de Lucia....enfim os Queen também fizeram um disco em colaboração com os Five e isso não quer dizer que esses Five consigam fazer musica de jeito...

 

 

Antes de mais, os estudantes de Coimbra eram historicamente anti-fascistas. Tens bastantes exemplos disso, como a revolução de 1969 ou até mesmo as tarjas que mostravam durante os jogos da Académica (que na altura era uma equipa de estudantes apenas, sem jogadores profissionalizados). Existem até histórias engraçadas de um jogo com o Benfica em que andavam com uma tarja a dizer algo como "abaixo o governo de Salazar", que andava sempre a saltar de mão em mão para dessa maneira se esquivarem da polícia que estava a tentar confiscá-la. Ou mesmo as próprias músicas das tunas dessa altura, e mesmo muitas ainda hoje que são bastante políticas.

 

E a tradição Académica ser de índole fascista... pá, não. Não mesmo. A tradição académica é algo que existe desde o séc. XIII, e é tudo menos fascista, aliás geralmente comparam é com o comunismo, pela índole revolucionista que costuma ser atribuída aos estudantes (malta jovem, revoltada com muita coisa na sociedade, malta que começa a amadurecer e a se aperceber dos podres da política, etc.).

 

E não sei se já te apercebeste, mas as músicas das tunas são maioritariamente Fado e outras de Folk. São géneros identificados com tudo menos com o fascismo, principalmente o Fado de Coimbra, que é bastante diferente do de Lisboa.

 

E já agora, essa música é um cover dos Queen que conta com a guitarra do Brian May e a bateria do Roger Taylor, não foi feita com os Queen. Tanto que a voz destes dois (ou do Freddy Mercury, que na altura já estava bastante debilitado) nem sequer aparece na faixa. E nem sequer queiras comparar a cultura pop com a cultura fadista/sevilhana/flamenca. É uma cultura muito mais de nicho, bem menos massificada.

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Antes de mais, os estudantes de Coimbra eram historicamente anti-fascistas. Tens bastantes exemplos disso, como a revolução de 1969 ou até mesmo as tarjas que mostravam durante os jogos da Académica (que na altura era uma equipa de estudantes apenas, sem jogadores profissionalizados). Existem até histórias engraçadas de um jogo com o Benfica em que andavam com uma tarja a dizer algo como "abaixo o governo de Salazar", que andava sempre a saltar de mão em mão para dessa maneira se esquivarem da polícia que estava a tentar confiscá-la. Ou mesmo as próprias músicas das tunas dessa altura, e mesmo muitas ainda hoje que são bastante políticas.

 

E a tradição Académica ser de índole fascista... pá, não. Não mesmo. A tradição académica é algo que existe desde o séc. XIII, e é tudo menos fascista, aliás geralmente comparam é com o comunismo, pela índole revolucionista que costuma ser atribuída aos estudantes (malta jovem, revoltada com muita coisa na sociedade, malta que começa a amadurecer e a se aperceber dos podres da política, etc.).

 

E não sei se já te apercebeste, mas as músicas das tunas são maioritariamente Fado e outras de Folk. São géneros identificados com tudo menos com o fascismo, principalmente o Fado de Coimbra, que é bastante diferente do de Lisboa.

 

E já agora, essa música é um cover dos Queen que conta com a guitarra do Brian May e a bateria do Roger Taylor, não foi feita com os Queen. Tanto que a voz destes dois (ou do Freddy Mercury, que na altura já estava bastante debilitado) nem sequer aparece na faixa. E nem sequer queiras comparar a cultura pop com a cultura fadista/sevilhana/flamenca. É uma cultura muito mais de nicho, bem menos massificada.

 

 

Breve história da “tradição académica”

introdução

 

Para melhor compreender a realidade que se vive na Universidade de hoje, é útil analisar o que a marcou no passado e quais as evoluções por que passou. No que toca às ditas “tradições académicas” – muito do que se diz para as justificar hoje encontra respostas interessantes nesse passado glorioso…

 

séc. xiii

 

No final do século XIII é instalada a Universidade em Portugal. Nesta altura, D. Dinis reserva a parte alta da cidade de Coimbra para os estudantes e impõe horas de estudo e de recolha, sublinhando o carácter elitista e fechado da Universidade de então, que era absolutamente controlada pelo clero. Surge, então, a Polícia Académica (P. A.), cujo objectivo era o de “manter a disciplina escolar e punir disciplinarmente os actos de insubordinação”. Criou-se, inclusivamente, uma prisão académica para encarcerar todos quantos não cumprissem as ordens do monarca. É neste ambiente e neste contexto que se aplica o aparecimento das “tradições académicas”.

 

séc. xviii

 

D. João V proíbe as praxes, na sequência da morte de um estudante recém chegado à Universidade, durante uma “investida”. Ainda no século XVIII, passam a fazer parte das praxes o direito ao roubo e ao “sacar nevado”, ou seja , a escarrar em grupo sobre o novo aluno.

 

séc. xix

 

A meio do século XIX abriram estabelecimentos de ensino superior no Porto e em Lisboa, o que levou à radicalização do tradicionalismo coimbrão. Nesta altura, aparecem também os primeiros grupos anti-praxe organizados, que surgiram publicamente a contestar as praxes, depois da morte de um aluno em 1873.

trupes

 

Com a progressiva a perda de força da P. A., os estudantes, que tinham lutado contra a sua repressão, organizam-se para lhe “tomar o lugar”. Criam, assim, as trupes, que não passam de milícias estudantis para reprimir os alunos do primeiro ano (ao contrário da P. A. que actuava indiscriminadamente sobre toda a comunidade). Ou seja, à repressão desenvolvida pelo Estado sobre os estudantes, seguiu-se uma nova repressão sobre aqueles que acabavam de chegar. Isto é, mantém-se a necessidade de afirmação corporativa e moralista: as trupes eram justificadas pelos seus defensores pela necessidade de “educar” os mais novos, obrigando-os à recolha de modo a “não se habituarem à farra logo no primeiro ano”.

 

1910

 

Em 1910, com a implementação da República, são extintas as praxes e as trupes, por decreto governamental. No entanto, nove anos mais tarde ambas ressurgem , no contexto de várias mudanças no país, que haveriam de culminar no Estado Novo, que utilizava as trupes como forma de repressão e intimidação sobre os novos alunos. Em 1957, é editado pela primeira vez o código da praxe, que funciona como um instrumento para legitimar as praxes. No fundo, uma comunidade que se afasta do resto da sociedade precisa das suas próprias “leis”.

 

1969

 

Durante a crise académica de 1969 é declarado o luto académico como forma de luta contra o fascismo. Uma das consequências desta tomada de consciência dos estudantes foi a abolição não apenas das praxes, mas de todas as práticas de “tradição académica”. Numa altura em que se pretende combater um regime que oprimia todo o país, os estudantes compreenderam que tinham de sair da sua “casca” corporativa e abrir ao resto da sociedade, ao mesmo tempo que constataram que não fazia sentido manter as hierarquias e a repressão com base nelas, quando eram justamente esses alguns dos problemas que identificavam na sociedade portuguesa da época.

 

anos ’80

 

No início da década de 80, as “tradições” voltam e espalham-se por todo o país. Numa altura em que se assiste a um novo folêgo do conservadorismo, foram utilizados como argumento os valores e a “tradição para garantir a recuperação de algo que já não parecia poder voltar. Paradoxalmente, é com a massificação do ensino que se retoma o ritual de iniciação, a indumentária própria e, em Coimbra e algumas Universidades do interior, as trupes. Tudo isto parece mais atribuível a uma comunidade fechada e pequena, mas é precisamente este espírito de corpo e de elite que é proposto aos estudantes e acaba por ganhar espaço. A proliferação das Universidades privadas (instituições que necessitavam algo que lhes conferisse “identidade”) ajudou também a organizar os interesses diversos que contribuíram para o enraizamento desta realidade.

 

anos ’90

 

Na década de 90 surgem os primeiros grupos de estudantes anti-praxe organizados. É neste contexto que surge o M.A.T.A., que desde 92 que procura reflectir e discutir não só a temática das praxes, mas de toda a “tradição académica” e as suas consequências na vida das faculdades. Com o trabalho de vários militantes anti-“tradição” um pouco por todo o país, foi possível denunciar a ideologia das tradições e imprimir algum debate pelo menos no início de cada ano lectivo. Analisando o passado, é fácil perceber que é justamente da autoridade e da ausência de discussão que sempre viveram estas actividades. Apesar de ainda muito estar por fazer, a prática do associativismo, os hábitos de discussão, o sentido crítico, a imaginação e a vontade de recusa de cada vez mais estudantes são argumentos para a mudança.

 

 

Ou seja tirando no final da decada de 60 são sempre conotadas e correctamente com o fascismo...

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Criticar tunas com base no que elas eram em 1910 é de génio.

 

E curiosamente que a única vez que aparece "fascismo" (basta fazer control+f) nesse texto é para dizer e passo a citar:

Durante a crise académica de 1969 é declarado o luto académico como forma de luta contra o fascismo.

 

Em mais nenhum lado desse texto se diz que as praxes estão conotadas a fascimo, mas pronto deves ser daqueles que pensa que o pessoal na praxe trata o dux como fausto e que anda tudo a fazer sacríficios para o diabo...

 

Edit: E antes que venham dizer coisas, são completamente indiferente a tunas, não ligo muito e não gosto de certas coisas na tuna da minha universidade e quanto às outras são indiferente por desconhecimento de como funcionam. Mas gosto muito de músicas de tunas, conheci umas quantas no meu ano de caloiro por ter cânticos baseados nisso e gosto muito, a de Coimbra geralmente é música portuguesa de qualidade, mas percebo a razão de não ter sucesso neste país, dá-se mais destaque a David Carreira e músicas que consistem em repetir N vezes a mesma frase do que ter algo elaborado, não é à toa que o 'hino' do Mundial de 2010 da selecção portuguesa era o "I got a feeling"...

Editado por Grizzly Bear

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Ou seja tirando no final da decada de 60 são sempre conotadas e correctamente com o fascismo...

Oh Burkina quando tu também fazes um post em que citas alguém, tirando a parte em que és tu a escrever, estes também são sempre conotadas e correctamente com alguma qualidade.

 

Ou seja, é fácil puxar argumentos de xaxa como tens puxado. Queres provocar, provoca. Se com 32 anos és mesmo assim, lamento muito. Não por isto que estás a escrever mas pelo que dá para ver que é o teu raciocínio segundo vários tópicos. É triste, na verdade.

Nem todos pensam como tu. Prova disso é que este sábado vou actuar pela 3ª vez num Coliseu do Porto cheio, ou seja, há gente que gosta. Se calhar, o ridículo afinal és tu.

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Criticar tunas com base no que elas eram em 1910 é de génio.

 

E curiosamente que a única vez que aparece "fascismo" (basta fazer control+f) nesse texto é para dizer e passo a citar:

 

 

Em mais nenhum lado desse texto se diz que as praxes estão conotadas a fascimo, mas pronto deves ser daqueles que pensa que o pessoal na praxe trata o dux como fausto e que anda tudo a fazer sacríficios para o diabo...

 

Edit: E antes que venham dizer coisas, são completamente indiferente a tunas, não ligo muito e não gosto de certas coisas na tuna da minha universidade e quanto às outras são indiferente por desconhecimento de como funcionam. Mas gosto muito de músicas de tunas, conheci umas quantas no meu ano de caloiro por ter cânticos baseados nisso e gosto muito, a de Coimbra geralmente é música portuguesa de qualidade, mas percebo a razão de não ter sucesso neste país, dá-se mais destaque a David Carreira e músicas que consistem em repetir N vezes a mesma frase do que ter algo elaborado, não é à toa que o 'hino' do Mundial de 2010 da selecção portuguesa era o "I got a feeling"...

 

Tu és ignorante ou é mesmo só não perceberes nada de historia?

 

Não é necessário estar lá escancarado e por escrito para ser "fascista", de certeza que se leres melhor o que está a bold no texto, vais perceber.

 

Como "com a implementação da República, são extintas as praxes e as trupes, por decreto governamental. No entanto, nove anos mais tarde ambas ressurgem , no contexto de várias mudanças no país, que haveriam de culminar no Estado Novo, que utilizava as trupes como forma de repressão e intimidação sobre os novos alunos. Em 1957, é editado pela primeira vez o código da praxe, que funciona como um instrumento para legitimar as praxes". Ou seja o Estado Novo implementa por são de certeza comunistas....

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Oh Burkina quando tu também fazes um post em que citas alguém, tirando a parte em que és tu a escrever, estes também são sempre conotadas e correctamente com alguma qualidade.

 

Ou seja, é fácil puxar argumentos de xaxa como tens puxado. Queres provocar, provoca. Se com 32 anos és mesmo assim, lamento muito. Não por isto que estás a escrever mas pelo que dá para ver que é o teu raciocínio segundo vários tópicos. É triste, na verdade.

Nem todos pensam como tu. Prova disso é que este sábado vou actuar pela 3ª vez num Coliseu do Porto cheio, ou seja, há gente que gosta. Se calhar, o ridículo afinal és tu.

 

Ta tão cheio que segundo o site "http://ticketline.sapo.pt/evento/xxviii-cidade-do-porto-9393/sessao/33369_16_1413055800" nem 25% tá vendido...

 

Mas é como digo à gostos para tudo. Da mesma forma como há gente que gosta de pornos com gravidas e animais, vao ver filmes com esses fetishes, se gostam de tunas, vão ver tunas! Agora não andem à a fazer poluição sonora na rua, como há mês e meio no Nosolo Italia no Terreiro do Paço em que me impediram de manter uma conversa durante quase 10 minutos por tocarem aquela m*rda.

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Ta tão cheio que segundo o site "http://ticketline.sapo.pt/evento/xxviii-cidade-do-porto-9393/sessao/33369_16_1413055800" nem 25% tá vendido...

 

Mas é como digo à gostos para tudo. Da mesma forma como há gente que gosta de pornos com gravidas e animais, vao ver filmes com esses fetishes, se gostam de tunas, vão ver tunas! Agora não andem à a fazer poluição sonora na rua, como há mês e meio no Nosolo Italia no Terreiro do Paço em que me impediram de manter uma conversa durante quase 10 minutos por tocarem aquela m*rda.

De facto, há gostos para tudo mesmo.

E não te preocupes, até lá, há-de encher, é sempre assim.

 

Pobre Calimero. Se ao menos houvesse uma solução, como sei lá, ir para outro sítio. Uma pena estas tunas. Para além de chatas com a sua música, são omnipresentes...

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De facto, há gostos para tudo mesmo.

E não te preocupes, até lá, há-de encher, é sempre assim.

 

Pobre Calimero. Se ao menos houvesse uma solução, como sei lá, ir para outro sítio. Uma pena estas tunas. Para além de chatas com a sua música, são omnipresentes...

 

exacto tou a almoçar na esplanada desse restaurante, pego no meu prato e vou me embora (porque não me lembrei disso antes)...tá confirmado o nível de ridículo dos membros das tunas

Editado por Burkina2008

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A tuna ter-te impedido de manter uma conversa com quem quer que seja só pode ter sido um acto de civismo...

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Vou comentar a praxe pela primeira vez. Fui praxado e praxei... e levei aquilo como uma brincadeira... e uma brincadeira dura no máximo uns dias.

 

Na UM dura desde setembro té Maio. Faz-se da praxe aquilo que não é. A praxe na maioria das Universidades é uma instituição. Praticamente há pessoas que colocam as leis da praxe ao lado das leis da Constituição.

 

O problema disto é apenas um: demasiado serious business. É o problema de haver pessoas que vivem a praxe demasiado. A vida não é só isto, a vida é bué cenas.

 

E concordo com o Luis Pedro Nunes. Esta situação é insustentável e as universidades têm de se demarcar por completo disto.

 

Este é provavelmente o comentário mais sensato que já li por aqui e que eu subscrevo totalmente.

Editado por Solero

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exacto tou a almoçar na esplanada desse restaurante, pego no meu prato e vou me embora (porque não me lembrei disso antes)...tá confirmado o nível de ridículo dos membros das tunas

:smilie_cmpt:

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Comparar trupes (que servem para manter os estudantes em ordem e não são, de todo nem de forma alguma, uma polícia) com fascismo e Estado Novo é algo tão... idiota. Nem sei como descrever.

 

Sabes o que faziam as trupes? Perseguiam estudantes devassos, que escolhiam a boémia ao invés dos estudos e castigavam-nos com... uma palmada com uma colher de pau. Realmente isto é algo tão torturoso e fascista que nem sei como não eram executados à guilhotina.

 

E conseguiste ler, no parágrafo que citaste, que o Estado Novo implementou algo numa altura em que este nem exisita. Isso foi brilhante.

Editado por _Nikon_

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Comparar trupes (que servem para manter os estudantes em ordem e não são, de todo nem de forma alguma, uma polícia) com fascismo e Estado Novo é algo tão... idiota. Nem sei como descrever.

 

Sabes o que faziam as trupes? Perseguiam estudantes devassos, que escolhiam a boémia ao invés dos estudos e castigavam-nos com... uma palmada com uma colher de pau. Realmente isto é algo tão torturoso e fascista que nem sei como não eram executados à guilhotina.

 

E conseguiste ler, no parágrafo que citaste, que o Estado Novo implementou algo numa altura em que este nem exisita. Isso foi brilhante.

Curiosamente é o que fazem agora :lol:

Mas cada vez há menos trupes.

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Sim, ainda existem, mas cada vez menos. Não sei como se processa nas outras Universidades, mas em Coimbra é extremamente difícil formar uma trupe, não é só juntar um grupo de amigos e ir à aventura. Tens de ter um certo número de pessoas dentro de uma dada hierarquia e tens de ter autorização do Conselho de Praxe, senão andava tudo a formar trupes sem objectivo.

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Sim, ainda existem, mas cada vez menos. Não sei como se processa nas outras Universidades, mas em Coimbra é extremamente difícil formar uma trupe, não é só juntar um grupo de amigos e ir à aventura. Tens de ter um certo número de pessoas dentro de uma dada hierarquia e tens de ter autorização do Conselho de Praxe, senão andava tudo a formar trupes sem objectivo.

Até recibo tens de ter

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Em todo o caso, também não gosto de tunas/grupos académicos em geral. Deve ser por ter estudado numa Univ. com 0 tradição. Não foi por isso que deixei de estar integrado, ter amigos, apanhar jardas e afins. Acho que há sítios onde poderá fazer mais sentido que outros, mas não é a minha onda (no pun).

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As únicas pessoas que vão aos festivais das tunas são gajos de outras tunas...ou então tem haver cerveja a borla ou a 50 cêntimos, que ninguém consegue ouvir aquela m*rda mais de 10 minutos sem estar com os copos

Eu já vi pelo menos uns 5 ou 6 festivais de tunas, sem beber, e não sou das tunas.

 

Your argument is invalid.

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Deves ser masoquista. Só vi um de tunas (femininas) e foi para ir à festa a seguir.

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Eu já vi pelo menos uns 5 ou 6 festivais de tunas, sem beber, e não sou das tunas.

 

Your argument is invalid.

eras da organização e foste obrigado a estar lá.

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eras da organização e foste obrigado a estar lá.

lol waaaaaat

 

Nunca estive na organização dos festivais. Inclusivé pagava bilhete para ver.

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lol waaaaaat

 

Nunca estive na organização dos festivais. Inclusivé pagava bilhete para ver.

fdx, estava a brincar contigo

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