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Descartes

[2015] ATP World Tour 500

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é pena, 3-0 :(

 

crédito ao simon por subir o nível nos momentos cruciais, quer no serviço quer na recepção, nunca deixando o joão ganhar o ascendente.

 

joão a ser assistido na perna

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o único evento clássico neste encontro foi a prestação do Simon no 2º e 3º set, nível bem alto, sobretudo em situações de pressão. até perdi a conta ao número de ases e serviços ganhantes nessas ocasiões. geriu muito bem o ritmo da linha de fundo.

 

e dito isto, props ao João. teve oportunidades para vencer o encontro e com um bocadinho mais de assertividade teria conseguido. não conseguiu manter a qualidade de ténis que denotou no final do 1º set, mas era natural que assim fosse, de tão elevado que estava. o Simon é uma carraça que se alimenta dos adversários e foi corroendo o João à medida que as oportunidades se escapavam por entre os dedos.

 

taticamente, o João tem no Simon um paradoxo interessante. a agressividade do João é, em larga escala, dada por pancadas para o espaço vazio, sobretudo de direita. é aí que reside grande parte do seu sucesso. agora, com estes gajos que são monstros de devolver bolas da linha de fundo, que tem um trabalho de pés fenomenal, que conseguem manter a profundidade das pancadas em extensão com relativa facilidade, os rallies tornam-se demasiado padronizados e pouco eficazes. diria que em certas ocasiões o João poderia ter optado por colocar mais bolas no contrapé, forçando bolas curtas, aproximações à rede. no fundo dar estímulos diferentes à correria. pela positiva, gostei muito da utilização do slice de esquerda. não é uma pancada intrusiva, que force o erro, mas é consistentemente comprida para não dar o ascendente.

 

do ponto de vista técnico, a esquerda batida tá muito melhor. quer dizer, nem é bem assim. a esquerda batida em condições indoor é muito melhor do que em outdoor. muito poucos erros daquele lado, embora tenha tido dois que lhe valeram o primeiro break do 3º set. o que dá o break point então é doloroso para a vista. o voléi até teve porreiro, mas o jogo de rede parece tão 'partido'... perde regularmente noção espacial da bola e acaba por executar um volei desapoiado. e falta-lhe claramente algum touch, os stop volleis saem demasiado compridos. de direita tá num nível elevadíssimo.

 

o serviço é que deveria ser repensado. o João não é propriamente um tenista baixo, 1.85m é uma altura razoável. o movimento é praticamente lateral, talhado para servir em kick. quando tenta chapar a bola, a posição de corpo não é a melhor e a bola fica maioritariamente na rede. o mais evidente é mesmo o serviço para fora do lado das vantagens. passar do meio da rede já é uma vitória.

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Perguntei-lhe porque fiquei com a ideia de que se estava a referir ao facto de o Sousa ter tido vantagem de 1 set e não ter ganho o encontro.

 

O que é um bocado falacioso tendo em conta que uma das melhores qualidades do Sousa é a resistência mental e a facilidade em se manter no encontro, quando tudo parecer estar contra ele.

 

Nem tudo são chokes ou ofertas ao adversário. Às vezes o oponente eleva o nível de jogo e não há nada a fazer.

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e acho que foi mesmo isso que ele quis dizer, o que, como tudo bem disseste, é falacioso. ;)

Editado por Joao Pereira

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O "clássico" foi pelo choke quando esteve duas vezes break acima no 2º set e em parte pelo 40-0 que transformou num break de desvantagem logo na abertura do 3º set. A recuperação do *2-5 (15-40) foi fabulosa e reconheço qualidade ao João, mas nestes momentos onde se pode "afirmar" no jogo tem sempre tendência a claudicar.

 

Aliás, nesse aspeto da "força mental" de que falam, concordo em parte no que dizem. O João é um jogador "estranho" mentalmente: quando está por baixo no encontro tende a galvanizar-se mas quando está por cima treme quase sempre.

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que mentira do crl, se há coisa que o João não faz, é claudicar frequentemente. evidentemente que isso acontece de vez em quando, é mais do que natural, quem nunca perdeu um encontro que teve na mão?

 

a verdade é que hoje nem é isso que está em causa. nesse jogo que teve 40-0, o primeiro do 3º, cometeu alguns erros que não devia, mas nas outras ocasiões que mencionas foi o Simon a elevar o nível. e depois convém mencionar que o Simon é fortíssimo no jogo de resposta e hoje não foi excepção.

 

se há coisa que o João não é, é choker.

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o serviço é que deveria ser repensado. o João não é propriamente um tenista baixo, 1.85m é uma altura razoável. o movimento é praticamente lateral, talhado para servir em kick. quando tenta chapar a bola, a posição de corpo não é a melhor e a bola fica maioritariamente na rede. o mais evidente é mesmo o serviço para fora do lado das vantagens. passar do meio da rede já é uma vitória.

Já retiro isto há algum tempo. Mas o serviço do João está melhor, eu sei que o Frederico Marques tem trabalhado imenso o serviço. O João simplesmente não consegue acelerar o braço no serviço, parece que pega quase sempre de empurrão, o Fred está farto de bater nesta tecla com o Sousa. O João consegue ir disfarçando isso com variações de efeitos, mais slice, menos slice mais kick. Mas não chega contra os jogadores de top top.

 

Dito isto, o João está a jogar o melhor ténis da carreira sem dúvida nenhuma.

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Berdych limpou facil o Simon, 6-2, 6-1

Vai jogar com o vencedor de Raonic- Wawrinka

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A final vai colocar frente a frente o Berdych e o Wawrinka.

 

Hoje o Stan Wawrinka chegou à 350ª vitória da carreira.

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Wawrinka campeão em Roterdão. 4-6, 6-3 e 6-4 ao Berdych. É o 9º título da carreira, 2º em 2015 (o primeiro a bisar títulos este ano).

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RIO OPEN – RIO DE JANEIRO – BRASIL

 

1ª RONDA

 

Rafael NADAL ESP [1] d. Thomaz BELLUCCI BRA | 64 61

Pablo CARRENO BUSTA ESP d. Carlos BERLOCQ ARG | 63 67 60

Albert MONTANES ESP d. Maximo GONZALEZ ARG | 46 64 60

Pablo CUEVAS URU [6] d. Nicolas ALMAGRO ESP | 46 63 64

 

Fabio FOGNINI ITA [4] d. Jiri VESELY CZE | 16 76 61

Pablo ANDUJAR ESP d. Paolo LORENZI ITA | 36 60 63

Federico DELBONIS ARG d. Diego SCHWARTZMAN ARG | 67 76 21 ret

Martin KLIZAN SVK [8] d. Dusan LAJOVIC SRB | 64 06 64

 

Blaz ROLA SLO d. Leonardo MAYER ARG [5] | 46 76 41 ret

Joao SOUZA BRA [WC] d. Facundo ARGUELLO ARG [Q] | 62 61

Andreas HAIDER-MAURER AUT d. Albert RAMOS-VINOLAS ESP | 36 63 62

Tommy ROBREDO ESP [3] d. Elias YMER SWE [WC] | 64 63

 

Juan MONACO ARG d. Santiago GIRALDO COL [7] | 63 30 ret

Jarkko NIEMINEN FIN d. Marco CECCHINATO ITA [Q] | 46 63 75

Thiemo DE BAKKER NED [Q] d. Guilherme CLEZAR BRA [WC] | 57 63 61

David FERRER ESP [2] d. Daniel GIMENO-TRAVER ESP [Q] | 64 63

 

 

2ª RONDA

 

Rafael NADAL ESP [1] d. Pablo CARRENO BUSTA ESP | 75 63

Pablo CUEVAS URU [6] d. Albert MONTANES ESP | 62 62

Fabio FOGNINI ITA [4] d. Pablo ANDUJAR ESP | 63 62

Federico DELBONIS ARG d. Martin KLIZAN SVK [8] | 62 61

 

Joao SOUZA BRA [WC] d. Blaz ROLA SLO | 64 67 64

Andreas HAIDER-MAURER AUT d. Tommy ROBREDO ESP [3] | 63 62

Juan MONACO ARG d. Jarkko NIEMINEN FIN | 61 76

David FERRER ESP [2] d. Thiemo DE BAKKER NED [Q] | 76 20 ret

 

 

QUARTOS DE FINAL

 

Rafael NADAL ESP [1] d. Pablo CUEVAS URU [6] | 46 75 60

Fabio FOGNINI ITA [4] d. Federico DELBONIS ARG | 64 67 76

Andreas HAIDER-MAURER AUT d. Joao SOUZA BRA [WC] | 76 16 64

David FERRER ESP [2] d. Juan MONACO ARG | 63 46 62

 

 

MEIAS FINAIS

 

Fabio FOGNINI ITA [4] d. Rafael NADAL ESP [1] | 16 62 75

David FERRER ESP [2] d. Andreas HAIDER-MAURER AUT | 75 61

 

 

FINAL

 

David FERRER ESP [2] d. Fabio FOGNINI ITA [4] | 62 63

Editado por Descartes

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O Carreño-Busta está a fazer a vida negra ao Nadal. Esteve break acima no 1º set e ainda salvou SPs antes de perder 7-5. Neste 2º set o Nadal já safou um break point e lidera 4-3, vamos ver no que dá.

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Se houver 3º set e o Carlos Bernardes não interromper o encontro, este terminará depois das 3h.

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