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Sismo de magnitude 3.2 atinge Sintra e Cascais

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Tsunamis...eu estou protegido pela serra de Sintra, penso. :mrgreen:

Diria que o pior nestas situações são mesmo as pessoas, o medo e o pânico. Não é difícil imaginar os supermercados a serem assaltados num pós-sismo, por exemplo, ou pessoas à porrada no meio de um corredor de hospital ou na luta por um abrigo. Quanto às construções, a única que está preparada para o sismo é o parlamento (tenho ideia de ter lido isto em algum lado), portanto é provável que possa ir tudo abaixo (incluindo as pontes). Aqueles prédios cuja parte frontal está apoiada em dois pilares são os primeiros a cair.

 

Em suma, há que manter a calma e garantir, primeiramente, a nossa segurança. Depois também é uma questão de sorte. Imagino a sensação de estar preso num elevador com tudo a tremer...

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um sismo em Lisboa é uma m*rda porque, segundo a cena das placas e o crl, Faro também leva de estalo, como aconteceu no de 1755.

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até marrocos não?

 

o de 1755 afectou o Norte de África e uma parte de Espanha, apesar de em menor intensidade em alguns sítios.

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Noutro dia li noutro fórum, assim um do sobrenatural e essas cenas ( :mrgreen: ), uma mulher a dizer que teve uma premonição de um sismo semelhante ao de 1755 em Lisboa, ou no mês de Junho ou Julho. Este foi só o aquecimento :lol:

 

Este foi a 8 km de Sintra, bem longe dos locais capazes de gerar tsunamis.

 

O problema é mais a preparação do país ser 0, a história já nos devia ter ensinado.

 

História? Em Portugal? Uma "ciência mole" que "só serve para saber datas" e "formar desempregados"? Fossem os historiadores engenheiros e talvez isto andasse direito!

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até marrocos não?

 

Depende do epicentro do sismo e da escala, mas se for nos moldes do de 1755, sim.

Até a Finlândia sentiu.

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Um tsunami comia até onde?

 

Depende do sismo, da sua localização, de uma série de fatores. O de 1755 calcula-se que tenha chegado "rés-vés" a Campo de Ourique. A expressão ainda hoje se utiliza em casos de desastres que estiveram quase a acontecer.

Editado por BlackHawk

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Vivo para aí a 2km ou 2km e meio da praia de Carcavelos... É melhor andar sempre de braçadeiras?

É melhor.

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E a ideia que tenho já que falam disso é que Portugal está mal preparado mas não é em termos de infraestruturas, as construções modernas estão todas mais ou menos preparadas para aguentar sismos, e não se esqueçam que uma boa parte de Lisboa que foi devastada já foi reconstruída a pensar nisso portanto em termos de infraestruturas não estamos a falar de nenhuma "cidade barraca". Haveria sempre danos e feridos, é inevitável logicamente mas preocupa-me mais a capacidade de reacção dos serviços de emergência e da proteção civil do que propriamente dito da construção.

 

Mas isto são só especulações porque também é difícil medir o impacto das coisas porque apesar da força dos sismos estar quantificada as variáveis são tantas e diversas. E baseamo-nos no passado mas não sabemos o que o futuro reserva, vemos cenários cataclísmicos nos filmes e isso para já é ficção, mas nunca sabemos quando o pode deixar de ser.

Não é uma cidade barraca, mas se pensares nos grandes aglomerados de população, as cidades dormitório, margem sul, Setúbal, bairros sociais, nessas zonas a construção não foi minimamente pensada para aguentar um sismo, a maioria dos prédios foram construídos nos 80 e 90, no boom da chico espertisse dos empreiteiros. Nessas zonas, que é onde de facto tem gente, e não no centro ou zonas comerciais de Lisboa, seria uma tragédia inimaginável.

E obviamente que não pararia aí, em 1755 não havia grandes edificações mas mesmo assim tudo o que havia na costa vicentina e Algarve foi arrasado.

Editado por antifa

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O Problema de Lisboa não é só os edifícios, mas também as zonas de acesso que são dificílimas devido à "forma da cidade". As partes mais altas são muito complicadas.

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Não é uma cidade barraca, mas se pensares nos grandes aglomerados de população, as cidades dormitório, margem sul, Setúbal, bairros sociais, nessas zonas a construção não foi minimamente pensada para aguentar um sismo, a maioria dos prédios foram construídos nos 80 e 90, no boom da chico espertisse dos empreiteiros. Nessas zonas, que é onde de facto tem gente, e não no centro ou zonas comerciais de Lisboa, seria uma tragédia inimaginável.

E obviamente que não pararia aí, em 1755 não havia grandes edificações mas mesmo assim tudo o que havia na costa vicentina e Algarve foi arrasado.

 

E a acrescentar isso:

 

Mas há muitas falhas mais próximas da costa portuguesa e até no território continental capazes de causar aquele tipo de destruição, como a do Vale do Tejo, responsável pelo terremoto de 1909. Aliás, um estudo de 2007 da Autoridade Nacional de Protecção Civil estima que um sismo de 6,6 com origem na região causaria cerca de 10 mil mortos e 273 mil desalojados na Grande Lisboa.

 

Parece-me bastante exagerado mas mesmo assim... o de 1909 foi de 6,3 e matou 40 pessoas. Por norma os sismos com epicentro na terra e não no mar costumam ser mais devastadores

Editado por Lebohang

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Não senti nada! A minha namorada manda-me mensagem a dizer que tinha havido um sismo e pensava que estava a gozar comigo :lol:

 

E ela não costuma gozar contigo?

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Quando o infinito souber que Lisboa está assente em pilares e tem água por baixo dela até quase ao Marquês, não mete lá mais os pés

 

Agora o Blackhawk vem-me dizer que isto é mentira :(

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E a ideia que tenho já que falam disso é que Portugal está mal preparado mas não é em termos de infraestruturas, as construções modernas estão todas mais ou menos preparadas para aguentar sismos, e não se esqueçam que uma boa parte de Lisboa que foi devastada já foi reconstruída a pensar nisso portanto em termos de infraestruturas não estamos a falar de nenhuma "cidade barraca". Haveria sempre danos e feridos, é inevitável logicamente mas preocupa-me mais a capacidade de reacção dos serviços de emergência e da proteção civil do que propriamente dito da construção.

 

Mas isto são só especulações porque também é difícil medir o impacto das coisas porque apesar da força dos sismos estar quantificada as variáveis são tantas e diversas. E baseamo-nos no passado mas não sabemos o que o futuro reserva, vemos cenários cataclísmicos nos filmes e isso para já é ficção, mas nunca sabemos quando o pode deixar de ser.

Eu tenho quase a certeza que isto é mentira, e não é com gosto nenhum que o digo. Os conceitos de engenharia anti-sísmica não são novidade, agora se sequer 50% dos nossos edifícios estão preparados para isso? Tenho quase a certeza que não, mas é que nem de perto do que deveria ser a percentagem "segura". Acho que estamos a anos-luz de Tóquio, que deve ser a mais bem preparada.

 

Se se dá um sismo sequer parecido com o de 1755, nem sei se não seria pior, em termos de números. Seria absolutamente catastrófico. Por acaso é tipo a única coisa que desgosto em Lisboa(além dos arrendamentos a peso de ouro), esta vulnerabilidade, esta certeza de que a qualquer momento a terra começa a tremer e isto vai tudo abaixo que nem dominó.

E depois é daquelas coisas que até pode nem acontecer no nosso tempo de vida mas que, dada a perigosidade da zona em que estamos, pode acontecer às gerações futuras. E aí, "nós" seríamos responsáveis pela falta de manutenção/regras de construção anti-sismo de Lisboa e arredores.

O Puro tem toda a razão no que disse. Todos sabem o que se passou, e isto é, tanto quanto sei, um não-assunto.

 

E estou feito um agoireiro :lol:

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Quando o infinito souber que Lisboa está assente em pilares e tem água por baixo dela até quase ao Marquês, não mete lá mais os pés

 

Agora o Blackhawk vem-me dizer que isto é mentira :(

 

Não faço ideia até onde vão, mas que lá estão alguns pilares, estão. A Torre de Belém, quando foi construída, era um baluarte defensivo situado a meio do Tejo. Basta olhar para onde ele está hoje :mrgreen:

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Bom tópico para estar aqui com a cueca borrada...

 

mesmo

 

Tsunamis...eu estou protegido pela serra de Sintra, penso. :mrgreen:

Diria que o pior nestas situações são mesmo as pessoas, o medo e o pânico. Não é difícil imaginar os supermercados a serem assaltados num pós-sismo, por exemplo, ou pessoas à porrada no meio de um corredor de hospital ou na luta por um abrigo. Quanto às construções, a única que está preparada para o sismo é o parlamento (tenho ideia de ter lido isto em algum lado), portanto é provável que possa ir tudo abaixo (incluindo as pontes). Aqueles prédios cuja parte frontal está apoiada em dois pilares são os primeiros a cair.

 

Em suma, há que manter a calma e garantir, primeiramente, a nossa segurança. Depois também é uma questão de sorte. Imagino a sensação de estar preso num elevador com tudo a tremer...

 

Vivo a um minuto por isso já sei para onde vou

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Não é uma cidade barraca, mas se pensares nos grandes aglomerados de população, as cidades dormitório, margem sul, Setúbal, bairros sociais, nessas zonas a construção não foi minimamente pensada para aguentar um sismo, a maioria dos prédios foram construídos nos 80 e 90, no boom da chico espertisse dos empreiteiros. Nessas zonas, que é onde de facto tem gente, e não no centro ou zonas comerciais de Lisboa, seria uma tragédia inimaginável.

E obviamente que não pararia aí, em 1755 não havia grandes edificações mas mesmo assim tudo o que havia na costa vicentina e Algarve foi arrasado.

 

Sem dúvida, boa parte da Margem Sul era arrasada, só as construções mais recente têm planificação anti-sísmica e mesmo assim existem limites de resistência, duvido que alguma coisa ficasse em pé nesta região com um sismo de 8/8.5.

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Não é uma cidade barraca, mas se pensares nos grandes aglomerados de população, as cidades dormitório, margem sul, Setúbal, bairros sociais, nessas zonas a construção não foi minimamente pensada para aguentar um sismo, a maioria dos prédios foram construídos nos 80 e 90, no boom da chico espertisse dos empreiteiros. Nessas zonas, que é onde de facto tem gente, e não no centro ou zonas comerciais de Lisboa, seria uma tragédia inimaginável.

E obviamente que não pararia aí, em 1755 não havia grandes edificações mas mesmo assim tudo o que havia na costa vicentina e Algarve foi arrasado.

 

Tens toda a razão, é 100% verdade que zonas como essas estão muito mais vulneráveis, lembrei-me precisamente daqueles bairros gigantes da periferia de lisboa de construção ilegal, muitos deles em sítios absurdamente vulneráveis ainda por cima. Mas quando escrevi estava a referir-me à construção mais tradicional, comum e legalizada, apesar de tudo.

 

Eu tenho quase a certeza que isto é mentira, e não é com gosto nenhum que o digo. Os conceitos de engenharia anti-sísmica não são novidade, agora se sequer 50% dos nossos edifícios estão preparados para isso? Tenho quase a certeza que não, mas é que nem de perto do que deveria ser a percentagem "segura". Acho que estamos a anos-luz de Tóquio, que deve ser a mais bem preparada.

 

Se se dá um sismo sequer parecido com o de 1755, nem sei se não seria pior, em termos de números. Seria absolutamente catastrófico. Por acaso é tipo a única coisa que desgosto em Lisboa(além dos arrendamentos a peso de ouro), esta vulnerabilidade, esta certeza de que a qualquer momento a terra começa a tremer e isto vai tudo abaixo que nem dominó.

E depois é daquelas coisas que até pode nem acontecer no nosso tempo de vida mas que, dada a perigosidade da zona em que estamos, pode acontecer às gerações futuras. E aí, "nós" seríamos responsáveis pela falta de manutenção/regras de construção anti-sismo de Lisboa e arredores.

O Puro tem toda a razão no que disse. Todos sabem o que se passou, e isto é, tanto quanto sei, um não-assunto.

 

E estou feito um agoireiro :lol:

 

Que estamos a anos luz de Tóquio é certinho, não é preciso pensar muito para chegar a essa conclusão mas um prédio apto para resistir a actividade sísmica não precisa de ser um prédio de última tecnologia e engenharia para tal. Os básicos da construção anti-sísmica (e não tem nada de tecnológico são questões de engenharia) estão aplicados em quase todo o tipo de construção no mundo ocidental, como referi na resposta em cima ao Antifa, o que é preocupante são os aglomerados populacionais em sítios de construção ilegal, construção ilegal que é feita às 3 pancadas e sobretudo em sítios de enorme risco. Não é um cenário, de todo, realista pensar que a terra comece a tremer e isto venha a baixo como dominó.

 

Mas isto é como tudo, há factores que não controlamos, tanto posso estar 100% errado (oxalá que não), e vir um sismo que demonstre que eu estou errado. Mas isto que eu estou a dizer é baseado numa perspectiva racional, e já houve alguns casos de sismos em países "desenvolvidos" e teoricamente em condições similares às nossas (excluindo claro o Japão pelas condições específicas), em que houve danos materiais assinaláveis, bastante vítimas mas nada que seja um cataclismo de proporções bíblicas como estás a colocar em que isto vem tudo a baixo como dominó, salvo erro o sismo no Chile, e salvo erro é top 5 desde que há registos, há poucos anos teve estas características. Zonas urbanas centrais pouco danificas com algumas vítimas e danos materiais assinaláveis em zonas de construção ilegal e "Bairros de lata" não preparados, e é um paralelismo mais ou menos sensato este com o Chile.

Editado por Afonso Quadros

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Senti e foi a minha primeira experiência. Estava a ver tv e de repente vejo a minha cadela levantar-se num sobressalto e a olhar para mim e numa fracção de segundos oiço um barulho e sinto a terra a tremer. Pensei logo que teria sido um sismo e liguei a tv para ver falavam sobre isso. Quando disseram que tinha sido 3.2 na escala de richter fiquei intrigado dado que estava à espera de que tivesse sido mais forte. Não assustou mas se um de 3.2 é assim nem quero imaginar como será um na escala de 6 para cima.

Um tsunami seria engraçado visto que moro a menos de 200 metros da praia.

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tb houve em 1500 e troca o passo

 

 

Quer dizer que o próximo já vem com atraso.

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Não é uma cidade barraca, mas se pensares nos grandes aglomerados de população, as cidades dormitório, margem sul, Setúbal, bairros sociais, nessas zonas a construção não foi minimamente pensada para aguentar um sismo, a maioria dos prédios foram construídos nos 80 e 90, no boom da chico espertisse dos empreiteiros. Nessas zonas, que é onde de facto tem gente, e não no centro ou zonas comerciais de Lisboa, seria uma tragédia inimaginável.

E obviamente que não pararia aí, em 1755 não havia grandes edificações mas mesmo assim tudo o que havia na costa vicentina e Algarve foi arrasado.

Mesmo. A tragédia natural foi diferente, mas em New Orleans o que ficou desgraçado foram precisamente os aglomerados e bairros sociais.

Downtown quase não foi afetada.

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Um gajo deve ter medo do tsunami por causa da força estúpida que aquilo tem (onda(s) com 100 km/h e o crl), porque em termos de tamanho de onda, o do Japão por exemplo foi 10 (?) metros.

 

Diria mais entre os 15 e 20 metros.

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Vivo para aí a 2km ou 2km e meio da praia de Carcavelos... É melhor andar sempre de braçadeiras?

 

Claro que sim!

 

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