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Taka

Messi vence Bola de Ouro 2015

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Eu entro neste tópico e só me consigo lembrar daquele user que foi postar uma foto sua a dizer que era o de óculos no tópico das fotos :lol:

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Podem adaptar à vontade. Não faz sentido é meter um jogador que começou a jogar bem há uns meses e que não há muito tempo era um "corpo estranho" no Barça, à frente de outro que esteve bem ao longo de uma época. Meter o Neymar em 2º ainda dou de barato agora meter o Suarez em 3º é ter uma memória muito curta.

 

Mas isso é discutivel. Se para algumas pessoas, os meses bons muito mais do que compensaram os meses maus, não estão a incorrer em nenhuma incoerência, é apenas uma opinião.

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Essas fotos Messi vs Ronaldo :lol: :lolada:

 

f*da-se mesmo :lol: misturem também as do Neymar

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f*da-se mesmo :lol: misturem também as do Neymar

O Lebohang já fez isso. Postou o Messi a brincar com ele:

 

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Editado por DiNgO_BoSS

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Eu acho o cr7 melhor que o Jardel, mas tu lá sabes...

 

Em quê? O Jardel não marcava mais golos que o Ronaldo?

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Já que também se discute a eleição do melhor treinador aqui:

 

Citação do site "Maisfutebol"

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Jorge Sampaoli: o «intruso» que não é assim tão intruso

 

O selecionador chileno é a grande novidade na lista de nomeados à Bola de Ouro e irá concorrer com dois treinadores da escola do Barcelona mas os pontos de contacto entre os três são notórios...

 

«E ele, maluco como é, andou às voltas à procura de sítio para nos continuar a orientar. Viu uma árvore atrás de uma grade e começou a trepar sem parar. Viu o jogo de lá de cima e continuou a dar instruções».

 

As palavras de Sergio Abdala a um jornal chileno há cinco anos mantêm-se válidas para descrever a saudável obsessão de Jorge Sampaoli com o desporto-rei. Estávamos em 1996 e o atual selecionador chileno orientava o modesto Alumni de Casilda, um dos clubes da pequena localidade que o vira nascer 36 anos antes.

 

Abdala recordava então o dia no qual Sampaoli, expulso do banco durante um jogo, depois de ter feito a cabeça em água ao árbitro da partida, decidiu subir a uma árvore para continuar a ver o jogo e a dar indicações aos seus pupilos. Mal ele sabia que esse impulso apaixonado e uma foto que alguém lhe decidiu tirar, iriam transformar completamente a sua vida...

 

 

O regresso ao Newell´s, a admiração por Bielsa e o começo no futebol profissional

 

Jorge Sampaoli tentou, como boa parte dos jovens argentinos da sua idade, uma incursão pelo mundo do futebol. Aos 17 anos, já era um dos jogadores-referência das camadas jovens do Newell´s Old Boys, clube da cidade maior da região de Santa Fe, Rosario. Lateral-esquerdo aguerrido, veloz e de técnica interessante, era conhecido como «El Zurdo».

 

No entanto, a vida decidiu pregar uma partida ao jovem Zurdo e aos 19 anos teve de abandonar o sonho do futebol profissional, à conta de uma fratura exposta da tíbia e fíbula. Ainda tentou esboçar um regresso, jogando durante alguns anos na Liga da sua terra, Casilda, mas acabou por perseguir o maior sonho que tinha: ser treinador de futebol.

 

Ora e é aí que voltamos ao episódio inicial: calhou que no dia em que ele decidiu subir a uma árvore depois de ser expulso, estava por perto um diretor do Newell´s Old Boys que, pasmado com a paixão de Sampaoli pelo jogo, decidiu recrutá-lo para o Argentino, um clube filial do gigante de Rosario.

 

Tendo regressado à esfera do Newell´s, Sampaoli teve a oportunidade de aprender com o seu mestre: Marcelo Bielsa. El Loco era à época o treinador da equipa principal e as suas palestras eram autênticas lições de vida para o aprendiz. A dedicação ao método Bielsa era tanta que Sampaoli já confessou que muitas vezes ia correr ao som das palavras do experiente treinador argentino...

 

Aos 40 anos, Sampaoli teve a sua primeira experiência num clube mais a sério (Salaíto, da Primeira B Metropolitana), até que em 2002 foi convidado para orientar o Juan Aurich, um histórico do principal campeonato de futebol do Peru. Daí para a frente, Sampaoli foi ganhando um lugar na História do desporto-rei a pulso...

 

 

A fenomenal La U e o êxito no Chile pós-Bielsa

 

Jorge Sampaoli ficou no Peru durante seis anos. Além do Juan Aurich, treinou ainda o Sport Boys, o Coronel Bolognesi e o Sporting Cristal. Entretanto, no final de 2007, e depois de já ter deixado marca em terras peruanas, foi convidado para orientar o O´Higgins, um dos principais emblemas da liga chilena. Aceitou o convite com entusiasmo e fez as malas.

 

Foram dois anos de altos e baixos, sendo que a entrada foi de leão e a saída de sendeiro. Acabou despedido por causa dos maus resultados, no verão de 2009, assinando pelos equatorianos do Emelec, meio ano depois. Num dos históricos do futebol sul-americano, somou resultados e elogios, sendo que aquela equipa rubricou uma Copa Libertadores interessante. Aliás, em junho desse ano, o Emelec foi considerado pela IFFHS a melhor equipa do mundo nesse mês.

 

No final desse ano, porém, deu-se a primeira de duas grandes mudanças da vida de Sampaoli, ao assinar pela Universidad de Chile, La U, como é carinhosamente conhecida. Em dois anos, o técnico rosarino encantou o mundo do futebol, sagrando-se tricampeão chileno, ganhando a Copa Sudamericana e tendo chegado às meias-finais da Libertadores em 2012, apenas perdendo para o histórico Boca Juniors.

 

O estilo de jogo arrojado, assente numa pressão sufocante, no adiantamento das linhas e em saídas coordenadas e rápidas para o ataque tornaram a Universidad do Chile numa das equipas mais apreciadas pelos «experts» de futebol sul-americano.

 

Na segunda metade de 2012, Sampaoli trabalhava com afinco no planeamento de mais um torneio Clausura, quando surgiu um convite irrecusável: a federação chilena pretendia que ele substituísse Claudio Borghi, o treinador que havia sido recrutado para o lugar do seu mentor, Marcelo Bielsa, após o Mundial 2010.

 

O resto da história é conhecido por toda a gente: comprometeu-se a levar o Chile ao Mundial do Brasil e conseguiu, seguindo as bases implementadas por Bielsa e dando-lhe um cunho pessoal. No Brasil, num arrojado 3-4-3, que tanto se podia transformar em 5-3-2 como 4-3-3, a equipa de Sampaoli fez maravilhas, tendo batido de forma impressionante a campeã mundial Espanha e perdendo apenas nas grandes penalidades perante a seleção anfitriã.

 

Mas o maior desafio ainda estava para chegar. 2015 era o ano. O Chile organizava a Copa América, em busca da primeira vitória na prova. Com uma seleção muito bem coordenada em termos táticos e com jogadores de puro desequilíbrio como Alexis, Vidal, Vargas ou Valdívia, os chilenos levaram a qualidade do futebol aos píncaros e consagraram-se como justos vencedores da «sua» Copa América.

 

 

Os louros de Sampaoli e a admiração por Guardiola

 

Obviamente que depois da conquista do verão passado, Jorge Sampaoli passou a ser considerado um herói nacional em solo chileno.

 

«Vivemos numa sociedade demasiado individualista e eu prefiro realçar a importância do coletivo. O futebol tem-se transformado cada vez mais num negócio e aquilo que eu procuro é que os jogadores se sintam de volta à sua essência quando jogam pela seleção», referiu numa entrevista recente.

 

Sampaoli é um admirador reconhecido dos êxitos recentes do Barcelona e em particular de Pep Guardiola, um dos seus adversários na corrida à Bola de Ouro para melhor treinador do ano, juntamente com outro técnico da escola catalã, Luis Enrique.

 

«Atualmente, a única equipa que gosto de ver é o Bayern. No resto das equipas, posso destacar jogadores individualmente, mas enquanto equipa, há uma diferença enorme entre o Bayern e as restantes. O Bayern passa a bola para jogar, enquanto que os outros jogam para passar a bola. As modificações de Pep, tendo em conta o contexto e o sucesso obtido, ainda são mais valorizáveis», afirmou no passado mês de outubro, à DirecTv Sports.

 

A cerimónia de 11 de janeiro será portanto um interessante encontro de três treinadores com filosofias semelhantes, embora cada qual com a devida adaptação aos mais diferentes contextos. Sampaoli não será o único debutante (Luis Enrique também se irá estrear e até pode ser considerado o favorito a arrebatar o prémio) mas por ser o único candidato fora da esfera europeia é claramente visto como a grande novidade da lista.

 

Um homem simples, modesto, obcecado, dedicado ao máximo e comprometido a uma ideia. Porque, como diz também: « Os sistemas podem-se discutir, podem ser modificados, mas a ideia é que nunca pode mudar...».

 

Citação do site "Maisfutebol"

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Sampaoli e a cobiça: «Não devem ter o meu número de telefone»

 

Selecionador do Chile tem sido apontado ao futebol europeu, mas garante não ter recebido propostas

 

Vencedor da Copa América e nomeado para trenador do ano na Gala da FIFA, Jorge Sampaoli tem sido apontado a clubes importantes da América do Sul e também da Europa, mas garante não ter sido contactado.

 

«Se me apontam a esses lugares vejo que não devem ter o meu número, pois ninguém me ligou», disse o técnico argentino, que coloca um ponto de interrogação em torno do futuro, uma vez que no próximo mês de janeiro haverá eleições na federação chilena, e nessa altura será necessário discutir o projeto para a seleção.

 

«O que quero é encontrar o futebol do passado para melhorá-lo, para que tenha mais alegria, para que os adeptos disfrutem mais e não se conformem apenas em ganhar. Gostaria de estar num lugar em que se valorizasse a vontade de jogar melhor», acrescentou Sampaoli, numa entrevista à Cadena Cope em que fala da sua filosofia de jogo.

 

O técnico diz até que a nomeação para treinador do ano não é um prémio para si, mas para a forma de jogar do Chile, que venceu a Copa América. «Valorizo muito a nomeação. Não por mim, mas pela forma como se alcançou tudo, por estar no pódio com pessoas que valorizam muito o ataque», respondeu Sampaoli, referindo-se aos «rivais» Pep Guardiola e Luis Enrique.

 

«Hoje em dia, tirando duas ou três equipas, não conseguimos ver futebol. Vemos outra coisa. Se quero ver bons jogadores vejo o Barcelona. Se quero ver uma boa equipa vejo o Bayern. Mas a conclusão a que chego, quando termina o fim de semana, é que vi muito pouco», diz Sampaoli.

 

Considerado por muitos um discípulo de Marcelo Bielsa, Sampaoli assume ter uma «grande admiração» pelo compatriota, mas diz que a sua filosofia de jogo é diferente. O selecionador chileno elogia também Diego Simeone, por «ter conseguido que a equipa mate pela sua ideia de jogo», mas reconhece que a sua grande referência atual é Guardiola. «Vai evoluindo de acordo com o que precisa. É alguém que está sempre a evoluir, que tem jogadores comprometidos com a sua ideia, sobre a qual pode refletir, e que pode modificar facilmente pela crença que gera. Tentamos evocar este Bayern. Aquilo que não negociamos é o protagonismo desmedido, que nos permite dominar e não ser dominados, defendermos muito com bola.»

 

«Se jogarmos bem e tivermos sempre a bola, não haverá canto, livre ou coisa alguma que nos afete», reforça o selecionador do Chile, assumindo que a posse de bola tem de dar frutos: «Aqueles que renunciam à posse de bola dizem que são as equipas com mais posse de bola que mais perdem. Se não transformas o domínio em situações de golo acabas por ser uma equipa que ganha pouco mais do que uma ideia.»

 

Questionado sobre os problemas no Chile em lances de bola parada, por ter centrais (adaptados) com baixa estatura, Sampaoli deixa uma resposta pragmática: «O ideal seria ter centrais de 1,90m que joguem bem. Mas tendo em conta as nossas prioridades precisamos de médios a jogar como centrais, para que o início de construção de jogo seja bom. Se o início não for bom o final será pior.»

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Mais golos e assistências na Liga dos Campeões desde 2012/13:

Cristiano Ronaldo (59)

Leo Messi (36)

Thomas Müller (33)

Karim Benzema (29)

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Quem foi o último liberiano a estar no pódio para melhor do mundo?...

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Eu entro neste tópico e só me consigo lembrar daquele user que foi postar uma foto sua a dizer que era o de óculos no tópico das fotos :lol:

:lol: épico

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Sou o de óculos :mrgreen:

 

 

Eu entro neste tópico e só me consigo lembrar daquele user que foi postar uma foto sua a dizer que era o de óculos no tópico das fotos :lol:

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Quem foi o último liberiano a estar no pódio para melhor do mundo?...

 

weah

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