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Ghelthon

Ataques terroristas em Paris

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Attentats : une voiture avec 4 hommes armés force un barrage dans les Yvelines

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Li agora que a irmã do Griezmann é uma das sobreviventes do ataque ao Bataclan

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encontrei isto :

 

Normalmente, quem declara a Lei Marcial é o exército, não o país. É bem parecido com o que acontece quando acontece um Golpe de Estado e os militares assumem o poder, toda a sociedade passará a responder pelas leis militarizadas. A Lei Marcial é instaurada quando o exército assim entender que o país esteja vivenciando uma grande crise política e civíl

 

 

Não acredito que se venha a suceder.

 

Então não era o que queria dizer. Tava falar se existe algum estado de emergência que possa ser declarado que permita à França ir além das leis com vista a tratar da ameaça terrorista

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"La haine attire la haine"

 

Maior verdade de sempre. Dá-me nojo tudo isto. Tanto como os atentados que vitimaram centenas de pessoas; a cegueira das pessoas e o desejo de vingança e ódio por um geral que nada tem a ver com o particular. Revolta-me a insanidade perfilhada pelas redes sociais, debatida em cafés ou semeada em casa. Tira-me do sério a "manifestações de apoio" a Paris que são seguidas de mensagens contra os refugiados; contra os muçulmanos no geral ou contra os estrangeiros no seu todo. Desola-me que este seja o nosso paradigma. Entristece-me que a cada atentado, a cada momento de carnificina e mortes de inocentes se apele ao ódio logo a seguir. O ódio gera ódio. Tudo isto vai servir para nos irmos - ainda mais - destruindo a cada dia que passa. Destruímo-nos a nós por nos enchermos de sede de vingança e por nos deixarmos assolar pela cegueira colectiva; destruímos todos os outros que sofrem pelos actos de ódios REFLECTIDOS que surgem como forma de retaliação.

 

O pior inimigo somos mesmo nós. Triste mundo este; triste sina a nossa de estarmos entregues aos "bichos". Enquanto estes sentimentos nascerem como cogumelos, não estaremos a salvo. Enfim, nem sei mais o que dizer.

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Mas acho que isso depende de pais para pais,

 

Por exemplo, o Obama pode invocar a tal lei marcial.

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Estão espalhados? Então vamos encontrá-los. São milhares? Então vamos matar milhares.

Os joguinhos e mini guerras frias acabaram. Quando te empurram, tu empurras o outro de volta. Neste caso a resposta passa por um soco em cheio nos olhos.

 

 

Primeiro vai passar por uma revisão interna. Depois sim, lança-se uma tempestade de fogo em cima da Síria. E o nosso aliado mais velho vai ajudar...

 

Os Russos?

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Mas acho que isso depende de pais para pais,

 

Por exemplo, o Obama pode invocar a tal lei marcial.

 

O Presidente dos Estados Unidos é o Comandante Supremo das Forças Armadas do país. Mas isso não é igual em todos os países, daí as diferenças

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Guest Lotterer.

Ainda continua o mito de que a culpa é da França nao saber intregar.

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Eu vivo perto de Paris e trabalho a 3 minutos do estadio de France. Vejo o integrismo crexer cada dia mais. O islamistas mais numbrosos. Construçoes de mosquées aonde predican a raiba dos occidentais ! E dexamos fazer para nao ferir essa cominidade. Mais eles nao tem esse tipo de consideracoes ! O inimigo nao vem do esterior mais do interirior ! Nao queria que Portugal deixase isso acontecer ! A relegiao islamica nao e de paz mais de hodio contra nos !

 

Se isto não fosse tão triste, até que tinha piada.

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LOL vou ao face e só vejo bandeirinhas de França no chat

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Ontem o EI matou mais de 50 pessoas num atentado no Libano... mas parece que por cá não se dá nem 1% da importância a isso. Não sei o que é mais triste, se os atentados do EI ou só quem se "preocupe" com o que se passa na Europa e se lembra realmente do terrorismo e fica "amedrontado" quando é em países da Europa ou nos EUA.

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Guest Lotterer.

Ontem o EI matou mais de 50 pessoas num atentado no Libano... mas parece que por cá não se dá nem 1% da importância a isso. Não sei o que é mais triste, se os atentados do EI ou só quem se "preocupe" com o que se passa na Europa e se lembra realmente do terrorismo e fica "amedrontado" quando é em países da Europa ou nos EUA.

 

E porque haveria de ter a mesma relevancia?

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Ontem o EI matou mais de 50 pessoas num atentado no Libano... mas parece que por cá não se dá nem 1% da importância a isso. Não sei o que é mais triste, se os atentados do EI ou só quem se "preocupe" com o que se passa na Europa e se lembra realmente do terrorismo e fica "amedrontado" quando é em países da Europa ou nos EUA.

Mas qual é o problema? É óbvio que tudo o que seja mais próximo de casa tenha maior impacto e seja alvo de maior atenção nossa. Da mesma maneira que a tragédia de entre os rios teve o impacto que teve no nosso país e algo semelhante em qualquer outro país não teria o mesmo. Significa que uma é pior que a outra? Claro que não, mas vai ser mais noticiada e terá maior impacto em nós, como é óbvio.

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E porque haveria de ter a mesma relevancia?

 

Porque trata-se de um atentado. E pelo menos para mim a vida de um ser humano não se mede pela sua origem. Como alguém disse aí, o que nós estamos aqui escandalizados por ter acontecido na França e todos "surpreendidos", é o dia-a-dia em muitos outros paísese que nós fazemos de conta que não acontece.

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Dizer que o Irão é um país árabe é uma boa forma de seres muito mal recebido no país.

Eu sei, mas foi a maneira mais simples de explicar o que queria dizer-

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França. O berço do jiadismo

Dez meses depois dos ataques ao Charlie Hebdo, a Jihad volta a matar em Paris. Não é mero acaso. França é o país ocidental com maior número de jiadistas na Síria

 

A raiz do mal está na porta do vizinho do lado. Em França, os serviços secretos nunca vão ter meios para monitorizar as cerca de sete mil pessoas suspeitas de terem ligações mais ou menos próximas com a ideologia extremista que mata em nome do Islão. Deste vasto grupo, pelo menos 1500 são considerados ativistas perigosos e atuam em solo gaulês, estando a ser monitorizados pelas secretas. O problema é interno mas também externo.

 

Há muitos meses que a França é o país ocidental que mais exporta Jiadistas para a guerra que se trava na Síria. Os números menos alarmistas dão como certa a presença de 1400 franceses na Jihad que se trava no médio oriente. A esmagadora maioria militante do autodenominado Estado Islâmico.

 

O Reino Unido, por exemplo, onde o fenómeno da radicalização é igualmente grave, exportou cerca de metade do contingente gaulês.

 

Os atentados de janeiro na sede do jornal satírico Charlie Hebdo, que matou 17 pessoas, tinham sido o último sinal de que o fenómeno do extremismo em França era grave. E não eram simplesmente as políticas sucuritárias que podiam resolver o problema.

 

A vasta comunidade muçulmana que reside nos subúrbios das principais cidades francesas é o ponto de partida de uma teia complexa. É nestes bairros desfavorecidos que têm sido recrutados os jovens extremistas, essencialmente através das redes sociais. O perfil dos jiadistas não é linear mas muitos deles são pessoas que se sentem desintegradas. Muitos estão no desemprego ou em subempregos. Sentem-se desencantados com as perspetivas de vida. E veem na mensagem dos pregadores radicais da Intenet a solução fácil e rápida para as múltiplas frustrações. O discurso do ódio que lhes é incutido tem sido extremamente eficaz.

 

França tem sido um berço de jiadistas porque a comunidade muçulmana, o alvo preferencial dos recrutadores, é maior do que noutros países europeus. Mas o problema é semelhante, embora numa escala menor, em países como a Bélgica, Reino Unido, Holanda e até Espanha.

 

Alguns dos radicais saem de Paris, Marselha ou Toulouse e viajam incógnitos até à Síria. Outros, ficam e fazem a sua Jihad em pequenas células na clandestinidade. E também há os que regressam do Estado Islâmico, já doutrinados e com formação militar. Todos são considerados potenciais terroristas.

 

De acordo com os dados oficiais, há 150 homens e mulheres presos nas cadeias francesas por atividades terroristas. Nos próximos dias, depois deste ataque que matou mais de 120 pessoas, o número de detidos vai crescer certamente. O medo também.

 

In Expresso

Editado por Peplin

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Mas qual é o problema? É óbvio que tudo o que seja mais próximo de casa tenha maior impacto e seja alvo de maior atenção nossa. Da mesma maneira que a tragédia de entre os rios teve o impacto que teve no nosso país e algo semelhante em qualquer outro país não teria o mesmo. Significa que uma é pior que a outra? Claro que não, mas vai ser mais noticiada e terá maior impacto em nós, como é óbvio.

 

Estás a comparar um acidente com um atentado terrorista. O terrorismo deve ser sempre notícia. Não é algo pontual, são actos orquestrados. Não é como o "manel" do bairro que se zangou com o "zé" e acabaram ao tiro porque não se conseguiram entender. São coisas orquestradas que para serem combatidas não nos podemos lembrar delas quando nos atinge apenas.

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Ontem o EI matou mais de 50 pessoas num atentado no Libano... mas parece que por cá não se dá nem 1% da importância a isso. Não sei o que é mais triste, se os atentados do EI ou só quem se "preocupe" com o que se passa na Europa e se lembra realmente do terrorismo e fica "amedrontado" quando é em países da Europa ou nos EUA.

Pior que não dar importância foi a maneira como esse atentado de anteontem foi noticiado pelo Mundo todo. As agência noticiosas abriram todas descrevendo o local de forma simplista como apenas um "stronghold" do Hezbollah, dando a entender que assim os mortos valem menos, apesar do local ser mais um bairro da periferia de Beirut, altamente populado por civis inocentes, que foram as vitimas do ataque.

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Olha aí, toda a gente sabe que eles costumam vir para cá nos barcos no meio dos refugiados, são aos milhares.

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Bartolo, faz um favor a todos e nunca estejas numa posição de liderança de qualquer modo ligada a uma arma de fogo.

 

Melhor, espera umas semanas até repensares no assunto.

Editado por Lip Zola

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Eu vejo aqui muita indignação relacionada com a opinião geral de que a culpa é dos refugiados, mas eu vou por água na fervura. Não, eu não tenho nada contra essas pessoas que tentaram fugir do país em questão para começar uma vida melhor longe de guerras e de todos estes radicais fundamentalistas que formam o ISIS, mas também não consigo condenar as pessoas que se sentem agora mais vulneráveis a este tipo de ataques porque se resolveu acolher milhares de refugiados em território europeu de forma completamente indiscriminada. A larga maioria das pessoas não pára sequer para pensar e fazer esta distinção, e mesmo que o façam, o ser humano é tendencialmente egoísta e pensa em si primeiro e só depois nos outros. É que não é mentira nenhuma que a nossa segurança foi colocada em causa com a decisão humanitária de aceita-los, visto que isto foi também uma enorme porta de entrada para os terroristas do ISIS chegarem à vontade na Europa, e os primeiros danos colaterais/efeitos de termos aceite tanta gente estão à vista. Eu sinceramente tenho medo que este tipo de acontecimentos passe a ser recorrente e banal da Europa daqui a alguns anos.

 

Se há controlo de quem entra, não há razão qualquer para deixar as pessoas entrarem, tal como não havia razão para deixarem de entrar antes de tu ouvires sobre a situação nos media. Essa da "É que não é mentira nenhuma que a nossa segurança foi colocada em causa com a decisão humanitária de aceita-los, visto que isto foi também uma enorme porta de entrada para os terroristas do ISIS chegarem à vontade na Europa" é uma treta de todo o tamanho.

 

Isto é um bom indício de que a verdadeira raíz do problema não está e não tem sido tratada convenientemente por quem de justiça.

 

Então mas isso leva a outra questão, se os autores destes ataques realmente já nasceram na Europa e não vieram, como se pensa, junto com todos estes refugiados, não será provável que os filhos destes bons refugiados, daqui a 20 e 30 anos, se tornem também eles terroristas?

 

Não é genético.

Editado por Lip Zola

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