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Tópico da Política, Ambiente e Economia

Publicações recomendadas

Citação de kareca, há 2 minutos:

bloco central será

Ou PAN em governo de direita. Mas acho que os resultados vao ser algo diferentes desses ainda, falta algum tempo e salvo erro o ticampos já disse que tem uma sondagem que usa nos cálculos que tem um bias exagerado para o chega

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Boa notícia para o país os Animalistas ficarem reduzidos à Sidecar.

Má notícia para o país os Animais ficarem em 3º lugar.

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Citação de SAS_Robben, há 3 horas:

A resposta não foi clara e ainda tentou se justificar no pós debate novamente.

Ele não estava à espera e respondeu um pouco às três pancadas

 

Citação de Sandes., há 2 horas:

Não foi clara em quê? Não estou mesmo a perceber que mais ele podia dizer. Aliás, quem pareceu pouco preparado, ou fez orelhas moucas, foi o costa em relação ao ITER

Já agora :

https://observador.pt/factchecks/fact-check-livre-admite-recorrer-a-energia-nuclear-para-transicao-energetica-como-diz-antonio-costa/

 

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Citação de Sandes., há 16 minutos:

ticampos já disse que tem uma sondagem que usa nos cálculos que tem um bias exagerado para o chega

Tem... Mas não saiu ainda... Estou à espera há semanas lol. 

Quanto aos resultados diferentes, acho que nos próximos dias vamos ter Chega e PS mais fracos, PSD, livre, IL mais fortes. Digo isso pelo momentum de campanha... Pelo que vejo online e em coisas como Google trends (vocês não imaginam o potencial dessa ferramenta quando bem usada) . 

Isso e as pessoas que vou vendo, não sinto uma onda rosa. Entusiasmo no voto no Costa. Como se sentia em 2019.

Até já tinha dito aqui que não acreditava no PS 40% há 2/3 dias atrás. 

 

Obs. A sondagem em falta não tem Bias Chega. Tem é o Chega forte porque quando saiu o Chega estava forte em todas as sondagens. Por isso espero que quando sair, se sair, o Chega baixe. 

Editado por Ticampos

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Não acredito que PS e PSD estejam assim tão próximos. E se esquerda e direita estiverem nesse equilíbrio de forças, teremos eleições novamente daqui a uns meses.

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Citação de Ticampos, há 15 minutos:

Tem... Mas não saiu ainda... Estou à espera há semanas lol. 

Quanto aos resultados diferentes, acho que nos próximos dias vamos ter Chega e PS mais fracos, PSD, livre, IL mais fortes. Digo isso pelo momentum de campanha... Pelo que vejo online e em coisas como Google trends (vocês não imaginam o potencial dessa ferramenta quando bem usada) . 

Isso e as pessoas que vou vendo, não sinto uma onda rosa. Entusiasmo no voto no Costa. Como se sentia em 2019.

Até já tinha dito aqui que não acreditava no PS 40% há 2/3 dias atrás. 

 

Obs. A sondagem em falta não tem Bias Chega. Tem é o Chega forte porque quando saiu o Chega estava forte em todas as sondagens. Por isso espero que quando sair, se sair, o Chega baixe. 

Sim, isso do bias chega foi uma expressão minha para dizer que pode estar a beneficiar o chega sem ser algo "verdadeiro"

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Citação de Black Hawk, há 4 minutos:

Não acredito que PS e PSD estejam assim tão próximos. E se esquerda e direita estiverem nesse equilíbrio de forças, teremos eleições novamente daqui a uns meses.

Rui Rio está claramente a fazer uma campanha de baixo para cima.

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Btw, o Volt recebe financiamento de lá de fora? Eles têm andado em campanha por vários sítios do país, um pouco estranho, não?!

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Citação de Sandes., há 59 minutos:

Sim, isso do bias chega foi uma expressão minha para dizer que pode estar a beneficiar o chega sem ser algo "verdadeiro"

Pelo que percebi, a Eurosondagem foi à vida com a morte do Oliveira e Costa. É pena. 

O modelo vai ter que receber mudanças significativas. 

Estará pronto em cerca de 2/3 dias. 

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Eu quero a IL no governo só pelo potencial de greves selvagens e manifs com mocada.

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O João Oliveira é o único que leva estas "entrevistas" do RAP da maneira certa. A última vez que lá foi ainda foi melhor que esta. 

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Citação de Black Hawk, há 2 horas:

Confesso que li, mas algures a meio dei-me conta que não tinha arcaboiço intelectual para acompanhar o raciocínio. E não estou a ser irónico de forma alguma.

Se houver alguma coisa que eu possa explicar que não tenha sido tão claro diz que eu tenho todo o gosto!

Citação de Gorki, há 2 horas:

Também tive dificuldade pq vê se que ele entende da poda e eu não sou jurista/advogado. Mas com calma percebe se o sentido da coisa. 

Ponham aquilo na sede do CH sff 

Ah e do PSD também

 

 

O problema dos apoiantes do Chega é que me parece impossível mudar aquele estilo de pensamento com um simples texto. Não conseguiria eu nem conseguiriam pessoas muito mais capazes do que eu.

A maior parte das pessoas não pensa naquilo que é uma pena e qual a sua função no ordenamento jurídico. O contacto da generalidade da população com a justiça é através dos seguintes temas: atrasos processuais; crimes hediondos; corrupção. Perante o caso de um homem que viola uma criança, os comentários são bastante uniformes. Tanto o calceteiro de 60 anos como o gestor de uma empresa qualquer não hesitariam em pedir a pena de morte, ou perpétua, ou a castração química. Isto é independente da instrução das pessoas. Já assisti a conversas onde pessoas com cursos superiores perante um crime qualquer exigem logo a pena máxima. Isto acontece porque o debate em torno do sistema jurídico é bastante pobre.

É bastante fácil tratar o violador ou o pedófilo como um monstro. É muito fácil ter sentimentos de vingança contra essa pessoa. Difícil é olhar para essa pessoa por aquilo que ela é, um ser humano. Um ser humano que apesar da atrocidade que cometeu, deve ser tratado com a dignidade que merece em virtude dessa mesma condição. O Estado não pode agir com um propósito vingativo.

Relativamente à corrupção e ao aumento dos limites penais, que é uma das bandeiras do André Ventura. Felizmente nos debates o Rui Tavares levantou a questão de este aumento não resolver problema nenhum, porque já estava exausto de ouvir o Ventura sempre com a mesma ladainha. Todos nós estamos fartinhos de ouvir que Portugal é um país muito corrupto. As pessoas estão tão desesperadas que a única solução que veem para o problema da corrupção é o aumento das penas, apesar de haver estudos que demonstram que neste tipo de crimes penas curtas são mais eficazes do que penas longas. Nunca me hei de esquecer de algo que o meu professor de Direito Penal disse numa das primeiras aulas: em Itália (não tenho a certeza se foi aí, posso estar a cometer alguma imprecisão) houve uma altura em que as notas possuíam no canto uma inscrição que dizia que a contrafação de moeda era punida com a morte. Apesar de os contrafatores terem de colocar nas suas notas essa inscrição, tal não lhes dissuadia de cometer na mesma o crime.

Como se resolve isto? Sinceramente, não sei. A própria forma como os debates legislativos estavam organizados não permitia discorrer muito sobre o assunto, porque mal começavam a falar tinham logo de terminar por falta de tempo. De qualquer das formas, sinto que é preciso debater estas questões desde muito cedo. Utilizar a escola para debater o que é uma sociedade, as regras que a regulam e o que fazer quando elementos dessa sociedade violam essas mesmas regras. Pelo menos daria para retirar alguma da simplicidade com que as pessoas debatem este assunto.

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O que tenho em comum com a Renata Cambra? Apenas 1 coisa. Devo ter sido dos 10 portugueses que mais multiplicaram os seguidores originais em 1 semana no Twitter. Agora e rezar para que a previsao final seja boa (nao no resultado que pretendo, mas na qualidade da previsao).

Editado por Ticampos
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Eu apoio a prisão perpétua em casos extremos. Não por vingança/justiça, querer punir a pessoa que cometeu o crime - não acho que seja essa a competência do sistema judicial. Não por achar que vai fazer qualquer diferença um maluco qualquer que tá prestes a cometer um crime horrível, ir pensar "epá eu agora vou ficar preso para a vida toda em vez de 25 anos, se calhar é melhor não" - isso nunca vai acontecer. Mas sim porque em casos extremos, há certas pessoas que são um perigo para a restante sociedade, não é crível que deixem de ser um perigo mesmo após um longo período na prisão, e os direitos dos restantes cidadãos também tem de ser ponderados contra os direitos destas pessoas. Refiro-me apenas a casos extremos tipo terrorismo, psicopatas assassinos em série, pessoas que mostraram violência extrema em ocasiões múltiplas, violadores em série e pedófilos por compulsão. Coisas assim muito pesadas, muito reincidentes, muito nocivas para a sociedade, e muito pouco críveis que "se arrependam" e "mudem de vida". Nós sabemos mais sobre a mente humana hoje do que no século 19, e apesar de perceber que o conceito do estado lidar com todos os cidadãos por igual, dar a hipótese de reabilitação etc etc, são conceitos muito nobres e basilares da nossa sociedade, eu acho que em 2022 sabe-se o suficiente para perceber que pessoas psicopatas ou certos outros desvios de personalidade que tenham alto risco para os outros, é muito difícil se transformar e reintegrar completamente.

Agora. É um assunto que faz sentido estar no topo da agenda política portuguesa, um país com relativamente baixa criminalidade? Não. Está a ser levantado por bons motivos? Não, de todo.

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Ao fim dos 25 anos não há avaliações e possíveis extensões? Tal como vai acontecer com o Breivik na Noruega que já está a chegar aos 21 de pena máxima lá.

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Citação de kareca, há 32 minutos:

Ao fim dos 25 anos não há avaliações e possíveis extensões? Tal como vai acontecer com o Breivik na Noruega que já está a chegar aos 21 de pena máxima lá.

Não sei, julgo que não. Se houver pronto, não é preciso penas perpétuas para nada. 

Só gostava que houvesse algum enquadramento legal para proteger melhor a sociedade de determinadas pessoas perigosas. Um exemplo é a violência doméstica, ainda há pouco tempo houve cá um caso na Madeira dum gajo que tinha denúncias há anos, um dia passou-se matou a mulher e filhos e suicidou-se. Se calhar aqui já tamos a entrar num tema diferente, é muito complicado provar, muitas vezes as vítimas não querem prestar queixa, e os crimes antes de escalar para o assassínio não são suficientemente claros para sequer prender alguém. Mas é muito fdd explicar à família das vítimas como podes ter alguém referenciado como perigo sistemático e mesmo assim "deixam" cometer um crime horrível. Ou pessoas que já cometeram crimes graves, saem da prisão, e a forma de não serem reincidentes é terema polícia permanentemente em cima a fazer trabalho de vigilantes a "assusta-los", completamente fora do enquadramento legal, para não fazer mais m*rda. 

Há uns anos atrás a sociedade repensou e bem que as pessoas que consumiam drogas não eram criminosos, não eram tão perigosos como se pensava, e era má ideia puni-las. Se calhar podíamos repensar a dinâmica de como se lida com outros tipos de pessoas, que entretanto a sociedade se apercebeu que são mais perigosos do que pareciam - p.ex quem comete violência doméstica. 

Editado por noikeee

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Se uma pessoa é um perigo para a sociedade e não pode ter uma pena normal, também não é na prisão que se vai resolver alguma coisa. A prisão até pode ser uma oportunidade para essa pessoa ficar ainda pior devido ao ambiente de abuso de outros reclusos e guardas prisionais. E pode mesmo influenciar outros a ficarem piores também.

 

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Citação de noikeee, há 7 horas:

Não sei, julgo que não. Se houver pronto, não é preciso penas perpétuas para nada. 

Só gostava que houvesse algum enquadramento legal para proteger melhor a sociedade de determinadas pessoas perigosas. Um exemplo é a violência doméstica, ainda há pouco tempo houve cá um caso na Madeira dum gajo que tinha denúncias há anos, um dia passou-se matou a mulher e filhos e suicidou-se. Se calhar aqui já tamos a entrar num tema diferente, é muito complicado provar, muitas vezes as vítimas não querem prestar queixa, e os crimes antes de escalar para o assassínio não são suficientemente claros para sequer prender alguém. Mas é muito fdd explicar à família das vítimas como podes ter alguém referenciado como perigo sistemático e mesmo assim "deixam" cometer um crime horrível. Ou pessoas que já cometeram crimes graves, saem da prisão, e a forma de não serem reincidentes é terema polícia permanentemente em cima a fazer trabalho de vigilantes a "assusta-los", completamente fora do enquadramento legal, para não fazer mais m*rda. 

Há uns anos atrás a sociedade repensou e bem que as pessoas que consumiam drogas não eram criminosos, não eram tão perigosos como se pensava, e era má ideia puni-las. Se calhar podíamos repensar a dinâmica de como se lida com outros tipos de pessoas, que entretanto a sociedade se apercebeu que são mais perigosos do que pareciam - p.ex quem comete violência doméstica. 

Olha que tenho a ideia que a violência era há anos mas as denúncias nem meses tinham. E esses casos de violência doméstica nem sempre são assim tão simples pois muitas vezes, mesmo com medidas sérias de proteção, é a vítima que vai de encontro ao agressor. E por isso o que devia ser feito era repensar o apoio à vítima e não tanto aumentar castigos aos agressores.

Citação de Sandes., há 7 minutos:

Se uma pessoa é um perigo para a sociedade e não pode ter uma pena normal, também não é na prisão que se vai resolver alguma coisa. A prisão até pode ser uma oportunidade para essa pessoa ficar ainda pior devido ao ambiente de abuso de outros reclusos e guardas prisionais. E pode mesmo influenciar outros a ficarem piores também.

 

Isso aí já se entra no campo do doente mental e não do criminoso normal e não sei se não há diferenças em relação ao preso normal. Pesquisei e encontrei isto:

http://www.asjp.pt/2015/05/30/quando-a-loucura-da-pena-perpetua-de-prisao/

 

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Teoria da conspiração: estas sondagens que dão a vitória do PS menos certa, e uma possibilidade de governo de direita apenas com o Chega, serão para tentar mobilizar voto no PS?

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Citação de noikeee, há 31 minutos:

Teoria da conspiração: estas sondagens que dão a vitória do PS menos certa, e uma possibilidade de governo de direita apenas com o Chega, serão para tentar mobilizar voto no PS?

São, claro. Aliás, as empresas de sondagem estão todas em conluio para perpetuar o PS no poder, nem há outra explicação.

Citação de noikeee, há 10 horas:

Eu apoio a prisão perpétua em casos extremos. Não por vingança/justiça, querer punir a pessoa que cometeu o crime - não acho que seja essa a competência do sistema judicial. Não por achar que vai fazer qualquer diferença um maluco qualquer que tá prestes a cometer um crime horrível, ir pensar "epá eu agora vou ficar preso para a vida toda em vez de 25 anos, se calhar é melhor não" - isso nunca vai acontecer. Mas sim porque em casos extremos, há certas pessoas que são um perigo para a restante sociedade, não é crível que deixem de ser um perigo mesmo após um longo período na prisão, e os direitos dos restantes cidadãos também tem de ser ponderados contra os direitos destas pessoas. Refiro-me apenas a casos extremos tipo terrorismo, psicopatas assassinos em série, pessoas que mostraram violência extrema em ocasiões múltiplas, violadores em série e pedófilos por compulsão. Coisas assim muito pesadas, muito reincidentes, muito nocivas para a sociedade, e muito pouco críveis que "se arrependam" e "mudem de vida". Nós sabemos mais sobre a mente humana hoje do que no século 19, e apesar de perceber que o conceito do estado lidar com todos os cidadãos por igual, dar a hipótese de reabilitação etc etc, são conceitos muito nobres e basilares da nossa sociedade, eu acho que em 2022 sabe-se o suficiente para perceber que pessoas psicopatas ou certos outros desvios de personalidade que tenham alto risco para os outros, é muito difícil se transformar e reintegrar completamente.

Agora. É um assunto que faz sentido estar no topo da agenda política portuguesa, um país com relativamente baixa criminalidade? Não. Está a ser levantado por bons motivos? Não, de todo.

Isto de se tratar os 25 anos como se fossem quase um loophole na Lei é um absurdo.

Quantos casos, se é que existe algum, estão documentados em que um desses perigosos homicidas e violadores em Portugal estiveram 25 anos a aguardar tranquilamente na prisão para depois poderem vir cá para fora continuar a matar? É que fala-se como se isto fosse absolutamente comum e houvesse terroristas e pessoas perigosas a ser libertadas após 25 anos só e apenas porque o sistema judicial está de mãos atadas.

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a conversa da prisão perpétua é bem parva. juro que não conheço ngm até há altura das eleições que dizia "25 anos? bem pouco. isto é um problema"

recuso-me a participar

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