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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de Puto Perdiz, há 24 minutos:

quando estás na m*rda até o cão mija em cima de ti.

Há dois anos ele não iria corrigir o erro dela. Ele está a corrigir com o objectivo de a ridicularizar e ela tem problemas em lidar com o seus erros e usa como escape o machismo e o racismo, nunca foge daí.

Ela é deputada da nação.

O CVM pode ser uma besta e provocatório mas não tem as responsabilidade que ela tem. Com isto só demonstra que foi claramente um erro.

Pode apresentar bons diplomas, querer a evolução da sociedade mas a forma de estar de "terra queimada" só faz com que essas ideias morram.

De resto de acordo.

Já agora , o Rio e o Ventura não foram porque motivo?

Editado por SAS_Robben

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Citação de SAS_Robben, há 8 minutos:

Já agora , o Rio e o Ventura não foram porque motivo?

Esta quarta-feira Rui Rio contou que tinha proposto entrar à distância na rádio ou ser substituído e não foi aceite. O líder do PSD justificou a sua ausência do debate desta quinta-feira, afirmando que já fez nove debates e que agora "é o tempo de visitar todos os distritos".

Ventura também por motivos de agenda. 

Editado por HappyKing

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Se calhar COVID, ou disseram no início, mas não apanhei

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Citação de Stromp, há 11 minutos:

Gostava de perceber o bicho-papão da "igualdade de género". Acho que a direita não faz a mínima ideia do que é que se trata.

Ou se calhar sabe, e aí ainda pior

É um problema da nossa democracia burguesa. Tudo é usado como arma

se uns dizem q se devia manter a tap pq é importante, os outros dizem q não devia pq da prejuizo

se uns dizem q se devia ter mais habitação publica, outros dizem q n pq tem q dar lucro

se uns dizem q devia fazer mais hospitais publicos, outros dizem q n pq são maus

se uns dizem q há racismo e que há pessoas q sofrem com isso, outros dizem que é mentira e vai trabalhar malandro, sibsidiodependente

se uns dizem que há homofobia ou transfobia e etc., outros dizem que é mentira, uma ideologia e que se calhar são malucos

se calhar, tendo em conta a forma como a politica é feita, não se devia usar minorias como arma de arremesso, tanto de um lado como do outro, pq dps quem leva com porrada são as pessoas que deviam ter os seus direitos defendidos. E se a politica fosse séria e não apenas uma serie de soundbites para serem ouvidos, os direitos das minorias seriam defendidos tanto à esquerda como à direita

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Btw as cenas da Joacine nem me chegariam aos ouvidos se não fossem os posts de aí uns 2 adeptos dela que tenho numa rede social (e que até são gente que eu sei que tem cabeça). É surreal o universo paralelo onde vivem onde amplificam micro assuntos como se fossem a coisa mais importante da actualidade.

Editado por antifa

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Citação de SAS_Robben, há 8 minutos:

Pode apresentar bons diplomas, querer a evolução da sociedade mas a forma de estar de "terra queimada" só faz com que essas ideias morram.

Isto

Acho que há problemas óbvios em Portugal de falta de visibilidade e presença em cargos de responsabilidade das minorias, racismo "soft" enraizado na sociedade toda etc. A Joacine trouxe essas coisas para o debate mas infelizmente duma forma tal que criou foi anticorpos em toda a gente, e criou um bicho papão para a extrema direita se aproveitar. Afastou ainda mais Portugal de resolver esses problemas. 

Mas pronto isto já não é novidade para ninguém e brevemente ela irá perder a visibilidade que tem porque vai sair do parlamento. Resta ver o que irá fazer o Livre, agora sem ela, com o deputado ou potencialmente 2 que possam vir a ter.

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"Haverá um dia uma maioria de direita tão legítima como as de esquerda"- Rui Tavares.

Tenho bastante estima pelo Rui Tavares mas isto é de uma gravidade enorme. E depois veio com a desculpa do Chega, quando todos os partidos da direita até hoje recusaram qualquer tipo de acordo com o Chega( PSD menos afincadamente numa fase inicial). Isto leva também à ideia que ligar os partidos de direita ao Chega é o ganha pão dos partidos à esquerda, quando o que deviam fazer era reconhecer a diferença entre os partidos e contribuir para um isolamento do Chega dos restantes partidos democráticos.

Editado por Prata
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Estou curioso quanto ao que a decisao de permitir todos votarem (incluindo pessoas com Covid) poderá ter nos resultados finais. Penso que muitos idosos vão ficar em casa, fruto do receio que possam ter de apanhar, o que naturalmente prejudicará o PS, CDS e em menor grau a CDU (ainda estou a refletir se muitos mantém a fidelidade ao voto vs medo de apanhar Covid). Os chegas, apesar de terem um eleitorado com alguma idade (40 a 65 anos na sua maioria), vão votar todos (penso), independentemente de terem ou não Covid, por isso sairão beneficiados. O mesmo vale para partidos como a IL, L, PAN e BE, já que o seu eleitorado é jovem e dificilmente ficará em casa. O PSD nem deve sair beneficiado nem prejudicado pela decisão. Obviamente isto não terá potencial para provocar grandes flutuações nos valores dos partidos. Mas consigo ver um PS a ter potencial para ter menos 2% à conta disto. 

Editado por Ticampos

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Citação de Prata, há 9 minutos:

"Haverá um dia uma maioria de direita tão legítima como as de esquerda"- Rui Tavares.

Ele explicou o que disse depois. E dizer que "todos os partidos da direita até hoje recusaram qualquer tipo de acordo com o Chega" é falso. Recusaram, até hoje, em legislativas. 

Editado por HappyKing

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Muito gosta o Costa de fazer comícios pós debate.

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Citação de HappyKing, há 9 minutos:

Ele explicou o que disse depois. E dizer que "todos os partidos da direita até hoje recusaram qualquer tipo de acordo com o Chega" é falso. Recusaram, até hoje, em legislativas. 

Veio com o papão do Chega para dizer que as maiorias de direita teriam que ter partidos que defendem a prisão perpétua e a segregação racial. O que não é de todo verdade porque podem existir maiorias de direita democrática sem o Chega.

Quanto ao segundo ponto, a IL afirmou que não fazia acordos com um partido " profundamente iliberal", irresponsável, que coloca portugueses contra portugueses e que tem propostas xenófobas e racistas. Como é que isto é recusar apenas um acordo nas legislativas? O CDS tem tido uma postura semelhante. 

Sem ser no início que o Rui Rio ainda veio com a conversa de que podia haver acordos se o Chega se moderasse( se se moderasse não era o Chega) não vejo onde é que os partidos se podiam ter demarcado mais do Chega. O que falta agora é à esquerda se dizer com todas as palavras, se o que fizer diferença para um Governo de Direita forem os deputados do Chega nós próprios viabilizamos o Governo para o Chega ter o menor peso possível. Bem sei que é quase impossível mas ganhavam todo o meu respeito e com certeza de muitos portugueses.

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Citação de SAS_Robben, há 46 minutos:

Ela é deputada da nação.

O CVM pode ser uma besta e provocatório mas não tem as responsabilidade que ela tem. Com isto só demonstra que foi claramente um erro.

Pode apresentar bons diplomas, querer a evolução da sociedade mas a forma de estar de "terra queimada" só faz com que essas ideias morram.

De resto de acordo.

Já agora , o Rio e o Ventura não foram porque motivo?

Há dois problemas. Tens um jornalista que é omisso quando alguém lhe cai no goto e inquisidor quando alguém não lhe cai em graça. Por sua vez tens uma deputada que parece ter alguns problemas de personalidade. 

Uma irá desaparecer da cena política em breve, o outro vai continuar a espalhar o seu sectarismo e arrogância na TV, rádio e jornais. 

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É curioso como um partido que se diz europeísta joga a carta do Chega contra a direita quando na Europa aquilo que se tem assistido nos países com mais resistência à extrema-direita é a colaboração entre forças partidárias para afastar a extrema-direita do jogo, quer seja a Direita democrática a deixar a Esquerda governar quer seja a Esquerda a ir a jogo viabilizando governos de Direita minoritários, como acontece na Alemanha.

Tática do Rui Tavares correu "bem" nos países escandinavos e na Áustria, vai correr também "bem" aqui.

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Citação de Prata, há 10 minutos:

Veio com o papão do Chega para dizer que as maiorias de direita teriam que ter partidos que defendem a prisão perpétua e a segregação racial. O que não é de todo verdade porque podem existir maiorias de direita democrática sem o Chega.

Quanto ao segundo ponto, a IL afirmou que não fazia acordos com um partido " profundamente iliberal", irresponsável, que coloca portugueses contra portugueses e que tem propostas xenófobas e racistas. Como é que isto é recusar apenas um acordo nas legislativas? O CDS tem tido uma postura semelhante. 

Sem ser no início que o Rui Rio ainda veio com a conversa de que podia haver acordos se o Chega se moderasse( se se moderasse não era o Chega) não vejo onde é que os partidos se podiam ter demarcado mais do Chega. O que falta agora é à esquerda se dizer com todas as palavras, se o que fizer diferença para um Governo de Direita forem os deputados do Chega nós próprios viabilizamos o Governo para o Chega ter o menor peso possível. Bem sei que é quase impossível mas ganhavam todo o meu respeito e com certeza de muitos portugueses.

Primeiro ponto: Açores. Não podes dizer  "todos os partidos da direita até hoje recusaram qualquer tipo de acordo com o Chega"  quando já o fizeram antes. 

Segundo ponto: Eu sei que é fácil colocar o ónus na esquerda e não é que me surpreenda porque é a narrativa que o PS tem usado também acerca do orçamento mas a responsabilidade é de quem governa fazer acordos com quem bem entender para fazer governo e aprovar orçamentos. Se querem que o Chega aprove o orçamento terão de fazer cedências. Os deputados do Chega não vão votar que sim ao orçamento só porque lhes apetece sem cedências como já ficou claro.

O peso do Chega não é responsabilidade da esquerda até porque o tem combatido. O peso do Chega é dado por quem vota, e portanto, é dado pelos portugueses. O peso do chega é reforçado por quem diz que até são moderados em algumas coisas. O peso do Chega é reforçado por quem faz acordos com o mesmo em regiões autónomas, normalizando-o. 

Editado por HappyKing
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Citação de HappyKing, há 2 minutos:

Primeiro ponto: Açores. Não podes dizer  "todos os partidos da direita até hoje recusaram qualquer tipo de acordo com o Chega"  quando já o fizeram antes. 

Segundo ponto: Eu sei que é fácil colocar o ónus na esquerda e não é que me surpreenda porque é a narrativa que o PS tem usado também acerca do orçamento mas a responsabilidade é de quem governa fazer acordos com quem bem entender para fazer governo. Se querem que o Chega aprove o orçamento terão de fazer cedências. Os deputados do Chega não vão votar que sim ao orçamento só porque lhes apetece sem cedências como já ficou claro.

O peso do Chega não é responsabilidade da esquerda até porque o tem combatido. O peso do Chega é dado por quem vota, e portanto, é dado pelos portugueses. O peso do chega é reforçado por quem diz que até são moderados em algumas coisas. O peso do Chega é reforçado por quem faz acordos com o mesmo em regiões autónomas, normalizando-o. 

Só uma adenda: nos Açores, a AD é que chegou a acordo com o Chega; tal como chegou com a IL separadamente.

É diferente de todos estarem dentro de uma coligação de governo. 

Não sei se era isto que te referias, mas se for, fica já aqui a correção pelo meu ponto de vista.

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a cena é que o chega vai ter mais deputados que a il e o cds juntos, portanto o psd dificilmente consegue governar sem apoio do chega ou ps. Talvez com cds (se existir na assembleia), il e pan se safem, mas improvavel. Nós já vimos o psd dar ministros ao cds e se me recordo bem não tinham os deputados que o chega vai ter, normal que exista receio, para alem dos paninhos quentes do rio no chega.

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Realmente, o Chega é culpa exclusiva da direita. Muito bem.

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O Rui Tavares esteve mal. Uma maioria legítima é dada pelos votos concorde ou não com ela. Acho que ele se tinha safado melhor se dissesse que falava do dia em que houver uma maioria no parlamento, que de acordo com as sondagens não será nestas eleições. E pronto estava morta a conversa.

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Citação de Seferogol, há 12 minutos:

Só uma adenda: nos Açores, a AD é que chegou a acordo com o Chega; tal como chegou com a IL separadamente.

É diferente de todos estarem dentro de uma coligação de governo. 

A IL sabia ou não que a AD tinha feito um acordo com o Chega, aceitando, estar nesse governo mesmo que de forma separada?

Aliás, o Cotrim num debate, já veio justificar isso com o tempo de maioria absoluta do PS na região. O que é, quanto a mim, um argumento pouco convincente, porque faltou saber se o PS estivesse 15 anos a governar o país, então se isso seria justificação para aceitar um acordo a nível geral. 

Mas a minha questão neste ponto é muito mais com o PSD do que com a IL. Foram os primeiros que em alguns momentos os normalizaram.

 

E eu não disse que a culpa do Chega era da direita. Disse que era culpa de quem vota neles e portanto, dos portugueses. O que disse é que não ajuda a isso o facto de se suavizar propostas deles, normalizando-os como aconteceu há pouco tempo.

 

Para além de que com as sondagens do Ticampos eu não vejo uma situação onde a esquerda sem ser o PS possa fazer qualquer coisa relativamente ao orçamento. Se PS e Chega rejeitarem um orçamento, o orçamento não é aprovado parece-me (a previsão do Ticampos dá 120 deputados a esses dois partidos em conjunto).

Editado por HappyKing

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Se houvesse maioria toda da direita tenho a certeza que os votos no orçamento iam ser todos do mesmo lado por parte da IL, do CH, do CDS e do PSD. No máximo a IL não votava contra e deixava passar. Isso é certinho

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Citação de Sandes., há 1 minuto:

Se houvesse maioria toda da direita tenho a certeza que os votos no orçamento iam ser todos do mesmo lado por parte da IL, do CH, do CDS e do PSD. No máximo a IL não votava contra e deixava passar. Isso é certinho

Parece-me evidente. A direita tinha uma forma muito fácil de entalar o mamífero. Bastava dizer que com o Chega não há acordo algum ou sequer negociação. Se o Chega quiser que a esquerda volte ao governo que vote contra. Se não que vote a favor.

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Alguém consegue arranjar o contexto e talvez uma citação mais alargada dessa frase do Rui Tavares? É que a frase aquu citada por si só não tem nada de mal.

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Citação de lastdance, há 12 minutos:

a cena é que o chega vai ter mais deputados que a il e o cds juntos, portanto o psd dificilmente consegue governar sem apoio do chega ou ps. Talvez com cds (se existir na assembleia), il e pan se safem, mas improvavel. Nós já vimos o psd dar ministros ao cds e se me recordo bem não tinham os deputados que o chega vai ter, normal que exista receio, para alem dos paninhos quentes do rio no chega.

Pelo menos cá, nas últimas legislativas, o CDS teve 3 deputados eleitos, sim três, e ficaram com 2 secretarias, Economia e Mar e Pescas, mais a presidência da Assembleia Legislativa. Não é um mau rácio...

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