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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de Brahimi, há 1 minuto:

Isso é uma forma muito simplista e errada de ver as coisas, nem sequer é preciso haver mais trabalhadores activos que reformados. Há várias variáveis a influenciar o financiamento das pensões. Agora, se mantiveres todas as variáveis relevantes constantes (0 crescimento económico, valor das pensões e % de contribuições para a SS), é óbvio que com o envelhecimento da população o modelo torna-se insustentável.

claro que é uma visão simplista. Mas nós cá nem sequer temos a benesse que outros países desenvolvidos e com pirâmides demográficas em vias de se inverterem têm, que é de terem uma massa salarial per capita bastante razoavel.

Com os mil paus de salário médio que há cá, no dia em que chegarmos ao rácio de um reformado por cada trabalhador, quero ver em quê esses considerandos todos que elencas, vão ajudar a esses mil euros a esticar de tal modo que dê para pagar a reforma ao Sr. Abílio.

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Citação de Ticampos, Agora:

E estás a esquecer mais uma coisa. Idade de reforma. 

Certo! E esperança de vida tbm

Citação de IlidioMA, Agora:

claro que é uma visão simplista. Mas nós cá nem sequer temos a benesse que outros países desenvolvidos e com pirâmides demográficas em vias de se inverterem têm, que é de terem uma massa salarial per capita bastante razoavel.

Com os mil paus de salário médio que há cá, no dia em que chegarmos ao rácio de um reformado por cada trabalhador, quero ver em quê esses considerandos todos que elencas, vão ajudar a esses mil euros a esticar de tal modo que dê para pagar a reforma ao Sr. Abílio.

Sim, sem dúvida. Se virmos em termos de percentagens o problema é igual para todos, mas claro que um Magnus da Noruega aguenta bem se tiver uma pensão de só 50% do último salário em vez de 70%, o Zé de Portugal já não.

  • Concordo! 1

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Tem de haver reformas daqui a 20 anos. Vou ganhar mais nessa altura do que ganho agora. Já ando de olho nas autocaravanas para vender a casa e ir gozar a reforma 😅

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Citação de Brahimi, há 3 minutos:

Sim, sem dúvida. Se virmos em termos de percentagens o problema é igual para todos, mas claro que um Magnus da Noruega aguenta bem se tiver uma pensão de só 50% do último salário em vez de 70%, o Zé de Portugal já não.

ora vês.

Se cá tivessemos salários altos, dava, mesmo em crise demográfica severa, para dar uma reforma minimamente condiga ao Sr. Abílio, do salário do Dr. Mateus. Mas como essa não é, nunca foi, e duvido que venha a ser, a nossa realidade, lá para 2050, não faço puto de ideia como se vai andar a pagar reformas cá.

E isto é um 'não sei', mesmo. Não é uma afirmação de que não se vai conseguir. Não faço ideia. Apenas não vejo como o modelo actual vá servir na mesma.

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Tenho reparado numa coisa. As sondagens nos ultimos 4/5 anos tem possivelmente prejudicado inumeras vezes o frontrunner, ou o crescimento de quem nao deveria estar ali.

Foi assim com a Clinton, Brexit, Biden, Republicanos nesta noite, Antonio Costa, Carlos Moedas. Penso que tenha a ver com mobilizacao. As pessoas querem evitar o desfecho sugerido.

Vamos ver o que o Bolsonaro e Meloni nos reservam (penso que o primeiro vai ter mais que as sondagens e a segunda menos que elas) e porque? Porque dao a derrota do Bolsonaro de largo e uma vitoria ligeira da Meloni individualmente. Se bem que no Brasil o voto e obrigatorio, mas mantenho o que disse.

Editado por Ticampos

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Citação de HappyKing, há 15 horas:

Essa previsão já tinha em conta o custo atual de combustível e assim ? Pergunta sincera porque não vi as notícias dessas previsões em termos anual. Mesmo assim é esperado que pelo menos o próximo semestre seja de alguma retoma penso eu. Mas percebo a ideia: será difícil cumprir a previsão no final do ano embora me pareça que o contexto atual geral tenha influência aí. 

Não sei, mas foi anunciada pelo Pedro Nuno Santos em maio. Se era anterior ao aumento do preço dos combustíveis, o gajo é um idiota, se já for ajustada, enfim...

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Citação de HappyKing, há 18 horas:

Pelo que li os resultados são melhores do que o que estava previsto no plano de recuperação portanto é sinal que pelo menos estão a cumprir com o plano estabelecido. Parece-me que pedir cabeças a meio de planos de restruturação não é muito sensato. Se no fim do plano, a coisa tiver derrapado de forma substancial em relação a esse plano, o que pelo que disse em cima não parece ser o caso neste momento, acho que aí sim se devem fazer esse tipo de juízos e responsabilizar quem deve ser responsabilizado. Não era esperado que a empresa estivesse já nesta fase a dar lucro. Ainda para mais com o contexto dos combustíveis/guerra/pandemia (não ter este contexto em conta é pura demagogia).

Se sou teu pai, se tens más notas na escola, se fazemos um plano para no próximo ano as recuperares, se no fim do primeiro período tiveres a cumprir as notas estabelecidas no plano, faz sentido eu te colocar de castigo ou te tirar a PlayStation nessa altura? Não me parece.

Já tiveste a recuperação do turismo que poderia ter havido, e mesmo assim tens aqueles prejuízos. O que pode mudar mais na TAP, operacionalmente, para passar de centenas de milhões de prejuízo para lucros suficientes para repor o que lá foi metido de dinheiro dos contribuintes? E conseguirá fazê-lo na recessão económica que se avizinha?

Quem fala na TAP, fala na EFACEC. Enterraram lá dinheiro em nome do interesse nacional para salvar amigos com rabo preso. É assim o nosso socialismo. 

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Citação de Sardine, há 19 minutos:

Já tiveste a recuperação do turismo que poderia ter havido, e mesmo assim tens aqueles prejuízos. O que pode mudar mais na TAP, operacionalmente, para passar de centenas de milhões de prejuízo para lucros suficientes para repor o que lá foi metido de dinheiro dos contribuintes? E conseguirá fazê-lo na recessão económica que se avizinha?

Quem fala na TAP, fala na EFACEC. Enterraram lá dinheiro em nome do interesse nacional para salvar amigos com rabo preso. É assim o nosso socialismo. 

Recuperação do turismo e cortes brutais nos custos, nomeadamente em custos com o pessoal. Mas é por aí, o modelo da TAP não é viável, mas foi devido esse modelo, o hub de Lisboa, e à importância do mesmo para Portugaol, que a TAP foi resgatada. Resumindo, vamos andar nisto, num limbo, na melhor das hipóteses, até à próxima crise, se lá se chegar.

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Citação de Sardine, há 23 minutos:

Quem fala na TAP, fala na EFACEC. Enterraram lá dinheiro em nome do interesse nacional para salvar amigos com rabo preso. É assim o nosso socialismo. 

Estamos portanto a afirmar que a EFACEC não tem interesse nacional é isso ?

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Citação de HappyKing, há 8 minutos:

Estamos portanto a afirmar que a EFACEC não tem interesse nacional é isso ?

Esta EFACEC tem muito pouco, infelizmente. Eu tenho familiares que trabalharam a vida toda na empresa e que dizem que aquilo não é nada. A Isabel dos Santos rebentou com aquilo tudo. A empresa não tem dinheiro, não tem credibilidade junto de fornecedores e clientes, não tem nada a não ser a sua história e as instalações.

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Citação de HappyKing, há 37 minutos:

Estamos portanto a afirmar que a EFACEC não tem interesse nacional é isso ?

Estamos não, estou (vindo de alguém adorava ter uma empresa portuguesa forte nesta área). Posso ser provado de errado, apresenta-me as tuas razões que justificam a manutenção da EFACEC com um custo de 100M+ de euros para os contribuintes e cujos serviços não possam ser garantidos por outra empresa, género Siemens.

PS: Ao escreveres os teus argumentos, leva em conta outro ponto: a EFACEC poderia continuar a existir como muitas outras empresas que estiveram a dado momento em falência técnica. Poder-se-ia fazer um PER, reestruturava-se o negócio, avançava-se para um haircut das dívidas da empresa e voilá, um negócio potencialmente viável (necessariamente mais reduzido e focado nas competências core da empresa), com retenção de recursos humanos especializados, e sem terem de ir ao bolso dos contribuintes.

 

Citação de Tio Hans, há 27 minutos:

Esta EFACEC tem muito pouco, infelizmente. Eu tenho familiares que trabalharam a vida toda na empresa e que dizem que aquilo não é nada. A Isabel dos Santos rebentou com aquilo tudo. A empresa não tem dinheiro, não tem credibilidade junto de fornecedores e clientes, não tem nada a não ser a sua história e as instalações.

A minha namorada esteve lá 2 anos, é quase isso. A maior parte do esforço na EFACEC hoje em dia vai para a tomada de decisão sobre quem vai receber e quem não vai receber. Discordo que tenha sido a Isabel dos Santos a causar isso, a situação já vem dos tempos da TMG e companhia, se é que não vem de ainda mais atrás (daí ter sido tirada de bolsa por uma módica quantia na altura).

Editado por Sardine

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A situação na EFACEC já estava assim antes da Isabel dos Santos.

Já tinham refeito o perímetro para focar no core antes dela entrar. Nesse momento já estavam com a corda na garganta, foi simplesmente dinheiro fresco que era suposto ajudar a dar a volta.

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Citação de Sardine, há 26 minutos:

 

Esse não era o ponto de discussão. O ponto foi a referência que a EFACEC não era uma empresa de interesse nacional.

1)Uma das maiores e mais importantes empresas industriais do País, com mais de 2000 trabalhadores (agora são menos) com altos níveis de qualificação. 

2) Apresenta um domínio em termos industriais que assume um papel absolutamente fundamental para o país na medida em que permite que o país troque a importação por produção nacional em alguns casos com os óbvios benefícios disso mesmo. 

 

Pode-se discutir a estratégia de nacionalização utilizada. A discussão da empresa ser de interesse nacional é uma não discussão.

Editado por HappyKing

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Citação de HappyKing, há 2 minutos:

Esse não era o ponto de discussão. O ponto foi a referência que a EFACEC não era uma empresa de interessa nacional.

1)Uma das maiores e mais importantes empresas industriais do País, com mais de 2000 trabalhadores (agora são menos) com altos níveis de qualificação. 


2) Apresenta um domínio em termos industriais que assume um papel absolutamente fundamental para o país na medida em que permite que o país troque a importação por produção nacional com os óbvios benefícios disso mesmo. 

Isso não é transversal a todas as empresas industriais no país? Não são então todas as empresas de interesse nacional? Ou seja, deve o Estado nacionalizar todas as empresas em dificuldades que tenham trabalhadores qualificados e que produzam produtos consumidos no mercado interno?

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Citação de Sardine, há 2 minutos:

Isso não é transversal a todas as empresas industriais no país? Não são então todas as empresas de interesse nacional? Ou seja, deve o Estado nacionalizar todas as empresas em dificuldades que tenham trabalhadores qualificados e que produzam produtos consumidos no mercado interno?

A resposta é sim.

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Citação de Mayday, há 3 minutos:

A resposta é sim.

Estratégia que costuma dar bons resultados. Com o dinheiro dos outros dá para fazer tudo, não é verdade?

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Citação de Sardine, há 1 minuto:

Estratégia que costuma dar bons resultados. Com o dinheiro dos outros dá para fazer tudo, não é verdade?

Como em tudo na vida, depende. Há nacionalizações que correm mal e lixam os contribuintes (TAP p.e.), como há privatizações que fazem o mesmo (auto-estradas p.e.).

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Citação de Sardine, há 17 minutos:

Isso não é transversal a todas as empresas industriais no país? Não são então todas as empresas de interesse nacional? Ou seja, deve o Estado nacionalizar todas as empresas em dificuldades que tenham trabalhadores qualificados e que produzam produtos consumidos no mercado interno?

Como se a Efacec fosse igual a todas as empresas industriais do país. É ver os vários e importantes projetos europeus nos quais esteve envolvida para se ter uma noção da sua competência.

Sobre a questão do dinheiro dos outros e afins desculpa mas já dei para esse peditório várias vezes por cá.  

Mas já agora consegues especificar quem eram os amigos do governo que iam ficar com o rabo entre as pernas?

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Citação de HappyKing, há 20 minutos:

Esse não era o ponto de discussão. O ponto foi a referência que a EFACEC não era uma empresa de interesse nacional.

1)Uma das maiores e mais importantes empresas industriais do País, com mais de 2000 trabalhadores (agora são menos) com altos níveis de qualificação. 

2) Apresenta um domínio em termos industriais que assume um papel absolutamente fundamental para o país na medida em que permite que o país troque a importação por produção nacional em alguns casos com os óbvios benefícios disso mesmo. 

 

Pode-se discutir a estratégia de nacionalização utilizada. A discussão da empresa ser de interesse nacional é uma não discussão.

O ponto 2 já não acontece. A maioria dos bons profissionais já se pirou e os poucos que lá ficaram são os que não se estão para se chatear porque mais dia, menos dia vão para a reforma. E quem tem o know-how são as pessoas. Não te adianta teres uma uma excelente escola, com boas condições, se os professores forem fracos. Para além disso o nome Efacec está na lama. Os tipos para pouparem dinheiro andaram a substituir materiais por outros mais baratos e mais foleiros. Deu asneira, obviamente e perderam a reputação que tinham.

Citação de Ghelthon, há 13 minutos:

Ou a alta velocidade entre Braga e Vigo.

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Citação de Ghelthon, há 25 minutos:

Como em tudo na vida, depende. Há nacionalizações que correm mal e lixam os contribuintes (TAP p.e.), como há privatizações que fazem o mesmo (auto-estradas p.e.).

Qual é o problema das autoestradas?

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Citação de Mica, há 1 minuto:

Qual é o problema das autoestradas?

Estão cada vez mais caras e com uma qualidade que não acompanha esses aumentos. Estás claramente a pagar para os accionistas terem dividendos, e não para melhorar a qualidade delas.

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Pergunta sincera, quais destas 'nacionalizações', leia-se, injecção de grande volume de capital público para resgatar empresas privadas à beira da falência, independentemente da área e da indústria, é que correram bem?

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Citação de Ghelthon, há 3 minutos:

Estão cada vez mais caras e com uma qualidade que não acompanha esses aumentos. Estás claramente a pagar para os accionistas terem dividendos, e não para melhorar a qualidade delas.

Eu por acaso não concordo com a parte da qualidade, aliás, as estradas nacionais é que fazem as autoestradas parecerem um sonho para qualquer condutor.

Diria que as nacionais (ou locais) é que são o verdadeiro flagelo. É tampas para gás, tampas para saneamento, supressões depois das obras, e buracos que teimam em resolver, colocando lá um bocado de alcatrão para este desaparecer assim que caia chuva...

O preço já se sabe, mas não tenho sentido aumentos muito acima da inflação. E até estou a pagar menos que no ano passado por causa dos "descontos" nas ex scut, que entraram em vigor há um ano.

Editado por Mica

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