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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Já esfregou e já fez um extremamente desagradável sobre isso. O Gustavo não é parvo nenhum. Tem o seu público e está agora a saber capitalizar isso. Vai encher-se dele, diz umas barbaridades para continuar relevante e ser falado (boa ou má publicidade, o que interessa é a publicidade) e fazer a sua vidinha em cima daqueles que, esses sim, acreditam nas coisas mais absurdas e estapafúrdias. Chamem-lhe parvo. 

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Citação de Lifehouse, há 56 minutos:

Já esfregou e já fez um extremamente desagradável sobre isso. O Gustavo não é parvo nenhum. Tem o seu público e está agora a saber capitalizar isso. Vai encher-se dele, diz umas barbaridades para continuar relevante e ser falado (boa ou má publicidade, o que interessa é a publicidade) e fazer a sua vidinha em cima daqueles que, esses sim, acreditam nas coisas mais absurdas e estapafúrdias. Chamem-lhe parvo. 

Voltamos ao mesmo que se disse sobre o Tate neste fórum.  Não é ser parvo, é ser lixo 

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Citação de Lifehouse, há 1 hora:

Já esfregou e já fez um extremamente desagradável sobre isso. O Gustavo não é parvo nenhum. Tem o seu público e está agora a saber capitalizar isso. Vai encher-se dele, diz umas barbaridades para continuar relevante e ser falado (boa ou má publicidade, o que interessa é a publicidade) e fazer a sua vidinha em cima daqueles que, esses sim, acreditam nas coisas mais absurdas e estapafúrdias. Chamem-lhe parvo. 

Não acho que seja esperto a esse ponto. Já estive mais longe em acreditar que sofre de uns transtorno psicótico qualquer.

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Citação de Sandes., há 54 minutos:

Voltamos ao mesmo que se disse sobre o Tate neste fórum.  Não é ser parvo, é ser lixo 

E aproveitar esse lixo para faturar. 

Citação de 1906, há 2 minutos:

Não acho que seja esperto a esse ponto. Já estive mais longe em acreditar que sofre de uns transtorno psicótico qualquer.

Ele sabe-a toda. Pode acontecer a personagem tomar conta da pessoa, não digo que não, mas transtorno não. 

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Pa mas é quarta feira já e o nosso governo não vai fazer nada para controlar o preço dos combustíveis?! Vão ficar à espera que os suicídios dos trans que não vão poder fazer terapia hormonal baixe os preços pela baixa de procura? Isto é surreal

Venha invadir Sr. Sanchez

Editado por Grillo
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Citação de Sandes., há 1 hora:

Voltamos ao mesmo que se disse sobre o Tate neste fórum.  Não é ser parvo, é ser lixo 

É lucrar com a fragilidade com os outros. É do pior que o ser humano tem 

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Citação de Sandes., há 47 minutos:
Spoiler

O primeiro-ministro socorreu-se dos serviços jurídicos do Estado para tentar vencer a disputa que o opôs à Entidade para a Transparência no caso Spinumviva e que acabou por perder. Porém, os juristas tiveram de emitir parecer sobre o caso sem conhecerem sequer o processo: o que lhes foi pedido pelo gabinete de Luís Montenegro foi que respondessem, com carácter de urgência, a algumas perguntas genéricas sobre as obrigações declarativas que aquela entidade independente podia ou não exigir ao chefe do Governo.

Também ignoravam que corriam contra o tempo: o prazo que Montenegro tinha para contestar a decisão da Entidade para a Transparência (EpT), que o obrigava a tornar públicos os clientes da Spinumviva, esgotava-se a 28 de Abril de 2025. Mas também disso os juristas não foram informados, tendo Montenegro inclusivamente pedido mais um parecer já depois desta data. E, apesar de ter dado um prazo curtíssimo aos serviços para se pronunciarem, acabou por só entregar o recurso contra a EpT no Tribunal Constitucional a 2 de Junho, mais de um mês depois do fim do prazo.

Em causa estava, entre outras questões, a exigência da EpT de que Luís Montenegro identificasse, na declaração que todos os titulares de cargos públicos têm de lhe apresentar, quais eram os clientes da Spinumviva e que serviços lhes tinha prestado a consultora. Segundo a lei, essa obrigação declarativa incide sobre “actividades susceptíveis de gerar incompatibilidades e impedimentos”. Ora Luís Montenegro entende que nunca teve, enquanto deputado ou enquanto primeiro-ministro, capacidade decisória nas áreas de actividade das empresas que recorreram aos serviços da Spinumviva que justificassem a divulgação dos nomes destas firmas – apesar de já ter vindo a público revelar a identidade de várias delas.

Por isso, Luís Montenegro acusou a EpT de usurpação de poderes e de violação de várias normas constitucionais, alegando que extravasou as suas competências ao fazer-lhe exigências declarativas que não estavam, na sua opinião de jurista, inscritas na lei. “A divulgação pública da lista de clientes expõe a Spinumviva a actos de concorrência desleal, criando uma situação em que os concorrentes passam a conseguir identificar e aliciar a clientela alheia sem qualquer esforço ou investimento, praticando um desvio ilegítimo de clientela e colocando em risco a sua viabilidade comercial”, reclamou junto daquela entidade. Sem sucesso: a EpT manteve a exigência, chamando a atenção para o facto de que, enquanto deputado, a esfera de decisão de Luís Montenegro era “muitíssimo abrangente, sendo difícil encontrar algum domínio de actividade em que não tenha, nessa qualidade, uma participação.”

Para enfrentar esta entidade administrativa e preparar a sua investida junto do Tribunal Constitucional o primeiro-ministro pediu três pareceres urgentes aos serviços do Estado, opção de resto controversa: dois ao Centro Jurídico do Estado, o Cejure, e um ao núcleo técnico-jurídico da transparência da Presidência do Conselho de Ministros.

As primeiras quatro perguntas genéricas são enviadas ao Cejure a 16 de Abril, com um prazo de resposta de quatro dias úteis. O parecer assinado pelos juristas Paulo Blanco de Morais e Gonçalo Carrilho a 24 de Abril menciona este e outro constrangimento: não lhes ter sido facultado um “texto completo” que lhes permitisse analisar o assunto nos seus vários aspectos, tendo-lhe sido apenas entregue informação parcial. Ainda assim, chamam a atenção para o facto de um eventual recurso para o Tribunal Constitucional ter de ser apresentado nos 15 dias posteriores à notificação da decisão da EpT.

Montenegro fica a saber que dificilmente poderá vir a ser punido por não entregar àquela entidade todos os dados que lhe forem solicitados, porque a lei não o prevê neste caso, embora para a esmagadora maioria dos titulares de cargos públicos isso possa implicar perda de mandato, demissão ou destituição judicial: “Quanto ao regime sancionatório, por hipotética violação da obrigação declarativa, a lei não atribui competência a qualquer jurisdição para aplicar sanções ao primeiro-ministro em caso de incumprimento.”

Nesta altura Montenegro já tem consigo o parecer do Conselho de Ministros, que lhe chegou dia 21. Mesmo assim, em Maio, com o prazo de recurso para o Palácio Ratton já esgotado, o primeiro-ministro envia mais duas perguntas ao Cejur. E só em Junho avança para o Constitucional, para impugnar contenciosamente “em tempo”, como escreve, a decisão da EpT.

"Susceptibilidade de gerar impedimento"

Os juízes do Palácio Ratton levam nove meses para concluírem que o recurso foi entregue fora do prazo, razão pela qual a EpT acaba por vencer o litígio contra o chefe do Governo. O Constitucional acaba, por isso, por nunca se pronunciar sobre a questão de fundo. Apenas o faz um dos procuradores do Ministério Público junto deste tribunal, para defender a posição daquela entidade: “A esfera de decisão do primeiro-ministro abarca toda a administração pública, havendo susceptibilidade de se gerar um impedimento.”

A demora no Tribunal Constitucional fez com que todos os outros políticos que detivessem empresas, directa ou indirectamente, não tivessem sido escrutinados pela entidade que analisa as declarações de interesses durante estes nove meses, uma vez que este órgão deixou de exigir esta informação a deputados, governantes e outros titulares de cargos políticos até os juízes do Palácio Ratton se pronunciarem.

 

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Citação de antifa, há 3 minutos:

 

JD Vance no Porto?

Dizem que o Irão só aceita negociar com ele. Talvez esteja a caminho.

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Citação de Jimpo, há 26 minutos:

Morreu o José Maria Ricciardi. 

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Citação de challenger, há 27 minutos:

Dizem que o Irão só aceita negociar com ele. Talvez esteja a caminho.

Veio buscar o AVB?

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Citação de Grillo, há 1 hora:

Pa mas é quarta feira já e o nosso governo não vai fazer nada para controlar o preço dos combustíveis?! Vão ficar à espera que os suicídios dos trans que não vão poder fazer terapia hormonal baixe os preços pela baixa de procura? Isto é surreal

Venha invadir Sr. Sanchez

Calma. Sexta-feira o combustível sobe 10 ou 20 cêntimos e o Governo corta o ISP em mais 3. À grande.

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Citação de Sandes., há 17 minutos:

Veio buscar o AVB?

Veio apanhar o Paulo Rangel, negociador implacável.

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Citação de Sandes., há 18 minutos:

Veio buscar o AVB?

Isso queriam vocês. 😎

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Citação de Ghelthon, há 12 minutos:

Calma. Sexta-feira o combustível sobe 10 ou 20 cêntimos e o Governo corta o ISP em mais 3. À grande.

É o mercado livre a funcionar, já devias saber. Se o PS estivesse tão inativo como estes bananas estão, ia ser bonito na Comunicação Social

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Citação de Grillo, há 2 horas:

Pa mas é quarta feira já e o nosso governo não vai fazer nada para controlar o preço dos combustíveis?! Vão ficar à espera que os suicídios dos trans que não vão poder fazer terapia hormonal baixe os preços pela baixa de procura? Isto é surreal

Venha invadir Sr. Sanchez

Sim, mas e o impressionante e maravilhoso superavit do Sr. Luís que tanto tem trabalhado? 

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Nos entretantos, o Isaltino já voltou a fazer das dele - bem me parecia que aquele conteúdo todo do Insta tinha de ser pago por alguém...

Seja como for, curioso para ver a forma brilhante como ele vai sair desta também.

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https://expresso.pt/justica/2026-03-25-gerentes-de-restaurantes-iam-a-camara-de-oeiras-cobrar-as-refeicoes-de-luxo-de-isaltino-morais-autarquia-nega-acusacoes-do-mp-e81e9ef8

Citação

No ano anterior, a revista “Sábado” publicou uma reportagem sobre os gastos nos almoços de Isaltino num período entre 2018 e 2023, que revelavam um "consumo maciço de lavagante, sapateira, lagosta, sushi, ostras, leitão e camarão-tigre". O dinheiro da câmara serviu igualmente para pagar o consumo de “tabaco, vinho, saké afrodisíaco, aguardente e Moët & Chandon".

 

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