rcoelho14 Publicado Março 19 Citação de antifa, há 1 hora: Quantos km tens de fazer? Para alguém que não tenha de transportar putos uma scooter porreirita compensa. ~45km para cada lado pela A1, à hora de saio de manhã são uns 30-35 minutos sem parar no trânsito. Citação de Petar Musa, há 1 hora: Não têm car sharing? Se ainda estiveres na Lionesa, há um shuttle que arranca de Campanhã, acho eu. Agora malta que viva em Gondomar é RIP Estou na Lionesa ainda. O meu problema é que para chegar a Campanhã à hora que preciso de ir, continua complicado ahahah Não sei que shuttles há, tirando da estação de Leça do Balio até à Lionesa, teria de voltar a explorar isso. Citação de Alonso., há 1 hora: carro a pilhas O meu Clio ainda nem tem 50 000km com 6 anos, é um jovem bem conservado Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado Março 19 Citação de Lebohang, há 3 horas: Ainda se lembram de quando éramos jovens e se falava de haver uma "barreira psicológica" quando o gasóleo e a gasolina subiram pela primeira vez acima do 1€/litro? Pois agora pela primeira vez vamos ver o combustível a subir para 2€/litro e ninguém vai pestanejar. Eu lembro-me do meu pai furioso quando o litro de gasolina passou os 160 escudos. 😞 Citação de John Bonifácio, há 2 horas: Para quem não percebe nada de economia: o aumento não podia ser mitigado pela diminuição proporcional do ISP? Ou não é tão simples quanto o Estado não lucrar(ainda mais) com a desgraça dos povos? Poder, podia. Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado Março 19 Citação de John Bonifácio, há 2 horas: Para quem não percebe nada de economia: o aumento não podia ser mitigado pela diminuição proporcional do ISP? Ou não é tão simples quanto o Estado não lucrar(ainda mais) com a desgraça dos povos? Claro, o Estado até podia acabar com o ISP. Mas depois teria de ir buscar essa receita a outro lado qualquer, e isso não é fácil. Aliás, acho que no preço dos combustíveis há um dos impostos que é calculado sobre o preço total, onde já cai outro imposto. Portanto uma dupla tributação descarada. Compartilhar este post Link para o post
Rei_Patricio Publicado Março 19 Citação de Ghelthon, há 23 minutos: Claro, o Estado até podia acabar com o ISP. Mas depois teria de ir buscar essa receita a outro lado qualquer, e isso não é fácil. Aliás, acho que no preço dos combustíveis há um dos impostos que é calculado sobre o preço total, onde já cai outro imposto. Portanto uma dupla tributação descarada. Portugalexit? Compartilhar este post Link para o post
Alonso. Publicado Março 19 Citação de rcoelho14, há 1 hora: ~45km para cada lado pela A1, à hora de saio de manhã são uns 30-35 minutos sem parar no trânsito. Estou na Lionesa ainda. O meu problema é que para chegar a Campanhã à hora que preciso de ir, continua complicado ahahah Não sei que shuttles há, tirando da estação de Leça do Balio até à Lionesa, teria de voltar a explorar isso. O meu Clio ainda nem tem 50 000km com 6 anos, é um jovem bem conservado É um 1.5 dci? Isso bebe pouquissimo 😅 Compartilhar este post Link para o post
Ego Sum Publicado Março 19 Citação de Petar Musa, há 1 hora: Devias agradecer, diariamente, a todos os santinhos não precisares de carro para ir para o escritório Não é só agradecer aos santinhos, também é agradecer ao meu lombo. Neste momento com rally escolas são 7km de manhã e mais 7 ao final do dia. Acredito que muito boa gente que faça esses 7km ache impensável não ir de carro. Esta terça feira às 21:30 já estava a dormir pq o meu corpo não estava habituado. PS: não tenho bicicleta elétrica, é uma bicicleta normal da Decathlon mais um atrelado com duas crianças que juntas pesam no minimo 35 kg Compartilhar este post Link para o post
rcoelho14 Publicado Março 19 (editado) Citação de Alonso., há 14 minutos: É um 1.5 dci? Isso bebe pouquissimo 😅 É um Renault V 1.0 TCe. Geralmente ando por volta dos 5L/100 de média Editado Março 19 por rcoelho14 1 Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado Março 19 Citação de Ego Sum, há 19 minutos: Não é só agradecer aos santinhos, também é agradecer ao meu lombo. Neste momento com rally escolas são 7km de manhã e mais 7 ao final do dia. Acredito que muito boa gente que faça esses 7km ache impensável não ir de carro. Esta terça feira às 21:30 já estava a dormir pq o meu corpo não estava habituado. PS: não tenho bicicleta elétrica, é uma bicicleta normal da Decathlon mais um atrelado com duas crianças que juntas pesam no minimo 35 kg Eu tenho uma velhissima Bike Queen comprada nos anos 2000 e faço no Sábado e Domingo cerca de 15KM diários, para quem faz distâncias diárias de 10/15KM não precisa de torrar uma fortuna numa bicicleta XPTO Compartilhar este post Link para o post
Solero Publicado Março 19 Citação de Alonso., há 34 minutos: É um 1.5 dci? Isso bebe pouquissimo 😅 Exato, eu tenho um Captur e encho o deposito todas as semanas. Compartilhar este post Link para o post
Revolution_07 Publicado Março 19 Citação de Ego Sum, há 26 minutos: Não é só agradecer aos santinhos, também é agradecer ao meu lombo. Neste momento com rally escolas são 7km de manhã e mais 7 ao final do dia. Acredito que muito boa gente que faça esses 7km ache impensável não ir de carro. Esta terça feira às 21:30 já estava a dormir pq o meu corpo não estava habituado. PS: não tenho bicicleta elétrica, é uma bicicleta normal da Decathlon mais um atrelado com duas crianças que juntas pesam no minimo 35 kg Eu tenho uma giant elétrica com 150km de autonomia (dependendo do modo) e não me aventuro a fazer 15km para cada lado para ir trabalhar. Com um bicicleta que não é elétrica e com duas crianças atrás isso para mim é uma proeza. O meu maior receio é os carros caso contrário ia trabalhar facilmente de bicicleta mas acho que ainda falta respeito pelos ciclistas na estrada. Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado Março 19 Já podiam haver mais bicicletarios cobertos. Com um bocado mais de segurança, também. Principalmente em terminais de transportes público. Citação de Ego Sum, há 31 minutos: Não é só agradecer aos santinhos, também é agradecer ao meu lombo. Neste momento com rally escolas são 7km de manhã e mais 7 ao final do dia. Acredito que muito boa gente que faça esses 7km ache impensável não ir de carro. Esta terça feira às 21:30 já estava a dormir pq o meu corpo não estava habituado. PS: não tenho bicicleta elétrica, é uma bicicleta normal da Decathlon mais um atrelado com duas crianças que juntas pesam no minimo 35 kg Em ciclovia? Compartilhar este post Link para o post
John Bonifácio Publicado Março 19 Citação de Ghelthon, há 2 horas: Claro, o Estado até podia acabar com o ISP. Mas depois teria de ir buscar essa receita a outro lado qualquer, e isso não é fácil. Aliás, acho que no preço dos combustíveis há um dos impostos que é calculado sobre o preço total, onde já cai outro imposto. Portanto uma dupla tributação descarada. Certo, mas o aumento do preço dos combustíveis traduz-se de igual forma num aumento da receita. Se houver um corte no imposto proporcional ao aumento, ninguém sente no bolso. Ou a matemática não é assim tão linear? Compartilhar este post Link para o post
Petar Musa Publicado Março 19 Citação de Ego Sum, há 57 minutos: Não é só agradecer aos santinhos, também é agradecer ao meu lombo. Neste momento com rally escolas são 7km de manhã e mais 7 ao final do dia. Acredito que muito boa gente que faça esses 7km ache impensável não ir de carro. Esta terça feira às 21:30 já estava a dormir pq o meu corpo não estava habituado. PS: não tenho bicicleta elétrica, é uma bicicleta normal da Decathlon mais um atrelado com duas crianças que juntas pesam no minimo 35 kg Eu estou a 15km e transportes públicos é impossível. E mota ou bicicleta era para acabar morto numa das estradas Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado Março 19 Citação de Ghelthon, há 2 horas: Claro, o Estado até podia acabar com o ISP. Mas depois teria de ir buscar essa receita a outro lado qualquer, e isso não é fácil. Aliás, acho que no preço dos combustíveis há um dos impostos que é calculado sobre o preço total, onde já cai outro imposto. Portanto uma dupla tributação descarada. IVA Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado Março 19 Citação de John Bonifácio, há 1 hora: Certo, mas o aumento do preço dos combustíveis traduz-se de igual forma num aumento da receita. Se houver um corte no imposto proporcional ao aumento, ninguém sente no bolso. Ou a matemática não é assim tão linear? O Estado sente, é esse o ponto. Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado Março 19 Citação de John Bonifácio, há 1 hora: Certo, mas o aumento do preço dos combustíveis traduz-se de igual forma num aumento da receita. Se houver um corte no imposto proporcional ao aumento, ninguém sente no bolso. Ou a matemática não é assim tão linear? O aumento dos preços decorre da diminuição da oferta. Se o estado compensasse esse aumento os consumidores não ajustariam os seus padrões de consumo. E o resultado poderia ser ainda pior no futuro a médio prazo. O estado pode e deve atenuar, até porque a nossa carga fiscal no que respeita aos combustíveis é elevadíssima, mas não pode anular o efeito. Compartilhar este post Link para o post
Alonso. Publicado Março 19 Citação de Solero, há 2 horas: Exato, eu tenho um Captur e encho o deposito todas as semanas. Não sei se é ironia ou não 😅 mas a minha mulher tem um clip e faz 3.5l. tive um Megane e fazia 4.5. Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado Março 19 Citação Portugueses arrasam Governo na habitação, custo de vida e corrupção Um em cada cinco eleitores do PSD chumba ação do Executivo de Luís Montenegro, revela estudo feito pelo ICS/ISCTE para o Expresso e SIC. Maioria dos simpatizantes da AD discordam de Governo na criminalidade. Montenegro tem positiva à tangente Vermelho: é a cor do cartão que a maioria dos portugueses mostra ao Governo, menos de um ano depois de ter tomado posse pela segunda vez. A conclusão é do estudo feito pelo ICS/ISCTE para o Expresso e SIC que mostra que mais de metade dos inquiridos (56%) faz uma avaliação má ou muito má do desempenho do Executivo. Pelo contrário, 34% considera o desempenho “bom” e só 1% o classifica como “muito bom”. Sectorialmente a avaliação continua em baixa. Da habitação à saúde, da imigração ao ambiente, não há área em que os portugueses façam uma avaliação positiva à atuação do Governo. Aliás, a insatisfação é praticamente total quanto à forma como o Executivo tem lidado com as áreas da habitação e do custo de vida. O número fala por si: 93% dos inquiridos dizem-se “pouco ou nada satisfeitos” com o rumo do Governo nestas duas questões. Isto significa que apenas 3% e 5% estão “algo satisfeitos” com a habitação e o custo de vida, respetivamente, e nenhum se diz “muito satisfeito”. 93% dos inquiridos “pouco ou nada satisfeitos” com atuação do Governo na habitação Estas avaliações não têm ainda em conta as alterações anunciadas pelo Governo sobre a lei do arrendamento, na semana passada, que incluem medidas como a flexibilização dos despejos em situações de incumprimento reiterado. Também ficaram fora do trabalho de campo (realizado entre 27 de fevereiro e 8 de março) as medidas apresentadas por Luís Montenegro, na passada quarta-feira, para responder à subida de preços causada pela guerra entre os Estados Unidos e o Irão. A rejeição é igualmente profunda na resposta do Governo à corrupção (89% estão pouco ou nada satisfeitos), na atuação em relação aos impostos sobre o rendimento (88%), no serviço nacional de saúde (81%) e na criminalidade (82%). Avaliação da atuação recente dos políticos) Numa escala de 0 (“muito negativa”) a 10 (“muito positiva”). A variação é relativa à última sondagem (junho de 2023) A insatisfação desce ligeiramente quando as questões incidem na resposta do Governo em relação à imigração (67%), proteção do ambiente e da natureza (61%) e ensino público (56%). Das nove áreas incluídas no estudo, a proteção do ambiente é aquela que conta com mais inquiridos “algo ou muito satisfeitos” (33%) com o caminho percorrido pelo executivo de Luís Montenegro. Esta análise sector a sector pode ajudar a explicar a estagnação do PSD nas intenções de voto, apontada na primeira parte desta sondagem (publicada na edição anterior). Assim como a tendência de crescimento tanto do PS – que empata na frente com o partido de Luís Montenegro – como do Chega, que surge em terceiro lugar. Como avalia O SEU GRAU DE SATISFAÇÃO Nestes diferentes aspetos da vida do paíS, NO ÚLTIMO ANO? Percentagem em relação ao total da amostra Eleitores do PSD insatisfeitos com Governo na criminalidade Não há espanto quando os partidos da oposição saem ao ataque das opções do Governo. A novidade surge quando as críticas emergem de dentro do próprio partido. É isso que acontece no PSD quando os simpatizantes são questionados sobre a atuação do Governo na área da criminalidade. Uma esmagadora maioria (71%) afirmou estar pouco ou nada satisfeita com o Executivo. Este valor está apenas a uma distância de 12 pontos percentuais para os simpatizantes do PS (83% de insatisfeitos) e a 25 dos do Chega (96% de insatisfeitos). A avaliação negativa contrasta com a prioridade dada por Montenegro ao combate à criminalidade, que transformou em bandeira. Ainda em janeiro deste ano, a então ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral, anunciou investimentos de seis milhões de euros na compra de oito mil bodycams para a PSP e GNR. Os eleitores que se consideram mais próximos do PSD voltam a puxar as orelhas ao Governo na atuação sobre o SNS. Mais de metade (61%) afirmaram-se pouco ou nada satisfeitos com a forma como o Executivo está a agir na Saúde. Como seria de esperar, os números engordam quando a questão é feita aos partidos da oposição. Mais concretamente, 89% dos simpatizantes do Chega e 82% dos eleitores socialistas penalizam o Governo. Na imigração, já não se pode falar numa maioria social-democrata insatisfeita. Contudo, há ainda 46% de simpatizantes do PSD que não concordam com a atuação do executivo de Luís Montenegro. No ambiente e no ensino público os valores reduzem para os 39%. Embora o Governo tenha contado com o Chega para passar medidas na imigração, os simpatizantes do partido de André Ventura continuam a querer mais. 90% deste eleitorado afirmou-se pouco ou nada satisfeito com o trajeto da AD nesta matéria. Por seu lado, 63% dos simpatizantes do PS respondem no mesmo sentido, embora por motivos opostos. Os socialistas têm acusado Montenegro de ceder à extrema-direita e de executar uma agenda que ignora os dados oficiais. Já numa avaliação geral sobre a evolução da situação económica no último ano, metade dos inquiridos dá negativa: 41% dizem que “piorou” e 9% que “piorou muito”. A avaliação é mais negativa entre os simpatizantes do Chega (74%) que entendem que a economia piorou ou piorou muito, mas mesmo entre os simpatizantes da AD este avaliação é expressiva (30%). Portugal tem ido pelo caminho certo ou errado? Percentagem em relação ao total da amostra como avalia a Evolução da situação económica do país no último ano? Percentagem em relação ao total da amostra Montenegro com positiva à tangente Olhando novamente para o eleitorado social-democrata, a apreciação geral do Governo fica aquém do esperado: um em cada cinco simpatizantes do PSD (18%) dá nota negativa ao Executivo de Luís Montenegro. Isto já era visível na sondagem de abril do ano passado, onde 23% dos que revelam proximidade ao PSD deram nota negativa ao Governo, um valor “nem mais alto nem mais baixo” do que estes 18% dada a dimensão do grupo e a margem de erro, explicam os autores do estudo. Do lado da oposição, a penalização é maior. De acordo com os dados, 87% dos simpatizantes do Chega e 65% dos do PS avaliam negativamente o desempenho da equipa do primeiro-ministro. Quando o foco se concentra só em Luís Montenegro, o cenário fica um pouco mais positivo para o PSD. Apesar de ser à tangente, os inquiridos dão positiva à atuação do primeiro-ministro — numa escala em que zero é muito negativa e 10 é muito positiva, é-lhe atribuído um 5,2. Assim, Luís Montenegro fica atrás apenas de António José Seguro e Marcelo Rebelo de Sousa, avaliados com seis cada um. José Luís Carneiro surge colado com um 5 nessa avaliação global. Maioria dos simpatizantes da AD (71%) discordam de Governo na criminalidade Olhando para o eleitorado de cada partido, Luís Montenegro é o mais bem cotado (7,7) entre as figuras políticas para os sociais-democratas. O mesmo acontece no Chega com os simpatizantes a darem uma nota ainda mais alta — de 8,5 — a André Ventura. Só no PS o líder partidário não consegue alcançar o pódio. Apesar de ter positiva (6,3), José Luís Carneiro é ultrapassado por Marcelo Rebelo de Sousa (6,5) e António José Seguro (7,8). Na avaliação geral dos inquiridos, todos os outros líderes partidários caem para o vermelho, com Rui Tavares e Élvio Sousa, líder do JPP, empatados (4,2), seguidos por Mariana Leitão (4,1). Um pouco mais abaixo, com 3,9, ficam André Ventura, José Manuel Pureza e Nuno Melo. Os que têm pior avaliação são Inês Sousa Real (3,6) e Paulo Raimundo (3,4). Desempenho do governo Percentagem em relação ao total da amostra FICHA TÉCNICA Sondagem cujo trabalho de campo decorreu entre os dias 27 de fevereiro e 8 de março de 2026. Foi coordenada por uma equipa do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS-ULisboa) e do ISCTE — Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE —- IUL), tendo o trabalho de campo sido realizado pela GfK Metris. O universo da sondagem é constituído pelos indivíduos de ambos os sexos com idade igual ou superior a 18 anos e capacidade eleitoral ativa, residentes em Portugal Continental. Os respondentes foram selecionados através do método de quotas, com base numa matriz que cruza as variáveis Sexo, Idade (4 grupos), Instrução (3 grupos), Região (7 Regiões NUTS II) e Habitat/Dimensão dos agregados populacionais (5 grupos). A partir de uma matriz inicial de Região e Habitat, foram selecionados aleatoriamente 100 pontos de amostragem, onde foram realizadas as entrevistas de acordo com as quotas acima referidas. A informação foi recolhida através de entrevista direta e pessoal na residência dos inquiridos, em sistema CAPI, e a intenção de voto recolhida através de simulação de voto em urna. Foram contactados 2778 lares elegíveis (com membros do agregado pertencentes ao universo) e obtidas 801 entrevistas válidas (taxa de resposta de 29%, taxa de cooperação de 46%). O trabalho de campo foi realizado por 39 entrevistadores, que receberam formação adequada às especificidades do estudo. Todos os resultados foram sujeitos a ponderação por pós-estratificação de acordo com a frequência de prática religiosa e a pertença a sindicatos ou associações profissionais dos cidadãos portugueses com 18 ou mais anos residentes no Continente, a partir dos dados da vaga mais recente do European Social Survey (Ronda 11). A margem de erro máxima associada a uma amostra aleatória simples de 801 inquiridos é de +/- 3,5%, com um nível de confiança de 95%. Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado Março 19 Um deputado do CH disse na assembleia da república que a esquerda quer acabar com o dia do pai. 10 Compartilhar este post Link para o post
hugoooo_17 Publicado Março 19 Eu para não levar o popó, sendo o meu horário das 9h às 17h e morando nos arredores de uma cidade em pleno crescimento populacional que nem metro ou rede de transportes públicos eficaz tem, teria que me levantar às 6h30 para chegar ao trabalho a horas, e chegaria a casa às 19h. Pelo meio teria que trocar 3x de autocarro. Compartilhar este post Link para o post
Carson Wentz Publicado Março 19 Citação de hugoooo_17, há 18 minutos: Eu para não levar o popó, sendo o meu horário das 9h às 17h e morando nos arredores de uma cidade em pleno crescimento populacional que nem metro ou rede de transportes públicos eficaz tem, teria que me levantar às 6h30 para chegar ao trabalho a horas, e chegaria a casa às 19h. Pelo meio teria que trocar 3x de autocarro. Dá-te por feliz, eu nos dias em que não trabalho a partir de casa, para pegar ao trabalho às 8 da manhã, na sede de concelho que fica +/- a 5km de minha casa tinha que apanhar o autocarro às 15h... Do dia anterior. E moro no litoral, fará quem mora no interior esquecido. Compartilhar este post Link para o post
John Bonifácio Publicado Março 19 Citação de Descartes, há 3 horas: O aumento dos preços decorre da diminuição da oferta. Se o estado compensasse esse aumento os consumidores não ajustariam os seus padrões de consumo. E o resultado poderia ser ainda pior no futuro a médio prazo. O estado pode e deve atenuar, até porque a nossa carga fiscal no que respeita aos combustíveis é elevadíssima, mas não pode anular o efeito. Desculpa, mas como assim "padrões de consumo"? A procura pelos combustíveis altera-se conforme a oferta? Que ajuste ficaria por concretizar que levaria a um aumento ainda mais acentuado dos preços? É que a minha cabeça ignorante tem sérias dificuldades em entender como é que variaveis objetivas e de correlação simples são capazes de produzir, de forma orgânica, resultados incertos. Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado Março 20 (editado) Citação de John Bonifácio, há 19 minutos: Desculpa, mas como assim "padrões de consumo"? A procura pelos combustíveis altera-se conforme a oferta? Que ajuste ficaria por concretizar que levaria a um aumento ainda mais acentuado dos preços? É que a minha cabeça ignorante tem sérias dificuldades em entender como é que variaveis objetivas e de correlação simples são capazes de produzir, de forma orgânica, resultados incertos. Quando a oferta diminui o preço sobe para diminuir a procura e voltar a reequilibrar o mercado. É a base da economia, como decerto saberás. A velha teoria da oferta e da procura. Se anularmos o aumento do preço através de medidas de compensação (baixando o imposto), a procura não diminui (não se ajustam os padrões de consumo). O mercado não se reequilibra e leva, no limite, ao esgotamento da oferta. Estas medidas só funcionam se houver a perspetiva de que a quebra na oferta é apenas conjuntural e temporária. Em situações de incerteza, como a que atravessamos, é um risco que nenhum Governo pode assumir. Editado Março 20 por Descartes Compartilhar este post Link para o post
John Bonifácio Publicado Março 20 Citação de Descartes, há 16 minutos: Quando a oferta diminui o preço sobe para diminuir a procura e voltar a reequilibrar o mercado. É a base da economia, como decerto saberás. A velha teoria da oferta e da procura. Se anularmos o aumento do preço através de medidas de compensação (baixando o imposto), a procura não diminui (não se ajustam os padrões de consumo). O mercado não se reequilibra e leva, no limite, ao esgotamento da oferta. Estas medidas só funcionam se houver a perspetiva de que a quebra na oferta é apenas conjuntural e temporária. Em situações de incerteza, como a que atravessamos, é um risco que nenhum Governo pode assumir. Estou a entender melhor a lógica por detrás do argumento, mas ainda não percebo de que forma a procura por um bem essencial diminui devido ao aumento da sua aquisição. As pessoas e as empresas não continuam a precisar das mesmas quantidades de combustível? Compartilhar este post Link para o post