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Tópico da Política, Ambiente e Economia

Publicações recomendadas

Citação de Pavel, há 6 horas:

os parolos que governam portugal querem controlar a agência lusa à força toda, qual será o objetivo????

POR CAUSA DO SOCRAS 

É perciso muinto cuidado 

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Citação de Tio Hans, há 47 minutos:

Como é que alguém acha isto boa ideia? Estes mamíferos, ok, são burros e sem noção, mas não têm uma equipa para lhes tratar da imagem?

Sinceramente não sei qual dos cenários é mais grave - se ele ter ou não ter uma equipa de marketing.

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Citação de Mayday, há 7 minutos:

POR CAUSA DO SOCRAS 

Vi esse meltdown e juro que não percebi a ligação.

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Sondagem Expresso/SIC: AD estagna na frente. PS e Chega confirmam subidas

Socialistas empatam com coligação de Governo. Chega aproxima-se e está já na margem de erro

Dois anos e duas eleições depois, os portugueses já não se mostram decididos na preferência por Luís Montenegro para governar o país. De acordo com o estudo feito pelo ICS/ISCTE para a SIC e o Expresso, a AD está apenas marginalmente no topo das intenções de voto, mas em linha com o PS e até com o Chega a morder-lhe os calcanhares. Em números, se as eleições legislativas fossem hoje, 25% do eleitorado votaria na AD, 24% no PS e 21% no Chega. Contudo, as margens de erro tocam umas nas outras, representando, na verdade, um empate técnico entre os três maiores partidos.

Com a distribuição de indecisos (9%) mantém-se o empate técnico, mas as distâncias encurtam: o intervalo entre a AD e o PS desaparece e surgem ambos com 29% nas intenções de voto. Em terceiro lugar, com 25%, está o Chega. Isto representa uma queda de dois pontos percentuais da coligação que venceu duas legislativas face à última sondagem, publicada em novembro de 2025. Já o PS e o Chega sobem um ponto percentual cada um.

Intenção de voto

Como votaria se as legislativas fossem hoje?

Resultados do total da amostra e projeção do resultado eleitoral. A projeção é calculada pela distribuição da intenção de voto após a exclusão dos inquiridos que dizem não votar (8%) e a imputação dos inquiridos indecisos (9%). A diferença para 100% corresponde à intenção de votos em branco e votos nulos (2%). A variação corresponde à diferença com o resultado da última sondagem (28 nov. 2025)

 

Assim, fica confirmado, por um lado, a estagnação dos sociais-democratas e, por outro, o crescimento dos dois maiores partidos da oposição. Luís Montenegro, que cumpriu esta semana dois anos da primeira eleição, tem vindo a argumentar que a capacidade “reformista” do seu Governo vale mais do que o “reformismo de boca” dos adversários, no que também pode ser lido como uma resposta a Pedro Passos Coe­lho (ver pág. 9), depois de, na semana passada, ter anuncia­do a antecipação para maio das eleições diretas no PSD.

Se os valores forem comparados diretamente com as legislativas de 18 de maio do ano passado, é o PS que protagoniza o maior salto, com uma subida de seis pontos percentuais em relação aos 22,8% conquistados por Pedro Nuno Santos. Estes valores parecem confirmar o caminho escolhido pelo líder socialista (que também se recandidata agora ao cargo de secretário-geral, com diretas este fim de semana). Além disso, esta subida consistente dos socialistas deixa em disputa o título de líder da oposição, com que André Ventura tem feito campanha no último ano (embora o Chega se mantenha firme na colagem à liderança).

IL mantém, Livre cai e CDU sobe

A mudança de líderes na IL não parece ter surtido efeitos. Segundo o estudo, as intenções de voto nos liberais fixam-se nos 4% sem distribuição e nos 5% com distribuição, semelhantes aos 5,3% que Rui Rocha alcançou nas legislativas. Há, no entanto, um aumento de um ponto percentual relativamente à sondagem de novembro.

Esta ligeira subida acontece também com a CDU, que, em quatro meses, sobe a intenção de voto dos 3% para os 4%, com distribuição de indecisos. À esquerda, esta é a subida mais significativa quando comparada com as legislativas. Em sentido inverso, é o Livre que mais perde, com 2% com distribuição de indecisos, o que representa uma descida de um ponto percentual para a última sondagem e dois pontos para o resultado eleitoral que o tornou na maior bancada à esquerda do PS.

O BE, que também mudou de liderança após a hecatombe das legislativas, mantém-se nos 2% das legislativas. Assim como o PAN, que não ultrapassa os 1%. Ainda assim, todas as variações à esquerda caem dentro da margem de erro.


 

FICHA TÉCNICA

Sondagem cujo trabalho de campo decorreu entre os dias 27 de fevereiro e 8 de março de 2026. Foi coordenada por uma equipa do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS-ULisboa) e do ISCTE — Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), tendo o trabalho de campo sido realizado pela GfK Metris. O universo da sondagem é constituído pelos indivíduos de ambos os sexos com idade igual ou superior a 18 anos e capacidade eleitoral ativa, residentes em Portugal Continental. Os respondentes foram selecionados através do método de quotas, com base numa matriz que cruza as variáveis sexo, idade (4 grupos), instrução (3 grupos), região (7 regiões NUTS II) e habitat/dimensão dos agregados populacionais (5 grupos). A partir de uma matriz inicial de região e habitat, foram selecionados aleatoriamente 100 pontos de amostragem, onde foram realizadas as entrevistas de acordo com as quotas acima referidas. A informação foi recolhida através de entrevista direta e pessoal na residência dos inquiridos, em sistema CAPI, e a intenção de voto recolhida através de simulação de voto em urna. Foram contactados 2778 lares elegíveis (com membros do agregado pertencentes ao universo) e obtidas 801 entrevistas válidas (taxa de resposta de 29%, taxa de cooperação de 46%). O trabalho de campo foi realizado por 39 entrevistadores, que receberam formação adequada às especificidades do estudo. Todos os resultados foram sujeitos a ponderação por pós-estratificação de acordo com a frequência de prática religiosa e a pertença a sindicatos ou associações profissionais dos cidadãos portugueses com 18 ou mais anos residentes no Continente, a partir dos dados da vaga mais recente do European Social Survey (Ronda 11). A margem de erro máxima associada a uma amostra aleatória simples de 801 inquiridos é de +/- 3,5%, com um nível de confiança de 95%

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As sondagens também vão ao VAR? O Bloco e o Livre tiveram algum penalty?

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Citação de Tio Hans, há 16 horas:

Como é que alguém acha isto boa ideia? Estes mamíferos, ok, são burros e sem noção, mas não têm uma equipa para lhes tratar da imagem?

A questão é que eles agora têm de agradar a diferentes públicos. Não é muito fácil articular uma estratégia de comunicação coerente. 

A solução seria definir papéis distintos para os elementos do elenco governativo, por exemplo, o ministro A tem de atingir o target dos jovens, o ministro B dos jovens adultos e por aí fora. 

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Citação de Rain Dog, há 2 horas:

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quem me dera construir uma nave espacial e bazar, juro

Nunca mais largam a bomba, como dizia o @antifa no outro tópico.

Ainda estou a aguardar o rancho de filhos do querido líder para evitar a "grande substituição".

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Citação de doom_master, há 11 minutos:

Montenegro perde de vez no Constitucional: juízes decidiram que tem de divulgar lista de clientes (tem paywall)

O timing das movimentações do PPC é tudo menos inocente, e nada me tirará isso da cabeça.

Spoiler

O Tribunal Constitucional decidiu de vez recusar analisar o recurso de Luís Montenegro, que visava impedir que a lista de clientes da empresa familiar, a Spinumviva, fosse divulgada.

Os juízes, reunidos ontem em plenário, decidiram por unanimidade que o recurso não podia ser apreciado por aquele tribunal, por ter entrado fora de prazo

"Pelo exposto, o Tribunal Constitucional decide julgar a Reclamação em apreço improcedente", lê-se no acórdão.

Tudo começou com um recurso que o primeiro-ministro apresentou em junho do ano passado, para impedir que a lista de clientes da Spinumviva fosse do conhecimento público. O Tribunal levou cerca de oito meses a decidir que não iria avaliar o recurso por este ter sido apresentado fora de prazo, como o Expresso noticiou.

Neste acórdão, agora tornado público, percebe-se que o Tribunal Constitucional informou Luís Montenegro ainda em janeiro deste ano que não iria avaliar o recurso que tinha interposto por “intempestividade” e o primeiro-ministro respondeu àquele tribunal, no dia 5 de fevereiro, arguindo que iria reclamar por “alegada nulidade da deliberação” por “falta de fundamentação”.

Para Montenegro, o seu recurso estava dentro do prazo por considerar que a reclamação que tinha feito junto da Entidade da Transparência - um pedido de oposição para que os seus dados fossem tornados públicos - “havia suspendido o prazo”. Apesar dessa primeira resposta ao TC, o plenário de juízes tomou a primeira decisão a 19 de fevereiro, decidindo não avaliar o recurso do primeiro-ministro.

O primeiro ministro, Luís Montenegro

Filipe Amorim/Lusa

Mas a história não acabaria aqui. Proferido o acórdão, Montenegro “inconformado”, como se lê no acórdão votados esta quinta-feira no plenário do TC, apresentou uma reclamação, arguindo pela “nulidade”. Nessa reclamação, percebe-se no TC, alegava a “a inconstitucionalidade da interpretação adotada” relativa à leitura que o tribunal fez do Código do Procedimento Administrativo e alegava ainda a “a inconstitucionalidade da qualificação do prazo” feita pelo tribunal.

Agora, com esta decisão, a consequência é que o que ficará em vigor é a interpretação da lei da Entidade da Transparência, presidida por Ana Raquel Moniz, que considera que os polítios não só têm de entregar as listas de clientes com as quais tiveram relações profissionais, como essa lista pode ser de consulta pública, mediante pedido à Entidade e com fundamentação validade pela mesma.

Tal acontece não porque o TC tenha tomado uma decisão sobre o conteúdo do recurso de Montenegro, não se sabendo se a interpretação do TC é ou não coincidente com a do primeiro-ministro, mas devido à forma. O que tal quer dizer é que, no futuro, poderá haver um recurso de Montenegro ou de outro político sobre esta questão e aí já poder haver uma pronúncia do TC sobre quem tem razão na contenda.

 

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Citação de Modulor, Em 09/03/2026 at 14:55:

Eu não conhecia, mas o instagram tem uma definição que podemos accionar e funciona como um aviso/bloqueador quando excedemos um x de tempo de utilização diária, estipulado por nós. Eu andava na média de uns 20-30min por dia de forma muito consciente, mas quando descobri isso liguei só para funcionar de bitola máxima e a partir do qual já considero "desperdício" para o meu dia-a-dia. Sempre funciona como um dissuador interessante para quem tem mais dificuldade em ignorar aquele scrolling instinct

Update desde que meti o limite, passei de uns 40 a 45 minutos diários para uns 5 minutos, só ontem é que foi a loucura e fui aos 15.

Foi uma bela dica! Os tempos mortos que tinha e abria o instagram ou esta o telemóvel no bolso, ou se for para me entreter abro a The Economist ou assim

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Ao menos o zé tuga já foi atestar semana passada

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Citação de Rain Dog, há 4 horas:

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quem me dera construir uma nave espacial e bazar, juro

mw-720

 

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Citação de Almeno, há 6 minutos:

E para um papo seco custar 1.50€.

E então?

Comes bolos.

Louise_Elisabeth_Vig%C3%A9e-Lebrun_-_Mar

 

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Citação de Rain Dog, há 5 horas:

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quem me dera construir uma nave espacial e bazar, juro

Essa nojice está afixada onde mesmo? 

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Citação de JGabriel, há 57 minutos:

Essa nojice está afixada onde mesmo? 

Futurália. Por isso é que tens aí em cima a foto do outro com miudagem.

Editado por challenger

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porque carga de água é permitida a afixaçao de propaganda politica?

 

Editado por Apocalypse Now

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Tudo o que é pesticida depende do petróleo também e os fertilizantes penso ser do gás. 

Vai ser bonito. 

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