smashing_pumpkin Publicado ontem às 21:31 (editado) Citação de Carlos Gouveia, há 1 hora: Cheguei cá com 10 anos... Só para garantir que não te confundiste 😂 Tenho mais do dobro de anos disto do que de anos sem isto... Até pensava que era 12, sendo a minha filha chega lá daqui a 1 mês. Não me confundi, durante muito tempo eras o mais novo por aqui. Editado ontem às 21:31 por smashing_pumpkin Compartilhar este post Link para o post
Black Hawk Publicado ontem às 21:57 Citação de smashing_pumpkin , há 12 horas: É que chegou-se ao ponto em que é banal ver-se um porsche. Ias sentir-te em casa em Coimbra. Houve uma altura em que eu e uma colega de trabalho contávamos quantos víamos no caminho para o trabalho para ver quem "ganhava". Muito raramente alguém chegava a zeros. Citação de Faustino Asprilla, Em 01/06/2026 at 22:56: Este para mim é o ponto principal. Quem nasceu para ser um 10 nunca chega a 20 Deves ser demasiado novo para saberes quem é o Deco. 1 Compartilhar este post Link para o post
challenger Publicado ontem às 23:10 Citação de Ghelthon, há 5 horas: Sei de histórias parecidas. Essas profissões são super bem pagas, porque há cada vez menos pessoas a enveredar nelas, e a procura aumenta. Conheço um rapaz, com os seus 25 talvez, que é picheleiro (incluindo climatização) e o gajo está cheio, cheio, cheio de trabalho, e do que sei ganha bastante bem e tem quanto trabalho quiser. Note-se que me refiro a malta que trabalha por conta própria, claro que trabalhar por conta de outrem nessas áreas é diferente. Citação de smashing_pumpkin , há 4 horas: E quantas horas tem que trabalhar para fazer o que tu fazes? Declara tudo direitinho para pagar o IRS devido? Faz as contribuições devidas para a SS? É que eu também conheço alguma malta assim, e muitos ganham bem, mas para isso contribui muito maior parte declararem o ordenado mínimo ou perto disso, o que no final resulta em que quase tudo o que ganham vai para o bolso. Compartilhar este post Link para o post
dpitz Publicado 16 horas Estamos só a um passinho do "não podemos ser todos doutores eheheh" 2 Compartilhar este post Link para o post
Pan Publicado 15 horas (editado) https://expresso.pt/economia/seguranca-social/2026-06-02-prestacao-social-unica-com-regras-de-acesso-mais-apertadas-quem-tem-carro-mota-ou-conta-bancaria-acima-de-16-mil-euros-fica-fora-25ba20ae Spoiler Quem tiver poupanças no banco, um carro ou uma motorizada que, no seu conjunto, excedam os 16.114 euros vai ficar de fora da futura Prestação Social Única (PSU). As condições de acesso à nova prestação constam da proposta de Lei que o Governo já fez chegar ao Parlamento, com carácter de urgência, e são significativamente mais restritivas do que as regras atuais para as 13 prestações que vai fundir. Na conferência de imprensa onde apresentou a PSU, Luis Montenegro garantiu que, com as novas regras, ninguém sairia a perder face às condições atuais - “não vale a pena andarem à procura porque não há nenhum corte de nenhuma garantia do Estado”, desafiou o primeiro-ministro. Contudo, olhando para as condições de acesso à nova prestação social – a chamada “condição de recursos” – ela revela-se bastante mais apertada o que pode vir a deixar de fora pessoas que atualmente recebem a prestação. O decreto cria um regime de transição, o que significa que não haverá cortes nas prestações que estejam em curso (e garante que as permanentes como as pensões sociais mantêm o valor igual); contudo, nos casos em que tem de haver uma renovação do pedido, como é o caso de quem recebe RSI poprque é uma prestação com um tempo limite de atribuição (12 meses), os beneficiários têm de fazer provas das condições, o que poderá levar à perda do apoio, A nova PSU pretende aglutinar 13 prestações numa só. Rendimento Social de Inserção (RSI), subsídio social de desemprego, pensão social de invalidez especial, subsídio social parental, subsídio social por risco clínico na gravidez, subsídio social por interrupção da gravidez, subsídio social por adopção, pensão social de velhice, pensão de viuvez, pensão de orfandade, complemento extraordinário de solidariedade, subsídio deslocação durante gravidez e subsídio social por riscos específicos chegam, no seu conjunto, a 153 mil beneficiários num ano. Ao todo, consomem 557 milhões de euros de despesa pública, financiada pelo Orçamento geral do Estado (segundo contas da OCDE, referentes a 2023). Entre as 13 prestações, há três que representam a boca de leão: RSI, pensão social de velhice e subsídio social de desemprego representam 97% do total de beneficiários e do valor da despesa. E todas as três prestações têm um grande aperto nas condições de acesso. Na proposta – um pedido de autorização legislativa que acelera a discussão no Parlamento e já está a gerar polémica – o Governo propõe que apenas tenham direito à PSU quem resida em Portugal, não esteja desempregado por iniciativa própria, não esteja em prisão preventiva, e não tenha património móvel e mobiliário acima de 30 vezes o indexante de apoios sociais (IAS). São cerca de 16.114 euros, e somam tanto as poupanças que possam estar no banco ou em certificados de aforro (bens mobiliários) com acrescentam outros bens como o carro ou a mota (bens móveis). Enquanto as condições gerais (não estar em prisão preventiva, residir em Portugal, não estar desempregado por iniciativa própria) são comuns às regras atuais, os limites do património são substancialmente inferiores. Mais: na formulação é referido que este património é referente a todo o agregado familiar e não apenas ao beneficiário, não ficando claro se há algum tipo de ponderação per capita: "O valor do património mobiliário e dos bens móveis sujeitos a registo do requerente e do seu agregado familiar não ser superior a 30 vezes o valor do IAS”, lê-se. A nova prestação tem como referência o agregado familiar composto por todas as pessoas que vivem na mesma casa “em economia comum”. Um corte drástico ocorre na pensão social de velhice, onde atualmente só há limites ao nível do rendimento global do pensionista, não se impondo restrições em termos de património. Outro corte drástico ocorre no subsídio social de desemprego, onde atualmente um beneficiário pode ter até 240 IAS (128.900 euros) em património mobiliário e receber na mesma o subsídio, se ficar desempregado e não tenha descontos suficientes para aceder ao subsídio principal. O RSI acompanha o corte: hoje em dia os beneficiários podem ter até 60 vezes o IAS (cerca de 32 mil euros) de património mobiliário. De futuro, o Governo pretende que este limite baixe para 30 IAS para todos (os tais 16 mil euros) e soma ao bolo também os bens móveis. Habitação social é rendimento A medida teve esta terça-feira uma primeira discussão breve no Parlamento depois de o Governo pedir que lhe seja concedida uma autorização legislativa para poder legislar por decreto. O debate acontecerá nos próximos dez dias, dado que foi aprovado o carácter de urgência da medida, com a abstenção do PS e o voto contra do Chega. O que significa que com muita probabilidade, os socialistas vão deixar que o processo saia do Parlamento e seja feito pelo Governo. Além disso, os candidatos não podem ter um rendimento superior ao da própria PSU, cujo valor fica em aberto, mas sendo certo que é também alterado o referencial: passa a ser uma percentagem do Indexante de Apoios Sociais, ainda não se sabendo o valor, ficando à espera de uma portaria de regulamentação. Além do património poderá também haver aperto por via dos rendimentos totais que as famílias têm. O Governo remete montantes concretos para uma portaria ainda a publicar, mas estabelece na proposta de Lei que a diferença entre uma renda de habitação social e o valor das rendas praticado no mercado virá a ser considerado como rendimento, em percentagens ainda a definir. Recusa de trabalho social dita fim da prestação A proposta de Lei pretende também que os beneficiários – e o seu agregado familiar, desde que com mais de 18 anos – prestem “atividades de solidariedade social”, como o Expresso avançou na passada semana. O conceito de “atividades de solidariedade social” não é detalhado pelo Governo, que, contudo, dá algumas indicações: o limite máximo é de 15 horas e não pode ultrapassar oito horas diárias, mas, quem tenha entre 18 e 25 anos, pode ser obrigado a fazer mais horas. Acresce ainda que quem já tiver três renovações dos apoios passa a ter de fazer 20 horas semanais em vez das 15 iniciais. Quem não aceitar fazer “atividades de solidariedade social” perde o direito à PSU durante 24 meses se for o titular principal do apoio social; se a recusa vier de um membro do agregado familiar, o corte é de 12 meses. Quem tenha um filho maior de 18 anos em casa que não se inscreva no centro de emprego, e não preste trabalho social, fica também sem a prestação. Embora separe este trabalho social do trabalho normal e remunerado, o Governo estabelece uma equivalência ao dizer que os beneficiários não podem ser colocados a fazer tarefas que não correspondam às suas habilitações académicas, mas não se percebe se podem ser colocados a fazer tarefas que são atualmente exercidas por trabalhadores com contratos de trabalho e direitos associados. Editado 15 horas por Pan Compartilhar este post Link para o post
rcoelho14 Publicado 15 horas Ia meter isso agora mesmo. Eu já nem sei mais... O Chega e o que debitam efetivamente manda na forma de atuar do governo. Compartilhar este post Link para o post
Pan Publicado 15 horas Citação de rcoelho14, há 1 minuto: Ia meter isso agora mesmo. Eu já nem sei mais... O Chega e o que debitam efetivamente manda na forma de atuar do governo. Esta ala do PSD sempre pensou assim, não te iludas. 3 Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado 15 horas (editado) Citação de challenger, há 8 horas: Declara tudo direitinho para pagar o IRS devido? Faz as contribuições devidas para a SS? É que eu também conheço alguma malta assim, e muitos ganham bem, mas para isso contribui muito maior parte declararem o ordenado mínimo ou perto disso, o que no final resulta em que quase tudo o que ganham vai para o bolso. Como imaginas, não fui pedir a declaração de rendimentos. Da mesma forma que não peço a dos empresários XPTO que alegadamente declaram o salário mínimo mas depois se deslocam em carros de 100k. Todos sabemos como funciona a vida. Editado 15 horas por Ghelthon Compartilhar este post Link para o post
rcoelho14 Publicado 15 horas E btw, ali metido num cantinho dessa notícia: Citação O Governo remete montantes concretos para uma portaria ainda a publicar, mas estabelece na proposta de Lei que a diferença entre uma renda de habitação social e o valor das rendas praticado no mercado virá a ser considerado como rendimento, em percentagens ainda a definir. É absurdo isto Citação de Pan, há 9 minutos: Esta ala do PSD sempre pensou assim, não te iludas. Não me iludo 1 Compartilhar este post Link para o post
smashing_pumpkin Publicado 15 horas São uns montes de esterco, é apenas isso. E lideram o nosso país. E essa das rendas contar alguma percentagem como rendimento é um novo nível de baixaria e de desumanidade. Mas claro que alguém tem que pagar a baixa de impostos que estes c*brões vão beneficiar, obviamente que é o povinho otário que vota neles. Compartilhar este post Link para o post
aFilipe8 Publicado 14 horas Atenção que a maior parte das prestações aí descritas, não são as prestações dos regimes gerais. Compartilhar este post Link para o post
Rain Dog Publicado 14 horas conta bancária de 16 mil euros é ricalhaço mesmo Compartilhar este post Link para o post
smashing_pumpkin Publicado 14 horas Citação de aFilipe8, há 39 minutos: Atenção que a maior parte das prestações aí descritas, não são as prestações dos regimes gerais. Pois não, são as das pessoas em situações muito complicadas. Que agora ou são completamente miseráveis ou então o estado garante logo que lá chegam rapidamente. 1 Compartilhar este post Link para o post
Plagio o Original Publicado 14 horas Eu sempre que faço 16 mil euros crio uma conta bancária nova mesmo para estas situações https://www.jornaldenegocios.pt/economia/politica/detalhe/montenegro-usa-varias-contas-a-ordem-para-pagar-apartamento 8 Compartilhar este post Link para o post
dpitz Publicado 13 horas (editado) já os gajos que põem as empresas nos paraísos fiscais para fugir aos impostos por cá e amealhar milhões*, é tudo na boa. * e para fazer negócios de índole duvidosa Editado 13 horas por dpitz Compartilhar este post Link para o post
El Shafto Publicado 13 horas Finalmente medidas que incentivem ao fim dos pobres, agora é que vou eu ficar rico Compartilhar este post Link para o post
Apocalypse Now Publicado 12 horas é sempre bom ver quando as pessoas têm o que votam 1 Compartilhar este post Link para o post
Pavel Publicado 12 horas Citação de Apocalypse Now, Agora: é sempre bom ver quando as pessoas têm o que votam kinda same um bocado macabro mas não consigo não me rir com o facto de toda a gente ter sido avisada sobre aquilo que estes fachitos são, representam e sonham por em prática fuck around and find out, para a próxima aprendam a ler mais cedo Compartilhar este post Link para o post
antifa Publicado 12 horas Citação de Plagio o Original, há 1 hora: Eu sempre que faço 16 mil euros crio uma conta bancária nova mesmo para estas situações https://www.jornaldenegocios.pt/economia/politica/detalhe/montenegro-usa-varias-contas-a-ordem-para-pagar-apartamento Quem nunca Compartilhar este post Link para o post
Plagio o Original Publicado 12 horas Citação de rcoelho14, há 2 horas: E btw, ali metido num cantinho dessa notícia: Citação O Governo remete montantes concretos para uma portaria ainda a publicar, mas estabelece na proposta de Lei que a diferença entre uma renda de habitação social e o valor das rendas praticado no mercado virá a ser considerado como rendimento, em percentagens ainda a definir. É absurdo isto Não esquecer que baixaram os impostos aos senhorios que façam rendas moderadas, até 2300 euros ou lá o que era Compartilhar este post Link para o post
Black Hawk Publicado 12 horas Citação de smashing_pumpkin , há 1 hora: Pois não, são as das pessoas em situações muito complicadas. Que agora ou são completamente miseráveis ou então o estado garante logo que lá chegam rapidamente. Não é esse o objetivo? Quão mais miseráveis as pessoas forem, menos armas terão para reivindicar direitos e lutarem por melhores condições porque ficam sem margem para arriscar perder o pouco que já tiverem. Olha, hoje é dia de greve geral e conheço ainda bastante gente que me disse "não faço greve porque não posso perder um dia de trabalho". Estão a conseguir tornar as pessoas suficientemente pobres para estas não poderem sequer fazer um dia de greve em luta pelos seus direitos. 2 Compartilhar este post Link para o post
Plagio o Original Publicado 12 horas E antes achava que só podiamos ser uma nação de proprietários, patrões e pessoas com muitos ativos financeiros, mas se calhar somos só mesmo uma nação de eletricistas Compartilhar este post Link para o post
xicantonio Publicado 12 horas Citação de Pavel, há 34 minutos: kinda same um bocado macabro mas não consigo não me rir com o facto de toda a gente ter sido avisada sobre aquilo que estes fachitos são, representam e sonham por em prática fuck around and find out, para a próxima aprendam a ler mais cedo "fomos enganados, é o que é" Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 12 horas Dia de greve. Dormi até mais tarde. Era dia de trabalho. 1 Compartilhar este post Link para o post
Jimpo Publicado 11 horas Citação de Black Hawk, há 27 minutos: Não é esse o objetivo? Quão mais miseráveis as pessoas forem, menos armas terão para reivindicar direitos e lutarem por melhores condições porque ficam sem margem para arriscar perder o pouco que já tiverem. Olha, hoje é dia de greve geral e conheço ainda bastante gente que me disse "não faço greve porque não posso perder um dia de trabalho". Estão a conseguir tornar as pessoas suficientemente pobres para estas não poderem sequer fazer um dia de greve em luta pelos seus direitos. Entao mas a logica nao é "quantos mais pobres mais votos no PS"? Quanto ao segundo ponto, isso ja foi atingido com a ideia de cada pessoa ter casa propria e empréstimos a 40 anos. Compartilhar este post Link para o post