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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de Koper, há 1 hora:

Que raio de sentido faria pagar uma taxa adicional por se trabalhar de casa... lembro-me de ter ouvido falar há uns meses dessa ideia também, dum estudo dum banco qualquer.

Mas não é por se trabalhar em casa. É por pessoas com rendimentos elevados manterem, precisamente, esses rendimentos, ao contrário de muitas outras, que viram os seus rendimentos a desaparecer por completo. Acontece é que a maioria dessas pessoas (que ganham bem) trabalha em casa (daí o infeliz termo da burguesia do teletrabalho). Ora, o Estado tem dificuldades em ajudar estas pessoas e isto seria uma das possibilidades. 

Claro que podemos discutir esses pormaiores do que os trabalhadores em teletrabalho gastaram a mais de luz, água, etc...mas a ideia não é de todo descabida.

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Citação de Jpa, há 16 minutos:

Mas não é por se trabalhar em casa. É por pessoas com rendimentos elevados manterem, precisamente, esses rendimentos, ao contrário de muitas outras, que viram os seus rendimentos a desaparecer por completo. Acontece é que a maioria dessas pessoas (que ganham bem) trabalha em casa (daí o infeliz termo da burguesia do teletrabalho). Ora, o Estado tem dificuldades em ajudar estas pessoas e isto seria uma das possibilidades. 

Claro que podemos discutir esses pormaiores do que os trabalhadores em teletrabalho gastaram a mais de luz, água, etc...mas a ideia não é de todo descabida.

Não é de todo descabida? É das ideias mais ridiculas que existem

Então num pais onde a taxa de poupança é quase nula, agora passado um ano que andamos nisto, o Estado vai dizer ao zé povinho que trabalha em casa que vai ter desembolsar x porque não perdeu emprego/salario? E o Zé Povinho vai buscar esse x aonde? 

A ideia é tão estupida que nenhum pais a esta a implementar. Alias na Alemanha por exemplo teme-se é que exista inflacão devido ao dinheiro que grande parte da populacão não conseguiu gastar no ultimo ano e que vai querer utilizar logo que a coisa volte a um "relativo normal"

 

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Citação de Plagio o Original, há 11 minutos:

Btw a questão da eletricidade, supostamente, no nosso código do trabalho, a empresa tem de pagar as despesas de luz do trabalhador

nunca vi um tostão, e em janeiro com o frio a conta veio mais do dobro do normal.

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Citação de Burkina2008, há 44 minutos:

Então num pais onde a taxa de poupança é quase nula, agora passado um ano que andamos nisto, o Estado vai dizer ao zé povinho que trabalha em casa que vai ter desembolsar x porque não perdeu emprego/salario? E o Zé Povinho vai buscar esse x aonde? 

Não percebo muito de economia, mas, até pelo que disseste - do receio de que haja um boom no consumo, na Alemanha - não me parece que seja algo tão absurdo. Os meus pais são professores, não ganham muito, mas mantiveram os salários e este último ano deles, a nível de gastos, foi um ano praticamente normal. Pensando em pessoas que ganham bem mais que um professor, custa-me a acreditar que lhes fosse fazer uma diferença assim tão grande.

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Citação de Cannonball, há 43 minutos:

nunca vi um tostão, e em janeiro com o frio a conta veio mais do dobro do normal.

Same here..

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Citação de Jpa, há 3 horas:

Mas não é por se trabalhar em casa. É por pessoas com rendimentos elevados manterem, precisamente, esses rendimentos, ao contrário de muitas outras, que viram os seus rendimentos a desaparecer por completo. Acontece é que a maioria dessas pessoas (que ganham bem) trabalha em casa (daí o infeliz termo da burguesia do teletrabalho). Ora, o Estado tem dificuldades em ajudar estas pessoas e isto seria uma das possibilidades. 

Claro que podemos discutir esses pormaiores do que os trabalhadores em teletrabalho gastaram a mais de luz, água, etc...mas a ideia não é de todo descabida.

Meu caro, o trabalhador não pode pagar por trabalhar em casa. Isto não cabe na cabeça de ninguém. Uma coisa é taxar ganhos de capital ou semelhantes, outra é criar uma taxa porque uma crise sanitária te impede de estar no escritório. É absurdo.

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Citação de andriy pereplyotkin, há 1 hora:

Meu caro, o trabalhador não pode pagar por trabalhar em casa. Isto não cabe na cabeça de ninguém. Uma coisa é taxar ganhos de capital ou semelhantes, outra é criar uma taxa porque uma crise sanitária te impede de estar no escritório. É absurdo.

Nem eu disse isso. E acho que o que ela defende é precisamente isso do bold. Pelo menos foi essa a impressão com que fiquei, depois da dezena dos tweets dela. 

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a burguesia do teletrabalho passou a burguesia do capital, ok.

EvLA6ftWYA0iPqR?format=jpg&name=small

como passar de impostos sobre os salários para impostos sobre as mais valias de capital

Também deduzo que a própria Susana Peralta seja um grande especuladora bolsista.

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Citação de Jpa, há 29 minutos:

Nem eu disse isso. E acho que o que ela defende é precisamente isso do bold. Pelo menos foi essa a impressão com que fiquei, depois da dezena dos tweets dela. 

Isso foi ela a fazer backtracking porque se apercebeu da besteira que disse e não quer admitir. Se ela quisesse taxar capital falava de capital, não falava de teletrabalho.

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De tempos a tempos, tem que surgir um economista com uma ideia de génio para nos iluminar a todos.

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Pronto, já começa a acontecer o risco que trouxe esta pandemia, há muito patrão a salivar com as oportunidades de puxar para trás muito direito do trabalhador ganho durante décadas, e aí vem um partido chamado Chega perfeito para meter o povo a puxar por essas mesmas medidas que o prejudicam. O que estava a faltar mais era os media entrarem mais na equação.

Os Estados tem um medo descabido de taxar devidamente empresas multi milionárias com medo que os rendimentos sigam para um paraíso fiscal, mas se este pessoal que anda a concordar com esta ideia acha que uma medida destas não vai puxar esse mesmo pessoal para outro país, são mansinhos que dói.

O Burkina disse bem, Portugal, mesmo para malta altamente qualificada, é um sítio onde acumular poupanças é complicado que dói e quase visto como um privilégio. Eu já queria sair para fora mas a melhor m*rda que podia ter feito foi mandar-me embora. A partir do momento em que recebi o meu primeiro salário de estágio IEFP foi a primeira m*rda que disse, logo que encontre algo que me queira mesmo valorizar ponho-me de frosques, é uma falta de valor que é dado gigante. O que vale é que eu nasci num berço que me permitiu bazar, muita gente não tem essa sorte e tem de levar com esta estupidez de propostas.

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Citação de Seferogol, há 3 minutos:

Sabemos que é uma ideia parva quando até a malta de esquerda a critica

A esquerda a defender os trabalhadores... Uma surpresa, de facto... 

Editado por manfrenjensenden

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Citação de manfrenjensenden, há 1 minuto:

A esquerda a defender os trabalhadores... Uma surpresa, de facto... 

Ao mesmo tempo que não quer criar um imposto fácil para ajudar outros trabalhadores

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Citação de Seferogol, há 4 minutos:

Ao mesmo tempo que não quer criar um imposto fácil para ajudar outros trabalhadores

Sabes que criar impostos não é o objetivo da esquerda? Não taxam por desporto. 

Muito menos quando é para prejudicar parte dos trabalhadores.

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Outra coisa que não referi é como me choca ainda ser difícil encontrar nos mass media portugueses este tipo de tópicos, é que isto já está batido e até aplicado na Islandia e obviamente que não temos a resposta certa mas ao menos este tema já devia estar na discussão pública há bem mais tempo, e seria importante ela estar maturada na altura que saírmos desta pandemia, o que não vai acontecer.

Citação

https://granthaminstitute.com/2021/02/23/a-new-sustainable-measure-of-economic-health/?mc_cid=c51f6fa127&mc_eid=a3538aac84

A new sustainable measure of economic health

The world needs to replace Gross Domestic Product (GDP) with a fit-for-purpose measure of economic health – could Sustainable Domestic Product (SDP) be the answer? Dr Ajay Gambhir, Senior Policy Fellow at the Grantham Institute thinks about this and the potential to view growth from a different angle.

If all goes well, the astonishing scientific developments that have brought us a variety of COVID-19 vaccines so unexpectedly fast will also allow the world to begin its economic recovery from the pandemic over the course of 2021. 

All eyes will be on an indicator that arguably trumps any other, including the pandemic’s R rate, the proportion of people immunised, or other more grim statistics about infections and fatalities. That indicator is Gross Domestic Product, or GDP, the still-dominant measure of economic health. GDP measures the total value of all the goods made and services provided during a specified period in a specified region. The International Monetary Fund (IMF)’s latest World Economic Outlook reported a 3.5% fall in global GDP over the course of 2020, and while its projections see a 5.5% increase in 2021, this means the world economy will be only slightly bigger at the end of this year than it was just before COVID-19 became a fixture at the top of the news agenda. 

As governments scramble to stimulate their GDPs to recover, a debate rages around whether humanity’s output of goods and services can continue to grow within our planetary boundaries. Terms such as the Anthropocene, the sixth mass extinction, and of course climate change, are rising to the heart of both business and government outlooks (if not yet their actual strategies). Yet, businesses still seek profit and increasing market capitalisation, and governments still seek to show off their GDP growth – or explain away their poor GDP performance. This tension must eventually reach a reckoning. 

What’s wrong with GDP? 

There have been several critiques of GDP, including its focus on new capital investment whilst failing to account for capital depreciation, either when considering human-made capital (i.e. machines) or natural capital (i.e. the environment). The latter issue has recently been highlighted in the Dasgupta Review on the Economics of Biodiversity. Critiques of GDP have also highlighted that it cares nothing for social inequality, nor for the benefits of “sharing, repairing, reusing, refurbishing and recycling“. In addition, and critically, GDP doesn’t tell us how vulnerable our economies are to shocks and disruptions. Two countries with equal GDP may suffer very different GDP losses in the face of particular shocks if they have differences in the robustness of their institutions, their leadership, their mix of economic sectors or their ability to finance government spending in times of crisis.  

Female farmer sifting rice through a wooden basket, view from below as the grains of rice fall through the gaps in the basket. Blue sky in the background with a few clouds. Credit: @rafaeltran from Unsplash

There have been numerous proposals for new metrics to replace GDP, each of which seeks to address at least some of these limitations. These include Green GDP, the Genuine Progress Indicator (GPI), the Human Development Index (HDI), the Happy Planet Index (HPI), and several more besides. The careful statistical and analytical work that has gone into developing these indicators is invaluable groundwork for a measure which can eventually replace GDP. However, none of these metrics have themselves succeeded in doing anything more than augmenting GDP in most national economic accounts. 

What’s in a name? Perhaps a lot.  

No doubt the greatest barrier for any rival metric to usurp GDP is the institutional inertia that has maintained its dominance in measuring economic health. But in order to wean society off GDP, economists need a replacement that is equally tangible in communicating what economies produce, yet far more all-encompassing around those social and environmental goals that societies should be embracing at this precarious time. 

And therein lies the answer. The United Nations has already created a raft of 17 carefully developed goals, each with its sub-targets, that are intended to guide humanity through the early part of the twenty first century’s development – the Sustainable Development Goals (SDGs). A measure of our sustainable – rather than gross – domestic product (SDP), accounting for all 17 elements that the world’s countries have already agreed constitute ‘sustainability’, would be an obvious way to update economic accounting. Robert Cadenza and colleagues highlighted back in 2014 how the SDGs offered the perfect opportunity to leave GDP behind for something more fit-for-purpose. While efforts to do so continue to gain momentum each year, a totemic replacement indicator is still lacking.  

The Sustainable Development Goals (SDGs), are a universal call to action to end poverty, protect the planet and ensure that all people enjoy peace and prosperity. Credit: United Nations

This is where SDP comes in. It withholds the principle of measuring the output of goods and services, thereby representing a conceptually smaller leap from GDP than alternatives, which may still be deemed too intangible or esoteric. Yet it would anchor the valuation of those goods and services (and their relative contribution towards an aggregate measure of total economic output), in a way that incorporates the different SDGs. With careful analysis, SDP would represent what countries produce in a way that values their net impact on addressing poverty, inequality, unemployment, the protection of life on land and below the water, as well as the safeguarding of the planet’s ecosystems and atmosphere. And crucially, the more that countries’ production detracted from those goals, the lower would be their SDP.   

GDP is neither infallible nor irreplaceable 

Many will protest that the complexities of calculating such an SDP measure are insurmountable: 17 different goals; no normalised metric or easy way of valuing in monetary terms many of the societal objectives most critical to our prosperity and arguably even our survival; and a data analysis and collection exercise that could take years to agree and undertake.  

An apple being passed from stall owner to customer over a fruit stall at a market. Image by Pexels from Pixabay 

Yet, calculating GDP is also no picnic and involves an array of internationally non-uniform practices driven in many cases by subjective judgements that can have a significant impact on the resulting level of GDP. For example, the UK’s 20% loss in GDP in the second quarter of 2020 (following the first COVID-19 lockdown) may have been only 14% if it accounted for health and education output losses in the same way that many other countries did. The UK used a measure related to actual output of teaching and healthcare (which plunged at this time), in contrast to many countries that valued these sectors’ output according to salaries paid (which stayed fairly constant). 

In 2020, world GDP fell by nearly 4%, and the UK’s GDP by almost 10%. Yet, by how much did their SDP change? In other words, what was the change in the value of goods and services produced that on balance contributed to guiding humanity’s development within its planetary boundaries, and towards a more equal, resilient and sustainable future? Now more than ever, we really need to know.  

 

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Eu duvido que criem alguma taxa quando a entrega do IRS está tão próxima, e o dinheiro devolvido acredito que seja menor que os anos anteriores.

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Meter a nossa falsa classe média endividada a pagar a crise vai dar certo. Resultou bastante bem da última vez. Chamá-la de Burguesia, também. Na década passada vivia acima das suas possibilidades, agora é priveligiada por ter assegurado o direito constitucional da habitação e do trabalho e devia ser taxado por isso.

O termo pequena burguesia (que antes do 25/4 era odiadissimo) foi esquecido do vocabulário socio-económico mas esta gente (pronome pelo qual foi sustituido) nunca deixou de existir porque é a única que realmente temos. A classe média como tipificadamente a identificamos é quase toda ela sustentada pela riqueza financeira e patrimonial, herdada e partilhadada das familias, não depende inteiramente dos rendimentos do trabalho.

Muita desta gente vai começar a sufocar já no final do próximo mês quando acabarem as moratórias.

Editado por Mayday

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Citação de manfrenjensenden, há 1 hora:

Sabes que criar impostos não é o objetivo da esquerda? Não taxam por desporto. 

Muito menos quando é para prejudicar parte dos trabalhadores.

Calma, que eu não estou a dizer que o esquerda é um monstro papão.

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Citação de Puto Perdiz, Em 26/02/2021 at 12:41:

A Susana Peralta este envolvida no estudo que "descobriu" que havia crianças que tinham problemas de humidade e frio em casa.

Quando fez essas declarações ao I esqueceu-se que muitas dessas crianças devem ter os pais em teletrabalho em casa. Os burgueses do teletrabalho também apanham com frio e humidade e na óptica dela têm pagar mais impostos porque estão em tele trabalho e porque ganham o mesmo. 

Quem teve que comprar um computador ou um tablet para os filhos ou para o seu trabalho não sei se tem essa despesa dedutível no IRS. Quem levava a marmita de casa também não ganha mais por ficar em casa... Tantas coisas, mas o que importa é carregar mais em quem trabalha e foi obrigado a ficar em casa. 

E olha que sei de casos de gente que se calhar já f*deu o seu futuro a médio prazo por causa do teletrabalho. Tenho uma colega de trabalho, por exemplo, que tinha arrendado uma casa há pouco tempo e só tinha uma internet de banda larga móvel além do tarifário de dados do telemóvel. Teve de subscrever um serviço de net fixa de que não previsava por causa do trabalho, com uma fidelização de 24 meses, e após a instalação descobriu que o serviço sendo por ADSL não tem velocidade suficiente para trabalhar em condições.

Está neste momento a trabalhar em casa dos pais, a 150 kms de Coimbra, porque os pais têm Fibra e ela não, e está a pagar a renda ao senhorio de uma casa à qual não vai há meses e a mensalidade de um serviço de que não precisa e que não utiliza, e que vai continuar a pagar desnecessariamente quando terminar o teletrabalho. E essa economista de algibeira acha que ela deve pagar um imposto excepcional por estar em teletrabalho 😄

O que disse há uns tempos no tópico do Covid aplica-se a esta aventesma: há quem seja muito bom na sua área, no caso dela nos números, mas se têm o senso comum de uma pedra da calçada mais vale não virem a público dizer disparates - e pior, depois de perceberem que disseram disparates ainda insistem que não foram eles a tropeçar, os outros é que não perceberam aquilo que eles queriam dizer. Farto destes pseudoespecialistas que pululam agora por todo o lado.

Editado por Black Hawk

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Citação de Lip McBoatface, há 7 horas:

Pronto, já começa a acontecer o risco que trouxe esta pandemia, há muito patrão a salivar com as oportunidades de puxar para trás muito direito do trabalhador ganho durante décadas, e aí vem um partido chamado Chega perfeito para meter o povo a puxar por essas mesmas medidas que o prejudicam. O que estava a faltar mais era os media entrarem mais na equação.

Os Estados tem um medo descabido de taxar devidamente empresas multi milionárias com medo que os rendimentos sigam para um paraíso fiscal, mas se este pessoal que anda a concordar com esta ideia acha que uma medida destas não vai puxar esse mesmo pessoal para outro país, são mansinhos que dói.

O Burkina disse bem, Portugal, mesmo para malta altamente qualificada, é um sítio onde acumular poupanças é complicado que dói e quase visto como um privilégio. Eu já queria sair para fora mas a melhor m*rda que podia ter feito foi mandar-me embora. A partir do momento em que recebi o meu primeiro salário de estágio IEFP foi a primeira m*rda que disse, logo que encontre algo que me queira mesmo valorizar ponho-me de frosques, é uma falta de valor que é dado gigante. O que vale é que eu nasci num berço que me permitiu bazar, muita gente não tem essa sorte e tem de levar com esta estupidez de propostas.

Essa ideia de que os media parecem estar a alinhar com essa narrativa da burguesia do teletrabalho parece ter chegado ao governo sombra, ontem os três estavam de acordo em relação ao privilégio e não se mostraram minimamente contra uma medida deste género. 

Editado por Solero

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Citação de Black Hawk, há 7 horas:

E olha que sei de casos de gente que se calhar já f*deu o seu futuro a médio prazo por causa do teletrabalho. Tenho uma colega de trabalho, por exemplo, que tinha arrendado uma casa há pouco tempo e só tinha uma internet de banda larga móvel além do tarifário de dados do telemóvel. Teve de subscrever um serviço de net fixa de que não previsava por causa do trabalho, com uma fidelização de 24 meses, e após a instalação descobriu que o serviço sendo por ADSL não tem velocidade suficiente para trabalhar em condições.

Está neste momento a trabalhar em casa dos pais, a 150 kms de Coimbra, porque os pais têm Fibra e ela não, e está a pagar a renda ao senhorio de uma casa à qual não vai há meses e a mensalidade de um serviço de que não precisa e que não utiliza, e que vai continuar a pagar desnecessariamente quando terminar o teletrabalho. E essa economista de algibeira acha que ela deve pagar um imposto excepcional por estar em teletrabalho 😄

O que disse há uns tempos no tópico do Covid aplica-se a esta aventesma: há quem seja muito bom na sua área, no caso dela nos números, mas se têm o senso comum de uma pedra da calçada mais vale não virem a público dizer disparates - e pior, depois de perceberem que disseram disparates ainda insistem que não foram eles a tropeçar, os outros é que não perceberam aquilo que eles queriam dizer. Farto destes pseudoespecialistas que pululam agora por todo o lado.

Tudo bem que podes discordar do que ela disse, mas chamar à Susana peralta uma economista de algibeira é um bocadinho falta de respeito.

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Citação de Sandes., há 8 horas:

Tudo bem que podes discordar do que ela disse, mas chamar à Susana peralta uma economista de algibeira é um bocadinho falta de respeito.

Tadinha 😥

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